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Aviso

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O Presidente da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, Desembargador Edson Ulisses de Melo, comunica, para ciência dos advogados e partes interessadas, que no dia 25 de maio de 2015 não será realizada a Sessão.

Comunicamos o falecimento do escrivão/tabelião aposentado Anfilófio Lima de Araújo, da Comarca de Umbaúba, que exerceu seu ofício desde a fundação do Distrito até sua elevação à condição de Comarca, quando se afastou de suas atividades pela compulsória de idade.

 

O sepultamento será na cidade de Umbaúba, às 16 horas. O servidor aposentado deixa como netos, Mariana Dória de Araújo e Matheus Dória de Araújo, ambos servidores do TJSE.

A Escola Judicial de Sergipe através da Coordenadoria de Cursos para Servidores, vem confirmar as inscrições dos servidores abaixo elencados para o curso de Revisão da Língua Portuguesa e Produção Textual.

 

Informações sobre o curso:

 

Curso:

Revisão da Língua Portuguesa e Produção Textual

Período:

25 de maio e 01,08,15,19 e 22 de junho de 2015

Horário:

14:00 às 18:00 horas

Local:

Sala 02, anexo II, da EJUSE

Carga horária:

24 horas/aulas

Facilitador(a):

Hunald Fontes de Alencar, Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Sergipe; Licenciado em Português pela Universidade Federal de Sergipe; Professor Efetivo Aposentado da Secretaria de Educação do Estado de Sergipe; atualmente Assessor Administrativo I da Presidência do TJSE.

Realização:

Coordenadoria de Cursos para Servidores

Mais informações:

3226-3318 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Inscritos:

 

 

NOME

MATRÍCULA

LOTAÇÃO

1

Alex Santos Almeida

16691

Divisão de Processamento e Cálculos

2

Alexandra Nunes da Silva Lobão

14120

4ª Vara Cível

3

André Luiz Lopes Roberto da Silveira

3153

Supervisão de Correspondência do FGB

4

Camilla Guimarães de Oliveira

17499

Assessoria Extrajudicial

5

Camilla Souza de Calasans Melo

17541

Corregedoria Geral de Justiça

6

Christiane Costa Cardoso

10594

Central de Mandados da Grande Aracaju

7

Cinthia Dannielle Santos Rodrigues

10440

Central de Mandados da Grande Aracaju

8

Cláudio Ramos Cardoso

8332

Distribuição do FGB

9

Dilmara da Cruz Andrade

7417

Coordenadoria de Perícias Judiciais

10

Eliana Alves do Rosário Bonfim

8358

Consultoria de Licitações e Contratos

11

Geovânia Bomfim Lima

2282

26ª Vara Cível

12

Jadson Santos Helvécio

3375

Divisão de Apoio Judicial

13

Jaqueline da Conceição Campos

17348

Juizado Especial Cível e Criminal

14

Jeferson Ferreira da Penha

16986

Divisão de Transportes

15

João Marcelo Gois Lima

15477

Supervisão do Fórum de Estância

16

José Ronaldson Sousa

2014

Diretoria de Comunicação

17

Juscelino Melo Silva

3433

6ª Vara Criminal

18

Karla Patrícia Souza Menezes

17229

Itabaianinha

19

Leandro Machado Nunes

17364

Divisão de Transportes

20

Lia Raquel Brandão Maranhão

9474

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

21

Lígia Vieira de Melo

3702

Coordenadoria de Serviços

22

Márcia Maria da Silva Santos

15132

Supervisão do Fórum de Itabaiana

23

Márcio Willams Chagas Bezerra

16173

Ribeirópolis

24

Marcos Antônio de Menezes Santana

17549

Sup. do Palácio da Justiça e Centro Administrativo

25

Maria Emília Vilanova Ribeiro

8841

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

26

Maria Leite de Santana

8002

2ª Vara Cível

27

Paulo Roberto Freitas Dantas

3417

4ª Vara Criminal

28

Paulo Vieira Santos

1653

1ª Vara Cível de Estância

29

Rafael da Silva Nascimento

17690

Divisão de Fiscalização

30

Simone da Silva Ferreira Peixoto

14323

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

31

Thaís Rollemberg Góis Machado

10331

Coordenadoria de Gestão

32

Thatiane Oliveira Santana

14107

6ª Vara Criminal

33

Tiago Oliveira Santos

15171

Secretaria de Tecnologia da Informação

34

Vanuzia Bispo dos Santos

16592

Memorial do Poder Judiciário

Nesta segunda-feira, dia 18, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) e o Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) da UNIT foram apresentados ao sistema informatizado desenvolvido pela Secretaria de Tecnologia e Diretoria de Modernização do TJSE para efetivação das conciliações pré-processuais que serão realizadas pelos estudantes voluntários do núcleo Cejusc/ UNIT.


De acordo com a Juíza Coordenadora do Cejusc, Maria Luiza Foz Mendonça, com a homologação do sistema, as sessões pré-processuais já poderão ser realizadas. “Nossa intenção é homologar o sistema e possibilitar a efetivação do convênio firmado com a UNIT, e a partir da próxima semana começar a realizar os atendimentos à população sergipana, das conciliações pré-processuais, as quais serão realizadas pelos alunos do NPJ da universidade”.


Ainda, conforme explicou a magistrada, com a homologação será possível o cadastramento dos acordos no sistema informatizado do TJSE e a posterior homologação pelo juiz. “Cada aluno será treinado para utilização do sistema e quando houver um acordo firmado entre as partes nas sessões pré-processuais, o Cejusc receberá os acordos para a homologação pelo juiz e será gerada uma estatística das conciliações pré-processuais pelo Judiciário sergipano”, destacou a Juíza Maria Luiza Mendonça.


O Núcleo de Práticas Jurídicas da UNIT reservará, inicialmente, três salas para o atendimento à população através de sessões de conciliação, nos turnos da manhã e tarde. As conciliações pré-processuais serão realizadas pelos 45 alunos/mediadores treinados pela Escola Judicial de Sergipe (Ejuse). Para a Coordenadora do NPJ/ UNIT, Franciele Faistel, com o sistema homologado, o próximo passo é marcar as conciliações. “Com o sistema em pleno funcionamento já poderemos fazer uma ampla divulgação para que a sociedade sergipana saiba dos serviços oferecidos pelo Cejusc/UNIT e, assim, iniciarmos as sessões de conciliação”.


O objetivo do TJSE, através do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais e Solução de Conflitos e Cidadania – Nupemec, é ampliar ainda mais os serviços de conciliação pré-processual. “Estamos buscando novos parceiros para efetivação das conciliações pré-processuais e um deles poderá ser o Procon Municipal de Aracaju”, acrescentou a Juíza Coordenadora do Cejusc, Maria Luiza Foz Mendonça.

A Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe informa aos Técnicos Judiciários designados para exercer as funções de Oficiais de Justiça e Executores de Mandados, em substituição temporária dos seus titulares, nas Comarcas do Interior de Sergipe, que o Técnico Judiciário deverá exercer as funções de Oficial de Justiça/Executor de Mandados fora do horário de expediente da sua lotação de origem, não ficando isento do ponto eletrônico durante o período de substituição. Durante o horário do expediente manterá as funções normais de Técnico Judiciário.


Esclarece, ainda, que o mesmo procedimento é feito com os Técnicos Judiciários que exercem tais funções, em substituição, da Comarca de Aracaju, desde o ano de 2008, conforme a Portaria nº 05/2008.

Na manhã desta quinta-feira, dia 14, a Juíza Coordenadora do Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania – Cejusc, Maria Luiza Foz Mendonça, se reuniu com a Coordenadora do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ), da Universidade Tiradentes (UNIT), Franciele Faistel e com o Coordenador do Curso de Psicologia, Alexandre Raad. O objetivo da reunião é desenvolver um projeto para implantação de atendimento psicossocial e jurídico às partes envolvidas em processos de divórcio.


A iniciativa é um dos frutos do convênio assinado entre o Presidente do TJSE, Des. Luiz Mendonça e o Reitor da UNIT, Jouberto Uchôa, no mês de abril, o qual objetiva a realização de conciliações pré-processuais pelos alunos voluntários do Núcleo de Práticas Jurídicas da UNIT (NPJ/UNIT).


De acordo com a Juíza Maria Luiza Mendonça, o projeto buscará preparar pais e filhos para o processo de divórcio, focando na resolução de conflitos pré-processuais. “O atendimento inicial será feito no Núcleo de Práticas Jurídicas e, nos casos em que houver necessidade, as partes poderão ser encaminhadas para a Clínica de Psicologia da UNIT. Estamos preparando a Oficina Pais e Filhos (Divórcio e Parentalidade), cuja previsão é para o mês de agosto, na qual será oferecido um serviço de orientação para as partes, ou seja, uma preparação psicossocial para que eles enfrentem esse momento de tanto sentimento e emoção. Porém o atendimento jurídico e psicológico às partes poderá ser realizado já no final deste mês, quando o TJSE implantará o sistema de mediação processual para agendamento das audiências no NPJ/UNIT”, explicou.


Para o professor Alexandre Raad, o projeto será uma tentativa de reduzir os impactos nocivos da separação, em especial nos filhos. “É uma otimização do processo de conciliação, porque buscaremos diminuir os impactos nocivos advindos desse processo. A iniciativa traz uma somação de esforços, o setor privado colabora com o serviço público fornecendo suas instalações e mão de obra qualificada a fim de reduzir a demanda no Judiciário. Além de permitir que a UNIT cumpra o seu o preceito básico que é o ensino, a pesquisa e a extensão”.


O NPJ/UNIT tem uma média mensal de 150 atendimentos e com a parceria com o TJSE a estimativa é ampliar os serviços ofertados. “As conciliações pré-processuais já estão em sua fase final de implantação no NPJ/ UNIT, a previsão é até o final do mês. Assim estará tudo pronto para a atuação nas ações extrajudiciais, uma vez que os estudantes já estão realizando as conciliações judiciais. Com relação a esse novo projeto, em parceria com o Curso de Psicologia, trata-se da ampliação dos serviços incluídos no convênio firmado com o TJSE, em que concomitantemente as partes terão um atendimento prévio, anterior às conciliações”, destacou a coordenadora do NPJ/UNIT, Franciele Faistel.


“O Tribunal de Justiça de Sergipe está extremamente satisfeito com a parceria com a UNIT, porque poderemos oferecer uma Justiça eficiente e integral para todos os usuários de menor poder aquisitivo, os quais terão acesso a todos os serviços do NPJ, incluindo os psicológicos fornecidos pela UNIT. A Universidade, através do Reitor Jouberto Uchôa e de seus colaboradores, tem se mostrado uma grande parceira do TJSE no que tange à prestação de serviços à sociedade sergipana”, avaliou a Juíza Coordenadora do Cejusc, Maria Luiza Mendonça.


Também participaram da reunião a Professora/ Doutoranda em Família, Tatiana Vasconcelos e a Assistente Social/ Mestre em Educação, Anabela Santana.

A Comissão do Processo Seletivo para Estágio de Nível Médio no Poder Judiciário do Estado de Sergipe, divulga o gabarito preliminar das provas do Processo Seletivo de Estágio regido pelo Edital 01/2015, e abre prazo máximo de 02 dias úteis para recurso, no período de 14 e 15 de maio de 2015, dirigido à Comissão, conforme previsto no item 6.0, no horário de 7 às 13h.

 

QUESTÕES

LETRAS

1

A

2

A

3

A

4

B

5

A

6

D

7

A

8

B

9

B

10

A

11

A

12

D

13

A

14

B

15

C

16

D

17

A

18

D

19

D

20

B

21

B

22

D

23

D

24

A

25

A

26

B

27

A

28

B

29

A

30

A

 

 

Em Sessão Administrativa realizada nesta quarta-feira, 13.05, o Pleno do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) promoveu, por unanimidade, pelo critério de antiguidade, a Juíza Elvira Maria de Almeida Silva para o cargo de Desembargadora. A Juíza, que até então era titular da 18ª Vara Cível da Comarca de Aracaju, substituirá a Desª Maria Aparecida Santos da Gama e Silva, que se aposentou no mês de maio.


A posse da novel Desembargadora será na próxima segunda-feira, dia 18.05, às 17h, no Palácio da Justiça.


Breve currículo da nova Desembargadora do TJSE


Natural de Itabaiana (SE), a magistrada Elvira Maria de Almeida Silva iniciou sua trajetória escolar no Ginásio Patrocínio do São José. Bacharelou-se no Curso de Ciências Econômicas, pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas da UFS, em 1972. Também pela UFS, pela Faculdade de Direito, formou-se no Curso de Ciências Jurídicas e Sociais, em 1978.


Foi professora primária do Plano Nacional de Educação em 1966; Auxiliar Administrativo da Reitoria da UFS; Auxiliar Judiciário e Técnico Judiciário do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe - TRE/SE. Também no TRE/SE assumiu a Direção Geral de Secretaria entre 1980 e 1984.


Ingressou no Judiciário sergipano em 1983, quando concorreu à vaga de Magistrada de 1ª Entrância do Estado de Sergipe, sendo aprovada em 4º lugar. Atuou na Turma Recursal como titular e suplente entre os anos de 1997 e 2013. Foi diretora do Fórum Gumersindo Bessa, por um biênio, em 2003.


Na condição de Juíza Eleitoral, atuou por diversas oportunidades, de 1984 a 2006. Foi membro titular do TRE/SE, no biênio 2011/2013, e da Ouvidora da Corte Eleitoral entre 2012 e 2013. É Titular da 18ª Vara Cível da Comarca de Aracaju, tendo no TJSE substituído membros da Corte por diversas oportunidades.

Nesta terça-feira, dia 12, o Tribunal de Justiça de Sergipe realizou as provas do Processo Seletivo de Nível Médio, conforme Edital 01/2015. O concurso ofertou 14 vagas para a Comarca de Aracaju e outras vagas para Comarcas do interior do Estado, além de cadastro reserva.


De acordo com a Diretora de Gestão de Pessoas do TJSE, Luciana Brandão, o concurso de 2015 superou as expectativas dos organizadores. “O último concurso realizado em 2014 tivemos uma média 1.500 inscritos e neste, em que hoje realizamos as provas, foram 3.528 estudantes inscritos”, avaliou.


As provas foram realizadas na Faculdade Pio X, no Campus III. Os estudantes tiveram duas horas para responder a provas sobre conhecimentos de língua portuguesa. Ayrton Gabriel Freire, aluno do 1º ano do Ensino Médio, estava otimista ao encerrar a prova. “Estudei bastante, me preparei conforme o Edital, para alcançar essa aprovação. Caso eu seja aprovado, vou me esforçar ao máximo para colaborar com o Poder Judiciário”, destacou.


O valor da bolsa de estágio será de R$ 522,00 (quinhentos e vinte e dois reais) e o valor do auxílio-transporte será de R$ 108,00 (cento e oito reais). Além disso, conforme explicou a Diretora Luciana Brandão, o Judiciário sergipano oportuniza uma primeira experiência no mercado de trabalho para esses jovens. “O Tribunal de Justiça cumpre o seu papel social ao oportunizar um caminho de acesso ao mercado de trabalho. Aqui eles são acompanhados por supervisores e pela Divisão de Alocação e Avaliação e do Setor de Estágio do TJSE, em parceria com o Agente Integrador, o CIEE”.


A seleção tem validade de 01 (um) ano, a contar da data da homologação do resultado definitivo do Processo Seletivo, podendo ser renovado uma vez, por igual período, a critério da Administração. Para a estudante Ariadny de Jesus Santos, que cursa o 1º ano do Ensino Médio, será uma honra trabalhar no Poder Judiciário. “Se eu passar será meu primeiro emprego e logo no Tribunal de Justiça, o que me deixa muito honrada”.

 

O gabarito preliminar será divulgado até 02 (dois) dias úteis após a realização das provas no endereço eletrônico www.tjse.jus.br/Estagio/. Os recursos deverão ser interpostos no prazo máximo de 02 (dois) dias úteis subseqüentes à data da divulgação do gabarito preliminar, dirigido à Comissão do Concurso constituída pela Presidência do Tribunal de Justiça, devidamente fundamentados com as razões de alteração do gabarito ou anulação da questão, constando ainda, o nome, número de inscrição, número do Registro Geral e assinatura do candidato.

Trazer uma introdução básica do que venha a ser a justiça restaurativa, debater os desafios de sua implementação, trabalhar questões práticas e estudos de caso. Estes foram os principais objetivos do segundo modulo do curso "Perspectivas teórica e prática da jurisdição da infância e juventude: acolhimento institucional, medidas socioeducativas e justiça restaurativa", realizado na tarde desta segunda-feira, dia 11 de maio de 2015, no 8º andar da Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse). O evento é uma parceria entre a Ejuse e a Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ), ambas do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE).


"O TJSE, a Ejuse e a CIJ estão de parabéns, pois, abrir espaço para este tipo de informação, focado para magistrados, não é uma coisa comum de se encontrar em qualquer país e particularmente no Brasil. É uma temática que é inovadora, que traz ressignificações nas atuações profissionais, e que é revolucionária, já que realmente propõe, de forma prática, sem utopias, soluções efetivas para a resolução de conflitos, e sem retroalimentar o círculo de violência", declarou o Juiz de Direito da 1ª Vara Especial da Infância e da Juventude da Comarca de São Paulo/SP, Egberto de Almeida Penido, ministrante do Módulo II, intitulado "Introdução à Justiça Restaurativa".


De acordo com o magistrado, a Justiça Restaurativa consiste em um conjunto de princípios, de técnicas e de ações que visam à resolução de conflitos de modo não violento. Ela se propõe a realizar um encontro ordenado, preparado e facilitado por uma pessoa capacitada e com uma formação específica, entre vítima, ofensor e representantes das comunidades. O objetivo é entender as razões que levaram uma pessoa a praticar um dano, discutir como é possível reparar esse dano, e estabelecer quais as necessidades da vítima e do agressor.


"A gente trabalha não só com a lógica não punitiva de resposta à situação de violência, mas também com a responsabilização efetiva. Ninguém vai passar a mão na cabeça de ninguém, não se trata de apologia à impunidade. Alguém escolheu uma ação que trouxe um dano, então esta pessoa é responsável por reparar o dano. Ela também tem que entender as razões pelas quais ela agiu, entender que ela pode utilizar uma outra estratégia para atender a mesma necessidade de outra forma, e isso tudo numa perspectiva de corresponsabilidade", afirmou Penido.


Para a Juíza-Coordenadora da Infância e Juventude do TJSE, Vânia Ferreira de Barros, o curso é resultado de uma interlocução necessária dentro do próprio Poder Judiciário sergipano, envolvendo a CIJ, a Ejuse, a Presidência e a Corregedoria. Segundo ela, a Coordenadoria solicitou a realização do curso à Escola porque há o propósito de implementação de projeto-piloto em Sergipe para aplicação da Justiça Restaurativa.


Hoje pela manhã, na Presidência do TJSE, com a participação de diversas instituições e órgãos, foi assinado o Protocolo de Cooperação Interinstitucional para difusão dos princípios e práticas da Justiça Restaurativa como estratégia de solução autocompositiva e pacificação de conflitos e violências envolvendo crianças e adolescentes. "As ações vão convergindo e Sergipe é o primeiro Estado do Brasil a assinar um Protocolo de Cooperação Interinstitucional", destacou a Juíza-Coordenadora, ressaltando a importância da Escola em promover o curso nesse momento.


III Módulo

 

O curso prossegue no dia 25 de maio, uma segunda-feira, com o Módulo III, intitulado "Medidas Socioeducativas: aspectos práticos e teóricos". O ministrante será o Juiz de Direito da Vara de Família da Comarca de Lages/SC e Juiz-Corregedor do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina Alexandre Karazawa Takashima.


Confira a programação completa:

 

Curso

Perspectivas teórica e prática da jurisdição da infância e juventude: acolhimento institucional, medidas socioeducativas e justiça restaurativa

Objetivo geral

Desenvolver uma atuação qualificada na jurisdição em infância e juventude, com efetiva priorização dos processos envolvendo crianças e adolescentes e observância dos princípios, normas e parâmetros procedimentais previstos em lei.

Horário

14h

Local

8º andar do Anexo Administrativo Desembargador Antonio Goes, também conhecido como Anexo I do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE).

Público-alvo

Magistrados do TJSE

Vagas

50

Realização

Coordenadoria de Cursos para Magistrados da Ejuse e Coordenadoria da Infância e Juventude do TJSE

Módulo I

Acolhimento institucional e familiar: procedimento legal

Dia

4 de maio de 2015

Ministrante

Juiz de Direito da 2ª Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Recife e Psicólogo Elio Braz Mendes

Conteúdo programático

a) Novas abordagens legais e interprofissionais sobre o acolhimento familiar e institucional;

b) Doutrina da Proteção Integral e da Intervenção Mínima e Princípios do Superior Interesse da Criança, Convivência Familiar e Comunitária e da Brevidade e Excepcionalidade da Medida de Acolhimento.;

c) Normativa Internacional;

d) Atos normativos do CNJ e a interpretação dada ao Estatuto da Criança e do Adolescente;

e) Casos concretos de acolhimento institucional e suas repercussões sócio familiares;

f) Práticas e Programas Judiciais para restrição do acolhimento institucional.

Módulo II

Introdução à Justiça Restaurativa

Dia

11 de maio de 2015

Ministrante

Juiz de Direito da 1ª Vara Especial da Infância e da Juventude da Comarca de São Paulo/SP, Egberto de Almeida Penido

Conteúdo programático

a) Justiça Restaurativa e sua história;

b) Concepção teórica;

c) Práticas restaurativas;

d) Estratégias de implementação;

e) fluxos;

f) Casos.

Módulo III

Medidas Socioeducativas: aspectos práticos e teóricos

Dia

25 de maio de 2015

Ministrante

Juiz de Direito da Vara de Família da Comarca de Lages/SC e Juiz-Corregedor do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina Alexandre Karazawa Takashima.

Conteúdo programático

a) O adolescente e a lei: a infância e a adolescência como prioridade;

b) Ato infracional e medidas socioeducativas;

c) A questão da maioridade penal;

d) Execução da medidas socioeducativas (Lei n° 12.594/2012 ? Sinase);

e) Políticas públicas de atendimento direcionadas ao adolescente em conflito com a lei;

f) A problemática das unidades de execução de medida socioeducativa em meio fechado;

g) Os Creas e a execução das medidas socioeducativas em meio aberto.

Mais informações

(79) 3226-3364 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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