Denise Rodrigues Correia Brandão

Denise Rodrigues Correia Brandão

A Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ) e a Comissão de Implementação, Difusão e Execução da Justiça Restaurativa (Cidejure), por intermédio das servidoras Conceição Moraes Prado, Sonale Santana e Michelle Cunha, realizaram nos dias 13 e 20 de setembro de 2021, Círculos Restaurativos e de Construção de Paz com colaboradores da Fundação Renascer. O objetivo é fomentar a utilização das práticas restaurativas nos espaços destinados ao cumprimento de medidas socioeducativas em meio fechado, unidades que são geridas pela Fundação Renascer.

A proposta é sensibilizar os colaboradores que já foram capacitados para a efetivação do Núcleo de Práticas Restaurativas na Fundação Renascer. A importância da ação consiste em implantar na rotina institucional o paradigma da superação da cultura da punição como único caminho possível ao enfrentamento da prática do ato infracional. Visa, dessa forma, trazer consigo a proposta da própria socioeducação que é a responsabilização por meio de alternativas que venham a produzir mudança de comportamento, visão e atitude, baseados nos fundamentos da cultura de paz e não violência e colocando em evidência o fomento ao caráter pedagógico da medida.

Segundo a Juíza Coordenadora da CIJ, Iracy Mangueira, o projeto de Justiça Restaurativa, a ser implementado na Fundação Renascer, é a concretização do que estabelece a Lei do SINASE, uma vez que qualifica o plano individual de atendimento dos socioeducandos, potencializando o caráter pedagógico da medida. Para Elaine Santana Santos, Coordenadora de Atendimento Socioeducativo da Fundação Renascer, a realização dos círculos restaurativos permite a retomada da aplicação da metodologia e o planejamento de ações futuras, com a finalidade de atuação em todas as unidades socioeducativas.

A facilitadora do Círculo Restaurativo, Sonale Santana, afirmou que “foram encontros leves e participativos, respaldados pela escuta e fala respeitadas”. Já a servidora do TJSE e membro da Cidejure, Michelle Cunha, ressaltou que “os círculos de construção de paz realizados com as funcionárias da Fundação Renascer foram encontros que objetivaram fomentar o potencial da comunidade socioeducativa na construção coletiva de estratégias de enfrentamento às questões da injustiça social e aos desafios dos direitos humanos que vivemos na atualidade, tendo como base o resgate e exercício dos valores que consideramos essenciais à nossa convivência”.

Convém salientar que o Tribunal de Justiça de Sergipe, por meio da CIJ e da Ejuse, já ofereceu formação de facilitador de Círculo Restaurativo e de Construção de Paz para 17 (dezessete) servidores da Fundação Renascer.

A equipe da Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) esteve reunida, no dia 30/08, com representantes dos Poderes Executivo e Judiciário de São Cristóvão. O objetivo foi fazer um levantamento dos equipamentos que o município oferece para atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica e discutir o ajuste de políticas públicas de efetivação do artigo 35 da Lei Maria da Penha, que determina a criação de Centros de Atendimento Integral e Multidisciplinar para mulheres, programas de enfrentamento à violência doméstica, Centros de Educação e Reabilitação para Agressores, entre outras ações.

A Coordenadora da Mulher do TJSE, Rosa Geane Nascimento destacou que a reunião integra uma série de encontros realizados com gestores municipais para levantamento da rede de atendimento à mulher vítima de violência, a fim de se traçar um diagnóstico e um plano de ação que proporcione um atendimento integral e integrado à mulher. “Fazemos uma radiografia e um mapeamento das políticas públicas de proteção à mulher no Estado de Sergipe. A Coordenadoria da Mulher sempre tem se colocado à disposição, por meio de articulações com os gestores municipais e os colegas magistrados que atuam nas comarcas do interior, para ajudar a melhorar os serviços de atendimento e acolhimento à mulher nos municípios”, informou a magistrada.

A Secretária de Assistência do Município, Luciane Rocha Lima, informou que uma parceria com uma instituição de ensino superior, por meio de Termo de Cooperação, junto com a Delegacia de Atendimento de Grupos Vulneráveis (DAGV), para realização de grupos reflexivos com a vítima e o agressor para atendimento psicológico. Disse que, caso as mulheres necessitem de abrigamento, o encaminhamento é feito para o Abrigo Estadual Neuzice Barreto.

O Juiz da Vara Criminal da Comarca de São Cristóvão, Antônio Cerqueira de Albuquerque, destacou a importância dos encaminhamentos e atendimentos na própria localidade, ressaltando os avanços com a criação da DAGV. Ele informou que as demandas processuais referentes à violência doméstica e familiar representam um contingente de 40% dos processos da Comarca. Explicou, ainda, que determina os encaminhamentos das vítimas de violência doméstica e familiar para os serviços públicos assistenciais e o Município redireciona para as especialidades.

A referência técnica de saúde da mulher da Secretaria Municipal de Saúde, Juliana Silveira, explicou o fluxo de atendimento à mulher vítima de violência no município. Informou que ao receber as mulheres vítimas são feitos os redirecionamentos para os Centros de Saúde, para as maternidades, bem como para os atendimentos psicológicos e demais serviços de saúde. A Coordenadora da Rede de Atenção Psicossocial, Stefanie Vieira, destacou que a Secretaria possui duas equipes de atendimento de saúde mental especializada, com psicólogo, psiquiatra e assistência social e o Centro de Psicossocial. As representantes da Saúde ainda acrescentaram a criação do Grupo Mulheres Guerreiras voltado exclusivamente para as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

A Assistente Social Shirley Leite e a Psicóloga Sabrina Duarte, ambas da CEVID, fizeram a apresentação do cenário de São Cristóvão em 2018, além da apresentação das ações e projetos da Coordenadoria da Mulher. A Juíza Coordenadora, Rosa Geane, ainda destacou a importância da inserção das noções básicas da Lei Maria da Penha nas escolas municipais, sugerindo que a Secretária de Educação promova a temática nas escolas do município.

A reunião ainda contou com a participação da Polícia Militar, por intermédio do Major Augusto Cesar de Oliveira, que se colocou à disposição para o necessário, manifestando interesse em participar das capacitações que vierem a ser realizadas. Ele também destacou a importância da existência da Ronda Maria da Penha no Município.

Também participaram da reunião a representante dos Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Maria Beatriz Farias; representantes do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Paula Raianny Cardoso e Jildenes Araújo; a Coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Beatriz Costa; e a referência técnica do serviço social da atenção primária, Gyselle. Da CEVID, ainda estiveram no encontro a Assessora Jurídica Mariza Laís Santos e a Técnica Judiciária Vânia Barbosa.

Nesta terça-feira, dia 21/09, o Memorial do Poder Judiciário promoveu uma vasta programação inserida na 15ª edição da Primavera dos Museus, evento nacional que, em 2021, traz a temática ‘Museus: perdas e recomeços’, uma reflexão sobre a função dos museus diante da pandemia da Covid-19.

No Memorial, o evento, que ocorreu de forma híbrida com o público no formato presencial e virtual, contou com uma palestra com o tema "Patrimônio Indígena", que foi proferida pela Professora do Curso de Museologia da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Verônica Nunes.

"Em Sergipe, o Memorial do Poder Judiciário acolheu a ideia do evento que traz um tema muito sugestivo diante do cenário pandêmico, fomentando a discussão sobre como as instituições vão se reinventar depois de uma pandemia, como, depois das perdas, iremos recomeçar. É um desafio para que as instituições que trabalham com a preservação da memória acolham as memórias perdidas, as experiências artísticas e sociais durante esse período, traduzindo isso ao público com exposições. Estamos, inclusive, discutindo o tema patrimônio indígena, que aborda todo o patrimônio nacional, chegando até Sergipe e o processo de socialização dos povos indígenas, como os nossos Xocós", explicou Sayonara Viana.

Ainda foi proporcionada uma visitação a exposição ‘Xocó ontem e hoje: saberes ancestrais e de resistência’, que tem como curadoras Maria do Carmo Deda Chagas de Melo e Sayonara Viana, Diretora do Memorial. Também foi exibido um documentário que foi produzido pela Diretoria de Comunicação do TJSE e que retrata a vida e a história do Povo Xocó, habitantes do município sergipano de Porto da Folha.

Um total de 15 alunos do curso de Museologia da UFS participaram presencialmente da programação, sendo que os demais, mais de 30 alunos, puderam acompanhar remotamente. De acordo com a Professora Verônica Nunes, é a primeira vez, desde o início da pandemia, em 2020, que se reúne com os estudantes do curso de Museologia presencialmente.

"Essa é experiência nova porque estamos desde 2020 sem aulas presenciais na UFS e aproveitamos esse evento da Primavera dos Museus com um tema que se entrelaça com o conteúdo da disciplina que aborda o patrimônio e a memória para reunirmos nossos alunos no Memorial do Judiciário, alguns de forma presencial, outros de forma híbrida. Estamos aqui discutindo uma temática importante centrada no patrimônio cultural indígena, na perda da identidade e no recomeço de uma nova estrutura, a partir do retorno dessa comunidade indígena de Sergipe para Ilha de São Pedro", comemorou a docente.

A estudante do sétimo período do curso de Museologia, Laura Kitéria, destacou como é fundamental para a comunidade acadêmica participar de eventos como a Primavera dos Museus. "Desde o início do curso que participamos da Primavera dos Museus, o que nos traz outras perspectivas, outras formas de vermos os museus, instituições tão importantes no resgate da memória de todos os povos, de identidades da toda a sociedade", afirmou a discente.

Descendente dos Xocós, a estudante do primeiro período do curso de Museologia, Laurycélia Faro, falou sobre a importância de preservar a cultura, a memória e a ancestralidade dos povos indígenas. "Nós temos um povo que é pouco valorizado, somado a isso, há casos de perda da identidade dos povos indígenas que precisamos refletir. Nosso povo ainda tem pouco acesso às universidades, à discussões como a que se está sendo promovida aqui no Memorial. Eu como estudante de Museologia e descendente do povo Xocó tenho esse sentimento de que posso, por meio do estudo, ampliar conhecimentos e incentivar mais indígenas na preservação da nossa identidade", ressaltou Laurycélia.

A 15ª edição da Primavera dos Museus ocorre entre os dias 20 e 26 de setembro. É uma ação anual coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que visa mobilizar os museus brasileiros a elaborarem programações especiais voltadas para um mesmo tema. Tem como objetivos promover, divulgar e valorizar os museus brasileiros; aumentar o público visitante das instituições; e intensificar a relação dos museus com a sociedade.

O Tribunal de Justiça de Sergipe, por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) e da Escola Judicial de Sergipe, promove um Curso de Mediação Judicial com 16 alunos selecionados por meio do Edital 21/2021 da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Sergipe (OAB/SE). A capacitação teve início na segunda-feira, dia 20, e terá duas semanas de duração.

O Curso de Mediação Judicial é resultado de um Termo de Cooperação celebrado entre o Poder Judiciário e a OAB/SE e representa uma ampliação do Projeto Dativo Conciliador, no qual advogados e advogadas podem atuar como conciliadores e mediadores certificados, inscritos no Cadastro Nacional de Conciliadores e Mediadores do CNJ. Após as aulas teóricas, os advogados desta primeira turma passarão pelo módulo prático, um estágio supervisionado nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs).

A capacitação dos advogados selecionados pela OAB/SE visa disseminar a cultura da solução consensual dos conflitos nos setores da sociedade. O objetivo do Nupemec, conforme prevê a Resolução nº 13/2019 do TJSE, é incentivar a realização de cursos e seminários sobre conciliação, mediação e outros métodos consensuais de solução de conflitos, bem como firmar parcerias com entes públicos e privados para atender à resolução adequada de conflitos.

O Projeto Dativo Conciliador tem como objetivo prestar auxílio a pessoas carentes em lugares onde a Defensoria Pública não esteja presente. “Nesses casos, o Juiz nomeará um advogado com formação em mediação e conciliação, que entrará o contato com a outra parte. Conseguindo um acordo, ele ingressará no Judiciário com a questão já resolvida, apenas pronta para homologação. Uma grande vantagem para todos envolvidos porque permite uma assistência judiciária mais célere; um ganho de tempo de vida do processo, com redução dos custos para o Judiciário; e uma nova opção de trabalho para os advogados, com os honorários pagos pelo Estado”, explicou a Juíza Maria Luiza Foz Mendonça, Coordenadora do Cejusc.

Em continuidade ao ciclo de reuniões que são promovidas pela Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), nesta quarta-feira, dia 15, o encontro foi com gestores do município de Carira. O objetivo é realizar uma visita técnica e levantamento dos equipamentos de Rede que o município oferta às mulheres vítimas de violência doméstica e os grupos reflexivos de autores de violência, conforme determina a Lei Maria da Penha, em seu artigo 35.

A CEVID, por meio de ofício, fez o convite para que os representantes das Secretarias Municipais, Câmara Municipal e do Judiciário da Comarca de Carira participassem do encontro. “Não é uma rede ampliada, porque esse encontro mais ampliado nós fazemos por meio do Projeto Interior em Rede, mas é uma visita articulatória, porque é obrigação do Poder Público estabelecer os serviços e equipamentos elencados no artigo 35, da Lei Maria da Penha. Para conhecer, apoiar e fortalecer os serviços de atendimento à mulher vítima de violência e também ao agressor, estamos realizando diversas reuniões com os prefeitos, secretários municipais, juízes e com representantes do Legislativo, uma vez que algumas ações e políticas públicas precisam de base legislativa”, explicou a magistrada Rosa Geane Nascimento, Coordenadora da Mulher do TJSE.

O Juiz Haroldo Rigo, titular da Comarca de Carira, participou da reunião. “Ficamos muito felizes com essa aproximação com as Coordenadorias do TJSE, porque nos trazem uma tecnologia social que agrega serviços, com sensibilização para capacitação, diagnóstico, articulação adequada da Rede para atendimento da mulher vítima de violência no município de Carira”, avaliou o magistrado. Ele também sugeriu que, após o diagnóstico traçado pela CEVID, por meio do Projeto Interior em Rede, em Carira seja instituída uma política pública da mulher que possa dialogar com outras políticas, a exemplo da Justiça Restaurativa.

Após a informação de que em Carira não houve aprovação de matérias legislativas voltadas para a educação ou para o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, a magistrada Rosa Geane informou que, em 2019, foi encaminhando um ofício circular para todos os Municípios, com sugestões de ações, a exemplo da criação da Lei do Ensino da Maria da Penha nas escolas, conforme foi aprovado em Aracaju. “Pretendemos uma mudança de realidade por meio da educação, mesmo que a mudança venha de forma mais demorada, ela é mais definitiva. Parabenizo o trabalho da rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher em Carira e agradeço a presenças nesta reunião. Tenho certeza que a nossa parceria de articulação será exitosa. A Coordenadoria da Mulher se coloca à disposição de toda a rede de Carira para o necessário enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher nesta cidade” destacou Rosa Geane.

Também, de acordo com as informações, Carira não possui o Conselho de Direitos da Mulher ou um Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CREAM) ou ainda uma Coordenadoria Municipal da Mulher dentro da estrutura da Assistência Social, o que dificulta a articulação com a Rede. Diante desse cenário, a Juíza Rosa Geane acrescentou que com a pandemia alguns equipamentos de Rede foram desarticulados e a intenção da CEVID é rearticular os serviços, mesmo que seja em formato regionalizado, atendendo às peculiaridades de cada Município.

O Tenente Alexandre Soares, comandante da Ronda AgreVida Maria da Penha, que foi criada em Itabaiana, mas que tem o município de Carira inserido, explicou o trabalho desenvolvido com a capacitação de mais de mil multiplicadores. “Fornecemos um trabalho pedagógico disseminando informações e conscientização para agentes multiplicares, sejam estudantes ou profissionais; realizamos palestras em escolas cujas temáticas envolvem combate à violência doméstica, às drogas, ao suicídio”, informou o Tenente, acrescentando que 327 mulheres já foram assistidas pela Ronda AgreVida Maria da Penha, desde o ano de 2019 e que o Batalhão acompanha 137 medidas protetivas. Ele ainda afirmou que há uma classificação de risco com acompanhamento constante da situação das mulheres que são assistidas.

Como o serviço descrito não é especifico de atendimento à mulher vítima de violência domestica e familiar contra a mulher, a psicóloga da CEVID, Sabrina Duarte, explanou como é o funcionamento da Patrulha Maria da Penha, instituída pelas Guardas Municipais nos municípios de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e da Ronda Maria da Penha, realizada, em Estância, pela Polícia Militar. Além desses serviços, também foram apresentados aos gestores os projetos e programas desenvolvidos pela CEVID na articulação da Rede e no atendimento integral e integrado à mulher e a os grupos reflexivos de autores de violência.

Segundo os dados da CEVID, em 2017, Carira ocupava a 21ª posição do ranking estadual em processos de violência doméstica e familiar contra a mulher. Em 2020, houve uma redução no quantitativo de processos e o município passou a ocupar a 4ª posição. Conforme dados da Polícia Militar, em 2020, foram registradas 11 ocorrências de violência doméstica.

Também participaram da reunião o Diretor da Câmara Municipal de Carira, Melquisedeque Rodrigues; o Secretário Municipal de Educação de Carira, Aldair José; a representante da Secretaria Municipal de Assistência Social, Elanie Barreto, coordenadora do CRAS. Da CEVID, participaram a assessora Mariza Silva e a técnica Vânia Barbosa.

A Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e a Universidade Estácio de Sá estiveram reunidas, no dia 15, com o objetivo de promover a continuidade dos grupos reflexivos para autores de violência doméstica e familiar e os grupos de atendimento às mulheres vítimas de violência.

O TJSE e a Faculdade Estácio mantém a parceria desde o ano de 2015 para a realização dos grupos reflexivos em Aracaju. No âmbito do Projeto Viver Família já foram atendidos 400 homens, além do auxílio às mulheres vítimas de violência doméstica.

A reunião debateu os fluxos de atendimento, o cronograma, o projeto e convênio estabelecido entre as instituições para que haja uma renovação. Também foi discutida uma ampliação do projeto para as escolas. A psicóloga Sabrina Duarte falou do Projeto Educação, desenvolvido pela Coordenadoria da Mulher, no qual é feito, por meio da oficina “Gênero e violência doméstica”, uma conscientização com alunos, especialmente, do Instituto Luciano Barreto Jr., com os pais e os professores.

A Juíza Rosa Geane Nascimento, Coordenadora da Mulher do TJ, explicou que a renovação deve priorizar o atendimento psicossocial à mulher e ao agressor e, posteriormente, será possível trabalhar as ações de prevenção por meio do Projeto Educação, no qual, inclusive há a previsão de inserção da Lei Maria da Penha, com olhar transversal, nas escolas.

“Essa parceria é muito necessária, porque é um projeto que sempre trouxe frutos positivos na queda da reincidência de mais de 60% para aproximadamente 2% após participação dos homens nos grupos reflexivos. Vamos proceder com a renovação do contrato entre o TJSE e a Faculdade Estácio uma vez que, além de ser Meta no Judiciário, o atendimento ao homem evita ações violentas contra a mulher, em especial o feminicídio, que é um mal maior”, enfatizou a Juíza Rosa Geane.

De acordo com a professora Jaqueline Calafate, responsável pelos grupos reflexivos desenvolvido na Faculdade a Estácio, atualmente a instituição está recebendo, por meio de encaminhamento do Poder Judiciário, os autores de violência. “Já foram encaminhados nove homens autores de violência, os quais, na próxima quarta-feira, os alunos farão uma triagem dos casos que serão atendidos de acordo com grupos específicos. Os grupos deverão ser iniciados na semana seguinte”, informou a professora.

A atividade com um novo grupo de atendimento às mulheres vítimas de violência, pela Faculdade Estácio, segundo o professor Igor Soares Vieira, deverá também ser iniciada em 2021. As mulheres serão encaminhadas pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Aracaju.

Conforme o diagnóstico feito por estudos da Coordenadoria da Mulher, em Sergipe, a região que tem maior demanda dos grupos reflexivos é a Grande Aracaju. O serviço atende à Meta 9, estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), integrando a Agenda 2030 ao Poder Judiciário através de ações de prevenção ou desjudicialização de litígios. As assessoras Mariza Silva e Vânia Barbosa, da CEVID, também participaram da reunião.

No dia 27 de agosto, a Coordenadoria da Mulher (CEVID) e a Comissão de Implementação, Difusão e Execução da Justiça Restaurativa do TJSE (Cidejure) do Tribunal de Justiça de Sergipe se reuniu com o objetivo de alinhar as ações para execução dos projetos de Justiça Restaurativa na seara da violência doméstica e familiar contra a mulher.

A Justiça Restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, entre elas, os círculos de paz. O objetivo é a conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência.

Na ocasião, representando a Cidejure, estiveram o Juiz Coordenador, Haroldo Rigo da Silva e a servidora membro, Michelle Cunha. Representando a CEVID, participaram a Juíza Coordenadora, Rosa Geane Nascimento e as servidoras Sabrina Duarte e Shirley Amanda Leite.

Conforme explicou a magistrada Rosa Geane, as práticas restaurativas tem recebido um incentivo da Coordenadoria da Mulher, as quais foram direcionadas ao trabalho acerca da questão de gênero nas escolas e no presídio feminino, com fito de promover o fortalecimento dessas mulheres.

“O projeto de Justiça Restaurativa em andamento na Coordenadoria da Mulher está voltado para a Justiça Restaurativa, em princípio, nas Escolas e no Presídio Feminino. O projeto é muito importante e permite que construamos uma rede restaurativa não só na Educação, mas também no Sistema de Justiça e em toda a rede de atendimento à mulher”, avaliou a Coordenadora da Mulher.

O Juiz Haroldo Rigo destacou a importância da realização dos trabalhos restaurativos com qualidade. Divulgou que será iniciado um trabalho de formação, por meio de curso, em novembro e que estão sendo feitas adaptações dos setores que atuaram nesse serviço para especialização das ações. Ressaltou também que será iniciado um projeto restaurativo com a Fundação Renascer.

A Escola Judicial do Estado de Sergipe, através da Coordenadoria de Cursos para Servidores, informa a lista dos Analistas e Estagiários da Área de Psicologia indicados para o Curso Práticas em Psicologia Jurídica: Trabalho Interdisciplinar e Intervenções com Famílias em Conflito, pela modalidade on-line ao vivo - Plataforma Zoom. Seguem abaixo as informações sobre o curso e a lista dos indicados para participarem.

 

Curso:

PRÁTICAS EM PSICOLOGIA JURÍDICA: TRABALHO INTERDISCIPLINAR E INTERVENÇÕES COM FAMÍLIAS EM CONFLITO              (Modalidade online ao vivo - Plataforma Zoom)

   

Período e Horário:

01, 08,15 e 22 de outubro;
05, 12 e 19 de novembro de 2021
08h às 12h.

   

Local:

 

AMBIENTE VIRTUAL - PLATAFORMA ZOOM (AULAS SÍNCRONAS)

 

Público-alvo:

 

Servidores do TJSE Analistas das áreas de Psicologia e Serviço Social

 

Objetivo:

 

Promover a atualização dos Analistas da área de Psicologia e Serviço Social no âmbito do Tribunal de Justiça de Sergipe, para o trabalho, nas áreas da família, infância, juventude e idoso, objetivando conhecimentos técnico e teórico desta categoria, contribuindo com o atendimento às demandas judiciais encaminhadas pelos juízos aos servidores responsáveis por elaborar o estudo pericial dos casos..

 

Carga horária:

 

24 h/a

 

Facilitadoras:

  • Analicia Martins de Sousa: Pós-Doutora em Comunicação e Cultura pela ECO-UFRJ (2017), Doutora em Psicologia Social pela UERJ (2014), Mestre Psicologia Social pela UERJ (2009), Especialização em Psicologia Jurídica pela UERJ (2006), Graduada em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro -UERJ (2004) , Autora do livro Síndrome da Alienação Parental: um novo tema nos juízos de Família (Cortez Editora, 2010), Possui experiência na área de psicologia social, com ênfase em psicologia jurídica e psicologia comunitária.
    • Fernanda Hermínia Oliveira Souza: Doutora em Psicologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social da Universidade do Rio de Janeiro e pela Universidade Paul-Sabatier- Toulouse III França (2017) , Especialização em Psicologia Jurídica UERJ (2012) , Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Sergipe - UFS (2009) .
      • Módulo I: Famílias na contemporaneidade. Carga horária: 2h. Público alvo: Psicólogos, assistentes sociais e estagiários.
      • Módulo II: Conjugalidade e Parentalidade. Carga horária: 4h. Público alvo: Psicólogos, assistentes sociais e estagiários.
      • Módulo III: Conflitos familiares e judicialização. Carga horária: 2h. Público alvo: Psicólogos, assistentes sociais e estagiários.
      • Módulo IV: Alienação Parental. Carga horária: 4h. Público alvo: Psicólogos, assistentes sociais e estagiários.
      • Módulo V: Falsas denúncias de abuso sexual infantil. Carga horária: 4h. Público alvo: Psicólogos, assistentes sociais e estagiários.
      • Módulo VI: Violência doméstica, violência familiar e grupo de homens autores de violência. Carga horária: 4h. Público alvo: Psicólogos, assistentes sociais e estagiários.
      • Módulo VII: Avaliação Psicológica no Contexto Jurídico: materiais e métodos. Carga horária: 4h. Público alvo: Psicólogos e estagiários de psicologia
      •  Profª Drª. Fernanda Hermínia Oliveira Souza – responsável pelos módulos I, II, III e VII.
      •  Profª Drª. Analicia Martins de Sousa- responsável pelos módulos IV, V e VI
   

Realização:

 

COORDENADORIA DE CURSOS PARA SERVIDORES

 

Conteúdo programático:

 

     * Será disponibilizada lista com referencial bibliográfico pertinente a cada módulo do curso.

 

Mais informações:

 

3226-4204/3318/3337 ou e-mail ejuseservidor@tjse.jus.br

 
 

MATRÍCULA

NOME

CARGO

 

UNIDADE DE LOTAÇÃO

 

     
 

7411

ALZIRO ALVES DOS SANTOS NETO

Analista Judiciário - Psicologia Comarca de Aracaju

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

7344

ANA FLÁVIA TRINDADE SANTOS ALVES

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

10442

ANA LÚCIA DE JESUS VIANA SANTOS

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

8072

ANA PAULA RODRIGUES DOS SANTOS

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

9475

ANDRÉA YURI OTSUKA

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

15090

CARINA ANDRADE ARGOLO

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju Divisão de Atendimento Psicossocial

     
 

7304

CÉLIA REGINA MILANEZ SOUZA

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 17ª Vara Cível - Departamento Técnico do Juizado da Infância e da Juventude

     
 

8017

CLARISSA TENÓRIO SOUSA

Analista Judiciário - Psicologia Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

16336

DANIELLE MORAES SANTOS

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Propriá 6º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

16467

DENISE FREITAS BRANDAO

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Estância 3º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

16337

ESTHER MAYNART PEREIRA MIKOWSKI

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

8786

FRANCISCO DE ASSIS CARVALHO RAMOS

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

15650

GLAUCIA NUNES OLIVEIRA TAVARES DE ALMEIDA

Analista Judiciário - Psicologia Comarca de Itabaiana 5º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

Comarca de Itabaiana 5º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

16341

GLICIA LIVANE DE OLIVEIRA CORTEZ MARINHO

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Lagarto 4º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

8852

IZABELLA SANTOS DE JESUS

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

9954

JANAINA SIMÕES VASCONCELOS

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

17280

JOANA SANTANA DE MELO CERQUEIRA

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Lagarto 4º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

9476

KARINA GUIMARÃES VASCONCELOS SANTOS

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 17ª Vara Cível - Departamento Técnico do Juizado da Infância e da Juventude

     
 

8845

LÍCIA SANTOS GUIMARÃES

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

8783

LÍVIA SANTOS ROCHA

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

21269

LUANA MONISE LIMA SANTANA

Psicóloga

DIVIPSICO 21269 - Divisão de Psicologia

     
 

10151

MARÍLIA PRADO MACHADO

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

7534

MAYSA LUZIA LEITE DE OLIVEIRA

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Nossa Senhora do Socorro 2º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

16465

MILLENA DA COSTA FONTES

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Estância 3º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

8512

PRISCILA MATEUS LIMA

Analista Judiciário - Psicologia

DETEC - 16ª Vara Cível - Departamento Técnico do Juizado da Infância e da Juventude

     
 

13956

PEDRO HENRIQUE DO NASCIMENTO PIRES

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

15195

TAYLANNE ALVES ARAUJO

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

15091

TAYORA DINIZ DANTAS

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Itabaiana 5º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

7401

TICIANA RIBEIRO GUERRA

Analista Judiciário - Psicologia

Comarca de Aracaju 16ª Vara Cível - Departamento Técnico do Juizado da Infância e da Juventude

     
 

MATRÍCULA

NOME

CARGO

UNIDADE DE LOTAÇÃO

     
 

21066

ALEF ALVES LEMOS

Estagiário Maior

1NUCSEPSI - 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

21817

ELLEN MARIA MOTA

Estagiário Maior

1NUCSEPSI - 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

21521

MARIA JANIELE FERREIRA BARBOSA PRATA

Estagiário Maior

2ª NUSESP - 2º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

21710

JOSE ALENILSON SANTOS DE OLIVEIRA

Estagiário Maior

3º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

21707

LAURA GABRIELLY APOLONIO DANTAS SOUZA

Estagiário Maior

6º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     
 

21524

LUANA BATISTA DE SOUZA

Estagiário Maior

Divisão de Psicologia

     
 

21068

LUANE KATRYN GABRIEL DA SILVA

Estagiário Maior

VECRIM - Cart - 7ª Vara Criminal - Vara Execução Penal

     
 

20917

YASMIM NASCIMENTO DE OLIVEIRA

Estagiário Maior

VEMPA - DEVACRI - CART - 10ª Vara Criminal - Vara de Execuções de Medidas Alternativas

     
 

21522

FRANCIELY DA CONCEIÇÃO SANTOS

Estagiário Maior

COPEJUD - Coordenadoria de Perícias Judiciais

     
               
               

9.

21818

VANESSA BARBOSA SANTOS

Estagiário Maior

1NUCSEPSI - 1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

     

A Escola Judicial do Estado de Sergipe, através da Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância, informa abertura do período de inscrições para o Curso Noções Essenciais de Direito Administrativo, na modalidade a distância. Informações seguem abaixo:

 

Curso:

Noções Essenciais de Direito Administrativo

Período:

20.09.2021 a 25.10.2021

Inscrição:

INÍCIO: 15.09.2021 às 09h

TÉRMINO: 20.09.2021 às 23h59

As inscrições podem ser encerradas antes do período acima indicado caso haja o preenchimento total das vagas disponíveis.

Público-alvo:

Servidores(as) do TJSE

Como se inscrever:

O(a) servidor(a) deverá acessar o site http://www.eadejuse.tjse.jus.br/ead e no local do nome do usuário inserir o número do CPF (com todos os números inclusive os zeros) e utilizar os 6(seis) primeiros números do seu CPF como senha, caso seja a primeira vez que acessa o portal.

Objetivo:

Formar e aperfeiçoar os(as) servidores(as) do Tribunal de Justiça no tocante às noções fundamentais do Direito Administrativo, reciclando os conhecimentos dos mesmos quanto aos aspectos essenciais da organização da administração pública, destacando o regime jurídico administrativo, poderes administrativos, atos administrativos e agentes públicos.

Carga horária:

30 horas/aulas

Facilitador(a):

FAGNER DANTAS BARROS é Graduado em Direito pela Universidade Tiradentes, Especialista em Direito Processual Civil pela Universidade Federal da Bahia. Possui experiência na área de Direito Privado. É professor universitário de Direito na Faculdade Pio Décimo. Técnico Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, exercendo atualmente as suas funções na Comarca de Barra dos Coqueiros. Possui artigos publicados em periódicos e é autor do livro Empregado Doméstico – Os direitos trabalhistas e sua realidade discriminatória. Ed. Pará de Minas: Virtual Books, 2011, v.1. 100p.

Realização:

Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância

Conteúdo programático:

MODULO I ESTADO, GOVERNO E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA REGIME JURÍDICO ADMINISTRATIVO - MÓDULO II PODERES ADMINISTRATIVOS - MÓDULO III ATOS ADMINISTRATIVOS - MÓDULO IV AGENTES PÚBLICOS

Vagas:

150 vagas

Mais informações:

3226-3336, 3226-4217 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Número mínimo de inscritos para a autorização de início da turma. 75 inscritos.

O Conselho Nacional de Justiça, por meio do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF), promoverá nos dias 21, 22 e 23 de setembro, das 14h30 às 17h, a segunda edição da Jornada da Leitura no Cárcere. A ação faz parte do eixo Cidadania do Programa Fazendo Justiça e é uma parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com o apoio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

A II Jornada da Leitura no Cárcere tem o objetivo de identificar, refletir, dar visibilidade e disseminar as boas práticas sociais de leitura existentes no sistema carcerário brasileiro. Assim, busca também desenvolver e atualizar a formação de educadores e monitores que atuam no sistema prisional, além de formar pessoal e voluntários para a apoiar a ampliação da rede de projetos de leitura na prisão.

"O evento é uma oportunidade imprescindível para aprimorar e qualificar os profissionais que atuam em projetos de leitura no sistema carcerário, a partir das exposições e reflexões sobre práticas bem-sucedidas e trocas de experiências, bem como para preparar mais pessoas para atuar com esse tema e, assim, expandir as ações que permitem a remição das penas por livros lidos, que é uma importante pauta do CNJ", avaliou o Coordenador do DMF, Juiz Auxiliar do CNJ, Luís Geraldo Lanfredi.

No dia 22/09, haverá uma mesa de apresentação da Nota Técnica Conjunta do DEPEN e CNJ com orientações para a efetiva implantação da Resolução CNJ nº 391/2021, a qual estabeleceu procedimentos para a remição de pena pelas práticas sociais educativas.

As inscrições para a II Jornada da Leitura no Cárcere podem ser realizadas por meio do link https://forms.gle/k6nfPFoo7NDSj2Py7

O evento é gratuito e 100% on-line e o Observatório do Livro e da Leitura certificará os participantes.

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