Denise Rodrigues Correia Brandão

Denise Rodrigues Correia Brandão

Foi realizada, em 10/09, uma reunião entre a equipe da Coordenadoria da Mulher (CEVID) do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), e as consultoras Isabela Cunha e Lucineia Rocha, ambas do Programa Fazendo Justiça, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O objetivo da reunião foi discutir o plano, área de abrangência, cronograma de atividades para implantação dos grupos reflexivos em Sergipe nos municípios da Grande Aracaju para atendimento dos autores de violência doméstica e familiar contra a mulher.

De acordo com Isabela Cunha, a ideia é analisar um projeto-piloto, que ainda não se configura uma política de Estado, para o atendimento do autor de violência doméstica e familiar com abrangência nos municípios da Grande Aracaju, com exceção do município de Nossa Senhora do Socorro, que já possui o atendimento por meio da Central Integrada de Alternativas Penais (CIAP), vinculada à Secretaria de Estado da Justiça. O projeto-piloto está em discussão, inclusive, nas reuniões do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e da Medidas Socioeducativa (GMF), dentro do Termo de Cooperação Técnica firmado entre o Poder Judiciário e o Executivo.

Foi explicado pelas representantes do CNJ que existem recursos financeiros remanescentes da criação da CIAP, ainda que escassos, para a instalação de um formato de Núcleo de Atendimento aos Agressores na Grande Aracaju e que somente após avaliação do piloto, será possível expandir em outros formatos para os outros municípios. Conforme foi discutido, para que o serviço seja também ampliado para os outros municípios sergipanos, ainda que de forma itinerante, é necessário que exista uma política de articulação em rede, no qual o Município já tenha implantado uma estrutura de Rede de Atendimento.

A Juíza Coordenadora da Mulher do TJSE, Rosa Geane Nascimento, explicou como o TJSE tem feito um trabalho de articulação com os Municípios, a fim de articular a rede de atendimento à mulher de forma integral e integrada e também o atendimento ao agressor.

“O Município de Aracaju está formatando um Centro de Educação e Reabilitação aos Agressores, conforme informações repassadas em uma reunião que realizamos com gestores do Poder Executivo municipal, no final do mês de agosto. Desde o ano de 2019, estamos fazendo reuniões com os gestores dos Municípios sergipanos e, em 2021, as reuniões setorizadas se intensificaram e têm feito o levantamento e monitoramento de item por item, visando ao atendimento integral e integrado, conforme previsão do artigo 35, da Lei Maria da Penha”, esclareceu a Juíza Rosa Geane Nascimento, relatando que é possível por meio de Ação Civil Pública, chamar a atenção do Estado para a implementação dos Centros de Educação e Reabilitação dos Agressores em todo o Estado pelo menos de forma regionalizada.

“É necessário enfrentar essa realidade com o que a legislação determina para o atendimento à mulher e também o atendimento ao agressor, infelizmente, uma lei de 2006 ainda necessita de política pública para ser implementada. Trata-se um serviço simples que começa de forma pequena e que, aos poucos, pode ser ampliado, com Município puxando outro Município e, logo, teremos um serviço, mesmo que regionalizado, atendendo todo o território sergipano”, avaliou a magistrada.

As consultoras do CNJ sugeriram a possibilidade de discutir a instalação do projeto-piloto em um outro município que funcione como um pólo regional para melhor organização dos fluxos, uma vez que como Aracaju está já em tratativas para a construção de um Centro de Educação e Reabilitação aos Agressores.

O atendimento ao agressor, por meio dos grupos reflexivos, foi instituído como Meta 9, voltada para a desjudicialização e prevenção, pelo TJSE, assim como a Casa da Mulher Brasileira. Ficou definida, ao final da reunião, a criação de um grupo de trabalho para definir o Plano de Ação.

A Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) realizou uma reunião solicitada por as representantes do Projeto Justiceiras, o qual foi inaugurado em março de 2020, logo no início da pandemia da Convid-19, e visa ao enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. O encontro, ocorrido em 27/08, foi para que a Coordenadoria da Mulher conhecesse o Projeto Justiceiras, uma vez que o objetivo das idealizadoras é estender sua atuação em Sergipe.

O Projeto Justiceiras visa a suprir a necessidade de canais e sistemas alternativos para combater e prevenir à violência de gênero. Resulta da união dos “Instituto Justiça de Saia”, idealizado pela Promotora de Justiça Gabriela Manssur, “Instituto Nelson Wilians”, coordenado pela Administradora e Advogada Anne Wilians e o “Instituto Bem Querer Mulher”, idealizado pelo Empresário João Santos.

O objetivo é atender meninas e mulheres vítimas de violência doméstica. Dessa forma, os institutos reúnem o maior número possível de mulheres voluntárias nas áreas do Direito, Psicologia e Assistência Social de todo o Brasil, para que acolham, apoiem e prestem orientação técnica à distância, por meio do atendimento virtual. Por meio do “Justiceiras”, também há busca por mulheres que desejem compartilhar experiências de vida, profissional e que possuem empatia com o tema da violência contra a mulher, em exercício de solidariedade e esperança.

Conforme explicou a Advogada do “Justiceiras”, Sueli Amoedo, o projeto é uma rede inteiramente virtual, no qual a vítima de violência doméstica e familiar se cadastra por meio de um número de WhatsApp. Assim, é montando um grupo, dentro do “Justiceiras”, com profissionais de diversas áreas, um grupo multidisciplinar que se reúne para atender às demandas dessa mulher. Hoje são mais de 8 mil voluntárias em todo o Brasil. “Sabemos que há muita dificuldade para a mulher buscar ajuda, o acesso não é fácil para denunciar e a gente precisa de vozes levando o trabalho à frente, porque o combate à violência é com essa união de mãos”, refletiu Sueli Amoedo.

De acordo com a Promotora Gabriela Manssur, objetivo da reunião é ampliar a atuação do “Justiceiras” levando para Sergipe mais uma opção de atendimento e acolhimento à mulher vítima de violência. “Poderemos parcerizar mesmo que inicialmente seja de forma informal, para que as vítimas de violência doméstica sejam encaminhadas para o “Justiceiras”. Deixaremos o projeto à disposição para o atendimento às mulheres seja ampliado também em Sergipe, para que os voluntários possam se cadastrar. Os encaminhamentos das vítimas, se for necessário, pode ser feito pela Coordenadoria da Mulher, para que possa ser essa ponte entre as mulheres e o Projeto Justiceiras”, garantiu a Promotora.

A Juíza Maria Domitila Prado Manssur Domingos, Diretora da AMB Mulheres e irmã da Promotora Gabriela Manssur, manifestou-se elogiando o excelente trabalho da Dra. Rosa Geane Nascimento, Juíza Coordenadora da Mulher do TJSE, especialmente no tocante à implementação da Casa da Mulher Brasileira em Sergipe.

Conforme explicou a Juíza Coordenadora da Mulher do TJSE, Rosa Geane Nascimento, o Projeto Justiceiras tem um excelente trabalho sediado em São Paulo e tem crescido em todo o Brasil. Informou que aguarda a demanda formal de solicitação de parceria pelo Projeto, para encaminhá-la ao Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, para apreciação da demanda. Relatou que Sergipe tem vários projetos de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Informou algumas conquistas recentes como a instalação dos Grupos Reflexivos na CIAP na cidade de Nossa Senhora do Socorro e a implementação da Casa da Mulher Brasileira na cidade de Aracaju. “Fico muito feliz que o Projeto “Justiceiras” esteja com o radar aqui em Sergipe, porque desempenha um trabalho importante e de grande qualidade. Passaremos a demanda trazida na reunião ao Presidente tão logo seja formalizada. Ressalto que o Desembargador Edson Ulisses de Melo é um gestor muito sensível às demandas de garantia dos direitos humanos, especialmente os da mulher vítima de violência. Agradeço e parabenizo à Dra. Gabriela Manssur, à sua equipe e à Dra Maria Domitila Manssur pelas palavras e pelos excelentes trabalhos que fazem em prol das mulheres brasileiras, especialmente das vítimas de violência doméstica e familiar ”, avaliou a magistrada.

Do Projeto Justiceiras participaram Clicie Carvalho, Ana Júlia Daer, Jeniffer Dayane Pinto, Luciana Terra. Participou também a Juíza do TJSP Maria Domitila Prado Manssur Domingos. Da CEVID, a Psicóloga Sabrina Duarte, a Assistente Social Shirley Leite e a técnica Vânia Barbosa. A liderança no combate à violência em Sergipe, Lícia Melo, também participou da reunião.

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) firmaram acordo de Cooperação Técnica, cujo objetivo é a cooperação e o intercâmbio de inteligência artificial na área de Tecnologia da Informação e Comunicação. A assinatura do termo foi realizada nesta segunda-feira, dia 13, em reunião virtual que contou com a participação do Presidente do TJSE, Des. Edson Ulisses de Melo e do Presidente do TJTO, Des. João Rigo Guimarães.

"Sergipe é um estado que investiu muito em tecnologia o que nos deu grande suporte na pandemia para a continuidade dos trabalhos. Entendemos que o Judiciário brasileiro somente será grande a partir das junções, do compartilhar. Nós buscamos sempre aperfeiçoar a prestação jurisdicional, sendo assim, promover essa cooperação técnica, nos permite compartilhar soluções tecnológicas por meio de intercâmbio de experiências e conhecimentos, o que, certamente resultará em serviços melhores para a população atendida pelos Tribunais de Justiça de Sergipe e do Tocantins", declarou o Presidente do TJSE Edson Ulisses de Melo.

Com a cooperação, será possível integrar os órgãos cooperados com vista à racionalização de esforços e investimentos, especialmente aqueles relativos à modernização tecnológica, visando o benefício mútuo e a prestação de melhores serviços à sociedade. O acordo prevê a disseminação e compartilhamento de conhecimentos técnicos, mediante a promoção de cursos e seminários de interesse das partes, quando ministrado por membros e servidores dos quadros dos Cooperados, além de treinamentos conjuntos de multiplicadores e o repasse de know-how tecnológico. Além de outros objetivos, a cooperação permitirá o desenvolvimento, de forma coordenada e, preferencialmente, com a utilização de software livre, sistemas de informações voltados às áreas judicante e administrativa.

“Estamos muito gratos com essa cooperação entre o Tribunal de Justiça de Sergipe e o nosso Tribunal do Tocantins. A ação irá beneficiar muito o nosso Tribunal na área administrativa, atenderá todas as diretorias, proporcionando economicidade, celeridade e segurança, fortalecendo o Poder Judiciário como um todo. Este dia é um novo marco que nos trará uma nova ferramenta e tecnologia com a expertise do Tribunal de Justiça de Sergipe, ao qual temos grande admiração e reconhecimento porque Sergipe é um pequeno gigante”, ressaltou o Presidente do TJTO, Des. João Rigo Guimarães.

De acordo com a Secretária de Tecnologia do TJSE, Denise Martins Moura, realizar ações conjuntas de investimento e implementação de projetos visa à racionalização de recursos e esforços, além do compartilhamento de informações que visem a ampliação dos serviços oferecidos à sociedade.

“É uma felicidade poder contribuir. Nosso sistema está implantado há duas décadas e avançamos bastante com investimentos, o que permitiu ao Judiciário sergipano, hoje, mesmo durante a pandemia, trabalhar com uma tecnologia de ponta, em cujos serviços jurisdicionais foram mantidos de forma remota, com servidores e magistrados em teletrabalho integral. Queremos contar com os bons frutos que o Tribunal de Justiça do Tocantins for inovando e compartilhando e, assim, racionalizar esforços e reduzir investimentos”, avaliou a Secretária Denise Martins.

O Diretor de Tecnologia da Informação do TJTO, Ernandes Silva, explicou que o TJSE atendeu à demanda com fito nesta parceria em fevereiro de 2021. “Começamos hoje uma bela jornada e, na medida que formos inovando com o apoio do Tribunal de Justiça de Sergipe, estaremos trocando e compartilhando soluções, porque acreditamos que somos um único Judiciário e juntos somos fortes”, comemorou Ernandes Silva.

A reunião também contou com as participações de gestores administrativos de ambos os tribunais.

Foram recepcionados, nesta quinta-feira, dia 09, pelo Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Des. Edson Ulisses de Melo, o Presidente da Junta Comercial de Sergipe (Jucese), Marco Freitas e o Procurador do Estado Márcio Resende. A visita institucional reforçou a boa interlocução entre as instituições.

"Nós, da Junta Comercial, viemos fazer essa visita institucional, para parabenizar pela Presidência do Desembargador Edson Ulisses e reafirmar nosso compromisso com um profícuo diálogo institucional tão importante para o desenvolvimento da prestação de serviços à sociedade. Além disso, viemos pleitear, junto ao TJSE, equipamentos e mobiliários que podem ser destinados à doação", disse o Presidente da Jucese, Marco Freitas.

O Desembargador-Presidente Edson Ulisses de Melo informou que o TJSE possui uma política de Responsabilidade Ambiental e, nesse sentido, destina equipamentos e mobiliários sem uso para o Judiciário para instituições, mediante procedimentos legais que são submetidos aos setores competentes. Ademais, presenteou o visitante com o livro Sabedoria Popular II, e destacou o que o diálogo entre as instituições é muito importante para o fortalecimento da prestação de serviços.

"A Jucese mantém com o TJSE uma relação institucional. É um órgão do Estado bastante atualizado, com elevado nível de informatização, como também é o nosso Tribunal de Justiça. Sendo assim, é muito honroso receber a visita do Presidente da Junta, porque a Jucese e o TJSE são órgãos que se entrelaçam no sentido da boa prestação dos serviços à sociedade", ressaltou o Presidente Edson Ulisses.

Nesta quinta-feira, dia 09, o Presidente do Poder Judiciário de Sergipe, Des. Edson Ulisses de Melo e a Presidente da Fundação Parreiras Horta (FSPH), Luciana Déda, firmaram a parceria para a realização de uma nova campanha do Projeto Doação no Judiciário. A ação visa incentivar a doação de sangue e de medula óssea entre servidores e magistrados do Tribunal de Justiça de Sergipe.

“A doação de sangue é um assunto relevante, porque se trata de uma substância preciosa. O Tribunal de Justiça de Sergipe, por intermédio de seus servidores e magistrados, pode mais uma vez contribuir e apoiar essa ação que visa salvar vidas e contar, para isso, com a expertise de um órgão dedicado e competente como é a Fundação Parreiras Horta”, enalteceu o Presidente Edson Ulisses de Melo.

O TJSE já realizou campanhas nos anos de 2018 e 2019, as quais proporcionaram que servidores e magistrados pudessem realizar a doação de sangue no local de trabalho. Foram realizadas ações no Centro Médico e no Fórum Gumersindo Bessa.

“Nós somos uma instituição que distribui sangue para toda a rede hospitalar de Sergipe, somos o SUS, e o sangue que é gratuitamente doado é recebido por quem precisa de forma gratuita. Eu sempre digo que sangue não se fabrica, é um ato generoso de amor e para cada doação quatro vidas podem ser salvas, ou seja, se não doarmos, serão quatro vidas que perderemos. Agrademos muito o Tribunal de Justiça de Sergipe por ser um parceiro da Fundação Parreiras Horta”, destacou a Presidente do FSPH, Luciana Déda.

Durante a pandemia da Covid-19, houve uma redução de 50% das doações, o que levou o FSPH a organizar postos externos de coleta, a exemplo do que foi instalado no Shopping Riomar.

“Apesar de serem cumpridos todos os protocolos sanitários, no momento da pandemia, a população ainda tem receio de sair de casa para ir aos centros de coleta para realizar a doação. Sendo assim, a abertura de postos externos, como será no TJSE, é uma ação oportuna para ampliar a coleta do sangue", avaliou o Diretor Administrativo e Financeiro da FSPH, Guilherme Maia.

Participaram da reunião, o Diretor Operacional da FSPH, Thiago Dória e a Chefe de Gabinete Amanda Costa. Do TJSE, participaram o Secretário de Administração e Planejamento, Valmir de Farias; a Chefe da Divisão Médica do Centro Médico, Rosita Fiorotto, o médico Osvaldo Barreto, e a assistente social Edivani Panta.

A Doação no Judiciário

A Doação no Judiciário está prevista para o dia 04 de outubro, no Centro Médico do TJSE, no Anexo Administrativo II, das 8 às 13h.

As inscrições para os servidores que irão doar sangue estarão abertas a partir do dia 22 de setembro e seguirá até o dia 30 de setembro de 2021. Basta acessar o Sistema Segnato, no link do Centro Médico, por meio do Portal do Servidor.

Benefícios para quem doa

Ao servidor que realizar a doação de sangue será concedida folga no dia da doação.

No caso do doador fidelizado, a legislação garante a isenção da taxa de inscrição para concursos estaduais; preferência em fila de banco e supermercado e, ainda, a isenção do IPTU, para os doadores que residem no município de Aracaju.

Nesta terça-feira, dia 31, o Projeto Coaching em Grupo, desenvolvido pelo Centro Médico do Tribunal de Justiça de Sergipe, encerrou uma turma para a qual foram realizadas 12 sessões. O objetivo é melhorar a performance pessoal e profissional dos servidores e magistrados.

"Foi um processo de autoconhecimento e crescimento pessoal, que, com certeza, se expande para a vida profissional dos servidores. Durante o processo, nós trazemos conhecimentos que ajudam a expandir a consciência, o autoconhecimento, a melhorar os relacionamentos, primeiro consigo mesmo, depois com os demais. A gente trabalha a autoestima, o perdão e, além disso, outros conteúdos com resultados excelentes", avaliou a idealizadora do Projeto, a Coach Edivani Panta, que é Assistente Social do Centro Médico.

O Projeto tem sido realizado de forma virtual, devido a pandemia da Covid-19, porém, para o encerramento, os participantes optaram pelo presencial. “Hoje, eles pediram para que o encontro final fosse presencial. Tivemos oito inscritos nesse grupo, o que enxergamos por uma perspectiva de qualidade, não de quantidade, porque os resultados são muito bons. Nós temos percebido a cada sessão, com as partilhas, como esse conhecimento, essa metodologia de coaching tem transformado a vida de cada participante”, destacou Edivani.

O Coaching em Grupo está alinhado ao Macrodesafio de Melhoria da Gestão de Pessoas. O próximo curso de Coaching será iniciado no mês de setembro. As inscrições ainda estão abertas, por meio do telefone 3226-3872.

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) apoiou a Campanha Destinar 2021, promovida pelo Governo do Estado, Receita Federal e Conselho Regional de Contabilidade. A campanha incentivou a destinação de um percentual do Imposto de Renda dos contribuintes pessoa física para os Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e também dos Idosos.

Em 2021, a Campanha Destinar bateu um recorde e arrecadou R$ 1.106.560,06, os quais serão destinados aos Fundos Municipais e Estaduais dos Direitos da Criança e do Adolescente e também dos Idosos. Um valor 51,4% maior que o arrecadado na Campanha em 2020, quando foi destinado o montante de R$ 731.021,92.

"Com a sensação de estarmos juntos colaborando para uma sociedade mais justa e fortalecendo a captação de recursos que possibilitem, via Fundos, a realização de projetos sociais voltados a crianças, adolescentes e idosos, é que encaminhamos o Certificado de Reconhecimento a todos que compõem esta egrégia corte", afirmou a Vice-Governadora Eliane Aquino.

O Certificado de Reconhecimento pelo apoio do TJSE à Campanha Destinar 2021, enviado ao Desembargador-Presidente Edson Ulisses de Melo, pelos idealizadores da Campanha, destaca que "esta edição foi finalizada batendo um novo recorde nos valores destinados aos Fundos Municipais e Estaduais dos Direitos das Crianças, dos Adolescentes e dos Idosos em Sergipe e essa parceria foi essencial para chegarmos a esse resultado".

De acordo com a Juíza Coordenadora da Infância e da Juventude (CIJ), Iracy Mangueira, foi significativa a adesão de servidores e magistrados do TJSE à Campanha Destinar 2021. "Este ano, a CIJ se somou à iniciativa do Governo do Estado para divulgar a maneira como servidores, magistrados e a população em geral poderiam estar destinando, em sua declaração de Imposto de Renda, o imposto devido aos Fundos Municipais e Estaduais dos Direitos das Crianças, dos Adolescentes e dos Idosos. Isso foi muito importante, contamos com a adesão de muitos servidores e magistrados do Tribunal de Justiça, momento em que aproveitamos para agradecer a maneira como a Campanha Destinar 2021 foi recebida, possibilitando uma mudança na realidade de muitas crianças e adolescentes", comemorou a magistrada.

Os recursos serão repassados para entidades da sociedade civil para desenvolvimento de projetos, por meio de editais públicos. "Os projetos são apresentados e classificados para o compartilhamento das ações, ou seja, para que as entidades possam, juntos com os órgãos governamentais, executar e realizar os serviços para atendimento de crianças e adolescentes, seja com relação às medidas protetivas, seja com relação às medidas socioeducativas. Então, existe a transparência, a clareza e a prestação de contas desse recurso para a aqueles que fazem a destinação do recurso", explicou a Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, Glícia Salmeron.

Com o tema “Esclerose múltipla: diagnóstico e tratamento - análise do caso clínico de Claudia Rodrigues”, o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) realizou mais uma ação do Projeto Meses Coloridos. A Live foi transmitida no Instagram @nupemectjse, nesta segunda-feira, dia 30, Dia da Conscientização da Esclerose Múltipla e teve como convidada a Estrategista de Vida & Carreira e empresária da atriz e comediante Claudia Rodrigues, Adriane Bonato e como debatedora a Juíza Maria Luiza Foz Mendonça, Coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Aracaju.

A conversa teve início com um relato sobre a história da atriz Cláudia Rodrigues, que foi diagnosticada com a esclerose múltipla há 21 anos. “Os primeiros sintomas surgiram no palco, durante sua apresentação na peça ‘O monólogo da vagina’. A Claudinha sentiu uma dormência muito forte no braço e a primeira suspeita era que fosse um AVC. Com a ressonância, foi descoberta a esclerose múltipla”, relatou Adriane Bonato.

A empresária narrou que quando a atriz descobriu a doença sabia-se apenas que se tratava de uma doença degenerativa e, por medo, a atriz manteve a condição médica sob sigilo. “No auge da carreira, a maior comediante do país recebe uma notícia de que iria morrer, de que não poderia trabalhar. Assim, ela aproveitou, enquanto estava saudável, para trabalhar e garantir um ‘pé de meia’ para o futuro, para a filha e para o tratamento da doença, quando não mais pudesse trabalhar. Somente em 2006, a Claudinha levou a notícia ao público e deu início ao tratamento em 2007”, acrescentando que a atriz somente se afastou dos trabalhos na TV em 2013.

A Juíza Maria Luiza Mendonça ressaltou que o objetivo da Live é disseminar informações, a exemplo do Caso Claudia Rodrigues, para que os pacientes que são diagnosticados com a esclerose múltipla saibam como proceder, inclusive na vida profissional. Destacou que um dos primeiros comentários foi de um servidor do Tribunal de Justiça de Sergipe, o qual expôs ter sido diagnosticado com a esclerose múltipla, estando afastado do trabalho. “Para esse servidor e para quem nos acompanha nas redes sociais, as informações que estamos trazendo, neste Dia da Conscientização da Esclerose Múltipla, são essenciais porque reforçam que é possível conviver com a esclerose múltipla e ter qualidade de vida, se inspirado no caso Cláudia Rodrigues”, explicou a magistrada.

De acordo com a empresária, a atriz Cláudia Rodrigues precisou mudar a postura e enfrentar a doença para que, mesmo diagnosticada com esclerose múltipla, tivesse qualidade de vida. Afirmou que o acompanhamento médico, medicamentoso, psicológico, fisioterapêutico e, principalmente, o transplante de células-tronco, na época, inclusive, experimental; além do apoio de familiares, amigos, fé e determinação foram o que mudaram a condição da atriz Claudia Rodrigues. “A Cláudia não conseguia dar uma volta no pedal da bicicleta e agora ela já pratica uma hora de bicicleta todos os dias, tornou-se uma atleta”, comemorou Adriane.

Ao final da Live, a magistrada Maria Luiza perguntou sobre a rotina da atriz. “Quando iniciamos a Live, as pessoas pensaram que teríamos uma fórmula mágica, mas, no caso da Cláudia, houve todo um processo de evolução para que o tratamento fosse um sucesso. Uma mudança de postura, de enxergar a doença e, mesmo com o transplante das células-tronco, a atriz manteve a rotina de cuidados”, acrescentou.

De acordo com Adriane Bonato, a rotina diária da atriz contempla alimentação saudável com muitas frutas, saladas, grãos, proteínas; atividades físicas, exposição ao sol, atividades motoras, ensaios para peças. “Hoje a Cláudia não faz tratamento, faz treinamento, com uma rotina de segunda a sexta-feira. Se você está com um diagnóstico de esclerose múltipla, não se apavore, tudo vai mudar na sua vida, mas você não pode perder a esperança”, reforçou a empresária. Segundo Adriane, circula entre os grupos de tratamento da esclerose que a vacina da Pfizer, que utiliza o RNA mensageiro, está sendo estudada para a esclerose múltipla com bons resultados laboratoriais. “Essa é uma grande esperança, porque em alguns anos teremos um remédio, uma vacina para a esclerose”, finalizou.

Mais de 50 pessoas acompanharam e participaram com perguntas e relatos sobre a esclerose múltipla. A Live está salva no Instagram do Nupemec (@nupemectjse).

A Escola Judicial do Estado de Sergipe, através da Coordenadoria de Cursos para Servidores, informa que estão confirmadas as inscrições para o Curso SEI básico e as novas funcionalidades - 3ª turma (via Zoom). A lista dos inscritos e as informações sobre o curso seguem abaixo:

 

Curso:

 

SISTEMA ELETRÔNICO DE INFORMAÇÃO – SEI BÁSICO E AS NOVAS FUNCIONALIDADES TURMA 3

                                                   (modalidade ao vivo - PLATAFORMA ZOOM)

Período e Horário:

 

31 de agosto e 01 e 02 de setembro de 2021

14 às 17 horas

         Local:

 

PLATAFORMA ZOOM

Acesso ao Curso

 

A aula será síncrona e o link de acesso ao curso bem como as orientações básicas para acessar o curso serão encaminhados para o e-mail funcional de cada Servidor inscrito.

Para obter o certificado é necessário atingir 75% (setenta e cinco por cento) de frequência do Curso.

Público-alvo:

 

Servidores do TJSE

Objetivo:

 

O curso proposto faz parte do Cronograma de Capacitação dos servidores previsto por esta Escola e visa atender solicitação do Levantamento de Necessidades realizado pela Ejuse.

Visa capacitar servidores sobre o Processo Administrativo Eletrônico, sistema de gestão de processos e documentos através do qual possibilita o compartilhamento do conhecimento da instituição com atualização e comunicação de eventos em tempo real, permitindo a produção, edição, assinatura e trâmite de documentos dentro do próprio sistema, proporcionando a virtualização de processos e documentos, permitindo atuação simultânea de várias unidades ao mesmo tempo em um mesmo processo, ainda que distantes fisicamente.

Carga horária:

 

9 horas/aula

Facilitadora:

 

MÁRCIA SIERRA DA SILVA: Graduada em Direito pela Faculdade Estácio de Sergipe; Pós-Graduação Latu Sensu em Direito Administrativo na área de conhecimento de Ciências Sociais Aplicadas pela Faculdade Internacional Signorelli; Pós-Graduação em Licitações e Contratações Públicas pela faculdade CERS; Pós-Graduação em Terceirização de mão de obra pela faculdade Unyleya; Instrutora do Curso SEI na fase de implantação; Atua como facilitadora nos cursos sobre Sistema Eletrônico da Informação - SEI realizados através da Ejuse.

Realização:

 

COORDENADORIA DE CURSOS PARA SERVIDORES

Conteúdo programático:

 

Ambientação; Mudanças culturais nos procedimentos; Experiência do Processo Judicial Eletrônico; Valorização do Conhecimento X Valorização de tarefas manuais; Transparência, celeridade e inovação continuada; Visão Geral do SEI.

BOAS PRÁTICAS DO SEI: Padronizar procedimentos – implementar normas (Resolução n. 20/2016 do TJSE e Portaria) e rotinas de trabalho em cada unidade;Acesso Público como regra e sigilo como exceção – transparência do fluxo de informações e trabalho corporativo; Dar preferência ao editor do SEI – utilizar, como regra, os modelos criados para a produção dos documentos formais.

FACILIDADES DO SEI: Vídeos Tutoriais; Acesso ao Sistema; Alteração de senha; Barra de Ferramentas; Para saber mais; Menu;Pesquisa;Caixa de seleção de Unidade; Controle de Processos; Marcadores;Anotação;Paginação de Processos; Gestão de Contatos;Novidades;Usuário;Configurações do Sistema;Sair do Sistema;Iniciando um processo;Restrição de Acesso (processos público, restrito e sigiloso);Incluir documento;Árvore de Documentos do Processo;Tipos de documentos;Editando documentos;Ferramentas de edição de documentos;Versões de documentos;Referenciar Documentos ou Processos;Textos Padrão;Modelos de Documentos favoritos;Excluir Documentos;Cancelar Documento;Alterar nível de acesso de documentos;Processo Sigiloso;Credenciais de Assinatura em processo sigiloso;Duplicar processo ; Iniciar processo relacionado;Documentos externos;   Concluir processo;Reabrir processo;Excluir Processos;Gerar PDF do     Processo;Receber Processos na Unidade;Atribuir Processos a um Usuário;Enviar Processos para outra Unidade;Grupos de Envio;Retorno Programado;Relacionamento entre processos;Ciências;Sobrestar Processo;Histórico;Acompanhamento Especial;Métodos de Pesquisa;Pesquisa estruturada;Bloco de Reunião; Bloco de Assinatura.

Vagas:

 

35 vagas

Mais informações:

 

3226- 3337/4204/3318 ou e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

MATRÍCULA

NOME

                                 

                                 UNIDADE DE LOTAÇÃO

01

1537

ADINEIDE VIEIRA DOS SANTOS

CEMAN-AJU - Central de Mandados da Grande Aracaju

02

16171


ADRIANA DO PIAUI BARBOSA

Indiaroba/Gabinete do Juiz

03

21689

ALANA DIAS ROSENDO

9ª Vara Criminal - Gabinete de Juiz

04

7097

ALISSON HANDEL SANTOS FONTES

DEVACRI - GAB. - 10ª Vara Criminal - Vara de Execuções de Medidas Alternativa

05

1668

ANA MARIA DOS SANTOS VIEIRA

GARARU/CART - Cartório

06

1855

ANTONIO PEDRO MACHADO DOS SANTOS

CEMAN2ºGRAU - Central de Mandados do 2º Grau

07

13890

CAMILA SANTANA GUIMARAES

7ª VC - Cart - 7ª Vara Cível

08

14499

CINCINATO BARROS MELLO

CART3ª/SOCORRO - 3ª Vara Criminal

09

2033

CLEZENEIRE SANTA ROSA CARVALHO

CEMAN-AJU - Central de Mandados da Grande Aracaju

10

886

CLOTILDES DA COSTA RAMOS

CEMAN-AJU - Central de Mandados da Grande Aracaju

11

1753

DINAH TELES BARRETO LIMA

CEMAN-AJU - Central de Mandados da Grande Aracaju

12

18065

ELIANE MONTEIRO SANTOS SILVEIRA DE AZEVEDO

CARDISJAP - Cartório

13

16638

GRASIELA PASSOS LIMA DOS ANJOS

CBRITO/CART - Cartório * Unidades de Atividade Judicial

14

2678

GUTEMBERGUE TIBURTINO DE MELO

DIVICON - Divisão de Contabilidade

15

1392

JACQUELINE SIMONE AMARAL DE OLIVEIRA BARRETO

 Gabinete da Desembargadora Elvira Maria de Almeida Silva

16

11028

JOSE ANTONIO LIMA LEMOS

DIVIMAN - Divisão de Manutenção

17

1968

JOSE ANTONIO MENDONCA BATISTA

DIVIEAD - Divisão de Ensino à Distância

18

16258

JOSE FRANCISCO ALVES MOTA

DIVISEL - Divisão de Segurança Eletrônica

19

7698

KATIA CURVELO FONTES BELEM

SETECI - Secretaria de Tecnologia da Informação

20

19784

LEONARDO NEVES LIMA

NSG2ªCART - 2ª Vara Cível e Criminal

21

3702

LIGIA VIEIRA DE MELO

 Coordenadoria de Serviços

22

6992

LUCIANA CORREIA DE MATTOS

CONLIC - Consultoria de Licitações e Contratos

23

7721

LUCIVANIO DIONIZIO DE ALBUQUERQUE

CEMAN-PRO - Central de Mandado

24

9941

MARIA CLEIDEJANE DA SILVA SANTOS

VECRIM - Cart - 7ª Vara Criminal - Vara Execução Penal

25

1944

MARIA JULIA SANTOS SILVA

3ªVCCART - 3ª Vara Cível - Cartório

26

1747

MARIA MADALENA ALVES SANTOS FIGUEIREDO

27ªVCCARTORIO - 27ª Vara Cível - Cartório

27

2346

MARINEIDE MELO DOS SANTOS

CEMAN-AJU - Central de Mandados da Grande Aracaju

28

7164

PATRICIA RODRIGUES SANTOS

CEMAN-AJU - Central de Mandados da Grande Aracaju

29

8512


PRISCILA MATEUS LIMA

DETEC - 16ª Vara Cível - Departamento Técnico do Juizado da Infância e da Juventude

30

10997

RAONI GOMES DA ROCHA CRUZ

CEMAN-AJU - Central de Mandados da Grande Aracaju

31

15655

RODRIGO VASCONCELOS LIMA

Divisão de Acompanhamento Gerencial

32

3204

SAVERIA QUARANTA LOBAO FILHA

 Memorial do Poder Judiciário

33

8516

SILVANA MENEZES

DEPREC - Departamento de Precatórios

34

14496

SILVIA SIMONE GUIMARAES SILVA

1o JECC/SOCORRO - Cart - 1º Juizado Especial Cível e Criminal

35

15308

VANESSA GOMES AMBROSI

EST - 1ª VC Cart - 1ª Vara Cível - Cartório

36

2616

YARA DE GOIS MACHADO

COSERV - Coordenadoria de Serviços

 

 

 

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) e da Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), realizou a primeira turma do Curso de Mediação Judicial para 16 alunos indicados pela Associação dos Notários e Registradores de Sergipe (Anoreg/SE).

O curso, que teve o encerramento do módulo teórico presencial na quarta-feira, dia 25, é fruto de um Termo de Cooperação celebrado entre o Poder Judiciário e a Anoreg/SE. A capacitação considera os termos da Portaria nº 54/2019 que regulamentou o processo de autorização dos Serviços Notariais e de Registro para a realização de Conciliação e de Mediação, conforme disposto no Provimento nº 67 do Conselho Nacional de Justiça.

Após as aulas teóricas, os notários e registradores desta primeira turma passarão pelo módulo prático, um estágio supervisionado que deverá ocorrer nos próprios Cartórios ou nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs). Somente está autorizada a realizar conciliações e mediações, a serventia extrajudicial que tem em seu quadro de pessoal, conciliadores e mediadores certificados ou em formação, inscritos no Cadastro Nacional de Conciliadores e Mediadores do CNJ.

A capacitação dos notários e registradores visa disseminar a cultura da solução consensual dos conflitos nos setores da sociedade. O objetivo do Nupemec, conforme prevê a Resolução nº 13/2019 do TJSE, é incentivar a realização de cursos e seminários sobre conciliação, mediação e outros métodos consensuais de solução de conflitos, bem como firmar parcerias com entes públicos e privados para atender à resolução adequada de conflitos.

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