Janaina Cruz
Segunda, 21 Mai 2012 16:18
Agência de turismo é condenada por má prestação de serviço
O desembargador Alexandre Freitas Câmara, da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, condenou a CVC Turismo a indenizar em R$ 7.821,00, por danos morais e materiais, dois clientes. Gizelle Grace Lavor comprou na agência ré um pacote turístico, com hospedagem de seis diárias e passagens aéreas, para que seu pai viesse de Manaus para participar da sua formatura no Rio. Porém, a hospedagem de Sebastião Lavor no hotel contratado foi recusada devido ao atraso de um dia na chegada. A autora ainda afirma que a empresa se recusou a tomar providências e ela teve que arcar com as despesas de uma nova hospedagem para seu pai.
A agência alegou, em sua defesa, que cumpriu com o contrato efetuando as reservas, mas afirma que não pode ser responsabilizada pela conduta do hotel de recusar a hospedagem do pai da autora devido a um atraso provocado por ele próprio.
Para o magistrado, ficou claramente configurada a má prestação de serviço da empresa ré. “Não restam dúvidas de que houve falha na prestação de serviços da ré, que contratou diretamente com a primeira autora a aquisição do ‘pacote turístico’, recebeu o pagamento de todas as diárias e não tomou qualquer providência para solucionar o problema da hospedagem do segundo autor. Toda a situação ocorreu no dia da formatura da primeira autora, sendo certos todos os desgastes e aflições causados num dia de festividade para pai e filha que moram distantes e passaram a tarde deste dia tão especial tentando solucionar o problema da hospedagem sem que fosse tomada nenhuma atitude pela ré, configurando, por si só, os danos morais por eles sofridos”, mencionou.
Nº do processo: 0405354-55.2008.8.19.0001
Fonte: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
A agência alegou, em sua defesa, que cumpriu com o contrato efetuando as reservas, mas afirma que não pode ser responsabilizada pela conduta do hotel de recusar a hospedagem do pai da autora devido a um atraso provocado por ele próprio.
Para o magistrado, ficou claramente configurada a má prestação de serviço da empresa ré. “Não restam dúvidas de que houve falha na prestação de serviços da ré, que contratou diretamente com a primeira autora a aquisição do ‘pacote turístico’, recebeu o pagamento de todas as diárias e não tomou qualquer providência para solucionar o problema da hospedagem do segundo autor. Toda a situação ocorreu no dia da formatura da primeira autora, sendo certos todos os desgastes e aflições causados num dia de festividade para pai e filha que moram distantes e passaram a tarde deste dia tão especial tentando solucionar o problema da hospedagem sem que fosse tomada nenhuma atitude pela ré, configurando, por si só, os danos morais por eles sofridos”, mencionou.
Nº do processo: 0405354-55.2008.8.19.0001
Fonte: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
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Justiça pelo Brasil
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Segunda, 21 Mai 2012 14:47
Treinamento para mutirão de conciliação de ações do BB acontecerá quinta-feira
Na próxima quinta-feira, dia 24, a partir das 14 horas, na Escola de Administração Judiciária (ESAJ), ocorrerá um treinamento para os servidores do Tribunal de Justiça de Sergipe que atuarão nas audiências que visam à resolução de conflitos do Banco do Brasil por intermédio da conciliação e/ou mediação. O mutirão acontecerá entre os dias 28 de maio e 6 de junho, das 7 às 13 horas, no Centro Judiciário de Resolução de Conflitos do TJSE, localizado no Fórum Gumersindo Bessa, em Aracaju.
Segundo uma das Juízas designadas para coordenar o Mutirão, Dauquíria de Melo Ferreira, na primeira fase estão previstos cerca de 250 processos e as audiências deverão acontecer até o dia 4 de junho, pois os dois últimos dias ficarão reservados para caso haja a necessidade de remarcações. Outros dois Magistrados também foram designados para coordenarem o mutirão: Diógenes Barreto e Maria Luiza Foz Mendonça.
Dauquíria Ferreira explicou, ainda , que o treinamento de quinta-feira contará com a presença do assessor especial da Diretoria Jurídica do Banco do Brasil, João Alves Silva, que virá de Brasília especialmente para acompanhar os trabalhos. Ele informou que o banco está fazendo um esforço de melhoria no atendimento aos clientes, buscando evitar que as suas questões cheguem ao Judiciário. “Para aquelas que já estão no Judiciário, a intenção é de encaminhá-las para a conciliação e/ou mediação”, esclareceu João Alves Silva.
O TJSE foi escolhido pela Corregedoria Nacional de Justiça para participar do projeto piloto por ser modelo nacional de eficiência e qualidade na prestação jurisdicional, além de ter um alto grau de informatização. Durante reunião em Aracaju, no dia 20 de abril, o Juiz Auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Jairo Gilberto Schäfer, disse que esta é a primeira vez que uma instituição bancária desenvolve um projeto com o CNJ e Tribunais para a resolução dos seus conflitos judiciais por meio da conciliação.
O Presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargador Luiz Mendonça, disse que o projeto é da maior importância para o Poder Judiciário Nacional. “As instituições financeiras são as maiores litigantes e o sucesso desse projeto, com a ampliação da sua abrangência, fará com que os estoques de processos nos Tribunais sejam reduzidos”, comentou o Desembargador.
Segundo uma das Juízas designadas para coordenar o Mutirão, Dauquíria de Melo Ferreira, na primeira fase estão previstos cerca de 250 processos e as audiências deverão acontecer até o dia 4 de junho, pois os dois últimos dias ficarão reservados para caso haja a necessidade de remarcações. Outros dois Magistrados também foram designados para coordenarem o mutirão: Diógenes Barreto e Maria Luiza Foz Mendonça.
Dauquíria Ferreira explicou, ainda , que o treinamento de quinta-feira contará com a presença do assessor especial da Diretoria Jurídica do Banco do Brasil, João Alves Silva, que virá de Brasília especialmente para acompanhar os trabalhos. Ele informou que o banco está fazendo um esforço de melhoria no atendimento aos clientes, buscando evitar que as suas questões cheguem ao Judiciário. “Para aquelas que já estão no Judiciário, a intenção é de encaminhá-las para a conciliação e/ou mediação”, esclareceu João Alves Silva.
O TJSE foi escolhido pela Corregedoria Nacional de Justiça para participar do projeto piloto por ser modelo nacional de eficiência e qualidade na prestação jurisdicional, além de ter um alto grau de informatização. Durante reunião em Aracaju, no dia 20 de abril, o Juiz Auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Jairo Gilberto Schäfer, disse que esta é a primeira vez que uma instituição bancária desenvolve um projeto com o CNJ e Tribunais para a resolução dos seus conflitos judiciais por meio da conciliação.
O Presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargador Luiz Mendonça, disse que o projeto é da maior importância para o Poder Judiciário Nacional. “As instituições financeiras são as maiores litigantes e o sucesso desse projeto, com a ampliação da sua abrangência, fará com que os estoques de processos nos Tribunais sejam reduzidos”, comentou o Desembargador.
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Sexta, 18 Mai 2012 11:16
Curso de Técnicas Legislativas é concluído pela ESAJ
Na manhã de hoje, dia 18, na sede da Escola de Administração Judiciária (ESAJ), encerrou-se o curso sobre Técnicas Legislativas, dirigido para mais de 40 servidores da Administração Superior do Tribunal de Justiça de Sergipe. O facilitador responsável pelo treinamento foi Igor Albuquerque, Consultor-Geral Legislativo da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe, especializado em Direito Constitucional.
Conforme a diretora da ESAJ, Waleska Prado, a sugestão do curso partiu da Juíza Auxiliar da Presidência, Adelaide Martins Moura, com o intuito de melhor qualificar os servidores do Poder Judiciário Sergipano que atuam nos procedimentos que servem de sustentáculo para a confecção dos projetos de Lei originados no Tribunal de Justiça de Sergipe.
A diretora da ESAJ agradeceu a sugestão da Magistrada e disse que o servidor que atua na Administração do Poder Judiciário, a partir deste curso, já está ciente dos pormenores da tramitação dos projetos de Lei na Assembléia Legislativa. “As diversas espécies normativas foram abordadas pelo facilitador, que está de parabéns na condução do treinamento. Ele demonstrou muita experiência no assunto e foi bastante elogiado na condição de facilitador”, comentou Waleska.
Já o palestrante, Igor Albuquerque, afirmou que o curso teve três aspectos muito importantes. “Primeiro é importante que, dentro do Estado democrático, o cidadão tenha acesso à informação básica de como é produzida a legislação. Em segundo lugar, os servidores do Judiciário recebem várias demandas tratando sobre leis, validade e formas como foram produzidas. Com o curso, os assessores jurídicos poderão trabalhar isso com os magistrados cada vez melhor”, explicou.
O terceiro aspecto importante do curso, segundo o palestrante, é que os servidores da área administrativa do TJ podem ser solicitados, a qualquer momento, a preparar minutas de projetos de lei, portarias, atos da Presidência e outros documentos que necessitem de técnicas legislativas. “É o primeiro curso que ministro na ESAJ e percebi que os servidores estavam bastante interessados. A Assembleia Legislativa se sente lisonjeada pelo convite e está sempre à disposição para esse tipo de parceria. Os Poderes são independentes, mas harmônicos, e o curso é mais uma prova disso”, completou Igor.
Para a Tânia Denise Fonseca, Diretora de Gestão de Pessoas que também participou do curso, a capacitação dos servidores vem sendo um dos grandes desafios da área em que ela atua. “A ESAJ, condutora desse processo, direciona de maneira mais eficiente possível o desenvolvimento de programas focados na necessidade de suprir as dificuldades de treinamento nas diferentes unidades jurisdicionais”, afirmou Tânia.
Ela lembrou que além dos cursos presenciais, a ESAJ oferece cursos à distância, o que abrange, principalmente, os servidores lotados no interior. “A modalidade EAD veio facilitar o andamento do cronograma”, esclareceu. Sobre o curso finalizado hoje, Tânia disse que será muito útil para os servidores. “Nada melhor que trazer uma pessoa que atua na Assembleia Legislativa e que domina o procedimento para que os servidores tenham facilidade na hora de atuar no andamento de demandas do Tribunal no que se refere à criação de projetos de lei”, acrescentou.
Conforme a diretora da ESAJ, Waleska Prado, a sugestão do curso partiu da Juíza Auxiliar da Presidência, Adelaide Martins Moura, com o intuito de melhor qualificar os servidores do Poder Judiciário Sergipano que atuam nos procedimentos que servem de sustentáculo para a confecção dos projetos de Lei originados no Tribunal de Justiça de Sergipe.
A diretora da ESAJ agradeceu a sugestão da Magistrada e disse que o servidor que atua na Administração do Poder Judiciário, a partir deste curso, já está ciente dos pormenores da tramitação dos projetos de Lei na Assembléia Legislativa. “As diversas espécies normativas foram abordadas pelo facilitador, que está de parabéns na condução do treinamento. Ele demonstrou muita experiência no assunto e foi bastante elogiado na condição de facilitador”, comentou Waleska.
Já o palestrante, Igor Albuquerque, afirmou que o curso teve três aspectos muito importantes. “Primeiro é importante que, dentro do Estado democrático, o cidadão tenha acesso à informação básica de como é produzida a legislação. Em segundo lugar, os servidores do Judiciário recebem várias demandas tratando sobre leis, validade e formas como foram produzidas. Com o curso, os assessores jurídicos poderão trabalhar isso com os magistrados cada vez melhor”, explicou.
O terceiro aspecto importante do curso, segundo o palestrante, é que os servidores da área administrativa do TJ podem ser solicitados, a qualquer momento, a preparar minutas de projetos de lei, portarias, atos da Presidência e outros documentos que necessitem de técnicas legislativas. “É o primeiro curso que ministro na ESAJ e percebi que os servidores estavam bastante interessados. A Assembleia Legislativa se sente lisonjeada pelo convite e está sempre à disposição para esse tipo de parceria. Os Poderes são independentes, mas harmônicos, e o curso é mais uma prova disso”, completou Igor.
Para a Tânia Denise Fonseca, Diretora de Gestão de Pessoas que também participou do curso, a capacitação dos servidores vem sendo um dos grandes desafios da área em que ela atua. “A ESAJ, condutora desse processo, direciona de maneira mais eficiente possível o desenvolvimento de programas focados na necessidade de suprir as dificuldades de treinamento nas diferentes unidades jurisdicionais”, afirmou Tânia.
Ela lembrou que além dos cursos presenciais, a ESAJ oferece cursos à distância, o que abrange, principalmente, os servidores lotados no interior. “A modalidade EAD veio facilitar o andamento do cronograma”, esclareceu. Sobre o curso finalizado hoje, Tânia disse que será muito útil para os servidores. “Nada melhor que trazer uma pessoa que atua na Assembleia Legislativa e que domina o procedimento para que os servidores tenham facilidade na hora de atuar no andamento de demandas do Tribunal no que se refere à criação de projetos de lei”, acrescentou.
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Sexta, 18 Mai 2012 08:48
Tribunal de Justiça de Sergipe completa 120 anos de existência
Foi em 18 de maio de l892 que a Constituição Estadual criou o Tribunal de Justiça de Sergipe, na época, chamado de Tribunal de Relação. O primeiro prédio, localizado na Praça Olímpio Campos, hoje abriga o Memorial do Judiciário. Atualmente, o TJSE conta com cerca de três mil servidores, 141 Juízes e 13 Desembargadores na ativa, com quase 184 mil processos tramitando. Em 2011, alcançou uma taxa de 119,8% de cumprimento dos julgamentos de processos, conquistando o melhor resultado da Meta 3 estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
“O Poder Judiciário sergipano cada vez mais vem se aperfeiçoando e se destacando no cenário nacional. Segundo o CNJ, nós somos o melhor Tribunal do país. Este ano significa um marco histórico, uma demonstração do trabalho que vem sendo desenvolvido em prol da comunidade e que está sendo reconhecido aos poucos”, comentou o Desembargador José Alves Neto, Presidente do TJSE.
Para o Vice-Presidente, Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho, o TJSE tem história bonita e que honra o Estado. “Hoje nos destacamos entre os Tribunais Estaduais como um dos mais eficientes, segundo o reconhecimento do CNJ. Temos feito um trabalho muito bom, não só no aspecto jurídico, mas também no aspecto filosófico e humanístico, porque a Justiça não se distribuiu somente com decisões tecnicamente perfeitas, mas também com decisões onde o humanismo e a consciência jurídica prevalecem sempre para que se ofereça à comunidade conceitos e decisões que a tornem cada vez mais justa”.
O Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público do Estado, Orlando Rochadel, disse que como cidadão é uma honra ter um Poder Judiciário tão estruturado, com magistrados que fazem cumprir a lei e que têm um preparo técnico profissional acima da média brasileira. “Como Procurador-Geral de Justiça, tenho muito orgulho porque, nas viagens que fazemos pelo Brasil, o Tribunal de Justiça de Sergipe é apontado como o melhor do país. Isso é fruto de muito trabalho, dedicação e estudo, principalmente porque os magistrados que atuam no Poder Judiciário de Sergipe são vocacionados”, elogiou.
Conforme o Diretor de Modernização Judiciária do TJSE, Romualdo Prado Júnior, a política de modernização adotada a partir de 2003 trouxe inúmeros benefícios, como a preocupação maior com eficácia das atividades jurisdicionais, maior celeridade do processo judicial e facilidade do exercício das atividades desenvolvidas por servidores e magistrados. A Secretária de Tecnologia da Informação do TJSE, Denise Moura, lembrou que o site oferece inúmeros serviços e recebe uma média de 479 mil acessos por mês, sendo mais de 1,5 milhão de páginas abertas no período.
História
O TJSE, em seus 120 anos de história, participou de forma direta e indireta de momentos importantes da história de Sergipe. O diretor do Memorial do Judiciário, Igor Dantas, citou como exemplo a presença de Lampião no Nordeste e o julgamento e condenação de pessoas que furtaram objetos dos náufragos que chegaram à costa sergipana em 1942, vítimas do torpedeamento de três navios, durante a Segunda Guerra Mundial.
Ele explicou ainda que quando o Tribunal de Relação foi criado, em 1892, era formado por cinco magistrados, denominados desembargadores, nomeados pelo Presidente do Estado, entre os Juizes mais antigos. Os cinco desembargadores nomeados, em 26 de dezembro de 1892, pelo Presidente José Calasans, foram: João Batista da Costa Carvalho, Guilherme de Souza Campos, Gustavo Gabriel Coelho Sampaio, Francisco Alves da Silveira Brito e José Sotero Vieira de Melo. Para Presidente, foi eleito o desembargador João Batista da Costa Carvalho e para Procurador Geral do Estado Francisco Alves da Silveira Brito.
Segundo artigos do pesquisador e jornalista Luiz Antônio Barreto – falecido há um mês e autor da obra ‘História do Poder Judiciário em Sergipe’ – o Tribunal foi instalado às 13 horas do dia 29 de dezembro de 1892, no Palacete da Assembléia Legislativa. O Presidente Calasans, além de assinar atos sobre a Justiça, construiu o prédio do Tribunal de Relação, na Praça Olímpio Campos, inaugurado pelo Presidente Valadão, em 9 de junho de 1895, funcionando por mais de 30 anos naquele local, onde hoje está instalado o Memorial do Poder Judiciário.
O Tribunal de Relação chegou a 1930 ganhando uma nova sede, na mesma praça, mas no lado oposto, o primeiro em concreto armado feito no Estado, onde hoje funciona a Procuradoria Geral do Estado. A Constituição promulgada em 16 de junho de 1947 recriou o Poder Judiciário como um Tribunal de Justiça. Até a década de 60, o TJ tinha uma estrutura modesta, contando apenas com uma secretaria que desempenhava função exclusivamente judiciária, uma vez que a parte administrativa era desempenhada pelo Poder Executivo. O local tinha suas limitações de espaço e, mesmo sendo reformado, não comportaria, como necessário, os gabinetes dos desembargadores e demais serviços.
O Palácio da Justiça Tobias Barreto de Menezes, na Praça Fausto Cardoso, foi inaugurado somente em 21 de fevereiro de 1979. No local, existia antes um hotel. O presidente do Tribunal de Justiça da época era o Desembargador Antônio Xavier de Assis Júnior e o governador do Estado era José Rollemberg Leite. Assim que foi inaugurado, o Palácio da Justiça abrigou os gabinetes dos desembargadores, inúmeras Varas e toda a parte administrativa do Poder Judiciário.
Havia no Palácio da Justiça Tobias Barreto de Menezes, inclusive, uma capela, sala para casamentos (onde hoje é a sede da Amase), uma sala da OAB, entre outros setores. Os júris eram realizados no auditório. Mais uma vez o espaço ficou pequeno e a situação foi aliviada com a inauguração do Fórum Gumersindo Bessa, no bairro Capucho, em meados da década de 90, e com as inaugurações dos anexos ao Palácio, ambos na rua Pacatuba. O Anexo I, denominado José Antônio de Andrade Góes, em 2002, e o Anexo II, Desembargador José Artêmio Barreto, em 2008.
“O Poder Judiciário sergipano cada vez mais vem se aperfeiçoando e se destacando no cenário nacional. Segundo o CNJ, nós somos o melhor Tribunal do país. Este ano significa um marco histórico, uma demonstração do trabalho que vem sendo desenvolvido em prol da comunidade e que está sendo reconhecido aos poucos”, comentou o Desembargador José Alves Neto, Presidente do TJSE.
Para o Vice-Presidente, Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho, o TJSE tem história bonita e que honra o Estado. “Hoje nos destacamos entre os Tribunais Estaduais como um dos mais eficientes, segundo o reconhecimento do CNJ. Temos feito um trabalho muito bom, não só no aspecto jurídico, mas também no aspecto filosófico e humanístico, porque a Justiça não se distribuiu somente com decisões tecnicamente perfeitas, mas também com decisões onde o humanismo e a consciência jurídica prevalecem sempre para que se ofereça à comunidade conceitos e decisões que a tornem cada vez mais justa”.
O Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público do Estado, Orlando Rochadel, disse que como cidadão é uma honra ter um Poder Judiciário tão estruturado, com magistrados que fazem cumprir a lei e que têm um preparo técnico profissional acima da média brasileira. “Como Procurador-Geral de Justiça, tenho muito orgulho porque, nas viagens que fazemos pelo Brasil, o Tribunal de Justiça de Sergipe é apontado como o melhor do país. Isso é fruto de muito trabalho, dedicação e estudo, principalmente porque os magistrados que atuam no Poder Judiciário de Sergipe são vocacionados”, elogiou.
Conforme o Diretor de Modernização Judiciária do TJSE, Romualdo Prado Júnior, a política de modernização adotada a partir de 2003 trouxe inúmeros benefícios, como a preocupação maior com eficácia das atividades jurisdicionais, maior celeridade do processo judicial e facilidade do exercício das atividades desenvolvidas por servidores e magistrados. A Secretária de Tecnologia da Informação do TJSE, Denise Moura, lembrou que o site oferece inúmeros serviços e recebe uma média de 479 mil acessos por mês, sendo mais de 1,5 milhão de páginas abertas no período.
História
O TJSE, em seus 120 anos de história, participou de forma direta e indireta de momentos importantes da história de Sergipe. O diretor do Memorial do Judiciário, Igor Dantas, citou como exemplo a presença de Lampião no Nordeste e o julgamento e condenação de pessoas que furtaram objetos dos náufragos que chegaram à costa sergipana em 1942, vítimas do torpedeamento de três navios, durante a Segunda Guerra Mundial.
Ele explicou ainda que quando o Tribunal de Relação foi criado, em 1892, era formado por cinco magistrados, denominados desembargadores, nomeados pelo Presidente do Estado, entre os Juizes mais antigos. Os cinco desembargadores nomeados, em 26 de dezembro de 1892, pelo Presidente José Calasans, foram: João Batista da Costa Carvalho, Guilherme de Souza Campos, Gustavo Gabriel Coelho Sampaio, Francisco Alves da Silveira Brito e José Sotero Vieira de Melo. Para Presidente, foi eleito o desembargador João Batista da Costa Carvalho e para Procurador Geral do Estado Francisco Alves da Silveira Brito.
Segundo artigos do pesquisador e jornalista Luiz Antônio Barreto – falecido há um mês e autor da obra ‘História do Poder Judiciário em Sergipe’ – o Tribunal foi instalado às 13 horas do dia 29 de dezembro de 1892, no Palacete da Assembléia Legislativa. O Presidente Calasans, além de assinar atos sobre a Justiça, construiu o prédio do Tribunal de Relação, na Praça Olímpio Campos, inaugurado pelo Presidente Valadão, em 9 de junho de 1895, funcionando por mais de 30 anos naquele local, onde hoje está instalado o Memorial do Poder Judiciário.
O Tribunal de Relação chegou a 1930 ganhando uma nova sede, na mesma praça, mas no lado oposto, o primeiro em concreto armado feito no Estado, onde hoje funciona a Procuradoria Geral do Estado. A Constituição promulgada em 16 de junho de 1947 recriou o Poder Judiciário como um Tribunal de Justiça. Até a década de 60, o TJ tinha uma estrutura modesta, contando apenas com uma secretaria que desempenhava função exclusivamente judiciária, uma vez que a parte administrativa era desempenhada pelo Poder Executivo. O local tinha suas limitações de espaço e, mesmo sendo reformado, não comportaria, como necessário, os gabinetes dos desembargadores e demais serviços.
O Palácio da Justiça Tobias Barreto de Menezes, na Praça Fausto Cardoso, foi inaugurado somente em 21 de fevereiro de 1979. No local, existia antes um hotel. O presidente do Tribunal de Justiça da época era o Desembargador Antônio Xavier de Assis Júnior e o governador do Estado era José Rollemberg Leite. Assim que foi inaugurado, o Palácio da Justiça abrigou os gabinetes dos desembargadores, inúmeras Varas e toda a parte administrativa do Poder Judiciário.
Havia no Palácio da Justiça Tobias Barreto de Menezes, inclusive, uma capela, sala para casamentos (onde hoje é a sede da Amase), uma sala da OAB, entre outros setores. Os júris eram realizados no auditório. Mais uma vez o espaço ficou pequeno e a situação foi aliviada com a inauguração do Fórum Gumersindo Bessa, no bairro Capucho, em meados da década de 90, e com as inaugurações dos anexos ao Palácio, ambos na rua Pacatuba. O Anexo I, denominado José Antônio de Andrade Góes, em 2002, e o Anexo II, Desembargador José Artêmio Barreto, em 2008.
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Quinta, 17 Mai 2012 17:37
Prática em Direito Eleitoral inicia nesta sexta na Esmese
Com o objetivo de estudar a legislação eleitoral do ponto de vista prático, com ênfase nas resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e nas leis aplicáveis nas eleições de 2012, a Esmese e Marcato Cursos Jurídicos promovem o curso de Prática em Direito Eleitoral. O curso ocorrerá sempre às sextas-feiras, a partir de 18 de maio até 27 de julho de 2012, nos turnos da manhã, tarde ou noite, somando 40 horas/aula.
Bastante procurado, o curso é direcionado para estudantes e advogados militantes na área eleitoral. Prática em Direito Eleitoral está sob a coordenação do Professor Dr. Alexandre Luís Mendonça Rollo, que é Doutor e Mestre em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP; Professor de Direito Eleitoral do Marcato Curso Preparatório para Carreiras Jurídicas; Coordenador da área de Direito Eleitoral da Escola Paulista de Direito (EPD); Advogado na área eleitoral; autor de diversos artigos e obras jurídicas de direito eleitoral.
Na programação, estão os temas Abertura e Reforma Política; Partidos Políticos - Lei nº 9.096/95 – e Fidelidade Partidária; Condições de Elegibilidade, Registrabilidade e Inelegibilidades Constitucionais; Inelegibilidades Infraconstitucionais (a Lei da Ficha Limpa); Propaganda Eleitoral; Prestação de Contas; Condutas Vedadas; Marketing Político; Principais Crimes Eleitorais, Processo Penal Eleitoral e Recursos Criminais; e Representações Eleitorais.
A equipe de professores é formada por André de Carvalho Ramos, Pedro Barbosa Pereira Neto, Felipe Lizardo, Ms. Alberto Luís Mendonça Rollo, Dr. Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, Dr. Arthur Luis Mendonça Rollo, Luiz Silvio Moreira Salata, Marco Iten, Marcelo Augusto Melo Rosa e Souza, Ms. João Fernando Lopes de Carvalho, e Dr. Alexandre Luís Mendonça Rollo.
OAB 2ª Fase
A Esmese abre inscrições também para o curso 2ª Fase da OAB (VII Exame Unificado) em sete áreas diferentes (Tributário, Trabalho, Penal, Empresarial, Constitucional, Administrativo e Civil). A turma de Constitucional, por exemplo, já inicia em 28 de maio e prossegue até 5 de julho do corrente.
Na equipe de professores, estão Andréa Depintor (Tributário), Marcelo Galante (Constitucional), Wanner Franco e Paulo Pedro (Empresarial), Rogério Cury, Cristiano Medina e Jefferson Jorge (Penal), Carlos Augusto Monteiro e Victor Stuchi (Trabalho), Léo Vinícius Lima (Administrativo), e Rui Piceli e Wanner Franco (Civil).
Telepresencial, cada turma contará com professor assistente em todas as aulas, correção de peças, plantão de dúvidas, material de apoio, simulado e aula de redação.
Para mais informações, clique no banner correspondente ao curso no site da Esmese (www.esmese.com.br). A escola está localizada no 7º e 8º andares do Anexo Administrativo Desembargador Antonio Goes, à Rua Pacatuba, 55, centro de Aracaju. Os telefones são 79 3226-3166, 3226-3417 ou 3226-3254.
Bastante procurado, o curso é direcionado para estudantes e advogados militantes na área eleitoral. Prática em Direito Eleitoral está sob a coordenação do Professor Dr. Alexandre Luís Mendonça Rollo, que é Doutor e Mestre em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP; Professor de Direito Eleitoral do Marcato Curso Preparatório para Carreiras Jurídicas; Coordenador da área de Direito Eleitoral da Escola Paulista de Direito (EPD); Advogado na área eleitoral; autor de diversos artigos e obras jurídicas de direito eleitoral.
Na programação, estão os temas Abertura e Reforma Política; Partidos Políticos - Lei nº 9.096/95 – e Fidelidade Partidária; Condições de Elegibilidade, Registrabilidade e Inelegibilidades Constitucionais; Inelegibilidades Infraconstitucionais (a Lei da Ficha Limpa); Propaganda Eleitoral; Prestação de Contas; Condutas Vedadas; Marketing Político; Principais Crimes Eleitorais, Processo Penal Eleitoral e Recursos Criminais; e Representações Eleitorais.
A equipe de professores é formada por André de Carvalho Ramos, Pedro Barbosa Pereira Neto, Felipe Lizardo, Ms. Alberto Luís Mendonça Rollo, Dr. Luiz Carlos dos Santos Gonçalves, Dr. Arthur Luis Mendonça Rollo, Luiz Silvio Moreira Salata, Marco Iten, Marcelo Augusto Melo Rosa e Souza, Ms. João Fernando Lopes de Carvalho, e Dr. Alexandre Luís Mendonça Rollo.
OAB 2ª Fase
A Esmese abre inscrições também para o curso 2ª Fase da OAB (VII Exame Unificado) em sete áreas diferentes (Tributário, Trabalho, Penal, Empresarial, Constitucional, Administrativo e Civil). A turma de Constitucional, por exemplo, já inicia em 28 de maio e prossegue até 5 de julho do corrente.
Na equipe de professores, estão Andréa Depintor (Tributário), Marcelo Galante (Constitucional), Wanner Franco e Paulo Pedro (Empresarial), Rogério Cury, Cristiano Medina e Jefferson Jorge (Penal), Carlos Augusto Monteiro e Victor Stuchi (Trabalho), Léo Vinícius Lima (Administrativo), e Rui Piceli e Wanner Franco (Civil).
Telepresencial, cada turma contará com professor assistente em todas as aulas, correção de peças, plantão de dúvidas, material de apoio, simulado e aula de redação.
Para mais informações, clique no banner correspondente ao curso no site da Esmese (www.esmese.com.br). A escola está localizada no 7º e 8º andares do Anexo Administrativo Desembargador Antonio Goes, à Rua Pacatuba, 55, centro de Aracaju. Os telefones são 79 3226-3166, 3226-3417 ou 3226-3254.
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Quinta, 17 Mai 2012 17:28
Mutirão de conciliação de ações do Banco do Brasil acontecerá de 28 de maio a 6 de junho
A Corregedoria Nacional de Justiça escolheu o Tribunal de Justiça de Sergipe para participar de um projeto piloto que visa à resolução de conflitos do Banco do Brasil por intermédio da conciliação e/ou mediação. As audiências ocorrerão entre os dias 28 de maio e 6 de junho, das 7 às 13 horas, no Centro Judiciário de Resolução de Conflitos do TJSE, localizado no Fórum Gumersindo Bessa, em Aracaju.
Segundo o Juiz Auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Jairo Gilberto Schäfer, o TJSE foi escolhido para participar do projeto por ser modelo nacional de eficiência e qualidade na prestação jurisdicional, além de ter um alto grau de informatização. Durante reunião em Aracaju, no dia 20 de abril, ele informou que esta é a primeira vez que uma instituição bancária desenvolve um projeto com o CNJ e Tribunais para a resolução dos seus conflitos judiciais por meio da conciliação.
O Presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargador Luiz Mendonça, disse que o projeto é da maior importância para o Poder Judiciário Nacional. “As instituições financeiras são as maiores litigantes e o sucesso desse projeto, com a ampliação da sua abrangência, fará com que os estoques de processos nos Tribunais sejam reduzidos”, comentou o Desembargador.
Segundo o assessor especial da Diretoria Jurídica do Banco do Brasil, João Alves Silva, o banco está fazendo um esforço de melhoria no atendimento aos clientes, buscando evitar que as suas questões cheguem ao Judiciário. “Para aquelas que já estão no Judiciário, a intenção é de encaminhá-las para a conciliação e/ou mediação”, acrescentou Silva, lembrando que deverão estar na pauta do mutirão cerca de dois mil processos.
No próximo dia 24, a partir das 14 horas, os conciliadores e mediadores passarão por um treinamento na Escola de Administração Judiciária (ESAJ), com a participação do assessor especial da Diretoria Jurídica do Banco do Brasil. Três Juízes foram designados para coordenar o mutirão: Dauquíria de Melo Ferreira, Diógenes Barreto e Maria Luiza Foz Mendonça.
Segundo o Juiz Auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, Jairo Gilberto Schäfer, o TJSE foi escolhido para participar do projeto por ser modelo nacional de eficiência e qualidade na prestação jurisdicional, além de ter um alto grau de informatização. Durante reunião em Aracaju, no dia 20 de abril, ele informou que esta é a primeira vez que uma instituição bancária desenvolve um projeto com o CNJ e Tribunais para a resolução dos seus conflitos judiciais por meio da conciliação.
O Presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargador Luiz Mendonça, disse que o projeto é da maior importância para o Poder Judiciário Nacional. “As instituições financeiras são as maiores litigantes e o sucesso desse projeto, com a ampliação da sua abrangência, fará com que os estoques de processos nos Tribunais sejam reduzidos”, comentou o Desembargador.
Segundo o assessor especial da Diretoria Jurídica do Banco do Brasil, João Alves Silva, o banco está fazendo um esforço de melhoria no atendimento aos clientes, buscando evitar que as suas questões cheguem ao Judiciário. “Para aquelas que já estão no Judiciário, a intenção é de encaminhá-las para a conciliação e/ou mediação”, acrescentou Silva, lembrando que deverão estar na pauta do mutirão cerca de dois mil processos.
No próximo dia 24, a partir das 14 horas, os conciliadores e mediadores passarão por um treinamento na Escola de Administração Judiciária (ESAJ), com a participação do assessor especial da Diretoria Jurídica do Banco do Brasil. Três Juízes foram designados para coordenar o mutirão: Dauquíria de Melo Ferreira, Diógenes Barreto e Maria Luiza Foz Mendonça.
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Quinta, 17 Mai 2012 16:32
Trabalhadoras da Fábrica Intergriffe’s recebem informações sobre a violência doméstica e familiar
A Juíza Adelaide Moura, da Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe, esteve, nesta quinta-feira, dia 17, na Fábrica Intergriffe’s, no município de São Cristóvão, para levar a 324 trabalhadores informações sobre a Lei nº. 11.340 – Lei Maria da Penha. A fábrica que atua no ramo de confecção possui 95% do seu corpo funcional composto por mulheres e a magistrada explicou pontos importantes da legislação que foi criada para defender os direitos deste público.
“Ao longo dos anos, a mulher, que foi criada para ajudar o homem e não para guerrear com ele, tem sido vítima de preconceitos, porque ela, em alguns sentidos, não é igual ao homem, a exemplo da força física. Por isso, a Lei Maria da Penha nasceu para trazer igualdade entre os sexos, resguardar os direitos e proteger a vida da mulher”, explicou a juíza.
A palestra é uma das atividades da Coordenadoria da Mulher, órgão permanente do Poder Judiciário responsável por desenvolver políticas judiciárias no tratamento adequado da prevenção e repressão à violência doméstica, resguardando o direito da mulher. Entre outras informações, a magistrada falou: o que pode ser considerado violência doméstica, quais as sanções aplicadas ao agressor, o que o Estado pode garantir à mulher agredida, onde ou quem pode denunciar uma agressão.
“A vítima ou qualquer pessoa que presencie uma violência contra a mulher pode levar a notícia a uma delegacia ou se preferir pode ligar para o número 180. Não posso dizer que ao chegar em casa nenhuma mulher sofrerá uma agressão, mas a lei existe para ser cumprida e proteger a mulher, seja afastando o agressor do lar e obrigando-o a pagar uma pensão alimentícia, seja acolhendo a mulher em uma casa abrigo ou tantas outras medidas protetivas”.
Após a palestra da Juíza Adelaide Moura, houve a apresentação da Cia. de Teatro Arte em Ação, que de uma forma bem humorada abordou um assunto tão delicado. A personagem principal, Maria Flor – representada pela atriz e técnica judiciária Alessandra Teófilo, lotada na Diretoria de Comunicação do TJSE – apanhava constantemente do marido, Zé Valentão. A dupla arrancou risadas da plateia, mas deixou o recado: violência contra a mulher, nunca mais!
“Saio daqui hoje melhor informada, sei que nenhum homem tem o direito de agredir sua companheira e que nós mulheres podemos cobrar a garantia dos nossos direitos”, destacou a costureira Luciana dos Santos. “Acredito na importância da disseminação destas informações, não somente entre as mulheres, mas também entre os homens, para que os resultados sejam obtidos através da mudança de comportamentos”, acrescentou o engenheiro José Paixão, que também trabalha na fábrica.
Para a gerente da Fábrica Intergriffe’s, Francisca Pereira, o tema abordado pela magistrada tem grande importância para as mulheres, especialmente devido ao cunho educativo. “Não conhecemos a realidade pessoal de cada mulher que trabalha aqui, mas pode ser que alguma delas esteja passando por um problema semelhante ao que foi tratado nesta palestra. Acredito que todas absorveram as informações, até porque foram repassadas de forma muito simples, como numa conversa. Gostamos tanto que queremos levar a ação para nossa outra unidade que fica localizada em Aracaju”, disse.
O objetivo da Coordenadoria da Mulher é realizar palestra com públicos diferenciados, para que estes sejam multiplicadores das informações. Cada espectador recebe um exemplar do Informe Legal com informações sobre a legislação e a estrutura desenvolvida em Sergipe para sua aplicação. Já foram realizadas outras palestras em associações de moradores, na Apae e a próxima será no dia 24 de maio, no canteiro de obras da Maikai, empreendimento da Laredo Construções, direcionada apenas para o público masculino.
“Ao longo dos anos, a mulher, que foi criada para ajudar o homem e não para guerrear com ele, tem sido vítima de preconceitos, porque ela, em alguns sentidos, não é igual ao homem, a exemplo da força física. Por isso, a Lei Maria da Penha nasceu para trazer igualdade entre os sexos, resguardar os direitos e proteger a vida da mulher”, explicou a juíza.
A palestra é uma das atividades da Coordenadoria da Mulher, órgão permanente do Poder Judiciário responsável por desenvolver políticas judiciárias no tratamento adequado da prevenção e repressão à violência doméstica, resguardando o direito da mulher. Entre outras informações, a magistrada falou: o que pode ser considerado violência doméstica, quais as sanções aplicadas ao agressor, o que o Estado pode garantir à mulher agredida, onde ou quem pode denunciar uma agressão.
“A vítima ou qualquer pessoa que presencie uma violência contra a mulher pode levar a notícia a uma delegacia ou se preferir pode ligar para o número 180. Não posso dizer que ao chegar em casa nenhuma mulher sofrerá uma agressão, mas a lei existe para ser cumprida e proteger a mulher, seja afastando o agressor do lar e obrigando-o a pagar uma pensão alimentícia, seja acolhendo a mulher em uma casa abrigo ou tantas outras medidas protetivas”.
Após a palestra da Juíza Adelaide Moura, houve a apresentação da Cia. de Teatro Arte em Ação, que de uma forma bem humorada abordou um assunto tão delicado. A personagem principal, Maria Flor – representada pela atriz e técnica judiciária Alessandra Teófilo, lotada na Diretoria de Comunicação do TJSE – apanhava constantemente do marido, Zé Valentão. A dupla arrancou risadas da plateia, mas deixou o recado: violência contra a mulher, nunca mais!
“Saio daqui hoje melhor informada, sei que nenhum homem tem o direito de agredir sua companheira e que nós mulheres podemos cobrar a garantia dos nossos direitos”, destacou a costureira Luciana dos Santos. “Acredito na importância da disseminação destas informações, não somente entre as mulheres, mas também entre os homens, para que os resultados sejam obtidos através da mudança de comportamentos”, acrescentou o engenheiro José Paixão, que também trabalha na fábrica.
Para a gerente da Fábrica Intergriffe’s, Francisca Pereira, o tema abordado pela magistrada tem grande importância para as mulheres, especialmente devido ao cunho educativo. “Não conhecemos a realidade pessoal de cada mulher que trabalha aqui, mas pode ser que alguma delas esteja passando por um problema semelhante ao que foi tratado nesta palestra. Acredito que todas absorveram as informações, até porque foram repassadas de forma muito simples, como numa conversa. Gostamos tanto que queremos levar a ação para nossa outra unidade que fica localizada em Aracaju”, disse.
O objetivo da Coordenadoria da Mulher é realizar palestra com públicos diferenciados, para que estes sejam multiplicadores das informações. Cada espectador recebe um exemplar do Informe Legal com informações sobre a legislação e a estrutura desenvolvida em Sergipe para sua aplicação. Já foram realizadas outras palestras em associações de moradores, na Apae e a próxima será no dia 24 de maio, no canteiro de obras da Maikai, empreendimento da Laredo Construções, direcionada apenas para o público masculino.
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Quinta, 17 Mai 2012 14:29
Suspensos prazos judiciais em que Procuradoria Federal em Sergipe atua
Devido a mudança para uma nova sede, a Procuradoria Federal no Estado de Sergipe (PF/SE – PGF/AGU) conseguiu, junto à Presidência do TJSE, a suspensão dos prazos judiciais nos processos em que atua no período de 14 a 18 de maio do corrente ano. A partir de segunda-feira, dia 21 de maio, a PF-PGF retomará suas atividades no novo prédio, localizado à avenida Rio Branco, 168, Centro de Aracaju. A mudança foi necessária porque o antigo prédio – que abrigava a gerência executiva do INSS – foi interditado pela Defesa Civil.
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Quinta, 17 Mai 2012 14:08
TJSE abrirá processo seletivo para estagiários de nível superior
O Tribunal de Justiça de Sergipe vai realizar mais um processo seletivo para estagiários de nível superior. O período de inscrição será de 23 de maio (quarta-feira) a 03 de junho, através do site www.tjse.jus.br. As provas serão aplicadas no dia 21 de junho, uma quinta-feira, das 14 às 16 horas, no bloco A, da Unit Farolândia, em Aracaju.
As áreas de interesse são Administração, Arquitetura, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, História, Informática, Jornalismo, Museologia, Psicologia e Serviço Social. O valor da inscrição será de R$ 20 e os aprovados receberão uma bolsa mensal de R$ 545 mais R$ 90 de auxílio-transporte.
Mais informações através do telefone 3226-3234.
As áreas de interesse são Administração, Arquitetura, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, História, Informática, Jornalismo, Museologia, Psicologia e Serviço Social. O valor da inscrição será de R$ 20 e os aprovados receberão uma bolsa mensal de R$ 545 mais R$ 90 de auxílio-transporte.
Mais informações através do telefone 3226-3234.
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Quinta, 17 Mai 2012 14:07
Pesquisa de Satisfação 2012: TJSE ouve usuários para melhorar prestação jurisdicional
Entre os dias 08 e 18 de maio, o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), realiza a sua Pesquisa Anual de Satisfação com os jurisdicionados. Neste ano, a pesquisa foi estendida para os fóruns de Tobias Barreto e Glória e para a Vara da Lei Maria da Penha.
Além dos novos locais a pesquisa, que está em sua 4ª edição, é realizada também em todos os fóruns da capital, Juizado da Infância e Juventude, Vara de Execuções Criminais (VEC) e Vara de Execuções das Medidas e Penas Alternativas (Vempa) e nas Comarcas de Itabaiana, Lagarto, Estância, Propriá, São Cristóvão e Nossa Senhora do Socorro. Na oportunidade, estão sendo ouvidos cerca de 1.500 usuários por 53 estagiários responsáveis pela coleta dos dados.
De acordo com a técnica judiciária e coordenadora da pesquisa, Adriana Araújo, os usuários respondem questões sobre a qualidade do atendimento das recepções e secretarias judiciais, horário e entendimento das audiências, estrutura física, localização e segurança dos fóruns.
"A partir das informações colhidas na pesquisa poderemos visualizar pontos de melhoria como ajustes no quantitativo de servidores e necessidade de novos treinamentos, além de aferir a demanda judicial em cada Fórum", explicou a coordenadora, acrescentando que o resultado da pesquisa será divulgado na segunda semana de junho.
A novidade da pesquisa desse ano será o encaminhamento de todas as críticas obtidas para o Ouvidoria. “Nosso objetivo é atingir a comunidade sergipana em geral e conhecer como as pessoas avaliam os serviços prestados pelo TJSE", complementou Adriana Araújo.
Para a diarista Solange de Jesus é muito bom ser ouvida pela Justiça. “Estou aqui hoje no Fórum Gumersindo Bessa para uma audiência. Achei o atendimento ótimo e avalio a pesquisa como muito importante para os usuários da Justiça”.
A estagiária de Administração do TJSE, Pryscilla Florêncio, explicou que participar da pesquisa como entrevistadora é uma experiência nova e enriquecedora. “Aplico na prática os conhecimentos teóricos e tenho acesso à realidade da prestação dos serviços do Judiciário sergipano”, concluiu a estagiária.
Além dos novos locais a pesquisa, que está em sua 4ª edição, é realizada também em todos os fóruns da capital, Juizado da Infância e Juventude, Vara de Execuções Criminais (VEC) e Vara de Execuções das Medidas e Penas Alternativas (Vempa) e nas Comarcas de Itabaiana, Lagarto, Estância, Propriá, São Cristóvão e Nossa Senhora do Socorro. Na oportunidade, estão sendo ouvidos cerca de 1.500 usuários por 53 estagiários responsáveis pela coleta dos dados.
De acordo com a técnica judiciária e coordenadora da pesquisa, Adriana Araújo, os usuários respondem questões sobre a qualidade do atendimento das recepções e secretarias judiciais, horário e entendimento das audiências, estrutura física, localização e segurança dos fóruns.
"A partir das informações colhidas na pesquisa poderemos visualizar pontos de melhoria como ajustes no quantitativo de servidores e necessidade de novos treinamentos, além de aferir a demanda judicial em cada Fórum", explicou a coordenadora, acrescentando que o resultado da pesquisa será divulgado na segunda semana de junho.
A novidade da pesquisa desse ano será o encaminhamento de todas as críticas obtidas para o Ouvidoria. “Nosso objetivo é atingir a comunidade sergipana em geral e conhecer como as pessoas avaliam os serviços prestados pelo TJSE", complementou Adriana Araújo.
Para a diarista Solange de Jesus é muito bom ser ouvida pela Justiça. “Estou aqui hoje no Fórum Gumersindo Bessa para uma audiência. Achei o atendimento ótimo e avalio a pesquisa como muito importante para os usuários da Justiça”.
A estagiária de Administração do TJSE, Pryscilla Florêncio, explicou que participar da pesquisa como entrevistadora é uma experiência nova e enriquecedora. “Aplico na prática os conhecimentos teóricos e tenho acesso à realidade da prestação dos serviços do Judiciário sergipano”, concluiu a estagiária.
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