Janaina Cruz

Janaina Cruz

ESCALA DO PLANTÃO JUDICIÁRIO DO 1º GRAU
Dias 15 e 16 de junho de 2013

 

 

DATA

1ª Circunscrição
Aracaju, Barra dos Coqueiros, Itaporanga D"Ajuda, Laranjeiras, Maruim, Carmópolis, Riachuelo, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão.

2ª e 4ª Circunscrições
Arauá, Boquim, Estância, Cristinápolis, Itabaianinha, Tobias Barreto, Umbaúba, Cedro de São João, Capela, Japaratuba, Neópolis, Nossa Senhora das Dores, Pacatuba, Própria.

3ª e 5ª Circunscrições
Poço Verde, Simão Dias, Lagarto, Carira, Frei Paulo, Itabaiana, Ribeirópolis, Campo do Brito, Aquidabã, Canindé do São Francisco, Nossa Sra. Da Glória, Porto da Folha, Gararu e Poço Redondo.

 

 

 

15/06/2013

 

Sede: Aracaju

Juízo: 8ª Vara Cível da Comarca de Aracaju

Endereço: Mezanino do Anexo I, Desembargador José Antônio de Andrade Góes, do Palácio de Justiça, nº 55,

Rua Pacatuba (recepção) Centro.

CEP: 49010-080

Fone: (79) 3226-3880

 

Sede: Umbaúba

Juízo: Comarca de Umbaúba

Local: Fórum Des. Luiz Magalhães

Rua. Des. José Nolasco de Carvalho, s/nº

Umbaúba/SE.

 Tel.: (79) 3546 - 1349/1348

 

Sede: Poço Redondo

 

Juízo: Comarca de Redondo

Local: Fórum Des. José Nolasco de Carvalho

Av. 31 de Março, 983

Poço  Redondo/SE

Tel: (79) 3337 - 1441

 

 

 

16//06/2013

Sede: Aracaju

Juízo: 16ª Vara Cível da Comarca de Aracaju

Endereço: Mezanino do Anexo I, Desembargador José Antônio de Andrade Góes, do Palácio de Justiça, nº 55

Rua Pacatuba (recepção) Centro.

CEP: 49010-080

Fone: (79) 3226-3880

 

Sede: Umbaúba

Juízo: Comarca de Umbaúba

Local: Fórum Des. Luiz Magalhães

Rua. Des. José Nolasco de Carvalho, s/nº

Umbaúba/SE.

 Tel.: (79) 3546 - 1349/1348

Sede: Poço Redondo

 

Juízo: Comarca de Redondo

Local: Fórum Des. José Nolasco de Carvalho

Av. 31 de Março, 983

Poço  Redondo/SE

Tel: (79) 3337 - 1441

 

 

 

 

ESCALA DO PLANTÃO JUDICIÁRIO DO 2º GRAU

Dias 15 e 16 de junho de 2013

 

 

Sede: Aracaju

Endereço: Mezanino do Anexo I, Desembargador José Antônio de Andrade Góes, do Palácio de Justiça, nº 55 , Rua Pacatuba (recepção) - Centro. CEP: 49010-080 Fone: (79) 3226-3880

 

 

 

 

O Juízo da 17ª Vara Cível – Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Aracaju está realizando, no período de 04 a 14 de junho, audiências concentradas para a reavaliação das medidas socioeducativas de internação e semiliberdade aplicadas a adolescentes internos no Centro de Atendimento ao Menor (Cenam), na Unidade Socioeducativa Feminina Senadora Maria do Carmo Alves (Unifem) e na Comunidade de Ação Socioeducativa São Francisco de Assis (Case).

A reavaliação está sendo promovida, pela segunda vez este ano, com o propósito de ajustar a periodicidade dessa ação para os meses de junho e dezembro. Outro avanço é a extensão da utilização da metodologia das audiências concentradas também para a reavaliação da medida de semiliberdade aplicada aos adolescentes internos na CASE.

As audiências acontecem no Fórum Desembargador Luis Carlos Fontes de Alencar e contam com o suporte da Coordenadoria da Infância e da Juventude, órgão responsável pela adoção de medidas necessárias para a viabilização dos trabalhos, inclusive junto a outros setores administrativos do TJSE.

Promovida semestralmente desde agosto de 2010, a ação viabiliza o reexame da situação de todos os adolescentes que cumprem a medida, de forma a atender ao prazo máximo de reavaliação da internação, estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente. Além disso, o fluxo dos processos de execução da medida fica facilitado, reduzindo o seu trâmite no decorrer do prazo para nova reavaliação.

Para não haver prejuízo na pauta da Vara, a Corregedoria-Geral de Justiça designou um Juiz Substituto para auxiliar o Juízo da 17ª Vara Cível, o que possibilitará, no período indicado, a realização concomitante de cerca de 200 audiências entre as de reavaliação e as da pauta normal.

O Juiz de Direito Ruy Pinheiro da Silva tomará posse como Desembargador do Tribunal de Justiça de Sergipe hoje, dia 19 de junho, às 17h, no auditório do Palácio da Justiça, na Praça Fausto Cardoso. O magistrado foi promovido pelo critério de antiguidade e ocupará a vaga deixada pelo Desembargador Netônio Machado, que se aposentou no mês de maio.

Nascido em Aracaju, Ruy Pinheiro da Silva concluiu o curso de Direito em 1976, pela Universidade Federal de Sergipe. Aprovado em concurso público, assumiu o cargo de Juiz de Direito no TJSE em 31 de julho de 1980, tendo sido nomeado para a Comarca de Itabaianinha. Em outubro de 1989, foi removido para a Comarca de Frei Paulo e em 1991 para Aracaju, para o 2º Juizado de Pequenas Causas. Em junho de 1992, foi promovido, por antiguidade, para a 9ª Vara Criminal da Comarca de Aracaju de 2ª Entrância, transformada para 2ª Vara Criminal através da Lei Complementar nº 84, de 27 de maio de 2003.

Compôs, como suplente, a Turma Recursal dos Juizados Especiais Criminais da Comarca de Aracaju, tendo assumido a Presidência, no dia 20 de março de 2002, por 90 dias. Em fevereiro de 2005, foi designado para exercer as funções de Juiz Corregedor da Justiça do Estado de Sergipe, cargo que ocupou até novembro de 2007. Compôs a Comissão Estadual Judiciária de Adoção do Estado de Sergipe (Ceja/SE), na qualidade de presidente, em 2006. Já em 2010, foi designado para compor a 1ª Turma Recursal do Estado de Sergipe, como 1o suplente.

O expediente externo da 18ª Vara Cível da Comarca de Aracaju, situada no Fórum Gumersindo Bessa, estará suspenso entre os dias 12 e 14 de junho de 2013. As audiências das unidades jurisdicionais serão realizadas normalmente e os prazos processuais, enquanto durar a suspensão, serão prorrogados até o primeiro dia útil seguinte, consoante o disposto no art. 184, § 1º, do Código de Processo Civil.

Magistrados e servidores do Poder Judiciário sergipano participaram, nesta segunda-feira, dia 10 de junho, do curso ‘Cibercrimes - Compreendendo os delitos cometidos através das redes de comunicação’, ministrado pelo Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, Marcelo Mesquita Silva. O curso foi promovido pela Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse) e realizado no auditório do 8º andar do Anexo II Desembargador José Artêmio Barreto.

O magistrado explicou que crimes cibernéticos são aqueles cometidos com a utilização de algum dispositivo com o uso de alguma rede de comunicação, como a internet – já que a internet é uma fusão de várias redes de comunicação. Segundo ele, basicamente, alguns aspectos como a globalização, o microprocessamento e a convergência digital alavancaram a criminalidade nessa área ao longo dos anos.

“Nós temos hoje crimes tradicionais, como estelionato e furto, por exemplo, que já existiam, mas que passaram a utilizar a internet como um novo meio de atuação. Estes, nós chamamos de crimes cibernéticos impróprios. Os próprios são aqueles só passaram a existir com a invenção ou o advento da computação e da internet. São aqueles usados contra uma rede de comunicação para que ela caia, ou seja, não se tratam de delitos tradicionais, daqueles bens jurídicos que a gente busca proteger”, esclareceu.

Para Marcelo Mesquita, os magistrados devem atentar para a escalada dos crimes cibernéticos e ter em mente a diferenciação entre crimes próprios e impróprios porque os primeiros – os que atacam redes de comunicação – estão um tanto à margem das investigações das autoridades e isso deve ser encarado como um grande equívoco.

“Muitas vezes, os crimes próprios têm sido a base para o cometimento dos delitos tradicionais. Por exemplo, eles criam uma rede de computadores zumbis em que você pode estar infectado e não sabe, é uma invasão silenciosa, ninguém está furtando nada, nem sequer obtendo informações suas, nem causando qualquer prejuízo, mas está usando sua máquina para enviar spams para acessar e derrubar outras redes. Não vemos isso, não nos preocupamos com isso, mas é aí que está o grande impacto econômico de toda esta criminalidade”, revelou.

De acordo com o professor, a legislação brasileira acerca dos crimes cibernéticos ainda é incipiente. Segundo ele, diante do apelo social provocado pelo vazamento de fotos íntimas de uma atriz brasileira, “deixaram passar uma lei de qualquer jeito, a 12.737/12. Ela tipifica fragilmente alguns delitos e aqueles que não estão tipificados, ela deixa muito à margem. Ela é muito tortuosa, é difícil adequar o tipo penal. Há uma série de condições, de elementos que são difíceis de a gente, não só interpretar, mas também punir o criminoso”, alertou o magistrado.

O curso teve a finalidade de não só capacitar os magistrados na compreensão dos cibercrimes, suas características, a fluidez da informação nas redes de comunicação, a maior potencialidade ofensiva dos delitos tradicionais cometidos com o uso das redes, aproximação dos conceitos e lesividade dos cibercrimes próprios, mas também de apresentar os mecanismos que garantem uma comunicação segura.

O magistrado buscou demonstrar a escalada da criminalidade por meio da rede e evidenciou que o cometimento de ilícitos, sem a necessidade da presença física do agente, dificulta ou até mesmo afasta a possibilidade de uma persecução penal. Ele abordou também a Convenção de Budapeste, detalhando suas principais características e seu uso como paradigma para a formulação de uma legislação interna, que se coadune com os anseios da comunidade internacional e propicie a cooperação jurídica.

Marcelo Mesquita Silva é Graduado em Direito pela Universidade Federal do Ceará (1999); possui Especialização em Mercado, Sociedad y Estado en la Era de la Globalización, pela Universidad Castilla La Mancha na Espanha; é Mestre em Direito Internacional Econômico, pela Universidade Católica de Brasília; atuou mais de seis anos como Consultor em Comércio Internacional, inclusive junto ao Trade Point Fortaleza, órgão da United Nations Conference on Trade and Development (UNCTAD); é Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, desde 2002.

Tem também experiência na área de Direito, com ênfase em Informática Jurídica, Direito Internacional e Direito Processual Penal; é ex-membro do Comitê Gestor de Informática e Modernização do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); membro e um dos coordenadores do Comitê Gestor do Processo Judicial Digital (Projudi) do CNJ.

É membro do Comitê Gestor do Processo Judicial Eletrônico do CNJ (PJe-CNJ). Palestrante em Processo Eletrônico, promoveu diversos treinamentos pelo CNJ sobre Processo Eletrônico em tribunais brasileiros. Autor do livro Processo Judicial Eletrônico Nacional: uma visão prática sobre o processo judicial eletrônico e seu fundamento tecnológico e legal (a certificação digital e a lei 11.419/2006). Campinas: Millennium, 2012.

A Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), por meio da Coordenadoria de Cursos para Servidores, abre inscrições no período de 10 a 13 de junho de 2013, para o Curso ‘Recursos de Apelação e Embargos de Declaração’.

Direcionado para servidores do 2º grau lotados nos Gabinetes e Escrivanias do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), o curso tem a finalidade de propiciar a atualização sobre os temas ‘Recursos de Apelação’ e ‘Embargos de Declaração’.

O referido treinamento possui carga horária de 8 (oito) horas e será executado nas datas de 19 e 20 de junho, das 8 às 12h, na sala 02, 7º andar, localizado no anexo administrativo II, José Artêmio Barreto.

O curso terá como facilitador Luiz Eduardo Costa Nascimento, Técnico Judiciário, professor de Direito Contratual, Obrigações e Processo Civil, convidado da Escola Superior de Advocacia (ESA), Pós-Graduado em Obrigações, Processo Civil e Doutorando em Direito Civil pela Universidade de Buenos Aires.

Para realizar a inscrição, o interessado deverá acessar o Portal do Servidor clicando sucessivamente nos campos Acesso Restrito e Treinamento, elegendo, por fim, o curso almejado.

No momento da inscrição, o servidor deverá informar que já está autorizado pela chefia imediata para participar do treinamento.

Mais informações poderão ser obtidas na Coordenadoria de Cursos para Servidores da Ejuse, por meio do ramal 3318.

Aconteceu hoje, dia 07/06, no Tribunal de Justiça de Sergipe, o I Ciclo de Palestras Tobias Barreto, com a participação do Ministro Castro Meira, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A data foi cuidadosamente escolhida por se tratar do aniversário de nascimento do professor, poeta e grande jurista brasileiro. O evento foi aberto pelo Presidente do TJSE, Desembargador Cláudio Déda. Ele lembrou que foi em 1996 que o Pleno decidiu dar ao Palácio da Justiça o nome de Tobias Barreto.

“Comemoramos 17 anos desse patronato. Esse evento de hoje também tem o objetivo de rever a obra de Tobias Barreto e poder refletir seus ideais filosóficos e jurídicos”, explicou o Presidente do TJSE, informando que o evento de hoje foi apenas o primeiro de uma série de outros que acontecerão em homenagem a Tobias Barreto. O Desembargador Cláudio encerrou sua apresentação recitando um poema do homenageado: “O coração também é um metafísico: estremece por formas invisíveis, anda a sonhar uns mundos encantados e a querer umas cousas impossíveis”.
 
Em seguida, coube ao Vice-Presidente do TJSE, Desembargador Edson Ulisses de Melo, saudar o palestrante e também falar sobre a importância do evento. “A iniciativa dessa palestra decorre da consciência que Tobias Barreto é um sergipano que não tem recebido dos sergipanos os elogios merecidos pela repercussão que suas obras têm no Brasil e na Europa”, disse o Desembargador Edson, que idealizou e incentivou a realização do evento.

Já o Ministro Castro Meira lembrou que por conta da trajetória jurídica de Tobias Barreto ter começado na Faculdade de Direito do Recife, muita gente acredita que ele é pernambucano. “Mas trata-se de um ilustre sergipano. Tobias Barreto tem uma importância para o universo jurídico brasileiro porque trouxe vários conceitos na época que eram pouco conhecidos. Destacou-se, sobretudo, na área penal”, disse o Ministro, que durante a palestra falou sobre inúmeras passagens da vida de Tobias Barreto.

“Por que Tobias Barreto escreveu jornais em alemão? Isso foi uma forma que ele encontrou para enviar suas idéias para os alemães e para a colônia alemã que vivia no Rio Grande do Sul, que era grande, onde até hoje ele continua sendo estudado. Ele gostava de trocar idéias e no meio em que ele vivia os advogados tinham outras preocupações. Já Tobias Barreto, tinha diferentes perspectivas”, comentou o Ministro, acrescentando que Tobias Barreto “era um professor daqueles que encantava os alunos, que exercia um fascínio sobre a juventude”.

E a prova que esse fascínio se perpetua até hoje é a paixão que o bacharel em Direito, Heidumacson Macedo tem por Tobias Barreto. “Me apaixonei pela obra de Tobias Barreto quando comecei a estudar Direito na Unit. Depois desse conhecimento vi que realmente na época de Tobias Barreto boa parte do progresso da literatura e da filosofia partiu principalmente dele. Por isso, não sou somente um tobiense, sou um tobiático”, confessou o bacharel, cujos pais são de Tobias Barreto, cidade onde ele reside desde 1 ano de vida.

O rapaz é tão fã do seu ilustre conterrâneo que, recentemente, comprou pela internet 80 moedas com a insígnia de Tobias Barreto, datadas de 1939, para presentear algumas pessoas. “Em 1880, Tobias Barreto já falava no Direito do Trabalho. Mas esse direito só veio ser efetivado no Brasil em 1937, no Estado Novo de Getúlio Vargas. Ele era um homem muito além do seu tempo”, completou Heidumacson, que fez questão de prestigiar o evento realizado pelo TJSE.

Para o professor Eduardo Macedo, coordenador do curso de Direito da Universidade Tiradentes, o evento foi de fundamental importância para os alunos. “Nesse momento em que o TJSE põe de forma direta para os acadêmicos as comemorações pelo nascimento de Tobias Barreto, a Universidade Tiradentes não poderia estar ausente. Há uma grande carência na forma de conhecer verdadeiramente nossos grandes juristas e essa carência é suprida com eventos como esse”, elogiou o professor, que levou para a palestra cerca de 60 alunos. Também prestigiaram o evento alunos do curso de Direito da Faculdade Pio Décimo.

O homenageado

Tobias Barreto de Menezes nasceu na então Vila de Campos, atual Tobias Barreto (SE), em 7 de junho de 1839, e faleceu em 26 de julho de 1889, no Recife (PE). Foi Bacharel em Direito, poeta, professor e pensador. Exerceu o magistério em Sergipe antes de seguir para Pernambuco e se matricular na Faculdade de Direito do Recife, onde passou a ensinar depois do célebre concurso de 1882. Redigiu jornais em alemão e comentou obras de autores alemães que renovavam a crítica religiosa, a Filosofia e o Direito. Publicou livros que marcaram a cultura brasileira, como Dias e Noites, mais tarde reunidos em Obras Completas.

ESCALA DO PLANTÃO JUDICIÁRIO DO 1º GRAU
Dias 08 e 09 de junho de 2013

 

 

DATA

1ª Circunscrição
Aracaju, Barra dos Coqueiros, Itaporanga D"Ajuda, Laranjeiras, Maruim, Carmópolis, Riachuelo, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão.

2ª e 4ª Circunscrições
Arauá, Boquim, Estância, Cristinápolis, Itabaianinha, Tobias Barreto, Umbaúba, Cedro de São João, Capela, Japaratuba, Neópolis, Nossa Senhora das Dores, Pacatuba, Própria.

3ª e 5ª Circunscrições
Poço Verde, Simão Dias, Lagarto, Carira, Frei Paulo, Itabaiana, Ribeirópolis, Campo do Brito, Aquidabã, Canindé do São Francisco, Nossa Sra. Da Glória, Porto da Folha, Gararu e Poço Redondo.

 

 

 

08/06/2013

 

Sede: Aracaju

Juízo: 9ª Vara Cível da Comarca de Aracaju

Endereço: Mezanino do Anexo I, Desembargador José Antônio de Andrade Góes, do Palácio de Justiça, nº 55,

Rua Pacatuba (recepção) Centro.

CEP: 49010-080

Fone: (79) 3226-3880

 

Sede: Neópolis

Juízo: Comarca de Neópolis

Local: Fórum Des. José Antônio de Andrade Góes 

Praça Monsenhor José Moreno

de Santana, s/nº - Centro - Neópolis/SE.

Tel.: (79)3344-9000

Sede: Itabaiana

 

Juízo: 1ª Vara Cível da Comarca de Itabaiana

Local: Fórum Maurício Graccho Cardoso

Av. Dr. Luiz Magalhães, s/nº, Centro –

Itabaiana/SE

 Tel: (79) 3432-8400

 

 

 

09//06/2013

Sede: Aracaju

Juízo: 13ª Vara Cível da Comarca de Aracaju

Endereço: Mezanino do Anexo I, Desembargador José Antônio de Andrade Góes, do Palácio de Justiça, nº 55

Rua Pacatuba (recepção) Centro.

CEP: 49010-080

Fone: (79) 3226-3880

 

Sede: Neópolis

Juízo: Comarca de Neópolis

Local: Fórum Des. José Antônio de Andrade Góes 

Praça Monsenhor José Moreno

de Santana, s/nº - Centro - Neópolis/SE.

Tel.: (79)3344-9000

 

Sede: Itabaiana

 

Juízo: 1ª Vara Cível da Comarca de Itabaiana

Local: Fórum Maurício Graccho Cardoso

Av. Dr. Luiz Magalhães, s/nº, Centro

Itabaiana/SE

Tel: (79) 3432-8400

 

 

 

ESCALA DO PLANTÃO JUDICIÁRIO DO 2º GRAU

Dias 08 e 09 de junho de 2013

 

 

Sede: Aracaju

Endereço: Mezanino do Anexo I, Desembargador José Antônio de Andrade Góes, do Palácio de Justiça, nº 55 , Rua Pacatuba (recepção) - Centro. CEP: 49010-080 Fone: (79) 3226-3880

 

 

 

 

O expediente externo da 3ª Vara Cível da Comarca de Aracaju, situada no Fórum Gumersindo Bessa, estará suspenso entre os dias 7 e 11 de junho, conforme a Portaria nº 35/2013 GP1. As audiências das unidades jurisdicionais serão realizadas normalmente e os prazos processuais, enquanto durar a suspensão, serão prorrogados até o primeiro dia útil seguinte, consoante o disposto no art. 184, § 1º, do Código de Processo Civil.


Reuniram-se na Coordenadoria da Infância e da Juventude - CIJ do Tribunal de Justiça de Sergipe, na manhã da última segunda-feira, 03/06, Magistrados e representantes da Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e Desenvolvimento Social – SEIDES, da Fundação Renascer e do Ministério Público, com o objetivo de dar continuidade aos encaminhamentos da proposta de ação conjunta do TJSE, MPSE e SEIDES para fortalecimento do Sistema de Garantia e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente em Sergipe, com foco na municipalização no interior do Estado dos serviços de acolhimento institucional ou familiar de crianças e adolescentes e de execução de medida socioeducativa em meio aberto.

Esta foi a quarta reunião de alinhamento para definição das diretrizes de construção da ação conjunta e contou com a presença da Juíza-Coordenadora da CIJ, Vânia Ferreira de Barros; do Coordenador Estadual da Associação Brasileira de Magistrados da Infância e da Juventude - ABRAMINJ, Juiz Haroldo Luiz Rigo da Silva; dos Juízes das Comarcas de Canindé do São Francisco, Edinaldo César Santos Júnior; de Capela;Gaspar Feitosa de Gouveia Filho; de Aquidabã, Roberto Flávio Conrado de Almeida, de Pacatuba; Ana Lígia Freitas; dos Juízes Substitutos Roberto Alcântara de Oliveira Araújo, da Comarca de Boquim, e Edno Aldo Ribeiro de Santana; do Juiz e do Promotor de Justiça da Comarca de Gararu, Karlos Max Araujo Alves e Renato Vieira Dantas Bernardes; da Secretária Adjunta da SEIDES, Maria Luci Silva, e técnicos institucionais; da Presidente da Fundação Renascer, Antônia Silva Menezes, e técnicos.

Na oportunidade foram apresentados pela SEIDES os dados dos municípios relativos ao foco da ação; pela CIJ a sugestão para a operacionalização das etapas de mobilização, capacitação e fortalecimento da rede que permitirá a construção dos referidos equipamentos; e pelo Juiz Haroldo Rigo, as etapas para a consolidação das ações, considerando a experiência da Comarca de Propriá, referenciada como projeto piloto.

A Juíza-Coordenadora da CIJ, Vânia Barros, avaliou a reunião como positiva. Esta ação foi deflagrada no mês de abril e ao final de quatro encontros conseguimos atingir os objetivos iniciais. Com a presença expressiva de Magistrados na reunião de hoje, chegamos a uma proposta de ação conjunta do Judiciário, Ministério Público e Executivo estadual, possível de ser apresentada aos gestores municipais para a implementação do serviço de acolhimento institucional e também para execução das medidas socioeducativas em meio aberto nas Comarcas do interior do Estado.

Conforme explicou a Secretária Adjunta da SEIDES, Maria Luci Silva, os encontros possibilitaram o desenho de um tipo de trabalho conjunto que será desenvolvido nos municípios do interior sergipano. “A partir de agora, vamos às secretarias municipais para colocar em prática a proposta delineada em parceria com o Judiciário”.

Na conclusão dos trabalhos ficaram definidas reuniões nas Comarcas, com a adesão dos Juízes presentes na reunião, para os encaminhamentos necessários ao atendimento das metas estabelecidas, tudo com o apoio técnico da CIJ.

Para o Juiz substituto da Comarca de Boquim, Roberto Alcântara, essa ação é de fundamental importância para as crianças e adolescentes. “Em Boquim existe apenas uma instituição de acolhimento que está encerrando as suas atividades. Iniciaremos, já a partir da próxima semana, conversas com o Prefeito, Promotor de Justiça e demais organismos para a definição de um plano de trabalho que viabilize a oferta dos serviços de acolhimento e de execução de medidas socioeducativas em meio aberto no município”, informou o magistrado.

A ação coordenada pela CIJ no Estado de Sergipe se antecipou à estratégia nacional de ação conjunta apresentada pelo Conselho Nacional de Justiça - CNJ e pelo Conselho Nacional do Ministério Público - CNMP no Encontro Nacional dos Coordenadores da Infância e da Juventude do Poder Judiciário e do Ministério Público, realizado em Brasília no dia em 16/05/13, no sentido de promover interlocução e articulação dos agentes do Sistema de Justiça e dos diversos segmentos do Poder Executivo para a adoção de ações concretas vinculadas ao cumprimento das definições estabelecidas na Carta de Constituição de Estratégias em Defesa da Proteção Integral da Criança e do Adolescente.


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