Janaina Cruz

Janaina Cruz

A Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), através da Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância, informa que estão abertas as inscrições para o curso abaixo:

 

Curso:

NCPC: Procedimentos de Jurisdição Contenciosa e Jurisdição Voluntária, na modalidade a distância

Período:

28 de agosto a 26 de setembro de 2017

Inscrição:

21 a 28 de agosto de 2017

As inscrições podem ser encerradas antes do período acima indicado caso haja o preenchimento total das vagas disponíveis.

Público-alvo:

Servidores do TJSE

Como se inscrever:

O servidor deverá acessar o site http://www.eadejuse.tjse.jus.br e como nome do usuário inserir o número do CPF (desconsiderando os zeros que porventura possam existir no início do CPF) e colocar a senha 123456, caso seja a primeira vez que acessa o portal.

Objetivo:

Formar e aperfeiçoar os servidores do TJSE no tocante aos aspectos teórico-metodológicos e técnico-operativos sobre Procedimentos de Jurisdição Contenciosa e de Jurisdição Voluntária à luz do novo Código de Processo Civil.

Carga horária:

30 horas/aulas

Facilitador(a):

Maria Tereza Targino Hora é graduada em Direito pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), pós-graduada em Direito do Estado pela Faculdade Guanambi. Atualmente, exerce as suas atividades funcionais no Gabinete do Des. Alberto Romeu Gouveia Leite. Contribuiu para o desenvolvimento do Curso do “Procedimentos Especiais - Novo Código Processo Civil.

Realização:

Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância

Conteúdo programático:

Dos Procedimentos Especiais de Jurisdição Contenciosa

-Da Ação De Consignação Em Pagamento -Da Ação De Exigir Contas -Das Ações Possessórias -Da Ação De Divisão E Da Demarcação De Terras Particulares -Da Ação De Dissolução Parcial De Sociedade -Do Inventário E Da Partilha -Dos Embargos De Terceiro -Da Oposição -Da Habilitação -Das Ações De Família -Da Ação Monitória -Da Homologação De Penhor Legal -Da Regulação De Avaria Grossa -Da Restauração De Autos

Dos Procedimentos De Jurisdição Voluntária

- Disposições Gerais - Da Notificação E Da Interpelação -Da Alienação Judicial -Do Divórcio E Da Separação Consensuais, Da Extinção Consensual De União Estável E Da Alteração Do Regime De Bens Do Matrimônio -Dos Testamentos E Dos Codicilos -Da Herança Jacente -Dos Bens Dos Ausentes -Das Coisas Vagas -Da Interdição -Das Disposições Comuns À Tutela E À Curatela -Da Organização E Da Fiscalização Das Fundações -Da Ratificação Dos Protestos Marítimos E Dos Processos Testemunháveis A Bordo

Vagas:

200 vagas

Mais informações:

3226-3336, 3226-4217 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

De hoje, 21/08, até sexta-feira, acontece em todo país a oitava edição da Semana da Justiça pela Paz em Casa. No Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), a abertura aconteceu pela manhã, com um curso sobre ‘Gênero e Vulnerabilidade’, realizado em parceria com a Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), seguido da assinatura de um termo de cooperação com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) visando à capacitação de policiais para atendimento humanizado a mulheres vítimas de violência, especialmente no interior do Estado.

O evento foi aberto pelo Presidente do TJSE, Desembargador Cezário Siqueira Neto, que ressaltou o fato de a Semana fazer parte da Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. “O objetivo é ampliar a efetivação da Lei Maria da Penha e também estimular a reflexão de todos por meio da orientação adequada nos processos de busca pela construção de uma sociedade livre desse legado cultural, cruel e silencioso de violência”, destacou o presidente, lembrando que toda a sociedade deve lutar por 365 dias de paz em casa.

“A prioridade de pauta, durante esta semana, são os processos relativos à violência contra a mulher. A gente entende que fazendo isso está contribuindo para a redução da violência doméstica”, disse a Juíza Iracy Mangueira, da Coordenadoria da Mulher do TJSE. Só este ano, até junho, foram iniciados em Sergipe 2.962 novos processos de violência doméstica. Conforme a juíza, a denúncia dos casos de violência é cada vez mais crescente.

“Pesquisas mostram que a Lei Maria da Penha é uma das mais conhecidas entre os brasileiros. As denúncias sinalizam para a necessidade de ações como essa. É bom lembrar que o TJSE adere à Semana não apenas no 1º grau, mas também no julgamento de recursos de ações cujo assunto é a violência doméstica”, ressaltou a magistrada. A programação da Semana também oferece oficinas e exposições, inclusive com ações de sensibilização nas Comarcas de Pacatuba, Carmópolis, Socorro e Estância.

A delegada e professora universitária Daniela Lima ministrou o curso ‘Gênero e Vulnerabilidade: Lei 11.340/2006 e o Direito Penal dos Vulneráveis’. “A vulnerabilidade é aquela situação em que determinados segmentos encontram dificuldades em fazer valer os seus direitos. A mulher, por razões históricas e culturais muito arraigadas, está em um desses segmentos. Nascer mulher é mais arriscado no sentido em que você pode ter seus direitos violados mais facilmente. Em razão disso, faz-se necessário a existência de legislações especiais”, opinou a delegada.

Ela lembrou que é necessário que as legislações específicas sejam efetivadas de forma a modificar a vida das pessoas, para que as mulheres tenham direito a uma vida sem violência, feliz e de igualdade. Daniela Lima lembrou, ainda, que a primeira Delegacia da Mulher foi criada em São Paulo, em 1986, e a de Sergipe foi a segunda do país, no mesmo ano. “Até então não existia um esforço estatal para que políticas públicas existissem. Desde então, caminhamos muito e bem. Se hoje existe uma Coordenadoria da Mulher no Tribunal é resultado dessa caminhada”, analisou.

Cooperação

Outra atividade da VIII Semana da Justiça pela Paz em Casa foi a assinatura de um Termo de Cooperação com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) para capacitar policiais que farão o atendimento humanizado a mulheres vítimas de violência, especialmente no interior sergipano, nos municípios onde não há delegacias especializadas. “É de suma importância quando os órgãos se unem em prol do enfrentamento à violência”, destacou Katarina Feitoza, Delegada Geral da SSP.

“Com os novos concursados, os agentes de polícia e escrivães estão sendo chamados e indo para o interior. Por isso, é interessantíssimo esse apoio do Tribunal de Justiça em qualificá-los para que atendam, cada vez melhor, a mulher vítima de violência. A demanda é crescente porque quanto mais informação a mulher tem e toma ciência que é uma cidadã com direitos, ela denuncia. Assim, é necessário que nossos servidores estejam aptos a atender essa mulher”, ponderou a delegada.

Programação

As atividades da VIII Semana da Justiça pela Paz em Casa continuam na tarde de hoje. Confira a programação completa:

21/08, segunda-feira

Roda de Conversa “Aplicação das práticas restaurativas na Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher”
Facilitadoras: Dra. Adélia Pessoa, Dra. Daniela Costa e Dra. Iracy Mangueira
Local: Ejuse Servidores
Horário: 14h às 16h

Audiências Concentradas
Local: Todas as Comarcas

22/08, terça-feira

Pauta do 2º Grau / Julgamento de ações de violência doméstica e familiar contra a mulher
Local: Câmara Criminal, Palácio da Justiça, 8º andar

Distribuição de material educativo nos semáforos e blitz com os guardas municipais
Local: Município de Estância
Horário: 8h

Sensibilização dos profissionais da saúde em relação à violência doméstica e familiar contra a mulher
Local: Município de Estância
Horário: 9h

Exposição de fotografia “Colorindo a Dor”
Local: Fórum Gumersindo Bessa

23/08, quarta-feira

Oficina sobre violência doméstica contra a mulher
Local: Presídio Militar (Presmil)
Horário: 8 às 12h

24/08, quinta-feira

Apresentação do projeto “Interior em Rede”
Local: Município de Pacatuba
Horário: 9h

25/08, sexta-feira

Exposição de fotografia “Colorindo a Dor”
Local: Fórum de Socorro

Apresentação do projeto “Interior em Rede”
Local: Município de Carmópolis
Horário: 9h

28/08, segunda-feira

Continuidade do curso “Gênero e Vulnerabilidade: Lei 11.340/2006 e o Direito Penal dos Vulneráveis”
Público-alvo: servidores do TJSE
Facilitadora: Profª Daniela Lima
Local: Ejuse Servidores
Horário: 8h às 13h

Programação da Rede
Coordenadoria Municipal de Política para Mulheres

31/08, quinta-feira
Seminário do 11º Aniversário da Lei Maria da Penha
Local: Auditório da Secretaria de Inclusão e Direitos
Humanos (SEIDH)
Horário: 8 às 12h
Mais informações sobre o seminário: (79) 3179 4512

 

Clique aqui e veja onde os casos de violência contra a mulher podem ser denunciados. Veja também todos os endereços e contatos da rede de enfrentamento por município sergipano

O Comitê de Atenção Integral à Saúde do TJSE, coordenado pela Desª Ana Lúcia Freire dos Anjos, promoveu, em parceria com a Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), na sexta-feira, 18/08, workshop sobre Constelações Familiares. Oitenta e três servidores e 13 magistrados participaram do treinamento que teve como facilitadora a consultora organizacional e psicoterapeuta, Annacy Amorim Santos.

Com 04 horas-aula, além do tema constelações familiares, a capacitação levou conhecimento aos servidores e magistrados sobre ciência contemporânea, conexões multigeracionais e a busca do equilíbrio. Segundo a facilitadora, o treinamento fará com que os integrantes do Judiciário passem a lidar melhor com os desafios do dia a dia, dentro de uma visão sistêmica. “O curso visa integrar o desenvolvimento intra e inter pessoal, social e profissional dos participantes. Aqui eles aprenderam sobre como se comportar diante das situações traumáticas que o mundo moderno nos impõe, especialmente na área judicial, sem que isso os leve para um quadro de estresse ou adoecimento”, explicou a psicoterapeuta.

A Desª Ana Lúcia Freire dos Anjos destacou que, além de sensibilizar os servidores e magistrados para a prática das Constelações Familiares, o curso demonstra também a preocupação do TJSE com as pessoas que integram o Poder. “Nos encontros do Comitê percebemos que, por conta do aumento exponencial da demanda judicial e das exigências para o cumprimento de metas, magistrados e servidores estão trabalhando sob estresse. A ideia do curso é também fazer com que as pessoas consigam enfrentar esses desafios de forma mais tranquila e preparada, tanto física quanto emocionalmente”, comentou a magistrada.

“Este é um curso com uma abordagem holística, focado na mudança do próprio padrão vibratório das pessoas. Se é possível afirmar que existe a troca de energias, aumentar a capacidade do magistrado de emanar bons padrões acarreta uma maior produtividade e o desenvolvimento de relações mais harmônicas no trabalho. Sempre que a mente se estabiliza, encontra paz interior e satisfação nas pequenas ações do dia a dia, o corpo reflete, apresenta-se saudável. É a máxima extraída do aforismo "mens sana in corpore sano" ("uma mente sã num corpo são") oriunda do poeta romano Juvenal”, afirmou a Juíza Karina Torres Abdala, titular da Comarca de Umbaúba.

O secretário do Comitê, Thyago Avelino, informou que o curso visa também apresentar a técnica das Constelações Familiares para os servidores e magistrados. “Vários tribunais no país já utilizam a prática em procedimentos pré-processuais e nas conciliações e mediações judiciais. Estamos acompanhado o CNJ que estimula as práticas de alternativas de resolução de conflitos, diante de uma conscientização das partes”, concluiu o servidor.

"O curso foi de suma importância, pois demonstrou a existência de mais uma ferramenta capaz de se chegar à solução de conflitos de forma voluntária, assunto tão em voga no atual CPC, já que, como se sabe, através da técnica das Constelações Familiares têm se solucionado demandas ainda na fase conciliatória. O treinamento também nos fez refletir sobre qual o impacto do trabalho em nossas vidas, nos induzindo à busca do equilíbrio, com a tomada de consciência de fatos e fatores que regem nossas relações pessoais e profissionais. Uma verdadeira incitação ao autoconhecimento", relatou a servidora do Departamento de Precatórios, Carolina Gama.

Constelação Familiar no Judiciário

A constelação familiar foi criada pelo filósofo alemão Bert Herllinger e, aplicada ao Poder Judiciário, a técnica consiste em uma sessão de conciliação ou mediação até dois meses antes de uma audiência. Nas sessões, os participantes são estimulados a refletir sobre seus vínculos familiares, o litígio e os motivos que os levaram a entrar com o processo judicial. O objetivo é que, por meio da observação da dinâmica do sistema familiar, sejam interrompidos comportamentos repetitivos que geram conflitos e possibilitar a conversa entre os litigantes, que resulta, frequentemente, no acordo.

Pelo menos 11 Estados (Goiás, São Paulo, Rondônia, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Alagoas e Amapá) e o Distrito Federal já utilizam a dinâmica da "Constelação Familiar" para ajudar a solucionar conflitos na Justiça brasileira. A medida está em conformidade com a Resolução CNJ nº 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estimula práticas que proporcionam tratamento adequado dos conflitos de interesse do Poder Judiciário. A técnica vem sendo utilizada como reforço antes das tentativas de conciliação em vários Estados.

A intenção da utilização da técnica é buscar esclarecer para as partes o que há por trás do conflito que gerou o processo judicial. Os conflitos levados para uma sessão de constelação, em geral, versam sobre questões de origem familiar, como violência doméstica, endividamento, guarda de filhos, divórcios litigiosos, inventário, adoção e abandono.

Com informações do CNJ

A VIII Semana da Justiça pela Paz em Casa, evento que visa combater a violência contra a mulher, tem início nesta segunda-feira, dia 21/08, e prossegue até o dia 31 de agosto. Várias atividades serão realizadas, como audiências concentradas, cursos, roda de conversa, oficina, exposição fotográfica e seminário do 11º Aniversário da Lei Maria da Penha.

A Semana é um programa do Poder Judiciário, faz parte da Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e foi idealizada pela Ministra Carmem Lúcia, em 2015. Desde então, é promovida pelos Tribunais Estaduais com o objetivo de ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha e realizar ações de cunho preventivo em parceria com a rede de atendimento e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

Confira a programação completa em Sergipe:

21/08, segunda-feira

Lançamento da VIII Semana da Justiça Pela Paz em Casa
Apresentação do Portal da Mulher, Fluxos e Modelos Institucionais
Local: Auditório da Ejuse Magistrados
Horário: 7h30

Curso “Gênero e Vulnerabilidade: Lei 11.340/2006 e o Direito Penal dos Vulneráveis”
Público-alvo: Servidores do TJSE
Facilitadora: Profª Daniela Lima
Local: Auditório da Ejuse Magistrados
Horário: 8h às 13h

Assinatura de Termo de Cooperação com a SSP/SE para especialização do atendimento da mulher vítima no interior do Estado
Local: Presidência do TJSE

Roda de Conversa “Aplicação das práticas restaurativas na Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher”
Facilitadoras: Dra. Adélia Pessoa, Dra. Daniela Costa e Dra. Iracy Mangueira
Local: Ejuse Servidores
Horário: 14h às 16h

Audiências Concentradas
Local: Todas as Comarcas

22/08, terça-feira

Pauta do 2º Grau / Julgamento de ações de violência doméstica e familiar contra a mulher
Local: Câmara Criminal, Palácio Da Justiça, 8º andar

Distribuição de material educativo nos semáforos e blitz com os guardas municipais
Local: Município de Estância
Horário: 8h

Sensibilização dos profissionais da saúde em relação à violência doméstica e familiar contra a mulher
Local: Município de Estância
Horário: 9h

Exposição de fotografia “Colorindo a Dor”
Local: Fórum Gumersindo Bessa

23/08, quarta-feira

Oficina sobre violência doméstica contra a mulher
Local: Presídio Militar (Presmil)
Horário: 8 às 12h

24/08, quinta-feira

Apresentação do projeto “Interior em Rede”
Local: Município de Pacatuba
Horário: 9h

25/08, sexta-feira

Exposição de fotografia “Colorindo a Dor”
Local: Fórum de Socorro

Apresentação do projeto “Interior em Rede”
Local: Município de Carmópolis
Horário: 9h

28/08, segunda-feira

Continuidade do curso “Gênero e Vulnerabilidade: Lei 11.340/2006 e o Direito Penal dos Vulneráveis”
Público-alvo: servidores do TJSE
Facilitadora: Profª Daniela Lima
Local: Ejuse Servidores
Horário: 8h às 13h

Programação da Rede
Coordenadoria Municipal de Política para Mulheres

31/08, quinta-feira
Seminário do 11º Aniversário da Lei Maria da Penha
Local: Auditório da Secretaria de Inclusão e Direitos
Humanos (SEIDH)
Horário: 8 às 12h
Mais informações sobre o seminário: (79) 3179 4512

A Comissão Permanente de Avaliação Documental do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) publicou no Diário da Justiça de 15/08, o Edital de Eliminação de Autos Findos nº 02/2017. O referido edital prevê a eliminação de 10.299 processos findos e outros 420 para guarda permanente, de competência das 4ª e 7ª Varas Cíveis da Comarca de Aracaju. As partes podem requerer os documentos que desejarem preservar, por meio de requerimento próprio e no prazo de 45 dias, a contar da data da publicação do edital.

Os requerimentos de interessados serão deferidos e efetivados após o decurso do prazo supracitado. Havendo mais de um interessado no mesmo documento, a Comissão Permanente de Avaliação Documental deliberará a quem caberá receber o original, devendo a outra parte obter uma cópia, arcando com a despesa.

A consulta e solicitação dos autos/documentos pode ser realizada no Arquivo Judiciário, localizado à rua Construtor Carlos Sampaio, s/n, bairro Capucho, Aracaju-SE, de segunda a sexta-feira, das 7 às 13 horas. Confira aqui a lista de processos selecionados para a eliminação.

Os processos não retirados até o prazo de 45 dias serão eliminados em data oportuna, por meio de reciclagem (responsabilidade social), a ser efetivada pela Cooperativa de Agentes Autônomos de Reciclagem de Aracaju (Care), após assinatura do termo de eliminação.

Dos processos a serem eliminados, são retiradas as decisões, sentenças e acórdãos para a guarda permanente. Além disso, o banco de dados do TJSE manterá todas as informações necessárias para a expedição de certidões acerca de tais processos, a qualquer tempo, se necessário.

Os processos classificados como de guarda permanente recebem um selo adesivo para identificação. Conforme Recomendação nº 37 do CNJ e Resolução nº 38/2012 do TJSE, sendo considerados segundo sua classe ou assunto; os de guarda amostral e os processos históricos, os quais recebem tal atribuição após análise dos servidores da Divisão de Memória do Arquivo, integrantes do Núcleo de Avaliação Histórica, como forma de contribuição para a preservação da memória do Poder Judiciário e da sociedade sergipana.

 

Servidores e magistrados já podem agendar consultas e atendimentos no Centro Médico do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) através da internet, pelo Portal do Servidor. O novo ‘Sistema de Agendamento de Consultas’ começou a funcionar esta semana e está agendando consultas médicas, odontológicas, atendimentos de Psicologia e Serviço Social, como também a terapia mais recente oferecida pelo Centro Médico do TJSE: sessões de reiki.

Clicando aqui (ou indo pelo caminho Servidor – Centro Médico) aparecerá um campo para ser preenchido com matrícula e senha do usuário. O sistema pergunta se o atendimento será para o servidor ou para o dependente. Na tela, aparecerão as datas, horários e profissionais disponíveis. O servidor recebe em seu e-mail funcional a solicitação do atendimento.

No item ‘Confirmação’ é possível conferir todos os atendimentos agendados e também cancelar a solicitação, caso seja necessário. Por enquanto, só não está disponível para marcação pela internet os serviços da Fisioterapia, pela necessidade de adequações no sistema.

Os Desembargadores integrantes da 10ª Câmara Cível do TJRS determinaram a exclusão de ofensas e de fotografias de Blog, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. No entanto, foi mantido o direito de informar e de livre manifestação.

Sob o pretexto de informar os associados do GBOEX, entidade que atua na área de previdência e seguros, o escritor do blog fez críticas a um dos conselheiros da organização e ao próprio GBOEX.

Foi utilizada uma foto do conselheiro sem autorização dele, onde o autor do blog afirmava ser o chefe da quadrilha. Ele ainda afirmava que o conselheiro receberia salário de mais de R$ 80 mil e se intitularia general. Referiu-se à entidade como uma arapuca. Em outra publicação o réu legendou a foto do conselheiro com a frase comparando-o a um conhecido traficante brasileiro.

O Juiz de Direito concedeu parcialmente o pedido antecipatório, determinando ao réu que se abstivesse de "veicular mensagens ofensivas, atentatórias à imagem dos requerentes, por quaisquer meios físicos e eletrônicos/virtuais, devendo-se restringir à publicação de matérias informativas de interesse dos associados, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, limitada a 60 dias".

Os autores recorreram pedindo que toda referência lesiva à moral dos autores fosse excluída. Mencionaram a existência de excesso do direito de informar.

Agravo

O relator, Desembargador Marcelo Cezar Müller, avaliou que, neste caso, a afronta ao direito ao bom nome, honra e personalidade pode estar presente. O prejuízo pode se agravar cada vez mais, sendo a reparação e compensação nem sempre eficazes, se baseadas somente na indenização posterior.

Para o magistrado, o termo arapuca, em princípio, não é excesso. Porém, ele considera que o restante das referências são graves e merecem exclusão imediata.

Por isso, foi confirmada a medida liminar solicitada para determinar a exclusão das ofensas que já constam no blog em relação aos autores.

"O direito de informar e de crítica é garantido e permanece. Isto é, deve ser mantido o direito de informar, de criticar e a livre manifestação do pensamento. Contudo, o excesso cometido (ofensa) não parece ser adequado. De sorte que os requisitos legais, como a probabilidade do direito e a presença de dano estão presentes", concluiu o Desembargador.

Ele ainda finalizou o voto afirmando que o cumprimento da medida liminar e eventuais fatos novos merecem análise no 1º Grau.

Participaram do julgamento os Desembargadores Túlio de Oliveira Martins e Jorge Alberto Schreiner Pestana.

Proc. nº 70068350438

Fonte: TJRS

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou uma microempresa que, sem autorização, produzia carteiras e mochilas com emblemas de quatro times de futebol a pagar R$ 5 mil por danos morais a cada um dos clubes. A decisão foi unânime.

No curso do processo, foram apreendidos 19 produtos com os escudos do Corinthians, Palmeiras, Vasco e Santos. Na sentença, o juiz considerou apenas a quantidade encontrada no local para estabelecer que a indenização de danos materiais devida aos clubes seria correspondente ao valor dos produtos: R$ 190,00. O Tribunal de Justiça de São Paulo negou provimento ao recurso das agremiações, que queriam aumentar o valor da reparação.

Ao STJ, os times pediram novamente, em recurso especial, a majoração dos valores da indenização, alegando que uma vez comprovado o comércio de produtos piratas, o sistema legal vigente determina o dever de indenizar mediante o critério que for mais favorável ao prejudicado.

Jurisprudência

A ministra relatora do caso, Nancy Andrighi, deu provimento parcial ao recurso dos times. A indenização de danos materiais foi mantida em R$ 190,00, mas a Terceira Turma condenou a empresa a reparar os clubes pelos danos morais. De acordo com a relatora, o dano moral alegado decorre de violação ao direito de exploração exclusiva da marca pelos clubes de futebol.

Nancy Andrighi destacou ainda que o prejuízo suportado prescinde de comprovação e que a jurisprudência do STJ já assentou o entendimento de que, “para além da questão da vulgarização, deve-se reconhecer que a contrafação também pode lesar a honra objetiva do titular da marca, na medida em que os produtos contrafeitos revelem qualidade precária”.

Ofensa à imagem

A ministra explicou que, para definir a compensação para cada um dos times de futebol integrantes do processo, foi considerado o porte econômico das partes envolvidas, a credibilidade e o alcance das marcas que foram objeto de falsificação, além da quantidade de material apreendido – apenas 19 unidades de produto falsificado.

“Para o STJ, portanto, é cabível a compensação por danos morais experimentados pelo titular de marca alvo de contrafação, os quais decorrem de ofensa à sua imagem, identidade e credibilidade”, destacou a relatora.

Fonte: STJ

A Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), através da Coordenadoria de Cursos para Servidores, confirma as inscrições para o curso abaixo:

 

Curso:

Workshop sobre Constelações Familiares

Diae Horário:

18/08/2017 das 09:00 às 13:00 horas

Local:

EJUSE – Anexo I – Auditório - 7º andar

Carga horária:

04 horas/aula

Facilitador:

Annacy Amorim Santos - Consultora Organizacional, Psicoterapeuta Corporal, Transpessoal e Familiarque possui Formação Holística de Base (UNIPAZ/BA), Graduação e Pós-Graduação em Core Energetics (Institute of Core Energetics New York/UNIPAZ Brasília)

Realização:

Coordenadoria de Cursos para Servidores e Coordenadoria de Cursos para Magistrados

Conteúdo programático:

  • A ciência contemporânea e a visão sistêmica de mundo

  • Constelações Familiares

  • O Sistema das ordens do amor

  • Conexões multigeracionais

  • A busca do equilíbrio

Mais informações:

3226-3318, 3226-4204 ou e-mail ejuseservidor@tjse.jus.br

 

Inscrições confirmadas

 

Nome

Mat.

Lotação

1

ADILSON MOTA DE SANTANA

3240

Divisão de Transportes

2

ALANE SILVA DE MEDEIROS

4083

Gab. Des. Roberto Eugênio da Fonseca Porto

3

ALMIRA MACHADO ANDRADE

7938

17ª Vara Cível

4

ANA FLÁVIA TRINDADE SANTOS ALVES

7344

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

5

ANA ISABEL FONSECA CORREIA SANTA ROZA

8023

Assessoria Jurídica - CGJ

6

ANA PAULA NOVAIS LUZ

8785

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

7

ANA YARA DE OLIVEIRA BRASIL

15133

SÃO DOMINGOS

8

ANDRÉA CARLA PEREIRA ROCHA

8897

12ª Vara Cível

9

ANDRÉA YURI OTSUKA

9475

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

10

ANNA BEATRIZ DE GOIS DEDA

7378

Secretaria de Planejamento e Administração

11

ANNE JACQUELINE DA SILVA SANTOS

13957

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

12

BRUNO JOSE PEREIRA FRANCA DANTAS

15787

Supervisão do Protocolo Integrado do Gurmesindo Bessa

13

CAMILA ALVES GAMA

13673

SOCORRO - 3ª Vara Cível

14

CARLA MARIA FRANCO LAMEIRA VITALE

3164

Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos

15

CAROLINA GAMA DA SILVA

14434

Departamento de Precatórios

16

CÁTIA CRISTINA ALMEIDA PORTO

2017

Coordenadoria de Serviços

17

CÉLIA REGINA MILANEZ SOUZA

7304

17ª Vara Cível

18

DANIELA PATRÍCIA DOS SANTOS ANDRADE

7024

Coordenadoria de Cursos Externos EJUSE

19

DANIELLE MORAES SANTOS

16336

PROPRIÁ - 6º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

20

DENISE VIEIRA REGIS SALDANHA

10631

Diretoria de Produção e Suporte

21

EDELTRUDES MACHADO TOJAL CIANNI

1471

Divisão de Gestão Fiscal

22

EDRYENNE MATOS AMARAL

18825

SOCORRO - 2º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

23

EDVANIA REZENDE SILVA

2651

Central de Mandados da Grande Aracaju

24

ELAYNE MACIEL BARCELOS DE ANDRADE

10632

18ª Vara Cível

25

EMANUELA MAIA DOS ANJOS

16650

ESTÂNCIA – 1ª Vara Criminal

26

ÉRIKA LETÍCIA FONTES FERNANDES

7339

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

27

EWELIN BARRETO DA SILVA

15872

PROPRIÁ - 6º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

28

FABIO LIMA SANTOS

16184

ARAUÁ

29

FERNANDA MENEZES RABELO DE JESUS

8456

Gab. Des. Roberto Eugênio da Fonseca Porto

30

FLAVIANA GOMES DA SILVEIRA

19144

1ª Vara Cível e Criminal

31

FRANCISCO DE ASSIS CARVALHO RAMOS

8786

17ª Vara Cível

32

GEORGETE DE CASSIA MAIA SANTOS MOREIRA

10625

18ª Vara Cível

33

GUARALÚCIA DAS VIRGENS SANTOS MARQUES

1125

Sub-Secretaria da 1ª Câmara Cível

34

GUTEMBERGUE TIBURTINO DE MELO

2678

Setor de Gestão de Pessoal

35

ILMA SUZANA TELLES DE SOUZA MACEDO

8522

Coordenadoria Administrativa EJUSE

36

INGRID ANE HORA SOUZA

18566

PACATUBA

37

IZABELLA SANTOS DE JESUS

8852

17ª Vara Cível

38

JEANE CRISPIM DA SILVA

7431

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

39

JOANA SANTANA DE MELO NETA

17280

LAGARTO - 4º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

40

JOVANIRA PITANGA LIMA

657

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

41

JUAREZ JOSE DE SANTANA JUNIOR

14823

PIRAMBU

42

KARINA GUIMARÃES VASCONCELOS SANTOS

9476

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

43

LARA GRAVE DE FRANÇA

17334

12ª Vara Cível

44

LARISSA MENDES CARMONA PEREIRA

9465

5º Juizado Especial Cível

45

LEILA DE OLIVEIRA CRUZ SANTOS

16176

ESTÂNCIA - 3º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

46

LÍGIA VIEIRA DE MELO

3702

Coordenadoria de Serviços

47

LITZA MÔNICA DANIEL OLIVEIRA MENEZES

4342

8º Juizado Especial Cível

48

LÍVIA SANTOS ROCHA

8783

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

49

LÍVIA SOARES DOS SANTOS

7009

9ª Vara Criminal

50

LIZ CEZAR DE OLIVEIRA

10165

19ª Vara Cível

51

LUCIANA MARIA DANTAS FONTES VIANNA

16346

CAPELA

52

LUCINETE MORAIS ARAUJO CESTARO

7175

8º Juizado Especial Cível

53

MARCIA HELENA MACEDO GUIMARAES

15111

PIRAMBU

54

MÁRCIA MELO DE OLIVEIRA SANTOS

7533

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

55

MARIA CLEIDEJANE DA SILVA SANTOS

9941

7ª Vara Criminal - Vara Execução Criminal

56

MARIA KÁTIA NUNES RIBEIRO LIMA

8001

Divisão de Protocolo e Registro

57

MARIA LEITE DE SANTANA

8002

SÃO CRISTÓVÃO - 2ª Vara Cível

58

MARISTELA MOURA GONÇALVES

7817

Juizado Expresso dos Fóruns Integrados III

59

MARIZA LAIS SILVA SANTOS

18367

Coordenadoria das Mulheres

60

MELANIE ROCHA PORTO OLIVEIRA

15472

Assessoria Jurídica - CGJ

61

MICHELLE DA CONCEIÇÃO COSTA CUNHA

7398

17ª Vara Cível

62

MILLENA DA COSTA FONTES

16465

ESTÂNCIA - 3º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

63

MITRIENE CHRISTIEN DE JESUS VASCONCELOS

18565

18ª Vara Cível

64

PATRÍCIA CALAZANS MOTA

7409

17ª Vara Cível

65

PEDRO OLIVEIRA LEITE NETO

15293

Centro Judiciário de Solução de Conf e Cidadania

66

RAFAELA DANTAS DE ANDRADE SILVEIRA

15846

ESTÂNCIA – 1ª Vara Criminal

67

RAIMUNDA SANTANA DE MORAIS VIANA

2384

LAGARTO - Central de Mandados

68

ROMEU VILLA FLOR SANTOS NETO

10953

SOCORRO - 1ª Vara Criminal

69

ROSELY DORTAS DE LIMA

8229

12ª Vara Cível

70

ROZANGELA BRAGA DE OLIVEIRA

10357

1ª Escrivania - 1ª Câmara Cível

71

SABRINA DUARTE CARDOSO

7352

Coordenadoria das Mulheres

72

SASQUIA MONIK PIMENTEL OLIVEIRA PASSOS

15294

Centro Judiciário de Solução de Conf e Cidadania

73

SUMAIA ABGAIL FRANCA RAMOS SILVA

2057

Diretoria de Orçamento

74

SYLVERA SALES DE SANTANA ARAGAO

2673

Centro Judiciário de Solução de Conf e Cidadania

75

TATIANE DOS SANTOS SILVA LISBOA

18860

ITABAIANINHA

76

TATYANE TRINDADE GUIMARÃES BEZERRA

9368

Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos

77

TAYLANNE ALVES ARAUJO

15195

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

78

THYAGO AVELINO SANTANA DOS SANTOS

16157

Divisão de Planos e Programas

79

VALDELICE BISPO DOS SANTOS

19156

PROPRIÁ - 6º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

80

VÂNIA DOS SANTOS BARBOSA

7217

Coordenadoria das Mulheres

Quinta, 10 Agosto 2017 16:25

TJSE é representado no XXI Fonajuv

Foi realizado, nos dias 10 e 11 de agosto, em Cuiabá (MT), o XXI Fórum Nacional da Justiça Juvenil (Fonajuv), que, nesta edição, debateu sobre as experiências de diversas regiões visando à construção de ferramentas que garantam agilidade e concretude na aplicação das medidas socioeducativas no Brasil. O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) foi representado no evento pela Juíza Iracy Mangueira, da Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ).

“O objetivo do encontro foi discutir a socioeducação, sobretudo quanto à aplicação de medidas em meio aberto, como a liberdade assistida e a prestação de serviços à comunidade, como alternativas à semiliberdade e à internação. Também foram discutidas as perspectivas de alteração da legislação pertinente à criança e ao adolescente, a escolarização nas unidades de internação e semiliberdade, algo fundamental ao processo de ressocialização do adolescente como ser em desenvolvimento”, ressaltou Iracy Mangueira, lembrando que somente através da aquisição do conhecimento é possível transcender para uma cultura da paz, capaz de resgatar este adolescente que está em conflito com a lei.

Ainda conforme a magistrada, outra discussão em destaque no evento tratou do controle da convencionalidade, no sentido de que toda interpretação a ser conferida à legislação relativa à infância e juventude deve estar condizente com os princípios constitucionais, como também com as normas previstas nos tratados e convenções ratificados pelo Brasil. “A perspectiva de aplicação da Justiça Restaurativa também foi abordada, como forma de responsabilização do adolescente e envolvimento de todo sistema de garantias, da família, da sociedade e do Estado em um esboço de convivência que possa garantir às demandas de criança e adolescente prioridade absoluta, acrescentou a Juíza da CIJ.

A programação incluiu conferências, painéis, lançamento de livros, apresentação de boas práticas e oficinas para elaboração de enunciados. 

Além de magistrados de todo o país, participaram do evento integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e profissionais de equipes multidisciplinares da área da infância e juventude. A iniciativa é apoiada pelo Fórum Nacional da Infância e da Juventude (Foninj), Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj), Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Instituto Brasileiro de Direito da Criança e do Adolescente (IBDCRIA), Ministério dos Direitos Humanos (MDH) e Unicef.

 

Com informações do TJMT

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