Luciano Freire Araújo

Luciano Freire Araújo

O Pleno do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), em sessão realizada nesta quarta-feira, 17.06, negou, por maioria (7x3), provimento ao Agravo Regimental (201500112166) impetrado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica da Rede Oficial do Estado de Sergipe (Sintese), que pedia a suspensão da liminar, deferida monocraticamente pelo Relator Des. José dos Anjos, que declarou a ilegalidade da greve e determinou a suspensão imediata do movimento paredista, sob pena de multa diária de R$ 10 mil, limitada ao valor de R$ 300 mil.

Em seu voto, o relator informou inicialmente que a matéria a ser tratada no Agravo se resumia apenas a avaliar o cumprimento, ou não, dos requisitos contidos a Lei nº 7.783/1989, ou seja, se o movimento grevista capitaneado pelo Sintese cumpriu os preceitos contidos em lei. “Fixado os lindes deste recurso regimental, os temas relevantes suscitados neste recurso, são os seguintes: 1) a essencialidade do serviço prestado pelos servidores integrantes do Magistério Público do Estado de Sergipe; 2) a necessidade de se evitar a descontinuidade do serviço público e, por derradeiro, 3) os fundamentos da decisão deu ensejo ao presente recurso regimental”.

Segundo o Des. José dos Anjos, o Sindicato recorrente não logrou êxito em demonstrar que as negociações foram frustradas por culpa da Administração Estadual. “Analisando o manancial probatório constante nos autos, está claro que o Sindicato recorrente não deixou de dialogar com a Administração Estadual mesmo após o início da greve, fato que, inclusive, foi amplamente noticiado em diversos veículos de informação deste Estado”, explicou.

Ainda de acordo com o relator, ambas as partes, Síntese e o Estado de Sergipe, adotam posturas inflexíveis diante da controvérsia posta e que tentou conciliar as partes, tendo realizado duas audiências com Secretários de Estado e a Diretoria do Sindicato. “O Sindicato agravante não entabulou acordo algum e, ao invés disso, propugnou que o movimento paredista seguiria até que suas reivindicações fossem atendidas, como amplamente divulgado em diversos meios de comunicação”.

“Por conta destes fatos, entendo que foram exauridas todas as alternativas de composição, cumprido a este relator, então, avaliar a legalidade do movimento grevista à luz dos regramentos constantes na Lei nº 7.783/1989 e sopesando o direito de greve - constitucionalmente assegurado aos Servidores Públicos que compõem o Magistério Público do Estado de Sergipe – com o interesse público”, ponderou o magistrado.

Ao analisar os requisitos da mencionada Lei, o relator explicou que “a sociedade sergipana não pode ser compelida a suportar os nefastos prejuízos decorrentes do movimento paredista que já impôs prejuízos imensuráveis a todos os alunos matriculados na rede estadual de educação, pois, friso novamente, as atividades letivas foram paralisadas por completo no Estado de Sergipe”.

Ao final, o Des. José dos Anjos concluiu que é evidente que a motivação avistável na decisão objeto deste recurso ainda persiste, pois se houve a interrupção das negociações isto é decorrência, também, das ações promovidas pelo Sindicato agravante e que o Sintese não garantiu a continuidade em grau mínimo do serviço público essencial que prestam à sociedade. “Assim, analisando apenas as regras para a deflagração do movimento grevista, tenho que o Sintese não observou os preceitos legais constantes na Lei nº 7.783/1989, o que causa prejuízos aos alunos da Rede Pública de Ensino do Estado de Sergipe e à sociedade sergipana”, finalizou o relator, mantendo a liminar que declarou a ilegalidade da greve dos professores.

Os três votos dissidentes foram proferidos pelos Desembargadores Cezário Siqueira Neto e Iolanda Guimarães e pelo Juiz Convocado, Gilson Felix, que basearam o seu entendimento para votar no sentido de prover o Agravo Regimental, afirmando que os requisitos previstos pela Lei nº 7.783/1989, neste momento inicial da demanda, foram cumpridos pelo Sintese, já que não é possível determinar se houve ou não rompimento das negociações. Segundo os votos dissidentes, o Estado de Sergipe afirma que cerca de 40% dos professores não aderiram a greve, fato que supre, mesmo que involuntariamente, o requisito da quantidade mínima de professores em sala de aula.

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) deu início, nesta terça-feira, 16.06, à 7ª Pesquisa de Satisfação do Judiciário sergipano. A consulta aos usuários da Justiça será realizada até o dia 26.06 e acontece nas Comarcas de Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão, Tobias Barreto, Propriá, Lagarto, Itabaiana, Estância e Nossa Senhora da Glória. A pesquisa aborda vários temas como atendimento nas recepções, secretarias, audiências, estruturas físicas, assim como os serviços oferecidos como Ouvidoria, Disque Processo, Justiça Volante, Juizado Expresso e, por fim, Confiabilidade no Judiciário.

Nesta 7ª edição espera-se ouvir cerca de 1400 pessoas nas dependências dos fóruns das cidades, tendo 40 estagiários como aplicadores. Cada município teve sua amostragem calculada em separado, levando-se em consideração a relação população/demanda processual. A novidade para este ano é a inclusão da Pesquisa de Satisfação como indicador do Macrodesafio da Garantia dos Direitos a Cidadania, que integra o Planejamento Estratégico do TJSE para os anos de 2015/2020, e tem um magistrado como gestor.

O Juiz Titular da 3ª Vara Cível de Socorro e gestor do Macrodesafio da Garantia dos Direitos à Cidadania, José Adailton Santos Alves, explicou que os magistrados e servidores vivem o dia a dia dos jurisdicionados e a pesquisa tem se mostrado muito eficiente quanto ao planejamento do tribunal e as medidas que são tomadas para melhorar os serviços do Judiciário. “Mesmo antes de ser gestor do Macrodesafio já tinha uma simpatia pela Pesquisa e elogiava a sua eficiência, pois os dados repassados para os juízes são muito importantes para melhorar ainda mais a prestação jurisdicional”, comentou o magistrado.

Segundo a coordenadora da consulta, Adriana Araujo Dias, a metodologia da Pesquisa de Satisfação do TJSE obteve reconhecimento nacional, pois foi um dos projetos selecionados pelo Colégio de Permanente de Ouvidores Judiciais para ser apresentado em seu I Encontro, que acontece este ano em Gramado. “Esperamos que a pesquisa cumpra o seu papel em relação ao Macrodesafio e mais que isso, auxilie os departamentos no desenvolvimento e melhoria dos seus serviços e atividades”, completou a servidora.

Para o Garçom Otoniel dos Santos, que foi ao Fórum do Marcos Freire para uma audiência de divórcio, a Pesquisa é uma excelente oportunidade para que os usuários da Justiça possam se posicionar e avaliar os serviços prestados. “São perguntas participativas que nos possibilita adquirir um maior conhecimento do Judiciário”, concluiu.

A Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, em razão da necessidade de capacitação continuada nas competências estratégicas e de prioridade absoluta, e considerando determinação da Corregedoria Nacional de Justiça, CONVOCA os Analistas Judiciários das especialidades Psicologia e Serviço Social, abaixo elencados, para o Curso “Bases Fundamentais do Plano de Convivência Familiar e Comunitária e do Plano de Atendimento Socioeducativo: teorias e práticas para a  construção do exercício profissional no cotidiano”, a ser realizado pela Escola Judicial de Sergipe, por meio da Coordenadoria de Cursos para Servidores, em conjunto com a Coordenadoria da Infância e da Juventude.

 

Curso:

Curso Bases Fundamentais do Plano de Convivência Familiar e Comunitária e do Plano de Atendimento Socioeducativo: teorias e práticas para a  construção do exercício profissional no cotidiano.

Data:

22 de junho de 2015

Horário:

8 às 12h30 e 14 às 18h

Facilitadora:

Professora Doutora Sílvia Losacco

Local:

Palácio da Justiça Tobias Barreto de Menezes - Auditório José Rollemberg Leite

Público-alvo:

Psicólogos e Assistentes Sociais do Tribunal de Justiça.

Proposta do Curso:

Proporcionar informações necessárias para a boa prática no trabalho cotidiano e nas interlocuções na área dos direitos de crianças e adolescentes.

Objetivo:

Disponibilizar saberes e desencadear debates para o exercício da boa prática.

Conteúdo Programático:

As compreensões necessárias sobre os avanços legais: do paradigma das necessidades ao paradigma dos direitos;

Os valores impressos nos instrumentais que regem as ações: regimento interno, projeto político pedagógico institucional e plano individual de atendimento;

Princípios impressos no Plano Nacional de Promoção Proteção e Defesa à Convivência Familiar e Comunitária;

Princípios impressos no Plano Decenal de atendimento Socioeducativo;

O olhar sistêmico e o trabalho em rede: os diferentes papéis na incompletude institucional.

Realização:

Coordenadoria de Cursos para Servidores

Coordenadoria da Infância e da Juventude

Mais informações:

3226-3318 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

3226-3877 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

CONVOCADOS/SERVIÇO SOCIAL

 

1

Almira Machado Andrade

7938

17ª Vara Cível –JIJ

2

Ana Lucia de Jesus Vieira

13958

Coordenadoria de Perícias Judiciais

3

Ana Paula Novais Luz

8785

16ª Vara Cível

4

Analice Soares da Silva

7171

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

5

Angela Maria Bezerra da Silva

9445

5º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

6

Anne Jacqueline da Silva Santos

13957

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

7

Ayle Cristina Sacramento Bomfim

7396

16ª Vara Cível

8

Carla Almeida Silveira

7413

16ª Vara Cível

9

Claudia Oliveira Lemos

8784

1º Núcleo de Serviço social e Psicologia

10

Cristiane Nunes da Cruz

7416

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

11

Danielle Souza Guimaraes

7405

16ª Vara Cível

12

Denúbia Barbosa Souza

8787

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

13

Dilmara da Cruz  Andrade

7417

Coordenadoria de Perícias Judiciais

14

Elaine da Silva Santos

7415

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

15

Érika Letícia Fontes Fernandes

7339

1º Núcleo de Serviço social e Psicologia

16

Ewelin Barreto da Silva

15872

6º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

17 

Fabiana Pinho Passos

7408

À disposição

18

Gaspar José Albano Filho

9371

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

19

Gilvan Tavares dos Santos

10822

A disposição do Sindijus (lotado 2º Núcleo de Serviço Social e Psicologia )

20

Heloísa Joana dos Santos

7451

Coordenadoria das Mulheres

21

Hortência Maria Ismerim Bomfim

9580

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

22

Jeane Crispim da Silva

7431

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

23

Joelma Santos Chaves

16665

3º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

 24

Jovanira Pitanga Lima

657

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

25

Juliana Fontes Mendonça

15840

4º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

26

Leila de Oliveira Cruz Santos

16176

3º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

27

Lia Raquel Brandão Maranhão

9474

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

28

Maria do Carmo Vasconcelos Viana

2667

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

29

Maria Da Conceição Moraes Prado

9623

Coordenadoria da Infância e Juventude

30

Maria Edivani Panta

7393

Centro Médico

31

Maria Emília Vilanova Ribeiro

8841

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

32

Maria Lusivania de Jesus Borges

15631

3º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

33

Maria Terezinha Santos

7397

Coordenadoria de Perícias Judiciais

34

Michele da Conceição Costa Cunha

7398

Diretoria de Gestão de Pessoas - Temporários

35

Michelle de Holanda Cavalcante Viana

7248

2ª Vara cível – Gabinete do Juiz

36

Patrícia Calazans Mota

7409

17ª Vara Cível –JIJ

37

Patrícia Rejane Gomes Vieira Teles

9686

17ª Vara Cível –JIJ

38

Sandra Maria Batista Feitosa

16639

6º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

39

Sheila Souza dos Santos

15194

4º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

40

Sheyla Magna da  Silva

7419

Coordenadoria de Perícias Judiciais

41

Shirley Amanda Maria Santos Leite

7414

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

42

Silvia Santos do Nascimento

15092

5º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

43

Simone da Silva Ferreira Peixoto

14323

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

44

Sonale Santana Freitas

8016

Coordenadoria de Perícias Judiciais

45

Vanessa D´Oliveira Costa Silveira

7410

Coordenadoria de Perícias Judiciais

46

Wlivia Santana Kolming

7418

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

 

 

CONVOCADOS/PSICOLOGIA

 

 

NOME

MATRÍCULA

LOTAÇÃO

1

Alziro Alves dos Santos Neto

7411

Coordenadoria de Perícias Judiciais

2

Ana Cristina Costa de Araujo

7282

16ª Vara Cível

3

Ana Flávia Trindade Santos Alves

7344

Coordenadoria de Perícias Judiciais

4

Ana Lucia de Jesus Viana Santos

10442

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

5

Ana Paula Rodrigues dos Santos

8072

Coordenadoria de Perícias Judiciais

6

Andréa Yuri Otsuka

9475

Coordenadoria de Perícias Judiciais

7

Carina Andrade Argolo

15090

Centro Médico

8

Célia Regina Milanez Souza

7304

17ª Vara Cível –JIJ

9

Clarissa Tenório Sousa

8017

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

10

Danielle Moraes Santos

16336

6º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

11

Denise Freitas Brandao

16467

3º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

12

Francisco de Assis Carvalho Ramos

8786

17ª Vara Cível –JIJ

13

Glaucia Nunes Oliveira Tavares de Almeida

15650

5º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

14 

Glícia Livane de Oliveira Cortez

16341

4º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

15

Izabella Santos de Jesus

8852

17ª Vara Cível –JIJ

16

Janaina Simões Vasconcelos

9954

Coordenadoria de Perícias Judiciais

17

Joana Santana de Melo Uchoa Dias

17258

4º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

18

Karina Guimarães Vasconcelos Santos

9476

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

19 

Lícia Santos Guimarães

8845

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

20

Lívia Santos Rocha

8783

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

21

Márcia Melo de Oliveira Santos

7533

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

22

Marília Prado Machado

10151

Coordenadoria de Perícias Judiciais

23

Maysa Luzia Leite de Oliveira

7534

 2º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

24

Millena da Costa Fontes

16465

3º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

25

Pedro Henrique do Nascimento Pires

13956

16ª Vara Cível

26

Sabrina Duarte Cardoso

7352

Coordenadoria das Mulheres

27

Sergio Lessa Alves

9621

Coordenadoria da Infância e Juventude

28

Taylanne Alves Araujo

15195

1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

29

Tayora Diniz

15091

5º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

30

Ticiana Ribeiro Guerra

7401

16ª Vara Cível

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) publicou no dia 12.06 a Instrução Normativa 009/2015, que estabelece prazo de cinco dias úteis para que todas as unidades do Judiciário sergipano respondam aos questionamentos enviados pela Ouvidoria Geral. Tal medida visa potencializar e dar maior celeridade no atendimento da Ouvidoria aos usuários do Judiciário.

De acordo com o novo regramento, as unidades do TJSE somente poderão estender o prazo estabelecido por mais dois dias úteis nos casos em que a consulta se tratar de assunto comum a dois ou mais setores ou quando a unidade necessitar de esclarecimentos por parte da Ouvidoria para responder ao questionamento.

A Instrução Normativa do TJSE está alinhada com o entedimento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de dotar as Ouvidorias de estrutura permanente e adequada ao atendimento das demandas dos usuários, em consonância com a Resolução nº 103/2010. As novas normas do TJSE tomaram como base a Portaria nº 156/2010 do CNJ, que estabelece os prazos de respostas aos questionamentos da Ouvidoria naquele Conselho.

A Ouvidoria do TJSE é um canal de comunicação direta entre o cidadão e o Tribunal de Justiça de Sergipe, com vistas a orientar, transmitir informações e colaborar no aprimoramento das atividades desenvolvidas pelo Judiciário sergipano.

A Secretária de Tecnologia da Informação do TJSE, Denise Martins Moura Silva, informa que, por motivo de manutenção, os serviços de Controle Processual, Sistemas Jurisdicionais, Sistemas Administrativos e acesso a Internet estarão indisponíveis a partir das 6h do dia 20.06.2015 (sábado) até às 23h50 do mesmo dia, podendo retornar antes do horário previsto, assim que sejam concluídas as atividades necessárias.

O Comitê Gestor das Metas 2015 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), reuniu-se nesta sexta-feira, 12.06, para dar continuidade ao acompanhamento para o cumprimento das Metas pelo Judiciário estadual sergipano. Na oportunidade, foi apresentado pelos gestores um diagnóstico sobre a situação do TJSE em relação às Metas 2015 do CNJ.

Com relação às Metas 3, 4 e 7, os gestores apresentaram um balanço positivo e informaram que as três metas já estão cumpridas pelo TJSE. O destaque para o cumprimento da Meta 3, que é de aumentar os casos solucionados por conciliação, é a criação de um Centro Judiciário de Soluções de Conflito e Cidadania (Cejusc) no Núcleo de Práticas Jurídicas da Universidade Tiradentes (Unit), com expectativa de mais de 3 mil atendimentos/ano.

A Meta 1, que é a mais conhecida – de julgar mais processos que os distribuídos, o TJSE vem apresentando uma certa dificuldade com relação aos anos anteriores. “O Judiciário sergipano é um dos dois tribunais do país a cumprir esta meta, desde a sua criação em 2009. Em números apurados até o mês de maio, o TJSE está um pouco abaixo da meta”, explicou o Juiz Corregedor Marcelo Campos.

O magistrado, que também é gestor da Meta 2 no 1º Grau de jurisdição, apresentou números satisfatórios. “A tendência é que o TJSE já cumpra a Meta 2 no próximo mês”, afirmou.

Ao final, a Consultora-Geral do TJSE, Clarisse Ribeiro, demonstrou que a Meta 7 também já está cumprida. A próxima reunião do Comitê Gestor foi agendada para o início do mês de agosto.


Metas CNJ – 2015

Meta 1 – Julgar mais processos que os distribuídos em 2015
Meta 2 – Julgar processos mais antigos – Justiça Estadual
Meta 3 - Aumentar os casos solucionados por Conciliação
Meta 4 – Priorizar o julgamento dos processos relativos à corrupção e à improbidade administrativa – Justiça Estadual
Meta 6 – Priorizar o julgamento das ações coletivas – Justiça Estadual
Meta 7 – Priorizar o julgamento dos processos dos maiores litigantes e dos recursos repetitivos – Justiça Estadual

O Deputado Estadual Georgeo Passos, em pronunciamento no Plenário da Assembleia Legislativa (Alese), no dia 03.06, destacou o Projeto de Responsabilidade Ambiental do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). Na oportunidade, o parlamentar discursava sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente e parabenizou o Poder Judiciário sergipano pela iniciativa, implantada pelo TJSE desde 2009.

De acordo com o parlamentar, que é servidor efetivo da Justiça sergipana, o Judiciário vem demonstrando uma preocupação constante com o Meio Ambiente, unificando normas e procedimentos, além de capacitar seus servidores. “Desde 2009, o Tribunal de Justiça de Sergipe já coloca em seu planejamento estratégico a adoção de práticas como o Processo Judicial Eletrônico, que diminuiu o consumo de papel; o uso de papel reciclado, impressão frente e verso, o uso racional da água, dentre outros”, exemplificou o deputado.

Ainda segundo Georgeo Passos, este tema é prioridade para o Poder Judiciário, inclusive com a edição da Resolução nº 201, de 03 de março de 2015, do Conselho Nacional de Justiça, que dispõe sobre a criação de competências das unidades ou núcleos socioambientais nos órgãos e conselhos do Poder Judiciário e implementação do respectivo Plano de Logística Sustentável.


Com informações da Agência Alese

A Juíza Auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Dauquíria de Melo Ferreira, acompanhada da Consultora-Geral, Clarisse Ribeiro, visitou na terça-feira, 09.06, o setor técnico responsável pela indexação da pesquisa de jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na oportunidade, a magistrada e a consultora conheceram também o funcionamento da Biblioteca do STJ, considerada uma das melhores do país.

A ferramenta foi apresentada pela responsável pela indexação da Jurisprudência no STJ, Bárbara Brito. De acordo com a magistrada do TJSE, o encontro teve como objetivo conhecer o serviço de pesquisa de jurisprudência disponibilizado pelo STJ, com a intenção de buscar experiências bem-sucedidas em outros Tribunais para serem utilizadas pelo Judiciário sergipano.

“Com a entrada em vigor do Novo Código Civil, em 2016, o conhecimento da jurisprudência dos tribunais locais e superiores será de fundamental importância para o cumprimento do art. 927. É uma das prioridades da gestão do TJSE disponibilizar a melhor ferramenta de pesquisa de jurisprudência para os operadores do Direito em Sergipe”, comentou a Juíza Auxiliar da Presidência.

Durante a visita à Biblioteca do STJ, guiada pela Coordenadora Rosa Maria de Abreu Carvalho, as representantes do TJSE verificaram o acervo e puderam constatar a quantidade e a qualidade dos títulos disponibilizados pelo Superior Tribunal de Justiça. “A intenção é que em um futuro próximo, o TJSE e o STJ firmem um termo de cooperação para, inclusive, receber doações de livros”, destacou a Juíza Dauquíria Ferreira.

O Tribunal de Justiça de Sergipe, por meio da Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ) e da Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), realizou na manhã desta segunda-feira (08/06), as aulas para a 2ª turma do curso de capacitação de servidores para atualização de suas práticas em procedimentos relacionados à matéria infracional e de proteção e cadastros nacionais da infância e juventude.

O objetivo da capacitação é discutir com os servidores os procedimentos na área da infância e juventude, tanto em matéria de proteção como infracional, além de aprimorar a prática. No curso são exploradas as recentes mudanças nos cadastros nacionais da infância e juventude, administrados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Um dos focos do curso são as atualizações recentes nos procedimentos, como a reformulação integral do Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei – CNACL, em 2014, e do Cadastro Nacional de Adoção - CNA, no mês de maio de 2015.

A Juíza-Coordenadora da CIJ, Vânia Ferreira de Barros, destacou o empenho da Coordenadoria, em conjunto com a Ejuse, em promover capacitação e atualizações na área da infância e juventude, tanto para magistrados quanto para servidores, buscando continuamente o aprimoramento da prestação jurisdicional.

Participaram também do treinamento os Juízes Paulo César Cavalcante Macedo e Karyna Torres Gouveia Marroquim Abdala.

A Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe informa que, por motivo de manutenção da fachada, a rampa de acesso ao Palácio da Justiça Tobias Barreto de Menezes encontra-se interditada.

Neste período, até o término dos trabalhos, as pessoas com necessidades especiais poderão utilizar a rampa localizada no Anexo 1 - Des. Antônio Goes, que ficará disponível também à tarde (usuário deverá se dirigir a portaria do Palácio da Justiça e solicitar o acesso pela rua Pacatuba).

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