Janaina Cruz

Janaina Cruz

O Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Des. Luiz Mendonça, recebeu na ontem, 25/03, durante a solenidade de abertura do 68º Encontro do Colégio Permanente de Corregedores Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil (Encoge), que acontece em Teresina/PI, entre os dias 25 e 27/03, a Medalha do Mérito Desembargador Décio Antônio Erpen. A honraria, deliberada pelo Colégio de Corregedores, é outorgada para autoridades que prestaram relevantes serviços à entidade. A Corregedoria-Geral da Justiça do TJSE foi representada no evento pelo Juiz Corregedor Marcelo Campos.

O 68º Encontro de Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil (Encoge) teve como tema ‘Gestão da Informação: garantia de celeridade e efetividade’. O Encoge é uma iniciativa do Colégio de Corregedores do Brasil, que é presidido pela Desembargadora Nelma Sarney (TJMA). A finalidade é de estabelecer o intercâmbio de práticas entre Corregedorias do país, visando ao fomento de ações que fortalecem a Justiça brasileira.

O evento contou também com a presença da Ministra Nancy Andrighi, Corregedora Nacional de Justiça, participando das discussões, esclarecendo dúvidas, apoiando as iniciativas locais, estipulando metas e, sobretudo, orientando as Corregedorias da Justiça.

Debates

Com foco na celeridade como fator de melhoria da prestação dos serviços judiciais, foram debatidas temáticas como o Novo Código de Processo Civil sob a ótica da efetividade; sistema integrado de correição, que é a atividade desenvolvida pelas corregedorias para fiscalização e acompanhamento das ações judiciais nas unidades de 1º grau; e gestão de serventias extrajudiciais, além de outros assuntos relacionados a cartórios.

Corregedores e seus representantes também tiveram oportunidade de discutir sobre melhorias no processo de adoção internacional e projetos sociais no âmbito do Judiciário. Ainda houve importante debate acerca do combate ao “uso predatório da Justiça”, oportunidade em que práticas como o excesso de recursos impetrados por grandes litigantes resultam no congestionamento de ações judiciais e na morosidade processual.

Resultado de estudo recente, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou pesquisa onde revela que mais da metade dos 20 maiores litigantes do país são instituições bancárias. Ao protelar, mediante recursos, decisões judiciais que garantem direitos básicos do cidadão, essas instituições, onde também se incluem operadoras de telefonia e planos de saúde, contribuem para a demora na efetividade da justiça.

O 68º Encoge também teve debates voltados para melhoria do sistema prisional. O Judiciário paulista apresentou sua experiência da audiência de custódia e o Tribunal do Piauí destacou a estruturação do grupo de monitoramento carcerário. As duas experiências já foram implantadas de forma pioneira e com êxito no Estado do Maranhão, comprovando a eficácia para a gestão das unidades prisionais.

Com Informações do Encoge

Teve início ontem e prossegue até amanhã, dia 14/03, o 102º Encontro do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça, realizado em Belo Horizonte (MG). O Presidente do TJSE, Desembargador Luiz Mendonça, participa do evento e lembra que o objetivo é discutir problemas do Judiciário e buscar soluções conjuntas para uma melhor prestação jurisdicional.

Hoje, a vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmem Lúcia Antunes Rocha fez um balanço dos trabalhos realizados pelos TJs do Brasil durante a Semana da Justiça pela Paz em Casa e anunciou que a ação será novamente implementada em agosto e novembro de 2015. Os trabalhos contaram com a presença do Vice-Presidente da República, Michel Temer, que agradeceu o esforço do Judiciário nacional na realização da Semana, que mobilizou magistrados e servidores de todo o país em torno de ações de combate à violência contra a mulher e também julgamento de ações.

Ainda durante o encontro, estão sendo debatidos diversos temas, dentre os quais o Cadastro Nacional de Bens Indisponíveis, os meios extrajudiciais de solução de controvérsias e a atuação da Corregedoria Nacional de Justiça.

Com informações do TJMG

O Tribunal de Justiça de Sergipe informa que devido ao aniversario de 160 anos de Aracaju não haverá expediente em todas as unidades jurisdicionais da capital. O ponto facultativo da segunda-feira, 16/03, está previsto na Portaria nº 13/2015 GP1 Normativa e o feriado da terça, 17/03, no calendário anual.

A partir de segunda-feira, 09/03, em comemoração ao mês da mulher, o Tribunal de Justiça de Sergipe participará efetivamente da ‘Semana Nacional da Justiça pela paz em casa’ com a realização de uma ampla programação. Haverá audiências concentradas no Juizado de Violência Doméstica do Fórum Gumersindo Bessa, palestras, divulgação de convênio, lançamento de projeto, visita a instituições parcerias, apresentações teatrais, exposição fotográfica e divulgação na Copa do Nordeste de Futebol, sendo que todas as ações visam o combate à violência doméstica contra a mulher.

A proposta da ‘Semana Nacional da Justiça pela paz em casa’ foi discutida em uma reunião no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, no dia 27 de janeiro, que contou com a participação do Presidente do TJSE, Desembargador Luiz Mendonça. Segundo a Juíza responsável pela Coordenadoria da Mulher do TJSE, Adelaide Moura, desde então foram somados esforços para que Sergipe tivesse uma programação que dê visibilidade ao problema, apresentando, inclusive, parcerias e projetos de combate à violência doméstica.

Para encerrar o mês da mulher, também haverá, no dia 30/03, o lançamento da exposição de artes plásticas ‘Da gênese à liberdade. Pelo fim da violência doméstica contra a mulher’, no Memorial do Poder Judiciário, às 11 horas; e palestra com a Juíza do 1º Juizado de Violência Doméstica da Comarca do Rio de Janeiro, Adriana Ramos de Mello, que abordará as ‘Questões sobre violência doméstica e familiar contra a mulher’, na Ejuse, às 14 horas.

Confira a programação completa:

    

Dia

Ação

Local

Hora

09/03

Apresentação Teatral

‘Uma Flor de Mulher’

Terminal Integrado de Passageiros - DIA

7h

09/03

Divulgação do Convênio entre o TJSE e Fase relativo ao Projeto ‘Viver Melhor’ – atendimento psicológico ao agressor

Gabinete do Presidente do TJSE

9h

09/03

Palestra comemorativa do dia da Mulher: ‘As diferenças como caminho para integração do ser’, com o psicólogo André Prudente

Auditório do Palácio de Justiça

10h

09/03

Visita aos parceiros da Coordenadoria da Mulher para sensibilização e divulgação da ‘Semana da Justiça pela Paz em Casa’

Instituto Luciano Barreto Jr.

10h

 09/03

Apresentação Teatral

‘Sou mulher, não sou uma invenção’

Escola da Rede Municipal

15h

09/03

Apresentação Teatral

‘Uma Flor de Mulher’

‘Sou mulher, não sou uma invenção’

Terminal Integrado de Passageiros da Rodoviária Velha

17h

10/03

Audiências Concentradas

Juizado de Violência Doméstica contra a Mulher (Fórum Gumersindo Bessa)

a partir de 7h

10/03

Apresentação Teatral

‘Uma Flor de Mulher’

Fórum Gumersindo Bessa

8h

10/03

Lançamento do Projeto ‘Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher em Aracaju: uma análise crítica das medidas protetivas de urgência’, relativo ao convênio entre Tribunal de Justiça de Sergipe e Universidade Tiradentes

Juizado de Violência Doméstica contra a Mulher

(Fórum Gumersindo Bessa)

a partir de 8h

10/03

Visita aos parceiros da Coordenadoria da Mulher para sensibilização e divulgação da ‘Semana da Justiça pela Paz em Casa’

Senac

10h

11/03

Visita aos parceiros da Coordenadoria da Mulher para sensibilização e divulgação da ‘Semana da Justiça pela Paz em Casa’

Reitoria da UFS

10h

11/03

Divulgação da Semana na Copa do Nordeste de Futebol –
jogo Confiança x América/RN

Arena Batistão

20h

12/03

Visita aos parceiros da Coordenadoria da Mulher para sensibilização e divulgação da ‘Semana da Justiça pela Paz em Casa’

Unit

10h

12/03

Parceria com a Central de Mandados para distribuição de folders sobre medida protetiva em favor da mulher vítima de violência doméstica

Central de Mandados do Fórum Gumersindo Bessa

10h

13/03

Visita aos parceiros da Coordenadoria da Mulher para sensibilização e divulgação da ‘Semana da Justiça pela Paz em Casa’

Secretaria de Educação de Aracaju

10h

13/03

Lançamento de Exposição de Fotografias ‘Reenconto, a mulher em busca de si’

Fórum Gumersindo Bessa

10h

13/03

Participação de alunos da Rede Municipal de Ensino na Exposição de fotografias ‘Reenconto, a mulher em busca de si’

Fórum Gumersindo Bessa

10h30

A obrigação de pagar a comissão de corretagem é daquele que contrata o corretor. A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou recurso da Associação das Irmãs Missionárias Capuchinhas em demanda com um corretor de imóveis.

A associação recorreu ao STJ contra decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) que entendeu que a comissão de corretagem é devida quando o corretor efetivamente aproxima as partes interessadas e dessa aproximação decorre a celebração do negócio, ainda que firmado diretamente entre os contraentes.

Para a associação, a obrigação de pagamento da comissão de corretagem deveria recair sobre o vendedor, já que, conforme alegou, não houve contrato entre ela e o corretor.

Obrigação

Ao analisar o caso, o relator, ministro João Otávio de Noronha, advertiu que a partir do momento em que o corretor é chamado a ingressar na relação entre comprador e devedor, passa a ser devida a sua comissão.

“O encargo, pois, do pagamento da remuneração desse trabalho depende, em muito, da situação fática contratual objeto da negociação, devendo ser considerado quem propõe ao corretor nela intervir”, acrescentou Noronha.

Segundo o ministro, no mercado, na maioria das vezes, é o vendedor quem procura um intermediador para a venda de seu imóvel. Mas há situações em que o comprador é que procura o corretor para que este encontre um imóvel específico que atenda às suas expectativas.

No caso dos autos, segundo observou o relator, ficou demonstrado que o corretor foi contratado verbalmente pela associação para procurar imóvel de seu interesse, portanto é a ela que cabe arcar com o ônus da comissão de corretagem.

Um bancário de Curitiba vai ser reintegrado ao banco Santander. Foi o que decidiu a 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, que atende o estado do Paraná. O colegiado considerou a dispensa do empregado como discriminatória, por causa da idade. Por essa razão, também condenou a instituição financeira a pagar R$ 500 mil de indenização por danos morais. Cabe recurso.

Contratado em 1989 pelo Banco Real, instituição que foi comprada pelo Santander, o trabalhador foi demitido em dezembro de 2012 com outros vinte colegas. O banco alegou que a dispensa ocorreu por causa de uma reestruturação organizacional, mas as testemunhas ouvidas a pedido das partes não relataram nenhuma reestruturação.

Pelo contrário, confirmaram que as demissões atingiram os bancários mais antigos, remanescentes do Banco Real, com idade entre 40 e 50 anos e detentores de salários mais altos, em torno de R$ 10 mil por mês. Os desembargadores da 4ª Turma mantiveram o entendimento do juiz Luciano Augusto de Toledo Coelho, da 12ª Vara do Trabalho de Curitiba, de que a dispensa foi “arbitrária e discriminatória”.

Segundo o voto do desembargador Luiz Eduardo Gunther, relator do caso, a conduta do banco violou “os direitos à integridade moral e à dignidade da pessoa humana, conforme o disposto no artigo 5º, V e X, da Constituição Federal e artigo 159 do Código Civil”.

As demissões tornaram-se objeto de uma ação civil pública, que tramita em separado. Também neste processo, o juiz José Alexandre Barra Valente, da 1ª Vara do Trabalho de Curitiba, reputou discriminatórias as dispensas, em decisão proferida em setembro de 2013. Com informações da assessoria de imprensa do TRT-9.

Processo 23096-2013-012-09-00-8

A 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) negou, de forma unânime, apelo do Município de Canela frente à condenação ao pagamento de indenização por acidente ocorrido devido a buraco em via pública.

A autora da ação dirigia pela Rua Fernando Ferrari, em Canela, quando caiu em um buraco, tendo seu veículo danificado. O conserto lhe custou cerca de R$ 1,4 mil e, por isso, entrou com ação pedindo indenização por dano material e moral.

Em 1º Grau, o Juiz de Direito Vancarlo André Anacleto condenou o Município ao pagamento do conserto do veículo. Negou o dano moral, por entender que quem utiliza de veículos e sofre acidentes, está sujeito a, eventualmente, ter que ficar sem poder utilizar o carro por algum período.

Recurso

Alegando que o acidente de trânsito ocorreu por culpa exclusiva da vítima, tendo ela agido com negligência frente às condições climáticas adversas (noite, chuva e neblina), pois havia a devida sinalização no local (fita amarela e preta), o Município de Canela requereu a improcedência da sentença.

Segundo o Desembargador-Relator Marcelo Cezar Müller, tal sinalização não é suficiente para permitir que os condutores tenham sua atenção chamada para uma obra desta espécie, deixando de observar o que estabelece o CTB (Código de Trânsito Brasileiro) para sinalização em obras em vias públicas. Por se tratar de uma obra baixa, com visibilidade prejudicada, principalmente em situação climática desfavorável, deveria haver, no mínimo, um aviso com certa antecedência do local para orientar o desvio, não bastando o simples isolamento que foi feito pelas fitas amarelas. Sendo assim, considerou que a responsabilidade do município está na omissão de não sinalizar devidamente a obra.

Assim, com base nas fotografias e recibos apresentados pela autora, o Relator e os Desembargadores Túlio de Oliveira Martins e Paulo Roberto Lessa Franz votaram por negar provimento ao recurso, mantendo a condenação à indenização por danos materiais no valor de R$ 1,4 mil.

A prova dos prejuízos materiais sofridos pelo veículo estão devidamente provados nos autos, devendo haver a condenação do Município ao seu pagamento, finalizou o Relator.

Proc. 70062362918

Foi publicada no Diário Oficial de hoje, 04/03, a Resolução nº 05/2015, que altera o horário de atendimento do Centro Médico e Odontológico do Tribunal de Justiça de Sergipe. A partir do dia 6 de abril, a unidade funcionará das 12 às 18 horas para as consultas e das 7 horas ao meio-dia somente para o atendimento de urgências. A decisão levou em consideração o expediente tanto da capital quanto das Comarcas do interior, que é matutino, visando, assim, uma melhor utilização dos serviços do Centro Médico por parte dos servidores.

O Centro Médico do TJSE oferece atendimento médico, com clínica geral, cardiologia e ginecologia; odontológico, de enfermagem, psicologia, serviço social, fisioterapia e junta médica, além dos programas de combate ao tabagismo e preparação para a aposentadoria. Cerca de 32 mil atendimentos são realizados anualmente, tanto para servidores quanto para dependentes.

O Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargador Luiz Mendonça, conheceu o novo Núcleo de Práticas Jurídicas da Universidade Tiradentes, onde são atendidas cerca de 1.500 pessoas carentes por ano. No local, também serão realizados cursos para mediadores voluntários, uma parceria entre o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais e Soluções de Conflitos e Cidadania (Nupemec) do TJSE e a Unit, cujo convênio será firmado brevemente.

“A Universidade Tiradentes, com esse gesto, não só colabora com o Poder Judiciário de Sergipe, mas com a sociedade e com os alunos, que terão treinamento e ao concluírem o curso estarão aptos a contribuírem imensamente com a pacificação da sociedade. O trabalho que será feito aqui levará paz aos lares porque antes do início do litígio esses alunos, juntamente com os professores, vão mostrar que o melhor caminho é o entendimento”, ressaltou o Presidente do TJSE.

Conforme a Juíza Coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) do TJSE, Maria Luiza Foz Mendonça, o curso para mediador voluntário terá a duração de 40 horas e os participantes que receberem o certificado já terão uma profissão na área jurídica assim que concluírem o curso. A Juíza e o Desembargador Edson Ulisses de Melo também prestigiaram a inauguração do novo Núcleo da Unit, cerimônia que abriu as comemorações dos 35 anos do curso de Direito da universidade.

“É uma felicidade muito grande proporcionar aos nossos alunos mais qualidade aos seus estudos. Espero que esta casa seja de utilidade pública para atender pessoas carentes que precisem de atendimento judiciário”, enfatizou o professor Jouberto Uchôa, Reitor da Unit. Atualmente, o curso de Direito tem cerca de quatro mil alunos, em Aracaju, Itabaiana, Estância e Propriá. O Núcleo de Práticas Jurídicas da Unit funciona na rua Lagarto, 253, na capital, de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas, e o atendimento é totalmente gratuito.

O Núcleo atende pessoas carentes, que a depender do litígio também são encaminhadas para a Clínica de Psicologia da Unit. “O acompanhamento do processo é todo feito por professores da universidade, que são advogados e habilitados para lidar com o processo eletrônico. Os alunos preparam as petições iniciais e dão sequência aos atos processuais de cerca de 500 ações que temos em andamento”, informou o professor e advogado Eduardo Macedo, coordenador do curso de Direito da Unit. Cem pessoas, em média, trabalham no Núcleo de Práticas Jurídicas, entre professores, alunos e pessoal de apoio.

O Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargador Luiz Mendonça, recebeu na manhã desta segunda-feira, 02/03, a visita de representantes do Ministério Público de Sergipe. O Corregedor-Geral do MPE, Procurador de Justiça Josenias França do Nascimento, estava acompanhado do Promotor de Justiça Augusto César Resende e dos servidores Petrúcio Casado e Carlos Henrique de Melo.

Durante a visita de cortesia, que também foi acompanhada pelo Juiz Auxiliar da Presidência do TJSE, Diógenes Barreto, foi discutida a integração dos sistemas informatizados do Tribunal e do Ministério Público com o objetivo de proporcionar maior celeridade à prestação jurisdicional.

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