Janaina Cruz
Passageira de cruzeiro marítimo será indenizada por crise alérgica
Segundo o desembargador Juarez Folhes, a conduta da empresa em realizar reparos de pintura nas paredes internas do navio, durante a estada dos passageiros, é incompatível com a natureza dos serviços prestados pela companhia de transporte de cruzeiros marítimos, sobretudo quando considerada a qualidade, o luxo e a funcionalidade que são esperados pelos consumidores. “Não é razoável que um navio de entretenimento, em pleno funcionamento, realize reparos de pintura durante a viagem, deixando seus tripulantes a mercê de odores e desconfortos gerados pela utilização de tintas tóxicas”.
Em sua defesa, a empresa marítima alegou que o fato da tinta utilizada ter ocasionado reação alérgica na passageira se deve a ela ter maior sensibilidade a cheiros, bem como atribuiu a ela culpa exclusiva pelo ocorrido, pois, se a mesma tivesse comunicado a possibilidade de haver reações alérgicas por utilização de produto, como tinta, a empresa teria alterado seus procedimentos.
Para o magistrado, a empresa ré, prestadora de serviço, tem responsabilidade objetiva sobre os atos atinentes ao seu negócio, devendo responder pela integridade física de seus passageiros. Ele ressaltou, ainda, que os danos moral e material se mostram evidentes, tendo em vista que a consumidora deixou de usufruir dos serviços do qual fazia jus por força do contrato, por ter tido sua saúde comprometida.
“Conclui-se, assim, que a empresa colocou à disposição serviço defeituoso, pois se o navio necessitava de reparos de pintura durante o seu funcionamento, é porque não estava apto à utilização perfeita, tornando-se inadequado para os fins a que se destinava, qual seja, uma viagem tranquila, proporcionando momentos de entretenimento e descanso para os passageiros, notadamente, no caso em tela, para a autora”, concluiu o desembargador.
Processo nº: 0176413-74.2011.8.19.0001
Fonte: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
Esmese: cursos para o 2º semestre de 2012
Estão sendo ofertados os Cursos Língua Portuguesa e Redação Discursiva, OAB aos Sábados, Semestral Federal, Semestral Matutino, Delegado Federal, Semestral do Trabalho, Analista dos Tribunais (módulo completo), e Analista dos Tribunais (módulo complementar: Português, Informática e Raciocínio Lógico); Atualização Jurisprudencial com Resolução de Questões, e Prática em Direito Previdenciário.
A coordenação da Esmese informa ainda que, com exceção de Semestral Federal e Semestral Matutino, que terão início no final de julho, os demais cursos iniciam no mês de agosto.
A Esmese está localizada no 7º e 8º andares do Anexo Administrativo Desembargador José Antonio de Andrade Goes, situado à Rua Pacatuba, 55, centro de Aracaju.
Ministério Público Estadual
A Esmese também abre inscrições para o curso que visa o concurso público para o Ministério Público Estadual. Com início marcado para 31 de julho e término para 5 de outubro de 2012, o curso ocorrerá de 2ª a 6ª feira, das 19h às 22h40 e em cinco sábados das 8h às 11h40, somando 216 horas/aula.
Clique no banner referente ao curso de interesse no endereço eletrônico da Esmese (www.esmese.com.br) e saiba mais detalhes como corpo docente, disciplinas, período e carga horária dos cursos. Para mais informações: 79 3226-3166/3159/3417/3254.
Aberta exposição de longa duração do Memorial do Judiciário
O diretor do Memorial do Judiciário, Igor Dantas, explicou que a exposição de longa duração, iniciada em 2004 pelo pesquisador e jornalista Luiz Antônio Barreto, agora traz fotos e documentos novos. “Temos, por exemplo, a ata de fundação do Tribunal de Relação, o primeiro regimento, que é datado do século XIX, fotos que mostram a evolução física do Memorial, a construção do Fórum Gumersindo Bessa e dos Fóruns Integrados. Tudo em uma linguagem mais didática, voltada ao público estudantil, que é o nosso público alvo”, informou Igor.
Para o Presidente da Comissão de Assuntos Históricos e Culturais da OAB de Sergipe, José Rivadálvio Lima, a história de Sergipe é recontada através dos Memoriais. “E o Memorial do Poder Judiciário tem um papel muito relevante. Inclusive, aqui surgiram as instituições culturais e jurídicas mais importantes do Estado, a exemplo do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe. A OAB também surgiu em salas do Tribunal de Relação do Poder Judiciário. Então, essa exposição retrata aquilo que nós buscamos na história, trazer o passado para o presente para que as futuras gerações, embevecidas com os exemplos, consigam preservar a nossa história”, opinou.
A exposição foi aberta pelo Presidente do TJSE, Desembargador José Alves Neto. “É um momento importante porque estamos resgatando a história dos 120 anos do Poder Judiciário de Sergipe”, comentou o Presidente. Para o estudante de Museologia da Universidade Federal de Sergipe, Carlos Braz, a exposição possibilita que a sociedade conheça um pouco mais o Poder Judiciário. “Tira aquela ideia de que o Judiciário é uma instituição fechada. A exposição está bem montada, com informações claras”, elogiou.
Nos painéis instalados no piso superior e no porão do Memorial, o visitante encontrará um histórico do prédio; a trajetória do crítico e historiador Silvio Romero, intelectual que dá nome ao casarão centenário; a relação de ex-Presidentes e Desembargadores; fotos dos principais prédios do Judiciário sergipano, entre outras informações. Também foi feita uma homenagem ao pesquisador e jornalista lagartense Luiz Antônio Barreto, que montou a primeira exposição do Memorial e faleceu este ano.
Visitação
As escolas que tiverem interesse em levar seus alunos para conhecerem o Memorial e conferir a exposição que conta a história do Judiciário devem entrar em contato com a equipe para agendar uma visita através do telefone 3213-0219. O horário de visitação é de segunda a sexta, das 8 às 14 horas. Mas caso algum grupo queria fazer a visitação fora desse horário, basta ligar para agendar dia e hora, e um monitor será colocado à disposição.
Posse do Desembargador Osório Ramos na Presidência do TJSE será terça-feira
Está marcada para terça-feira, dia 17 de julho, às 17 horas, no Palácio da Justiça, a posse do Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho na Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe. A mudança é ocasionada pela aposentadoria do Desembargador José Alves Neto, que completará 70 anos no próximo dia 18. A Desembargadora Geni Schuster assumirá a Vice-Presidência, sucedendo o Desembargador Osório, e a Corregedoria Geral da Justiça continuará com o Desembargador Netônio Machado.
O futuro Presidente do TJSE formou-se em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, em 1971. Ingressou no Tribunal de Justiça como Juiz da Comarca de Aquidabã, no dia 17 de outubro de 1978. Passou pelas Comarcas de Maruim e Itabaiana. Foi Juiz Titular da Turma Recursal do Juizado Especial Cível e Criminal. De 1997 a 2001, foi Membro Titular do Tribunal Regional Eleitoral, com o cargo de Corregedor Regional Eleitoral. Em Aracaju, foi Juiz de Direito da 12ª Vara Cível. Foi nomeado Desembargador, pelo critério de antiguidade, no dia 16 de janeiro de 2008.
É Pós-Graduado em Direito Processual Civil, pelo Instituto Greco de Pós-Graduação e Extensão e Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, e Pós-Graduado também em Direito Processual Civil, pela Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe e Esmese. Também exerce as funções de docente, lecionando Direito Civil na Universidade Federal de Sergipe. Em 1993, foi agraciado com a Medalha do Mérito Policial Militar, outorgada pela Polícia Militar de Sergipe.
Convite
Na manhã de hoje, dia 12, o Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho – acompanhado do Diretor de Comunicação do TJSE, jornalista Euler Ferreira – visitou o Palácio de Veraneio para entregar o convite da posse ao Governador Marcelo Déda. Ambos destacaram o relacionamento harmonioso entre o Poder Judiciário e o Poder Executivo.
Trajetória da nova Vice-Presidente
A Desª. Geni Silveira Schuster formou-se em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, em 1968. A nova vice-presidente realizou especializações em diversos congressos e cursos especializados na prestação jurisdicional no Brasil e no Exterior. Iniciou a vida profissional como advogada. De 1967 a 1979 foi uma das primeiras mulheres a atuar como defensora pública. Neste período, foi aprovada em concurso público para o Tribunal de Contas do Estado de Sergipe e para o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
Em 1978, foi aprovada no concurso para ingresso na magistratura de carreira deste Estado, sendo nomeada para exercer o cargo de Juiz de Direito da Comarca de Gararu, assumindo em 19.12.79. A partir daí, passou pelas Comarcas de Cedro de São João e Maruim. Foi juíza titular da 8ª Vara Criminal de Comarca de Aracaju, onde atuou por 15 anos, sendo promovida para a 4ª Vara Criminal e finalmente, em janeiro de 2008, foi removida, a pedido, pelo critério de merecimento, para a 11ª Vara Criminal da Comarca de Aracaju, conhecida popularmente com Vara da Maria da Penha.
Presidiu a Turma Recursal dos Juizados Especiais Criminais da Comarca de Aracaju e foi designada para compor a Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais das Comarcas de Estância, Itabaiana, Lagarto, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão. No biênio 2001- 2003, atuou como juíza eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral. No dia 16 de julho de 2010, foi empossada desembargadora do TJSE. Atualmente a Desª Geni Schuster faz parte da Câmara Criminal.Edital de remoção: inscrições até o dia 17 de julho
Qualquer dúvida, ligar para os telefones 3226-3370 / 3165 / 3208.
STJ garante reintegração de dependente tetraplégico em plano de saúde
O autor havia perdido a cobertura depois de completar 21 anos, pois não estava matriculado em curso de nível superior. A reintegração foi requerida depois de ter ficado tetraplégico devido a acidente automobilístico, no Plano de Grande Risco.
Porém, diante de sua incapacidade absoluta e dependência dos pais, verificou-se que o plano era insuficiente para atender suas necessidades, pois só cobria casos de internação. Daí o pedido de enquadramento no Plano Integral, que foi negado pela empresa.
Inconformado, ele entrou com ação na Justiça. O Tribunal de Justiça do Sergipe (TJSE) manteve decisão de primeiro grau que antecipou os efeitos da tutela e extinguiu o processo com resolução de mérito, julgando procedente o pedido de inclusão do dependente no Plano Integral em caráter definitivo.
Emprego
A Petrobras então recorreu ao STJ, alegando que a competência para apreciar o caso era da Justiça do Trabalho. Ela argumentouava que o autor era dependente de empregado da Petrobras e que não preenchia os requisitos para a cobertura requerida.
Ao analisar o caso, o ministro Massami Uyeda afirmou que o autor “não mantinha nenhum vínculo empregatício e jamais fora empregado da Petrobras.” Para o relator, o dependente exerce direito próprio e não decorrente de vínculo empregatício, porque inicialmente fora admitido como beneficiário de um plano de saúde e depois, por supostamente não preencher os requisitos necessários, foi excluído da cobertura integral.
“Sem vínculo empregatício não há que se falar em deslocar a jurisdição de direito comum para a Justiça especializada”, concluiu o ministro. A Turma confirmou decisão individual do relator e negou o recurso da Petrobras por unanimidade.
Fonte: STJ
Espírito Santo deve construir hospital para dependentes químicos até 2014
Hoje o estado tem cerca de 30 mil usuários de crack, de acordo informações divulgadas no Seminário Estadual sobre Drogas, em 2011, promovido pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo. Funcionam no estado um Centro de Prevenção e Tratamento de Toxicômanos e um Centro de Apoio Psicossocial Infantil Juvenil, além de equipes de saúde mental em 38 municípios. De olho no problema e na insuficiência de amparo, a Defensoria Pública estadual levou o caso até o Judiciário, por meio de uma Ação Civil Pública, proposta pelo defensor Carlos Eduardo Rios do Amaral, do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos Individuais e Coletivos da Mulher (Nudem).
Inicialmente, estavam no polo passivo da ação tanto o estado quanto a Prefeitura de Vitória. O juiz isentou a capital da responsabilidade por entender que a administração do Samu e do SUS compete ao Executivo Estadual. “A Constituição garante que a saúde é direito de todos e dever do Estado. Tal garantia inclui o tratamento dos usuários de drogas, normalmente, renegados pela sociedade e até mesmo pela família, que não sabe lidar com o problema. O direito à saúde assegura ampla proteção visando à redução do risco de doença e garantias das ações e serviços de promoção, proteção e proteção”, afirmou o juiz.
“Além de todo o reflexo do tráfico de drogas na sociedade, como aliciamento de menores, corrupção e tráfico de armas, é preciso lembrar que o maior prejudicado é o usuário de drogas”, afirmou o juiz, lembrando que é papel da Defensoria Pública proteger a população carente.
O defensor público Paulo Antônio Santos, que atua no 4º Ofício Criminal de Vitória, na Vara de Drogas, lembrou que “a esmagadora maioria dos condenados por tráfico e associação ao tráfico são pequenos traficantes, que entraram no mundo da criminalidade mais como uma forma de manter o vício”. Para ele, é preciso tomar cuidado com a ideia que a Lei de Drogas é “uma lei branda”. “É uma questão de saúde pública. A maioria dos investimentos deveria ser nesta área, com contração de equipes multidisciplinares para atendimento do usuário e sua família”, explicou.
“É preciso ressaltar que a advocacia e a Defensoria Pública não comungam com a impunidade, mas a política do ‘enxuga gelo’ está entrando em colapso e a sociedade precisa ter consciência disso. Quem trabalha no dia a dia em uma Vara de Drogas percebe o fracasso do sistema, onde muitos dos condenados acabam voltando para o tráfico”, disse ele.
Fonte: Consultor Jurídico
Arrependimento não justifica mudança de nome acordado em divórcio
O colegiado descartou a existência de qualquer vício na manifestação de vontade da autora e considerou que o mero arrependimento não constitui causa de modificação do acordo homologado judicialmente.
De acordo com os autos, a autora pediu para acrescentar o sobrenome do ex-marido, o qual havia retirado após o divórcio, com alegação de ser conhecida no meio social e profissional pelo nome de casada. Ela disse ainda que tem passado por vários transtornos em razão de todos os seus documentos encontrarem-se com o nome antigo. O marido concordou com o pedido.
Ao analisar o recurso, os julgadores entenderam descabida a alegação de transtornos com relação à documentação pessoal, já que os problemas cessariam se a autora providenciasse a alteração de seu nome nos documentos, tal como determinado no divórcio, há mais de seis anos.
Os desembargadores frisaram, ainda, a maioridade e a capacidade da apelante, no momento de fechar o acordo de divórcio, quando concordou com o retorno ao nome de solteira, ciente das implicações de tal ato. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.
Fonte: Consultor Jurídico
Esmese apresenta cursos para o 2º semestre de 2012
Estão sendo ofertados os Cursos Língua Portuguesa e Redação Discursiva, OAB aos Sábados, Semestral Federal, Semestral Matutino, Delegado Federal, Semestral do Trabalho, Analista dos Tribunais (módulo completo), e Analista dos Tribunais (módulo complementar: Português, Informática e Raciocínio Lógico); Atualização Jurisprudencial com Resolução de Questões, e Direito Previdenciário.
A coordenação da Esmese informa ainda que, com exceção de Semestral Federal e Semestral Matutino, que terão início no final de julho, os demais cursos iniciam no mês de agosto.
A Esmese está localizada no 7º e 8º andares do Anexo Administrativo Desembargador José Antonio de Andrade Goes, situado à Rua Pacatuba, 55, Centro de Aracaju.
Clique no banner referente ao curso de interesse no endereço eletrônico da Esmese (www.esmese.com.br) e saiba mais detalhes como corpo docente, disciplinas, período e carga horária dos cursos. Para mais informações: 79 3226-3166/3159/3417/3254.
Governador participa do Pleno e assina decreto de doação de terreno ao TJSE
Segundo o Governador, a assinatura do decreto é uma formalidade singela, mas com grande simbolismo. “Reafirmamos nesse momento a relação harmoniosa entre o Judiciário e o Executivo. Essa doação significa a contribuição do Executivo para a premiada e reconhecida Justiça sergipana. É forma que encontramos para colaborar para que o Judiciário continue prestando excelentes serviços à sociedade”, comentou o governador.
O Presidente do TJSE, Desembargador José Alves Neto, agradeceu o gesto do governador de participar do Pleno e por ter demonstrado ser amigo do Judiciário. “O Governador Marcelo Déda sempre atendeu nossas solicitações, inclusive com relação as questões de orçamento. Foi por isso que, na minha gestão, nomeamos e criamos cargos para juízes e concedemos aumentos para os servidores”, explicou o Desembargador.
O terreno doado pelo Poder Executivo tem uma área de 30 mil metros quadrados e fica localizado em frente ao prédio do Arquivo do Judiciário. Inicialmente, a área será utilizada para ampliação do estacionamento do Fórum Gumersindo Bessa.




