Janaina Cruz

Janaina Cruz

A Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, em razão da necessidade de capacitação nas competências estratégicas e Resolução 225, de 31 de maio de 2016, do Conselho Nacional de Justiça, convoca os servidores abaixo elencados para o Curso de Formação de Facilitadores em Práticas Restaurativas, a ser realizado pela Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), por meio da Coordenadoria de Cursos para Servidores.

 

Curso:

CÍRCULO DE JUSTIÇA RESTAURATIVA E DE CONSTRUÇÃO DA PAZ (FORMAÇÃO DE FACILITADORES EM PRÁTICAS RESTAURATIVAS)

Dias de realização:

27 de novembro a 01 de dezembro de 2017

07:00 às 12:00 horas da manhã

13:00 às 18:00 horas da tarde

 

Objetivo:

Apresentar acesso aos conceitos sobre práticas restaurativas e também vivência sobre planejamento e desenvolvimento de Círculos de Construção de Paz.

Carga horária:

50 horas/aulas

Facilitador(a):

Célia Regina Milanez Souza, matrícula 7304, Analista Judiciária (Psicologia) deste Tribunal de Justiça. Psicóloga graduada pela Universidade Federal de Sergipe em 2004, com curso de Círculos de Justiça Restaurativa e Construção de Paz, pela Escola Superior da Magistratura – AJURIS/RS; e Michelle da Conceição Costa Cunha, matrícula 7398, Analista Judiciária (Serviço Social) deste Tribunal de Justiça. Assistente social, Mestre em Serviço Social pela UFS, Curso de Círculos de Justiça Restaurativa e Construção de Paz, pela Escola Superior da Magistratura – AJURIS/RS.

Conteúdo programático:

  • Conceitos, princípios, fundamentos e valores da Justiça Restaurativa e dos Círculos de Construção de Paz;

  • Práticas restaurativas, com exemplos;

  • Círculos de Construção de Paz: origem, princípios filosóficos e suas diferentes aplicações;

  • Círculos de Construção de Paz e sua relação com a Justiça Restaurativa;

  • Elementos estruturais dos Círculos de Construção de Paz:

- Valores e diretrizes;

- Cerimônias de abertura e de encerramento

- Objeto da palavra;

- Chek-in e check-out e perguntas norteadoras;

- Contação de histórias;

- Construção de consenso.

  • Fluxo de Processo circular;

  • Vivência do papel de facilitador no planejamento de Círculos;

  • Atividade complementar.

Mais informações:

3226-3318/3226-4204/ 3226-4155 ou e-mail ejuseservidor@tjse.jus.br

 

RELAÇÃO DOS CONVOCADOS

 

NOME

MATRÍCULA

LOTAÇÃO

1

Adriany de Azevedo Passos

10656

Atendimento - Marcos Freire

2

Danielle Moraes Santos

16336

Propriá-6º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

3

Ewelin Barreto Da Silva

15872

Propriá-6º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

4

Glicia Livane De Oliveira Cortez Marinho

16341

Lagarto-4º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

5

Maria Do Carmo Vasconcelos Viana

2667

Aracaju-1º Núcleo de Serviço Social e Psicologia

6

Maria Ednara Dantas De Almeida

2123

17ª Vara Cível - Cartório

7

Paula Cristine Pedroza Oliveira Nunes

19301

Turma Recursal

8

Tatiana Paula Felicio Bastos

15109

Areia Branca-Cartório

Promover um ambiente de diálogo construtivo e estimular os métodos consensuais como forma efetiva de acesso à Justiça é um dos principais objetivos da Semana Nacional de Conciliação, que acontece em todo Brasil entre os dias 27 de novembro, segunda-feira, e 1º de dezembro. Em Sergipe, o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) estima que sejam realizadas, na capital e interior, cerca de três mil audiências de conciliação.

Somente no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) do Fórum Gumersindo Bessa, estão previstas mais de 700 audiências. Durante a semana, haverá a participação de todas as unidades jurisdicionais, inclusive com a inclusão de pautas extraordinárias. O acompanhamento das atividades será efetuado pelo Nupemec e pela Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ). Diariamente, as unidades enviarão os dados estatísticos que serão repassados para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Para atender a demanda e incentivar a conciliação, os mutirões tiveram início no dia 16 de outubro, sendo realizados, das 7 às 18 horas, junto aos 2º e 7º Juizados Especiais Cíveis da Comarca de Aracaju e 1º Juizado Cível e Criminal de Nossa Senhora do Socorro. Desde 2016, a Semana Nacional de Conciliação é realizada anualmente pelo CNJ e envolve Tribunais Estaduais, Federais e do Trabalho.

A qualquer tempo, é possível solicitar uma audiência de conciliação. Clique aqui e preencha o formulário. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

As metas que devem ser cumpridas pelos Tribunais no próximo ano foram apresentadas pela Presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ministra Cármen Lúcia, na terça-feira, 21/11. Conforme a Presidente do CNJ, “o Judiciário é um só no Brasil; não temos vários Poderes Judiciários”. O Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Desembargador Cezário Siqueira Neto, participou do XI Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Brasília, e destacou que a elaboração das metas foi marcada por um processo participativo.

“Tivemos, inclusive, a participação da população através de consultas públicas realizadas pelo próprio CNJ. No caso do TJSE, além das reuniões de metas realizadas mensalmente, também promovemos uma consulta pública com a participação de servidores e magistrados, que avaliaram e propuseram sugestões relativas às metas nacionais. Todas as informações foram consolidadas e encaminhadas ao CNJ. Para 2018, a novidade foi, na Meta 1, a exclusão dos processos sobrestados e suspensos no ano corrente, tornando a meta mais factível”, opinou o Presidente do TJSE.

As metas nacionais representam o compromisso firmado anualmente pelos Presidentes dos Tribunais brasileiros com o objetivo de melhorar a prestação jurisdicional. Priorizar julgamentos de processos relativos à corrupção e à improbidade administrativa, assim como fortalecer as redes de enfrentamento à violência contra a mulher estão entre os próximos objetivos definidos pelos magistrados brasileiros para os diversos ramos da Justiça.

“O CNJ, desde a sua criação, vem demonstrando a importância desse trabalho de sistematização das metas”, disse o Ministro Dias Toffoli, Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), lembrando que a confiança que a sociedade deposita no Poder Judiciário não pode ser decepcionada. O Diretor de Planejamento do TJSE, Felipe Prudente, lembrou que, em 2016, o CNJ instituiu a Resolução 221, que apresentou os princípios de gestão participativa e democrática na elaboração das metas nacionais.

Para Felipe, isso constituiu um importante passo em direção a uma gestão judiciária mais transparente, transversal e inclusiva. “Ainda em 2016, o CNJ também publicou a Portaria 114, que regulamentou a citada Resolução, estabelecendo as diretrizes do processo participativo na formulação das metas nacionais. Este ano, a formulação das metas teve início em maio e foi concluída no Encontro Nacional do Poder Judiciário, com a votação das propostas pelos Presidentes dos Tribunais de Justiça”, explicou.

Confira as metas definidas pelo CNJ que devem ser cumpridas pelos Tribunais Estaduais em 2018:

Meta 1 – Julgar mais processos que os distribuídos
Julgar quantidade maior de processos de conhecimento do que os distribuídos, excluídos os suspensos e sobrestados, no ano corrente.

Meta 2 – Julgar processos mais antigos
Identificar e julgar, até 31/12/2018: no 1º grau, pelo menos, 80% dos processos distribuídos até 31/12/2014; no 2º grau, pelo menos, 80% dos distribuídos até 31/12/2015; e nos Juizados Especiais e nas Turmas Recursais, 90% dos processos distribuídos até 31/12/2015.

Meta 4 – Priorizar o julgamento dos processos relativos à corrupção e à improbidade administrativa
Identificar e julgar, até 31/12/2018: 70% das ações de improbidade administrativa e das ações penais relacionadas a crimes contra a administração pública distribuídas até 31/12/2015, em especial a corrupção ativa e passiva, peculato em geral e concussão.

Meta 5 – Impulsionar processos à execução
Estabelecer política de desjudicialização e de enfrentamento do estoque de processos de execução fiscal, até 31/12/2018.

Meta 6 – Priorizar o julgamento das ações coletivas
Julgar, até 31/12/2018: 60% das ações coletivas distribuídas até 31/12/2015 no 1º grau; e 80% das ações coletivas distribuídas até 31/12/2016 no 2º grau;

Meta 8 – Fortalecer a rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres
Fortalecer a rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres, até 31/12/2018.

Com informações e fotos da Agência CNJ

Quarta, 22 Novembro 2017 14:21

TJSE realiza I Encontro sobre Precatórios

Aconteceu nesta quarta-feira, 22/11, no Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), o I Encontro sobre Precatórios. O evento, promovido pelo Departamento de Precatórios (Deprec), debateu a gestão de precatórios e o compromisso com a efetividade da Justiça. O encontro teve como públicos-alvo prefeitos, secretários municipais de finanças, procuradores municipais, membros dos Tribunais, Ministério Público, Defensoria Pública, advogados e estudantes.

A Juíza Gestora do Deprec do TJSE, Maria da Conceição da Silva Santos, ressaltou a importância do encontro. “O evento tem como finalidade maior conscientizar os entes devedores da responsabilidade deles pelos pagamentos, a forma como devem ser feitos e também as consequências do não pagamento”. Ela ainda se referiu ao trabalho do Deprec nesta gestão. “No TJSE, neste biênio, estamos modernizando o Departamento, fazendo com que os pagamentos sejam mais rápidos e efetivos para que as partes tenham direito ao recebimento em um tempo mais curto”.

O Presidente do TJSE, Desembargador Cezário Siqueira Neto, destacou o empenho do Deprec e citou que o encontro é importante porque gestores precisam ser bem instruídos quanto ao pagamento dos precatórios. “Os administradores estão passando por uma situação difícil, todos nós sabemos. Mas os gestores precisam ter em mente que a obrigação do pagamento de precatórios é tão prioritária quanto o pagamento de folhas e de fornecedores. É uma obrigação importantíssima porque os credores são, em regra, pessoas idosas, doentes e que tem uma expectativa de poder utilizar seus créditos”.

Pela manhã, o tema Regime Geral e Especial e consequências do inadimplemento, sob a EC 94/2016, foi apresentado pelo Juiz Francisco Eduardo Fontenele Batista, do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará. A parte da tarde foi dedicada para apresentação do Desembargador Luís Paulo Aliende Ribeiro do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ele tratou das formas de viabilizar a quitação das dívidas de acordo com a Emenda Constitucional 94/2016.

“Precatório atrasado tem que ser quitado até 2020 e a partir de então todos os entes públicos do Brasil, Estados e Municípios, devem cumprir o que está no artigo 100 da Constituição. Ou seja, os precatórios que entram em um determinado ano são pagos até o final do ano seguinte, para acabar com essa mazela que é o precatório não pago no tempo devido, fazendo com que as pessoas sofram e deixem de receber aquilo que lhes é devido”, defendeu o Desembargador do TJSP em sua palestra.

O prefeito do município de Amparo do São Francisco, Franklin Freire, elogiou a iniciativa do TJSE de convidar gestores para o evento. Ele, lembrando da crise atual da economia brasileira, ressaltou a importância do debate. “Esse dia é especial porque estamos aqui para discutir junto com o Judiciário. Vamos ouvir sobre o que temos obrigação de pagar, mas também temos espaço para colocar as nossas situações e juntos procurarmos caminhos”, disse o prefeito.

Reunião de Gestores de Precatórios

Amanhã e sexta-feira, dias 23 e 24/11, a programação prossegue com a realização da 8ª Reunião da Câmara Nacional de Gestores de Precatórios dos Tribunais de Justiça. O encontro, que acontecerá no Hotel Real Classic, reunirá representantes do Judiciário de todo o Brasil para discutir aspectos sobre a modernização das rotinas dos departamentos de precatórios e a estruturação e especialização dos órgãos competentes.

Uma programação especial realizada ontem, 20/11, marcou os 33 anos do Arquivo Geral do Judiciário, criado em 19 de novembro de 1984. A instituição é um órgão do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e tem o objetivo de guardar a memória do Estado. A solenidade foi aberta pela Chefe do Arquivo, Mara Araújo de Silva Vieira, que falou da importância das comemorações após mais de três décadas de atuação.

"É com alegria e responsabilidade que represento toda equipe que faz deste Arquivo um dos mais bem conceituados do Brasil. Aqui, neste prédio, guardamos em 24 acervos mais de dois milhões e meio de processos judiciais e documentos administrativos. Estamos prontos para atender historiadores, arquivistas, museólogos, estudantes e profissionais do Direito e de Letras para seu aperfeiçoamento profissional e desenvolvimento das suas teses, bem como, no atendimento a partes e seus representantes, na comprovação de seus direitos", ressaltou Mara.

De acordo com a Chefe da Secretaria do Gabinete da Presidência do TJSE, Monique Lisboa Alves de Almeida, que representou no evento o Presidente do TJSE, Desembargador Cezário Siqueira Neto, o Arquivo Judiciário tem "um trabalho minucioso e precioso que é importante para nossa história".

A solenidade teve prosseguimento com a palestra Documento, memória e democracia, ministrada pela Professora Doutora Andréa Depieri. Ela, que é membro da Comissão Estadual da Verdade, fez uma apresentação ressaltando o valor significativo do Arquivo para construção da nossa memória e preservação saudável da democracia. "A partir dos processos que estão arquivados aqui é possível o tempo todo visualizar como nós funcionávamos e o que funciona ainda hoje. Olhar para esse passado permite que se olhe com mais clareza sobre os desafios que a gente tem para consolidação de uma sociedade democrática no presente”, explicou.

O historiador Paulo Fernandes participou do evento lembrando o papel fundamental do Arquivo Judiciário para sua formação. “Aqui nós temos o contato direto com os documentos. Saímos da teoria para ter um contato real com a prática”.

Colaboradores que fizeram a história da instituição também participaram das festividades. A servidora Carla Leal foi uma das homenageadas. “São 30 anos com a história de Sergipe nas minhas mãos. É com grande alegria que recebo essa homenagem hoje”. Também receberam o certificado de outorga as servidoras Ana Cristina Pereira; prof.ª dra. Eugênia Andrade Vieira; Maria da Glória Mateus dos Santos e Rosângela Alves Martes Souza.

A programação especial foi encerrada com a realização de duas oficinas simultâneas: uma sobre ‘Tratamento de arquivos pessoais: uma abordagem funcional’, com a prof.ª dra. Lorena Campello; e outra sobre ‘Restauro e Preservação de Documentos’, com a servidora Vera Lúcia Souza de Carvalho. A estudante de Biblioteconomia e Documentação Tainara Costa ficou entusiasmada com as possibilidades de conhecimento adquiridas durante a manhã. “Participar da oficina foi uma experiência enriquecedora porque estamos aprendendo como manusear esse tipo de documentação”.

Aconteceu na terça-feira, 21/11, no Fórum Heitor de Souza, reunião entre os agentes de implantação da Justiça Restaurativa na Comarca de Estância. No encontro, coordenado pela Juíza da 2ª Vara Cível, Tatiany Nascimento Chagas, foram debatidas estratégias iniciais para divulgação das práticas restaurativas no Município, o que já vem sendo feito através da realização dos círculos de sensibilização, que estão sendo realizados com a rede de proteção à criança e ao adolescente.

Além da magistrada, participaram da reunião o Procurador Geral do Município, Genilson Andrade Oliveira; o Secretário de Cultura e Turismo, Carlos Menezes de Souza Junior; a Secretária de Assistência Social, Daniele Souto; Georlize Oliveira, Secretária de Defesa Social; a Secretaria de Educação, Hélia Santana; o representante da SMTT do Municipio, Cel. José Enilson; a Conselheira Tutelar, Andreia Rodrigues; o Secretário de Saúde, Jorgivaldo Gama e o Coodenador do curso de Direito da UNIT -polo Estancia, professor Manoel Caldas.

No último dia 14/11 foi realizado círculo de sensibilização com 20 integrantes da Guarda Municipal e no próximo dia 28/11 será efetivado no círculo com 25 integrantes da rede de assistência social do Município.

A IX Semana da Justiça pela Paz em Casa, terceira realizada só este ano, teve início ontem, 20/11, e prossegue até o próximo dia 29. O objetivo é o combate à violência doméstica e familiar contra a mulher e, dessa forma, a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) preparou uma programação com diversas atividades, entre elas Seminário Tecendo a Rede e capacitação com profissionais da rede de enfrentamento.

“Hoje temos uma importante ferramenta de combate à violência contra a mulher, que é a Lei Maria da Penha, mas infelizmente, os números crescem. E isso acontece porque a mulher tem recorrido à lei, sinalizando para nós a necessidade de priorizarmos sempre o julgamento desses processos”, destacou a Juíza Iracy Mangueira, Coordenadora da Mulher do TJSE. Ontem, ela divulgou a programação do evento no Bom Dia Sergipe, da TV Sergipe, e no programa Tolerância Zero, apresentado por Bareta, na TV Atalaia.

A magistrada também aproveitou para conversar com os colegas Juízes que participavam da última aula do ‘Enfrentamento Prático das Demandas Relativas à Mulher, Infância e Juventude - Ferramentas construídas junto às Coordenadorias e a interseção da Justiça Restaurativa’, na Escola Judicial de Sergipe (Ejuse). Ela distribuiu os panfletos do Seminário Tecendo a Rede II, que acontece na quinta e sexta-feira, dias 23 e 24/11, no auditório do Palácio da Justiça, a partir das 8 horas.

Nesta terça, a programação da Semana da Justiça pela Paz em Casa acontece na Comarca de Itabaiana, com a apresentação do Projeto Interior em Rede. Na quarta, haverá audiência pública em Lagarto, tratando da problemática da violência contra a mulher. Nos próximos dias 28 e 29, a partir das 8h, haverá capacitação da rede de enfrentamento à violência contra a mulher em Pacatuba. Clique aqui e confira a programação completa.

A Semana da Justiça pela Paz em Casa faz parte de um programa do Poder Judiciário que integra a Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. A Semana foi idealizada pela Ministra Carmem Lúcia, em 2015. Desde então, é promovida pelos Tribunais Estaduais com o objetivo de ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha e realizar ações de cunho preventivo em parceria com a rede de atendimento e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

Segunda, 20 Novembro 2017 16:47

TJSE é premiado com Selo Diamante pelo CNJ

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) foi o único Tribunal Estadual premiado na categoria Diamante do Selo Justiça em Números, como reconhecimento aos Tribunais que investem em excelência da gestão da informação e na qualidade da prestação jurisdicional. O selo é uma premiação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a diamante é a mais alta categoria do prêmio. A honraria foi recebida pelo Presidente do TJSE, Des. Cezário Siqueira Neto, durante o XI Encontro Nacional do Poder Judiciário, que acontece em Brasília, nos dias 20 e 21 de novembro. Em 2016, o TJSE foi premiado com o Selo Ouro

Segundo o Presidente do TJSE, para que o Tribunal receba o Selo Justiça em Números são exigidos requisitos como quantidade processos eletrônicos, práticas sustentáveis, atenção à saúde de magistrados e servidores, priorização do 1º grau, transparência, excelência na gestão de tecnologia da informação e gestão participativa. “O TJSE vem se aprimorando, em 2015 foi prata, 2016 ouro. O Selo Diamante vem como uma consagração de todo o planejamento e estratégia trabalhados ao longo dos últimos anos. Fruto de muito esforço e empenho desta e das gestões anteriores do nosso Tribunal de Justiça que buscaram modernizar a justiça sergipana sempre focando numa prestação jurisdicional mais célere, eficiente, sustentável e humana”, afirmou o Des. Cezário Siqueira Neto.

O Selo Justiça em Números foi criado em 2013 e possui as categorias diamante, ouro, prata e bronze. Para a concessão do prêmio são considerados os Tribunais com nível de excelência na gestão da informação, aqueles capazes de extrair dados analíticos de todas as unidades judiciárias, em sistemas padronizados de acordo com as regras das Tabelas Processuais Unificadas instituídas, determinadas pela Resolução n. 46/2007 e nos padrões do Modelo Nacional de Interoperabilidade (MNI) do CNJ. No TJSE esses dados são transmitidos mensalmente ao CNJ através da Divisão de Apoio Tecnologico da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento.

O Diretor de Planejamento do TJSE, Felipe Baptista Prudente explicou que, no início, o Selo Justiça em Números era uma premiação facultativa que focava apenas no reconhecimento da excelência dos sistemas de gestão, produção e disseminação das informações. “Nos anos seguintes foram incorporados mais e mais requisitos, ampliando o seu escopo, que valorizaram cada vez mais a sua obtenção. Neste ano, em especial, o Selo se tornou obrigatório para todos os Tribunais, que ampliou a exigência dos requisitos e comprovações. Tudo isso torna essa premiação ainda mais relevante, uma vez que demonstra que o nosso Tribunal tem atuado em todas as frentes na prestação de um bom serviço para a sociedade, atuando de forma transparente, estratégica e planejada”, concluiu o servidor.

 

Fotos: Luiz Silveira/Agência CNJ

Estão abertas as inscrições, até às 23h59 da próxima segunda-feira, 20/11, para preenchimento de vaga no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), para o biênio 2017/2019. Magistrados de todo o país poderão se candidatar ao cargo. Os interessados devem acessar a página de inscrições para conhecer as regras da seleção.

De acordo com a Resolução 504/2013, que estabelece o procedimento de escolha e indicação para a vaga, encerrado o prazo de inscrição, a Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) colocará os currículos à disposição dos demais Ministros da Corte e convocará sessão administrativa para escolha do nome.

O CNMP é composto por 14 membros e presidido pelo Procurador-Geral da República, cabendo ao STF indicar um dos dois Juízes que o integram (o segundo Juiz é indicado pelo Superior Tribunal de Justiça).

Com informações do STF

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