Janaina Cruz

Janaina Cruz

A Corregedoria Geral da Justiça (CGJ), desde a última quarta-feira, 30/01, passou a disponibilizar em seu Portal 105 modelos de Atos Ordinatórios para serem utilizados pelos serventuários de todas as unidades de Sergipe. Esses modelos abrangem as áreas cível, criminal e dos Juizados Especiais. Para facilitar a pesquisa, foi possibilitada a busca do ato desejado com a digitação de palavra-chave nos campos categoria, tipo ou modelo.

Segundo a Corregedora-Geral da Justiça, Desembargadora Iolanda Santos Guimarães, a iniciativa da CGJ tem o propósito de facilitar o impulso dos processos nas Secretarias, reduzir as conclusões dos feitos e, portanto, de acelerar a tramitação processual.

“Era nossa pretensão, também, disponibilizar neste momento para os magistrados e sua assessoria modelos de despachos, decisões e sentenças, tendo sido para isso formado um acervo. Porém, como o setor de tecnologia da informação da Corregedoria, em razão da pendência de outros projetos, não conseguiu ainda concluir a ferramenta de busca por palavra-chave, ficará a disponibilização para a próxima gestão”, ressaltou a magistrada.

 

A Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Sergipe comunica, para conhecimento do público em geral, a Escala de Plantão para os Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais, conforme Provimento nº 09/2014-CGJ/SE e Portaria nº 964/2018-CGJ/SE.

 

DIA

SERVENTIA

LOCAL

(Feriado)

7º Ofício

Rua Itabaiana, nº 106 – Centro.

05

(Sábado)

8º Ofício

Rua Lagarto, nº 1332 – Centro (esquina com a Avenida Barão de Maruim).

06

(Domingo)

2º Ofício

Trav. Benjamim Constant, nº 68 – Centro.

12

(Sábado)

4º Ofício

Av. Geraldo Barreto Sobral, nº 200 – Bairro Jardins.

13

(Domingo)

6º Ofício

Rua Itabaiana, nº 177 – Centro.

19

(Sábado)

7º Ofício

Rua Itabaiana, nº 106 – Centro.

20

(Domingo)

8º Ofício

Rua Lagarto, nº 1332 – Centro (esquina com a Avenida Barão de Maruim).

26

(Sábado)

2º Ofício

Trav. Benjamim Constant, nº 68 – Centro.

27

(Domingo)

4º Ofício

Av. Geraldo Barreto Sobral, nº 200 – Bairro Jardins.

Está disponível a mais recente edição do Boletim Jurídico. A publicação é produzida pela Vice-Presidência do TJSE, através da Diretoria de Divulgação Judiciária. As seções do Boletim Jurídico estão divididas em: Tribunal Pleno, Câmaras Cíveis Reunidas, 1ª Câmara Cível, 2ª Câmara Cível e Câmara Criminal.

A publicação é um importante instrumento que auxilia a comunidade jurídica a ter um fácil acesso à jurisprudência de segundo grau do Poder Judiciário sergipano.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (79) 3226-3180 / 3182. As edições anteriores podem ser encontradas clicando aqui.

A Diretoria de Gestão de Pessoas do TJSE informa que o prazo para envio das informações/documentações para lançamento na Folha de Janeiro será até 09/01/2019. Informa, ainda, que os eventuais abonos deverão ser efetuados até o dia 08/01/2019.

Os cerca de 400 vencedores de 2018 (ano-base 2017) da premiação dos servidores da área-fim do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) receberão um adicional no valor de R$ 488,43, a ser pago no mês de dezembro, proporcional ao tempo de efetivo exercício na unidade vencedora. Conforme a Diretoria de Planejamento do TJSE, como houve excedente no orçamento disponibilizado para a premiação deste ano e o Tribunal figurou entre os três primeiros colocados no Índice de Produtividade Comparada (IPC-Jus), haverá rateio do valor entre os servidores vencedores.

“Essa previsão do rateio do valor entre os vencedores do ano, no caso do Tribunal se destacar a nível nacional, fortalece o planejamento e o alcance das metas. Isso transforma resultados da instituição em ganhos para os servidores, neste caso os que se sagraram vencedores na premiação do ano corrente”, comentou Felipe Prudente, Diretor de Planejamento do TJSE.

O rateio está previsto no artigo 3º, §2º, da Resolução 14/2016 do TJSE. Segundo Felipe, o Tribunal figurou entre os três primeiros colocados no Índice de Produtividade Comparada (IPC-Jus) no Relatório Justiça em Números 2018 (Ano-base 2017), atingindo 100% do índice e destacando-se em primeiro lugar. Clique aqui para acessar o relatório e confira, na página 159, a colocação do TJSE.

Os Tribunais com melhor resultado, considerados eficientes, tornam-se referência do ramo de Justiça. Somente os Tribunais de Sergipe e do Rio Grande do Sul obtiveram IPC-Jus de 100%, tanto no 1º e 2º graus quanto na área administrativa. Pelo IPCJus são possíveis fazer comparações entre Tribunais do mesmo ramo de Justiça, independentemente do porte, pois considera-se o que foi produzido a partir dos recursos ou insumos disponíveis para cada Tribunal.

O IPC-Jus agrega informações de litigiosidade como, por exemplo, o número de processos que tramitaram no período; recursos humanos (magistrados, servidores efetivos, comissionados e ingressados por meio de requisição ou cessão); e recursos financeiros (despesa total da Justiça excluídas as despesas com inativos e com projetos de construção e obras). Como produto, o índice avalia a quantidade de processos baixados.

Com o início do recesso forense, o Tribunal de Justiça de Sergipe reitera a sua preocupação e apoio ao Programa de Responsabilidade Ambiental.

Assim, magistrados e servidores devem desligar todos os equipamentos eletrônicos, especialmente computadores, impressoras, estabilizadores e nobreaks.

Dessa forma, será reduzido o consumo de energia elétrica, contribuindo para uma utilização mais racional dos recursos naturais do planeta.

 

A partir de agora, conforme a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), os magistrados têm para onde encaminhar as mulheres vítimas de violência doméstica que estão em risco iminente de morte ou grave ameaça. Isso porque está em funcionamento a Casa Abrigo Estadual Profa. Neuzice Barreto, implantada pela Secretaria de Estado da Inclusão Social (Seidh), por meio das coordenadorias da Mulher e da Assistência Social.

“Foi uma construção conjunta, uma luta de vários anos e que se concretiza justamente nesse momento em que estamos tão preocupados com as políticas públicas. Esse abrigo vem para nos deixar atentas com o aumento dos casos de violência doméstica e para que não haja retrocessos ", comentou Sabrina Duarte, psicóloga da Coordenadoria da Mulher do TJSE.

Inclusive, a Coordenadoria participou das discussões para construção do fluxo de atendimento, como também para efetivação do equipamento e capacitação dos profissionais da Casa Abrigo, juntamente com a Secretaria de Segurança Pública (SSP). As delegacias, o Judiciário e Ministério Público serão a porta de entrada para o serviço.

A partir do boletim de ocorrência, a equipe da Casa Abrigo será acionada para conduzir a mulher e seus filhos até o local. A delegada do Departamento de Grupos Vulneráveis (DAGV), Mariana Diniz, falou da importância do equipamento para o trabalho da delegacia. “É um fortalecimento da rede de proteção à mulher. É bom saber que a vítima de violência está em segurança enquanto tomamos as devidas providências", afirmou.

A Casa Abrigo oferece acolhimento provisório para mulheres, acompanhadas ou não de seus filhos, e que estejam em situação de ameaça ou risco de morte em razão da violência doméstica ou familiar. Para a segurança das abrigadas, o endereço é sigiloso e o funcionamento é ininterrupto. A equipe de atendimento é multidisciplinar com psicólogas, assistentes sociais e educadoras sociais, preparadas para acolher e fortalecer a dignidade dessas mulheres, enquanto o sistema de Justiça dá andamento aos processos legais.
Dentro do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), a Casa Abrigo Estadual é tipificada como serviço de acolhimento institucional da proteção social especial de alta complexidade. A coordenadora Estadual da Assistência Social, Kátia Ferreira, falou sobre como as políticas públicas se complementaram para viabilizar o projeto. "Além da defesa da mulher, a unidade de acolhimento está vinculada à política de Assistência Social. É uma demonstração de integração e fortalecimento de toda a rede socioassistencial”, afirmou.

A coordenadora Estadual de Políticas para Mulheres da Seidh, Edivaneide Paes, lembrou que a concretização desse projeto acontece depois de uma longa jornada de discussões e alinhamento entre órgãos e entidades. “Esse equipamento é um sonho antigo de toda a rede aqui representada por municípios, serviços e colaboradores. Fizemos o nosso melhor para que essa conquista fosse alcançada, tamanha a sua importância para salvar a vida de tantas mulheres”, comentou.

Já a deputada estadual e presidente da Frente Parlamentar de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, Goretti Reis, recordou a atuação em favor da instalação do equipamento em 2016. “Foi em março de 2016 que solicitamos a construção e mostramos como importante Sergipe ter um local de acolhimento para as mulheres do interior. Fico muito feliz em participar das discussões até hoje, com o projeto concretizado”.

Fórum

No último dia 13, aconteceu o Fórum Estadual de Organismos de Políticas para as Mulheres (FEORG), onde foi discutido o funcionamento da Casa Abrigo Estadual Profa. Neuzice Barreto. Segundo a Secretaria de Estado da Inclusão Social (Seidh), por meio das coordenadorias da Mulher e da Assistência Social, Sergipe é pioneiro na oferta de um equipamento de âmbito estadual voltado especificamente para mulheres vítimas de violência com risco de morte.

Filha da professora Neuzice Barreto, que dá nome à Casa Abrigo, Maria Eliene Lima foi homenageada durante o Fórum. Ela relembrou a trajetória da mãe e as dificuldades enfrentadas para educar os filhos. “Estou lisonjeada em poder representar a minha mãe. Quero agradecer ao Estado de Sergipe pela construção do abrigo e por essa homenagem. Minha mãe foi uma guerreira, foi professora e ainda colaborava politicamente. Sua história é de superação e receber essa homenagem é especial. Agradeço de coração", declarou.

Com informações e fotos da ASN/Seidh

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