Janaina Cruz

Janaina Cruz

O Desembargador Edson Ulisses de Melo relançará, no próximo dia 21, sábado, às 16h30, no Aquários Praia Hotel, localizado na avenida Santos Dumont, 1378, Atalaia, dois de seus livros. ‘Reflexões Cidadãs’ trata da luta do magistrado a favor dos direitos humanos, através de inúmeros discursos, quando à época, representava a OAB; palestras e artigos, alguns de abordagem jurídica e outros de análise crítica da sociedade; além de registros pessoais de sua vida desde criança humilde vinda do interior; seu casamento e particularidades da trajetória como magistrado.

Já o outro livro, ‘Sabedoria Popular’, com uma diagramação e conteúdo mais despojados, traz textos, estórias, provérbios e versos compostos por máximas da sabedoria popular sergipana e outras amenidades construídas através de pesquisas e observações realizadas, pelo magistrado ao longo de anos e da sua vivência, desde a sua infância quando vivia no interior do Estado de Alagoas e, posteriormente, em Porto da Folha e Propriá (SE), até os dias atuais.

Segundo o magistrado, o livro ressalta a importância da cultura popular na formação da sociedade. “Onde pude pesquisar, dentro das comunidades, durante minhas andanças e viagens feitas ao longo dos anos com o objetivo de perenizar esse patrimônio de nossa existência, evitando, assim, que seja esquecida com o passar do tempo”, completou.

Terça, 17 Setembro 2019 09:16

Missa de sétimo dia: José Ulisses de Melo

Informamos que a missa de sétimo dia de José Ulisses de Melo, irmão do Desembargador Edson Ulisses de Melo, será realizada nesta terça-feira, 17/09, às 17 horas, na Igreja São José, em Aracaju.

A Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, em razão da necessidade de capacitação nas competências estratégicas e conforme recomendação do Conselho Nacional de Justiça, convoca os servidores abaixo elencados para o curso ‘O contrato e suas alterações’, a ser realizado pela Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), por meio da Coordenadoria de Cursos para Servidores.

 

Curso:

O CONTRATO E SUAS ALTERAÇÕES

Dias:

17, 18, 19, 24 e 25 de setembro 2019

Horário:

14 h às 18h

Local:

Sala 2, 7º andar, anexo II, da EJUSE

Público-alvo:

Gestores e Fiscais de Contratos do TJSE

Objetivo:

capacitar servidores lotados na área administrativa do TJSE que atuam em processos de contratação e transmitirá aos participantes informações importantes acerca de alteração dos contratos decorrente da necessidade de aumento ou redução de seu objeto, da modificação do valor, da dilação do prazo da execução ou prazo de vigência, ou mesmo em decorrência de repactuação, revisão ou reajuste, as alterações contratuais e os aditivos daí correspondentes são práticas comuns no âmbito da Administração Pública e que exigem dos gestores constante aperfeiçoamento técnico.

Carga horária:

20 horas/aulas

Facilitador(es):

Bruno Maciel de Santana, matrícula 9533, Analista Judiciário deste Tribunal de Justiça, lotado na Consultoria de Licitações e Contratos, graduado em Direito pela Universidade Tiradentes; Pós-Graduado em Direito Tributário com Metodologia do Ensino Superior pela UNISUL/LFG (2010). Possui experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Administrativo. Atua na Consultoria de Licitações e Contratos do Tribunal de Justiça de Sergipe desde 2010. Realiza assessoria jurídica junto aos setores administrativos do Tribunal de Justiça, mediante emissão de pareceres jurídicos, despachos e reuniões. Integrou como presidente, a Comissão para Apuração de Infração Cometida por Licitantes e Contratados (2017/2018) Atualmente presidente da Comissão Permanente de Licitações do TJSE (2019/2020), atribuição já exercida em 2016/2017. Já ministrou cursos para a Escola Judicial sobre Licitações e Contratos.

Realização:

Coordenadoria de Cursos para Servidores

Conteúdo programático:

ACRÉSCIMOS, SUPRESSÕES E ALTERAÇÕES QUALITATIVAS

Alterações unilaterais e por acordo – Cabimento e limites – Entendimentos do TCU.

Compensação entre acréscimos e supressões – Orientações do TCU

Aplicação dos percentuais para acréscimos – Base de cálculo – O que é “valor inicial atualizado do contrato”?

Alterações em contratos decorrentes de dispensa e inexigibilidade

Acréscimo em contratos que admitem prorrogação – Base de cálculo

Erros na definição do objeto e no projeto e alterações contratuais

Acréscimos em contratos que decorrem de SRP

ALTERAÇÃO DE PRAZO – PRORROGAÇÃO DOS PRAZOS DE EXECUÇÃO E DE VIGÊNCIA

Prazo de execução X Prazo de vigência – Ampliação

Prazo de vigência – Prorrogação

Regras da Nova Instrução Normativa do TJSE para a prorrogação do prazo de vigência nos contratos de serviços contínuos

Formalização de prorrogação depois de expirado o prazo de vigência – Entendimento do TCU

Prazos dos contratos que decorrem de SRP

Verificação de compatibilidade com os preços de mercado – E se existir preço inferior?

Possibilidade de o contrato de serviços contínuos prever prazo inicial de 48 ou 60 meses direto;

REVISÃO, REAJUSTE E REPACTUAÇÃO:

Reajuste, repactuação e revisão – Diferenças e cabimento

Preclusão do direito à repactuação

Reajuste e revisão da ata e do contrato de registro de preços.

Mais informações:

3226-3318/3226-3337 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Contribuir para melhorias no acesso de pessoas com deficiência às instalações do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) é apenas uma das atribuições do Comitê Permanente de Acessibilidade e Inclusão, que realizou na manhã desta segunda-feira, 16/09, a nona reunião deste ano. Durante o encontro, foram ouvidas demandas de servidores do TJSE e membros da sociedade civil.

“O Comitê de Acessibilidade tem sido muito envolvido com diversos segmentos do Tribunal e também segmentos externos. Os avanços são permanentes e progressivos porque o Tribunal de Sergipe, há muitos anos, tem se preocupado com essa questão de acessibilidade. Hoje, ficamos mais atentos porque cada pessoa que indica algumas necessidades, o Tribunal tenta resolvê-las”, destacou o Desembargador José dos Anjos, Presidente do Comitê.

Na reunião foram discutidos, entre outros assuntos, a necessidade de readequação de alguns banheiros para melhorar o acesso de cadeirantes e reestruturação das calçadas em torno dos três prédios do Tribunal, localizados no Centro de Aracaju. A próxima reunião do Comitê ficou marcada para o dia 22 de novembro.

“Participei de todas reuniões deste ano e fico muito feliz em saber que um órgão como o Tribunal de Justiça, que é respeitadíssimo em todo Brasil, saia à frente da acessibilidade, para que todos nós deficientes tenhamos nossa dignidade e cidadania respeitadas”, opinou Leonel Aquino, Presidente da Comissão Estadual de Mobilidade e Acessibilidade (Cema).

Ele também lembrou que o sábado, 21/09, é o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A data foi instituída pela Lei nº 11.133, de 14 de julho de 2005, mas já era celebrada extraoficialmente desde 1982. Foi criada com o objetivo de conscientizar sobre a importância do desenvolvimento de meios de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade.

A conciliação é um meio adequado de resolução de conflitos em que as partes confiam a uma terceira pessoa neutra – o conciliador – a função de aproximá-las e orientá-las na construção de um acordo. O Relatório Justiça em Números 2019, divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), revelou que o índice de conciliação na Justiça Estadual, em todo país, foi de 10,4% em 2018. O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) teve o segundo melhor índice do país, 21,1%. O primeiro colocado foi o Tribunal do Mato Grosso do Sul, com 22,5%.

O índice de conciliação é dado pelo percentual de sentenças e decisões resolvidas por homologação de acordo em relação ao total de sentenças e decisões terminativas proferidas. Conforme a Juíza Maria Luiza Foz Mendonça, membro do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do TJSE e Coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) localizado no Fórum Gumersindo Bessa, em Aracaju, o índice revelado pelo CNJ é fruto de um trabalho contínuo.

“O Nupemec/Cejusc, desde sua criação, vem instituindo a política pública de resolução de conflitos no Judiciário Estadual. Para isso, foram criadas ações que seguem o alinhamento estratégico para o fomento da cultura à resolução autocompositiva de conflitos no Estado. Inclui-se nesse escopo as capacitações de servidores, magistrados, público externo, alunos de universidades e órgãos parceiros; a criação de Cejuscs nos órgãos de defesa do consumidor (Procons) e Núcleos de Práticas Jurídicas de Faculdades de Direito”, enumerou a magistrada.

Além disso, houve a implantação de Cejuscs em Comarcas do interior do Estado; do projeto ‘Pare, Concilie e Siga’, de conciliação em casos de acidente de trânsito, em Aracaju; do projeto ‘Cejusc nas Comunidades’, que realiza visitas e palestras em órgãos da assistência social e saúde, como CRAS, CREAS, unidades básicas e setores de apoio ao trabalho e desenvolvimento profissional. Outro destaque da conciliação no âmbito do TJSE é o projeto ‘Escolas no Fórum’, que visa disseminar a cultura autocompositiva para alunos do ensino médio.

“Todas essas ações, como também mutirões e feirões de negociações com empresas de vários setores comerciais, também contribuem para bons índices de conciliações e mediações no Judiciário sergipano”, explicou Maria Luiza. Ainda são realizadas capacitações contínuas de conciliadores e mediadores dos Cejuscs, de servidores que atuam no atendimento dos fóruns e de dativos conciliadores. Em 2017, o índice de conciliação no TJSE foi de 20,4%.

Histórico da conciliação

A conciliação é uma política adotada pelo CNJ desde 2006, com a implantação do Movimento pela Conciliação. Por intermédio da Resolução CNJ 125/2010, foram criados os Cejuscs e os Nupemecs, que visam fortalecer e estruturar unidades destinadas ao atendimento dos casos de conciliação. Conforme o CNJ, no Relatório Justiça em Números, houve um crescimento considerável na quantidade de Cejuscs pelo Brasil. Em 2015 eram 654 e, em 2018, 1.088; um aumento de 66,4%.

“Antes mesmo da publicação da Resolução 125/2010 do CNJ, que instituiu a política pública de tratamento adequado de conflitos de interesses no âmbito do Judiciário, já tínhamos, desde 2007, a antiga Central de Conciliação, que sempre teve como objetivo dispor de ambiente diferenciado e acolhedor, onde a humanização das relações foi a prioridade. Com a publicação da Resolução do CNJ, a Central de Conciliação passou a ser denominada Cejusc”, explicou Maria Luiza Foz Mendonça.

O livro ‘Monitoramento da Justiça Restaurativa em três dimensões’, lançado recentemente pela professora doutora Daniela Carvalho Almeida da Costa, do Departamento de Direito da Universidade Federal de Sergipe (UFS), revelou um alto nível de satisfação de usuários da Justiça Restaurativa. A pesquisa científica, desenvolvida na 17ª Vara Cível de Aracaju, unidade que trata de adolescentes em conflito com a lei, foi iniciada em 2016 e, agora, apresenta seus primeiros resultados.

“O livro é fruto dos resultados dos dois primeiros anos da pesquisa. O que percebemos foi um grau de satisfação altíssimo das pessoas atendidas pela Justiça Restaurativa. Aplicamos 140 questionários e todos responderam que estavam satisfeitos ou muito satisfeitos por terem participado do pré-círculo ou círculo restaurativo. O grau de satisfação nos dá a entender, fazendo uma inferência para o futuro, que podemos transformar a visão da sociedade sobre o sistema de Justiça”, argumentou Daniela.

A pesquisa revelou ainda que de 30 acordos restaurativos celebrados entre outubro de 2015 e junho de 2017, só foram registrados dois descumprimentos, perfazendo um percentual 93,33% de cumprimento de acordos restaurativos. “No geral, os dados demonstram que as pessoas têm compreendido, ou seja, o linguajar da abordagem tem sido acessível, apesar do subjetivismo que reside na compreensão de cada interlocutor. O índice de compreensão foi de 95,56% em relação aos ofensores e de 100% em relação às vítimas e apoiadores”, enumerou a professora em um trecho do livro.

O objetivo geral da pesquisa é a construção e teste de um modelo de monitoramento de práticas restaurativas que possa servir não só aos Núcleos de Justiça Restaurativa implantados pelo Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE), mas também a outros programas e práticas restaurativas que se desenvolvam para além do Judiciário. O modelo de monitoramento visa apresentar indicadores para que a Justiça Restaurativa seja avaliada em três dimensões.

“Minha ideia partiu da noção de que a Justiça Restaurativa lança impactos em três dimensões: relacional, que tem a ver com as pessoas que passaram pelo conflito e buscam restaurar a relação que sofreu danos, ressignificando o conflito; a dimensão institucional, que diz respeito a quem sedia o programa; e a dimensão social, que é impactada a médio e longo prazo, mudando a visão da sociedade sobre o sistema de Justiça”, explicou Daniela.

Entre os pontos fortes da prática da Justiça Restaurativa na 17ª Vara levantados pela pesquisa, foram elencados o monitoramento do acordo, vínculo permanente da equipe de facilitadores, participação ativa e autônoma das partes, alto grau de satisfação das partes, assimilação e respeito aos valores e princípios restaurativos entre facilitadores e partes, alto potencial restaurativo e alto potencial transformador sobre a satisfação e confiança das partes na Justiça.

O livro pode ser acessado no site da editora da UFS ou clicando aqui.

Continuidade

Para fins de realização da pesquisa, foi firmado, em outubro de 2016, o Convênio nº 27, entre a UFS e o TJSE, sendo renovado até 2021. “O que se almeja junto ao TJSE é que o modelo de monitoramento construído seja incorporado aos programas de Justiça Restaurativa já implantados pelo sistema de justiça sergipano, bem como aos que venham a ser implantados, para fins de acompanhamento e gestão de qualidade da Justiça Restaurativa em Sergipe”, informou a professora.

Justiça Restaurativa em Sergipe

No âmbito do TJSE, a Justiça Restaurativa foi implantada em maio de 2016. O primeiro Núcleo de Práticas de Justiça Restaurativa do Judiciário sergipano foi instalado na 17º Vara Cível da Comarca de Aracaju, no dia 21 de setembro. O segundo foi instalado na Comarca de Canindé do São Francisco, no dia 16 de outubro daquele mesmo ano. Outros Núcleos também funcionam nas Comarcas de Estância, Pacatuba e Porto da Folha.

A Justiça Restaurativa é um conjunto de ações que visa resolver uma situação de violência, seja devido a um ato infracional ou uma situação de conflito de relacionamento, de modo não violento e não punitivo, através da construção de espaços seguros e acolhedores para que o ofensor se encontre com a vítima, com a participação da comunidade. A condução é feita por um facilitador formado em técnicas restaurativas. O objetivo é compreender porque o causador do dano agiu de tal forma, focar na recuperação do dano, atender às necessidades da vítima e criar um plano de ação que satisfaça todos os envolvidos, inclusive o ofensor.

O Desembargador Cezário Siqueira Neto recebeu na manhã desta sexta-feira, 13/09, uma homenagem do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). A Desembargadora Cynthia Resende veio pessoalmente ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) entregar uma medalha comemorativa pelos 410 anos de criação do TJBA, o mais antigo Tribunal de Relação do Brasil e o primeiro das Américas. A entrega aconteceu no gabinete do Presidente do TJSE, Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho.

“O Desembargador Gesivaldo Brito, Presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, incumbiu-me o encargo de representá-lo. E essa escolha não foi aleatória, sabedor de que sou sergipana de nascimento, ele quis me proporcionar esse momento de muito orgulho. Essa medalha carrega toda a história do Poder Judiciário do nosso país, representa a origem da nossa instituição e orgulha nossa Corte. E esse orgulho dividimos com todos que compõem o Poder Judiciário”, ressaltou a Desembargadora Cynthia Resende.

Para o Desembargador Cezário Siqueira Neto, que Presidiu o TJSE na gestão passada, receber a medalha do TJBA é uma grande honra. “Isso me deixa muito satisfeito porque é um reconhecimento do trabalho feito durante dois anos e da convivência amistosa com o colega Gesivaldo. Ele está à frente de um desafio muito grande porque o Tribunal de Justiça da Bahia tem dimensões gigantescas, quando comparado ao de Sergipe, e com quem mantemos uma parceria, de cessão de servidores, troca de ideias. Todos Tribunais devem colaborar entre si, mas entre alguns esse laço é mais estreito”, agradeceu o Desembargador Cezário.

A Desembargadora Cynthia estava acompanhada de um servidor do TJSE, Pablo Moreira, que está prestando serviço no TJBA. “Cada Tribunal tem uma parcela de contribuição a dar. Essa troca de experiência é extremamente importante porque podemos copiar de outros Tribunais experiências que deram certo. O Tribunal da Bahia levou um servidor de Sergipe, que está lá nos prestando um auxílio enorme na área do Planejamento”, elogiou.

É com pesar que comunicamos o falecimento de José Ulisses de Melo, 87 anos, irmão mais velho do Desembargador Edson Ulisses de Melo. O velório está sendo realizado no OSACRE, na cidade de Arapiraca (AL), onde também ocorrerá o sepultamento, no cemitério Pio 12, às 9h30 horas, desta quinta-feira, 12/09.

O Desembargador Edson Ulisses recebeu a notícia durante sessão do Tribunal Pleno, que de imediato aprovou uma Nota de Pesar.

Cerca de 600 estudantes participaram hoje, 11/09, do Processo Seletivo para Estágio de Nível Médio no Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). As provas foram aplicadas na Faculdade Pio Décimo, em Aracaju. Segundo a chefe do Setor de Estágio do TJSE, Luciana Carvalho, foi registrada uma presença de quase 100%. O resultado será divulgado na próxima semana.

“Apesar da chuva que caiu logo cedo, deu tudo certo. Os candidatos chegaram antes de fecharmos os portões, não houve atrasos, foi tudo tranquilo. O estagiário de nível médio é muito importante para o Tribunal. Eles são dinâmicos e interativos, por isso, temos muito orgulho deles. Chegam ao Tribunal com 16 anos, com os olhos brilhando, cheios de expectativa. Acolhê-los é um prazer para nós da Diretoria de Pessoas”, enfatizou Luciana.

Uma das candidatas foi Samira Góis Cardoso, aluna do Colégio Estadual Maria Rosa de Oliveira. Ela veio de Tobias Barreto ontem e recebeu o apoio do tio. “Estudei, mas estou bem nervosa”, confessou. Já o tio, estava esperançoso. “Eu fiz a inscrição dela, acho importantíssimo o apoio da família. É a primeira vez que ela participa de um processo seletivo e eu acho importante ela começar a vida em um estágio no Tribunal de Justiça”, opinou Romário Góis.

Já o estudante William Gabriel Santos, aluno do Colégio Estadual Frei Inocêncio, em Nossa Senhora do Socorro, disse que se inscreveu no processo seletivo para começar a realizar um sonho. “Nunca fiz estágio e achei uma oportunidade ótima para ter uma independência no futuro e sempre estar aprendendo mais. E porque também eu quero cursar Direito, sou apaixonado por Direito”, revelou.

O Edital n° 01/2019, que foi publicado no Diário da Justiça do dia 07 de agosto, visa ao preenchimento de vagas em Capela, Malhador, Nossa Senhora das Dores, Pacatuba, Poço Verde, Propriá, Simão Dias, Tobias Barreto e Neópolis (01 vaga para cada município), além da formação de cadastro reserva para outras Comarcas. O valor da bolsa de estágio será de R$ 535,71 e o valor do auxílio-transporte será de R$ 160,00.

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