Janaina Cruz

Janaina Cruz

Os primeiros meses de atuação da Patrulha Maria da Penha, projeto-piloto desenvolvido pela Guarda Municipal de Aracaju, foram analisados em uma reunião realizada na manhã da última terça-feira, 23/7, na Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). Conforme a Juíza Rosa Geane Nascimento, responsável pela Coordenadoria, as mulheres atendidas já se sentem mais protegidas e acolhidas.

“Nossa reunião foi muito proveitosa. Como todo serviço inicial, a Patrulha está precisando de pequenos ajustes em razão das dificuldades enfrentadas. No entanto, o trabalho tem tido um excelente resultado e breve nós teremos todos os números do projeto-piloto para uma melhor avaliação. Na reunião, fizemos encaminhamentos e alinhamento de ações com o Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher para que as dificuldades sejam resolvidas”, informou a magistrada.

Segundo Rosa Geane, o serviço da Patrulha Maria da Penha é um marco de efetivação de políticas públicas de melhor proteção e atendimento às mulheres em situação de violência doméstica em Aracaju (SE). “Precisamos articular algumas ações com as Secretarias de Estado da Saúde e do Município para melhorar o atendimento especializado da Mulher que sofre esse tipo de violência. É preciso que seja efetivada e difundida em nossa área de atuação a prioridade de ações para o atendimento dessas mulheres, nos termos do artigo 226, parágrafo 8 e dos artigos 12-A e 33, parágrafo único da Lei Maria da Penha”, completou a Juíza Rosa Geane.

Para Vaneide Oliveira (De Oliveira), guarda municipal que coordena a Patrulha Maria da Penha, a reunião foi positiva porque envolveu representantes de órgãos de proteção e serviu para fazer um balanço dos primeiros meses de atendimento. “Elaboramos uma avaliação em torno do nível de risco e do que podemos fazer em cada caso. Trouxemos algumas sugestões no sentido de melhorar ainda mais o fluxo e o atendimento”, comentou De Oliveira.

Conforme Ana Márcia Oliveira, coordenadora de Políticas para Mulheres da Prefeitura de Aracaju, a aceitação do trabalho desenvolvido pela Patrulha tem sido muito boa porque a proposta já vinha vendo discutida, há algum tempo, na rede de Aracaju, nas áreas da Educação, Saúde e Assistência Social. “ Nossa perspectiva é que esse trabalho se expanda, chegue a mais mulheres com medidas protetivas e a prevenção ocorra nos espaços como escolas, unidades de saúde e centros de referência”, sugeriu. Também participaram da reunião as analistas Sabrina Duarte (psicóloga) e Shirley Leite (assistente social), ambas da Coordenadoria da Mulher do TJSE e os guardas municipais Léa e José Sousa.

Como funciona

São acompanhadas pela Patrulha Maria da Penha mulheres que têm medida protetiva de urgência concedida pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Aracaju. Os guardas municipais que compõem a Patrulha fazem visitas periódicas, em viatura específica, durante horário administrativo de segunda a sexta, salvo em caráter emergencial, cujo atendimento estará disponibilizado 24 horas por dia, através do número 153. A Patrulha também pode realizar o encaminhamento das mulheres à rede local de atendimento e enfrentamento à violência doméstica e familiar.

A LATAM Linhas Aéreas deve indenizar uma cliente em R$ 4.000,00 por atraso de quase 24 horas em um voo que sairia de Santiago, no Chile, com destino a Maceió. A decisão é da juíza Maria Verônica Correia de Carvalho Souza Araújo, do 1 º Juizado Especial Cível da Capital.

O caso ocorreu em 2018, quando o voo, previsto para partir às 15h45 do dia 13 de maio, sofreu diversas alterações e só decolou às 15h35 do dia seguinte. A cliente, uma idosa, disse ter passado todo o tempo de espera no aeroporto de Santiago, por não ter recebido apoio da companhia aérea.

A TAM confirmou o atraso e disse que ele se deu por condições climáticas desfavoráveis. Para a juíza, a empresa não comprovou qualquer excludente de responsabilidade.

“Tem-se que a conduta de atrasar demasiadamente o voo da demandante, obrigando-a a passar longas horas no aeroporto, não dispondo de hotel para acomodar a consumidora, denota desorganização e evidencia o descaso com que trata seus clientes, impondo-lhes transtornos e constrangimentos”, afirmou a magistrada, em decisão publicada no Diário da Justiça Eletrônico desta quinta-feira (18)

Matéria referente ao processo nº 0700240-71.2019.8.02.0091

Fonte: Lara Morais / TJAL

A Segunda Turma Recursal Cível dos Juizados Especiais Cíveis do Estado aumentou para R$ 2 mil o valor da indenização que uma moradora deverá pagar à síndica do condomínio em que reside. O motivo são ofensas verbais e mensagens vexatórias proferidas em grupo de WhatsApp.

Caso

A síndica, autora da ação, requereu liminarmente que a ré fosse coibida de fazer comentários sobre a sua vida privada, postulou condenação a título de danos morais no valor de R$ 8 mil e que a ré se retratasse no grupo em que efetuou as ofensas. Disse que a ré criou um grupo de WhatsApp, sem a sua presença, para, supostamente, resolver questões do condomínio, porém, esse servia apenas para difamá-la. Já a ré sustentou que o grupo trata de assuntos referentes ao condomínio e que em nenhum momento desrespeitou a autora.

No JEC Cível, o pedido de danos morais da síndica contra a moradora foi atendido, condenando a ré ao pagamento de R$ 1 mil, mais correção monetária. Foi negado o pedido de retratação e também a concessão de liminar.

Recurso

Ambas recorreram da decisão. A síndica, pedindo a majoração do valor da indenização, e a moradora negando as acusações. A relatora, Juíza de Direito Ana Claudia Cachapuz Silva Raabe, considerou que foi corretamente reconhecido o dever de indenizar. Citou áudios onde a ré afirma que a autora era uma síndica de m..., ineficiente e uma vaca.

Verifica-se, assim, o ato ilícito praticado pela requerida e a ofensa à dignidade e ao decoro da demandante, afirmou a magistrada. Os diálogos foram além dos assuntos relacionados ao condomínio, atingido a esfera pessoal da demandante. Por exemplo, naquelas conversas, a demandada afirmou que a requerente era mal educada e louca invasiva, citou a Juíza.

Nesse contato, a ré deve indenizar os danos morais causados pela ofensa à honra, dignidade e decoro da autora. A julgadora aumentou o valor da quantia indenizatória para R$ 2 mil e manteve os demais termos da sentença. Assim sendo, a quantia se mostra adequada à reparação pretendida, levando-se em conta os princípios da proporcionalidade e razoabilidade.

Os Juízes de Direito Roberto Behrensdorf Gomes da Silva e Alexandre de Souza Costa Pacheco também participaram do julgamento e acompanharam o voto da relatora.

Fonte: Janine Souza / TJRS

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) iniciaram nesta segunda-feira, 22/07, a implantação efetiva do Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU), o qual abrangerá todas as execuções penais do Estado. Cerca de 13 mil processos serão cadastrados nesta fase de implantação efetiva do SEEU.

A meta é que o cadastramento ocorra até o dia 20 de agosto e para isso contará com uma força tarefa composta por 45 servidores do TJSE, da Vara de Execuções Criminais (VEC), Vara de Execuções das Medidas e Penas Alternativas (Vempa) e outras unidades jurisdicionais, além de 11 servidores cedidos pelo CNJ, dos Tribunais de Justiça do Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, entre outros.

O Desembargador Diógenes Barreto, Supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Medidas Socioeducativas (GMF), que recebeu a comitiva do CNJ, explicou como ocorrerá esta fase de implantação em Sergipe. “Essa fase é definitiva do sistema, começando efetivamente no dia de hoje, mas nós já fizemos trabalhos anteriores para facilitar essa implantação, com previsão de terminar em 22 de agosto. O compromisso do TJSE é cumprir esse prazo de trinta dias para implantação do SEEU e haverá todo um esforço para que a meta seja atingida”, destacou o Des. Diógenes Barreto.

Os Juízes convocados pelo CNJ, João Matos Jr (TJAP) e Albino Coimbra Neto (TJMS), e a comitiva que acompanhará a instalação do SEEU também foram recepcionados pela Corregedora-Geral da Justiça, Desa. Elvira Maria de Almeida Silva, a Juíza Auxiliar Ana Bernadete Leite de Carvalho Andrade e a Juíza Corregedora Brígida Declerc Fink.

De acordo com o Juiz João Matos Jr., há uma preocupação do CNJ em adequar o SEEU às realidades de cada Tribunal durante cada passo da implantação. “Como o Programa Justiça Presente é desenhado para melhorar a execução penal no Brasil, a ideia é, mesmo que seja um sistema nacional, no qual se firma de implantação com um cronograma mínimo, respeitar as peculiaridades locais de cada Tribunal. Nesta fase, agradecemos o empenho do TJSE e a disponibilidade em nos fornecer as ferramentas adequadas para que a cumpramos a meta e, em trinta dias, deixar o acevo disponível para a sociedade sergipana da execução penal tramitado pelo sistema único nacional ”, explicou o Juiz João Matos Jr.

O Supervisor do GMF, Des. Diógenes Barreto, informou também que, a partir desta segunda-feira e ao longo da semana, será feita a apresentação do sistema para todos que utilizarão o SEEU: magistrados, advogados, promotores de Justiça, defensores públicos. A apresentação está sendo realizada na Escola Judicial de Sergipe (Ejuse).

O SEEU em Sergipe

Em Sergipe, o processo de implantação do SEEU teve início em abril deste ano com o lançamento do Projeto Justiça Presente. Em maio, o TJSE apresentou a nova plataforma aos usuários do SEEU, como servidores e magistrados da 6ª Vara Criminal (escolhida como projeto-piloto), da VEC e da Vempa; além do Ministério Público, Defensoria Pública o Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Durante a realização do projeto-piloto foram cadastradas ao SEEU as execuções penais 6ª Vara Criminal da Comarca de Aracaju e os processos físicos da Vempa.

“O trabalho se divide em cadastramento e implantação de processos. O primeiro projeto-piloto ocorreu com os processos da 6ª Vara Criminal e os processos físicos da Vempa, ao todo 268 processos. No segundo momento, tivemos o Piloto 2, com a inclusão de processos da VEC ao SEEU, ao todo 1.777 processos implantados e mais 3.100 processos cadastrados. Sendo assim, fizemos mais de 20% dos cadastros do Estado e 15% das implantações na segunda fase do piloto”, explicou Thiago Porto, Chefe da Divisão Criminal da Diretoria de Modernização do TJSE e membro do GMF.

Em junho, uma comitiva do CNJ esteve em Sergipe a fim de acompanhar o projeto-piloto e definir uma metodologia adequada à realidade do TJSE na implantação do SEEU. “Como se trata de um sistema nacional, algumas interfaces locais não estavam previstas no SEEU. Sendo assim, o sistema foi adaptado à realidade de Sergipe. Paralelo à implantação e cadastro, houve um esforço de modernização e TI para que as soluções que já existiam nas execuções penais, como integrações com as Polícias e com o sistema prisional, além das certidões on-line; enfim, essa série de facilidades que já tínhamos, fossem mantidas agora nesse formato do SEEU”, acrescentou Thiago.

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), através da Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), que investe continuamente na capacitação e valorização dos servidores, realiza o curso Formação e Aperfeiçoamento de Pregoeiros, que acontece hoje, dia 22 e na sexta-feira, dia 26/07.

O objetivo do curso é capacitar os servidores, aprimorando os conhecimentos em processos de compras e contratações públicas realizadas pelo TJSE. O facilitador é Sidney Fontes Silva, bacharel em Direito pela Universidade Federal de Sergipe, com especialização em Direito Administrativo pela Universidade Anhanguera/UNIDERP. Servidor Público Federal, atua desde 2007 como Pregoeiro e presidente de Comissões de Licitação.

O curso abrange a exposição e análise da legislação aplicável ao Pregão (Lei nº 10.520/02, Decreto nº 3555/00 – Pregão Presencial, Decreto nº 5450/05 – Pregão Eletrônico, Lei Complementar nº 123/06 e demais normas correlatas), além da jurisprudência do Tribunal de Contas da União e dos entendimentos doutrinários relativos às licitações em tal modalidade.

"Nesse curso explicamos a legislação, a doutrina e a jurisprudência que se aplicam ao Pregão, tanto na forma presencial quanto eletrônica, sem esquecer das normas que disciplinam a matéria aqui no Tribunal de Justiça, como as Resoluções 30/2004 e a 06/2005. Além disso, damos um enfoque à fase de planejamento na contratação, o que é muito importante a fim de que não haja problemas no processo licitatório", explicou o facilitador Sidney Fontes Silva.

Ele também destacou a importância da capacitação, lembrando que, segundo determinação legal, apenas pessoas capacitadas podem ser pregoeiros. "Os decretos sobre a matéria preveem que somente quem tem capacitação pode ser pregoeiro. Este curso é importante porque quem compra está gerindo recursos públicos, assim, comprar pelo menor preço, com eficiência, selecionar a proposta mais vantajosa é uma garantia de economia e aplicação adequada dos recursos públicos", acrescentou Sidney.

A capacitação reúne 50 servidores do TJSE desde a área-fim, ao administrativo e aqueles que atuam na Consultoria de Licitações e Contratos.

“Como temos leis que regem a licitação, as compras e contratações do serviço público, os cursos voltados para esse fim são muito importantes. Além de capacitar os gestores que fiscalizam e trabalham com os contratos, também são treinados os operadores que atuam desde o primeiro passo da licitação até a sua finalização com a aquisição de bens ou a contratação dos serviços. É uma iniciativa salutar dessa gestão do TJSE em abranger todos os servidores nessa capacitação”, avaliou Cleger Aguiar, que trabalha da Consultoria de Licitações e Contratos.

A Juíza Rosa Geane Nascimento, Coordenadora da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), participou, no último dia 11/07, do ‘Seminário ECA 29 anos – Fortalecimento do Sistema de Garantia de Direitos’, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil, em Sergipe (OAB/SE), em parceria com o Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). O seminário foi destinado a conselheiros tutelares, assistentes sociais, psicólogos, representantes de órgãos públicos e outros profissionais que trabalham com a temática da criança e do adolescente.

A magistrada participou da mesa de abertura do seminário. Para Juíza Cooordenadora, há muito a celebrar nesses 29 anos de existência do ECA, que assegurou muitos direitos a crianças e adolescentes. “Decerto, ainda existe necessidade de mais e melhores políticas públicas para efetivar os direitos assegurados pela Constituição Federal a crianças e adolescentes. Portanto, há muito a fazer. Uma das funções da CIJ é promover a articulação com os poderes Executivo e Legislativo, visando à efetivação desses direitos. Foi importante constar que as alterações legislativas ao longo desse tempo trouxeram muitas mudanças para melhorar a vida de crianças e adolescentes e de suas famílias”, ressaltou.

De acordo com a Presidente da Comissão da Infância, Adolescência e Juventude da OAB/SE, Acácia Lélis, o seminário foi voltado para a celebração dos 29 anos do ECA. Ela fez um resumo das principais mudanças ocorridas no ECA nos últimos três anos, atualizando os profissionais sobre as leis que devem ser colocadas em prática ao realizar o trabalho. “Não só conhecer, mas também analisar o que pode ser considerado como avanço e retrocesso e o que é preciso ainda mudar”, enfatizou.

A educadora social, Rozélia Santos, revelou que para o serviço que realiza é muito bom agregar conhecimento. “É importante nós adquirirmos novos conhecimentos. As leis, como a professora Acácia nos informou, estão sempre se modificando. É importante a gente acompanhar essas alterações nas leis, principalmente as relacionadas às crianças e adolescentes”, ressaltou.

Capacitação

No dia 11 de junho, a Juíza Coordenadora também ministrou palestra sobre o tema ‘Ato infracional’, no curso de capacitação continuada intitulado ‘Atuação na Área da Infância e Adolescência’, realizado no período de 10 a 12 de junho, na Escola Superior de Advocacia de Sergipe (ESA). Na oportunidade, foi entregue a camisa da Campanha da Prioridade Absoluta à Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes, Acácia Lélis e a uma representante dos advogados.

Para a juíza Rosa Geane, a capacitação é fundamental para atuar em qualquer área, especialmente na área da infância e juventude com situações bastante complexas, necessitando de sensibilidade e olhar diferenciado. “A criança e o adolescente têm prioridade absoluta na efetivação dos seus direitos e o profissional compromissado e bem preparado fará o seu trabalho da melhor forma para essa efetivação de direitos. O curso foi excelente e proporcionou também uma maior interlocução com os advogados interessados na temática. Estou muito satisfeita com o êxito da ação”, comentou.

Com informações da OAB/SE

A Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse) está com inscrições abertas para o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, Especialização em Gestão Estratégica em Segurança Pública. Com carga horária de 360 horas, o curso terá início em 2 agosto de 2019 com término programado para outubro de 2020.

Podem se inscrever graduados em qualquer área do conhecimento, em especial, magistrados, promotores de justiça, defensores públicos, delegados de polícia, advogados, demais servidores públicos, bacharéis em Direito e em áreas afins. As aulas, integralmente presenciais, ocorrerão às sextas-feiras (à noite) e aos sábados (manhã e tarde, com intervalo para almoço).

As inscrições tiveram início em 1° de julho de 2019 e prosseguem até o início do curso na secretaria da Ejuse, localizada no 7º andar do Anexo I do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE). O acesso ao edifício é feito pela Rua Pacatuba, n° 55, pela manhã, e/ou pela Praça Fausto Cardoso, nº 112, nos dois turnos, centro de Aracaju.

Documentação

No momento da inscrição, o interessado deverá preencher o requerimento de matrícula e estar munido dos seguintes documentos: cópia do diploma do curso superior, devidamente registrado, ou declaração provisória que o substitua; cópia de documento de identidade; cópia do Cadastro das Pessoas Físicas (CPF); foto 3 x 4 recente; cópia do comprovante de residência; curriculum vitae; declaração, preenchida no local da inscrição, indicando ciência plena das condições do edital e aceitação de todas as suas regras; e comprovante do pagamento da taxa de matrícula. As cópias dos documentos acima indicados, que não estiverem autenticadas, deverão ser apresentadas juntamente com os originais.

Vagas

Das 65 vagas ofertadas, 40 foram destinadas a Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Sergipe; oito para servidores públicos estaduais de Sergipe (sendo quatro reservadas para servidores e magistrados do TJSE e quatro para os demais servidores públicos estaduais); duas vagas para os que comprovaram hipossuficiência; e 15 ofertadas para o público em geral mediante pagamento de mensalidade.

O processo de concessão de bolsas foi concluído nos meses de maio e junho do corrente, de acordo com o edital de lançamento do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, Especialização em Gestão Estratégica em Segurança Pública, e publicado no Diário da Justiça de 26 de abril de 2019.

Mais informações pelos telefones (79) 3226-3166 ou 3226-3254.

A Juíza Coordenadora da Infância e Juventude, Rosa Geane Nascimento, esteve em diversos setores do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), nesta quarta-feira, 17/07, com o objetivo de vestir a instituição com a camisa da Campanha Prioridade Absoluta.

Na Presidência do TJSE, a campanha que visa a efetivar as políticas públicas dos direitos da criança e adolescente, foi reforçada pelo Desembargador-Presidente Osório de Araújo Ramos Filho, pelos Juízes Auxiliares Ana Bernadete Leite de Carvalho Andrade e Marcos de Oliveira Pinto; por Simone Oliveira Fraga, Juíza de Precatórios; e as suas respectivas equipes.

Na mesma data, vestiram a camisa o Presidente da Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase), Gustavo Adolfo Plech Pereira, e equipe; além da Juíza da 2ª Vara Cível de Itabaiana, Taiane Danusa Gusmão Barroso Sande.

De acordo com a Juíza Coordenadora, a campanha vem sendo desenvolvida pela 16ª Vara Cível de Aracaju desde dezembro de 2011, hoje sendo encampada pela Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ). A Prioridade Absoluta já foi assentida pelo Supremo Tribunal Federal e por gestores públicos dos Poderes Legislativos e Executivos, inclusive em âmbito nacional.

“Quem veste a camisa assume o compromisso, dentro da sua área de atuação, de dar prioridade absoluta à criança e ao adolescente. Essa campanha, que foi criada na 16ª Vara Cível, em 2011, foi transformada em projeto da CIJ e seguimos buscando a priorização das ações e políticas públicas. Dentro deste projeto, temos ações previstas para o mês de agosto, que é a assinatura dos pactos com o Executivo, Legislativo e Judiciário para assegurar os direitos da infância e juventude”, informou Rosa Geane Nascimento.

Foi publicado, no Diário da Justiça desta quarta-feira, 17/07, o Edital nº 01/2019 para o credenciamento de operadoras de Cartão de Crédito. A medida permitirá o pagamento, em parcelas, de débitos oriundos de despesas processuais, multas judiciais e administrativas e demais espécies débitos devidos ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE).

O objetivo é atrair o maior número possível de empresas que prestem este serviço para que a população possa ter várias opções de cartões, a fim de realizar os pagamentos perante o TJSE.

A entrega dos documentos será a partir de 17/07/2019, na Consultoria de Licitações e Contratos, localizada no 4º andar do Centro Administrativo Desembargador José Antônio de Andrade Góes (Anexo I), Rua Pacatuba, 55, Centro, Aracaju/SE, de segunda a sexta-feira, das 7 às 13h.

O Edital e seus anexos poderão ser acessados neste link, ou pessoalmente, mediante pendrive, junto à Consultoria de Licitações e Contratos.

Outras informações através do telefone: (79) 3226-3118 ou e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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