Janaina Cruz
Eficiência e cordialidade de servidores do TJSE são elogiados na Ouvidoria
Eficiência, cordialidade, inteligência, honestidade e celeridade foram algumas das qualidades de servidores do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) ressaltadas em manifestações feitas à Ouvidoria Geral. Todos elogios, reclamações e sugestões que chegam à Ouvidoria são repassados à Corregedoria, Presidência do Poder Judiciário, Chefes de Secretaria e respectivos servidores. Em caso de elogio, a manifestação é registrada junto à ficha funcional do servidor.
Uma das manifestações foi direcionada ao Chefe de Divisão de Gestão Fiscal do TJSE, Diomedes Carvalho de Mesquita. “Hoje tive um problema com uma guia bloqueada, mandei um e-mail ao setor, conforme procedimento indicado pelo Tribunal no Portal do Advogado e em menos de 15 minutos o problema foi resolvido. A eficiência e cordialidade do servidor fazem toda a diferença. Parabéns”.
Outro elogio recente foi direcionado ao Oficial de Justiça Wilton Alves Cordeiro. “O Oficial de Justiça, com educação, inteligência, presteza e o mais importante consciência humana, soube conduzir o ato no dia 20/05/2022, que se tratava de ordem de desocupação em face de pessoas idosas, em que o cuidado com a ação e com as palavras devem ser tomadas. O ato de desocupação foi pautado com inteligência e honestidade. Diante da ocorrência, o senhor Wilton Alves Cordeiro está de parabéns pelos seus atos humanitários. Mesmo sendo a maior autoridade no momento, soube conduzir de forma épica a dolorosa desocupação do imóvel”.
O Juízo da Comarca de Boquim também foi elogiado junto à Ouvidoria. “Necessitei de um despacho por videoconferência com o juiz. Meu pedido foi atendido em tempo hábil. O atendimento foi realizado de forma cordial pelo magistrado e sua equipe foi muito prestativa quanto à viabilização do agendamento e disponibilização do link. Estão todos de parabéns. Como foi o meu primeiro contato com a Vara e, infelizmente, não é comum a todas um atendimento célere e com tamanha eficiência, quero deixar registrado esse elogio”.
Para fazer uma manifestação de dúvida, elogio ou mesmo reclamação, clique aqui.
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Macrodesafio
AGILIDADE E PRODUTIVIDADE NA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL
Macrodesafio
FORTALECIMENTO DA RELAÇÃO INTERINSTITUCIONAL DO JUDICIÁRIO COM A SOCIEDADE
Gilson Felix é o novo Desembargador do Poder Judiciário de Sergipe
Após 33 anos dedicados à magistratura, o Juiz de Direito Gilson Felix dos Santos chega ao segundo grau de jurisdição. A solenidade de posse no cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), prestigiada por familiares, amigos, membros do sistema de Justiça e autoridades, aconteceu na tarde desta segunda-feira, 06/06, no auditório do Palácio da Justiça, e foi transmitida pelo canal TJSergipe, no YouTube, onde ficou gravada.
“Chego aqui com o mesmo sentimento do dia 26 de novembro de 1989, quando tomei posse como Juiz, com o compromisso de, como servidor público, procurar fazer o melhor pela coletividade. Continuarei sendo o Juiz que sempre fui. A diferença é que ao invés de decisões monocráticas, solitárias, eu farei parte de um colegiado”, ressaltou o novo Desembargador, que foi promovido pelo Tribunal Pleno, por unanimidade e pelo critério de antiguidade, no último dia 25 de maio. O Juiz, até então titular do 19ª Vara Cível da Comarca de Aracaju, substitui o Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho, que se aposentou em maio.
Ainda antes da posse, em entrevista coletiva à imprensa, ele destacou os avanços acompanhados nas últimas décadas. “Acho muito interessante aquela música que diz ‘quando penso no futuro não esqueço do passado’. Quando comecei, a gente tinha uma máquina para datilografar as sentenças, com carbono para colocar uma cópia no livro de registro. A partir de 2005, o Tribunal, na gestão da Desembargadora Marilza Maynard, iniciou o processo eletrônico. E desde então, nosso Tribunal só vem melhorando, com um planejamento estratégico fantástico”, salientou o empossado.
“O Tribunal se glorifica pela presença desse homem que sempre se portou com dignidade, honestidade e sabedoria. Então, essa posse é motivo de alegria porque o Tribunal hoje recebe um dos mais qualificados da judicatura sergipana”, elogiou o Desembargador Edson Ulisses de Melo, Presidente do Poder Judiciário de Sergipe.
A Desembargadora Ana Bernadete Leite de Carvalho Andrade saudou o novo membro do Tribunal Pleno. “Esta posse simboliza um momento de confraternização, da palavra amistosa, da mão estendida e da alegria compartida. Convictos que estamos, todos os seus colegas aqui reunidos, de que sua chegada significa o enriquecimento da Casa”, salientou a magistrada, lembrando que o novo Desembargador tem uma “vocação invencível de lutar pela Justiça”.
Durante o discurso de posse, o Desembargador Gilson Felix citou a importância de Tobias Barreto para o mundo, criticou o descaso com a educação pública, falou sobre a atuação do sistema de saúde durante a pandemia da Covid-19 e lembrou a entrada dele no Judiciário. “Hoje, a turma do concurso de 1989 forma maioria no Tribunal de Justiça de Sergipe”, ressaltou, lembrando de colegas já falecidos e agradecendo o apoio de antigos professores.
O Presidente da Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase), Roberto Alcântara, falou sobre a alegria da categoria nesse momento. “É um colega já experimentado, que passou pela Corregedoria, como Juiz-Corregedor; passou pela Presidência do Tribunal, como Juiz Auxiliar; foi Presidente da Amase; substituiu diversos Desembargadores por vários períodos. Enfim, isso tudo nos traz uma tranquilidade por sabermos que a população terá alguém à altura para a prestação jurisdicional”, apontou Roberto Alcântara.
A família esteve presente na solenidade. “Fico muito feliz porque meu pai sempre foi um homem correto, que batalhou desde sempre e conseguiu através dos seus estudos, dando duro e trabalhando corretamente, chegar onde chegou. Fico emocionada por esse momento”, declarou Maria Augusta Felix Tavares, uma das cinco filhas do empossado. Quando questionada sobre as qualidades do pai, ela não hesitou em responder: “é um pai excepcional, um avô sem igual, ele é só amor de verdade”. A Lira Carlos Gomes, de Estância, entoou os hinos de Sergipe e do Brasil.
Trajetória
Gilson Felix é formado em Direito pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) na turma de 1980. Exerceu a advocacia de junho de 1980 a dezembro de 1989, sendo Conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Sergipe. Ingressou na magistratura em 1989, atuando inicialmente na Comarca de Nossa Senhora da Glória.
Em 1992, foi removido para Nossa Senhora das Dores e, no mesmo ano, promovido por merecimento, para a Vara Criminal de Itabaiana. Atuou no Juizado da Infância e Juventude e na Vara Cível de Nossa Senhora do Socorro. Em 2000, foi removido para a então 1ª Vara Privativa de Assistência Judiciária de Aracaju, transformada em 19ª Vara Cível de Aracaju em 2014, unidade onde judicou até o presente momento.
Foi Presidente da Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase), no biênio 1994-1995; membro da Turma Recursal; Juiz Eleitoral e membro do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Foi Juiz-Corregedor nos biênios 2003-2005 e 2011-2013; Juiz Auxiliar da Presidência nas gestões dos Desembargadores Marilza Maynard e Cezário Siqueira Neto; e inúmeras vezes convocado para substituir Desembargadores.
Ejuse realiza mais um módulo teórico do curso Mediação Judicial e Conciliação
A Escola Judicial de Sergipe (Ejuse) iniciou, nesta segunda-feira, 06/06, mais um Módulo Teórico do curso Mediação Judicial e Conciliação. As aulas ocorrem presencialmente na Sala 2 do 7º Andar do Anexo II do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), e prosseguem nos dias 07, 08, 09, 10 e 13 de junho de 2022.
“O curso é voltado para servidores que querem ter a formação em mediação judicial, em especial, aqueles que realizam audiências, e também para os supervisores dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) no interior. Desta turma, participam supervisores de Neópolis, Simão Dias, Lagarto e Itabaiana”, resumiu uma das ministrantes do curso, Carla Maria Franco Lameira Vitale, que também Instrutora de Mediação com formação pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com ela, a Resolução 125/2010 do CNJ estabelece que deve haver um servidor capacitado e com dedicação exclusiva para atuar nos Cejuscs. A partir dessa demanda, foi publicada a Lei nº 8.984, de 24 de fevereiro de 2022, que criou as funções de supervisores dos Cejuscs para as comarcas com mais de uma vara.
Durante as aulas do curso de Mediação Judicial e Conciliação, também atuarão como facilitadoras a Especialista em Direito de Família e Sucessões, Maria Hortência Cardoso Lima, e Maristela Moura Gonçalves, ambas também Instrutoras de Mediação certificadas pelo CNJ.
Fonte: Ejuse
Gestores do TJSE participam da 1ª Reunião de Análise da Estratégia de 2022
Fazer um balanço sobre o cumprimento de metas nacionais e projetos em andamento no Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) foi o objetivo da 41ª Reunião de Análise da Estratégia (RAE), primeira de 2022. A reunião, sexta por videoconferência, foi realizada na manhã desta segunda-feira, 06/06, com a participação dos Desembargadores Edson Ulisses de Melo, Presidente do Poder Judiciário de Sergipe; e Ricardo Múcio, Presidente do Comitê Gestor do Planejamento Estratégico do TJSE; além de magistrados e servidores gestores de projetos.
“A reunião foi muito prática e enxuta, mas nos trouxe informações extremamente produtivas”, salientou o Desembargador Ricardo Múcio. O Secretário do Comitê, Felipe Prudente, Diretor de Planejamento e Desenvolvimento do TJSE, apresentou o balanço da execução da estratégia deste ano. Entre os macrodesafios estabelecidos para o Poder Judiciário pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o TJSE já cumpriu quatro, outros três já ultrapassaram o índice de 90% e cinco estão abaixo de 90%.
Conforme o acompanhamento de ações estratégicas, das 181 estabelecidas pelo TJSE para 2021, 89% foram concluídas. Este ano estão previstas 227 ações, com a pretensão de 86 projetos e 19 programas. “Entramos no segundo ano da execução do Planejamento Estratégico do TJSE no ciclo 2021-2026, que segue forte para o alcance dos grandes desafios definidos. O Comitê Gestor, vigilante a esses resultados, promove permanentemente ajustes em relação às metas e aos projetos estratégicos, de maneira que esta RAE mostra a atenção e o esforço que a instituição dispensa à manutenção da nossa cultura de gestão estratégica”, disse Felipe.
Entre os projetos já entregues, alguns obtiveram destaque nacional. Um deles é desenvolvido pela Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ). No Prêmio Prioridade Absoluta, do CNJ, o Programa de Ações Integradas para o Fortalecimento do Sistema de Garantia e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (PRAIF/SGD) na Execução das Medidas Socioeducativas em Meio Aberto ficou em primeiro lugar no Eixo Infracional, Categoria Tribunal.
A próxima RAE está prevista para a primeira quinzena do mês de setembro. Ainda durante a reunião de hoje, foi discutida a realização do XIV Encontro Anual do Planejamento Estratégico do TJSE, que deverá acontecer de forma presencial no mês de novembro.
Boas Práticas
Ainda durante a RAE, foram apresentados os projetos do TJSE incluídos mais recentemente no Banco de Boas Práticas do CNJ. No Eixo Conciliação e Mediação, foram destaques os projetos ‘Escolas no fórum’ e ‘Meu dinheiro tem valor’. Já no Eixo Acesso à Justiça, consta no Banco o projeto ‘App TJSE - Serviços Digitais aos Jurisdicionados’, que está concorrendo ao Prêmio Innovare, na Categoria Tribunais.
Projetos apresentados
Um dos projetos, o ‘Gestão de riscos’, foi apresentado por Charlton Alexandro Andrade Almeida, Chefe da Divisão de Planos e Programas do TJSE. “Esse é um projeto que me trouxe uma tranquilidade grande. Não trabalhamos no escuro, sabemos os riscos, facilidades e passos seguintes para que não haja tropeços no encaminhamento dos projetos”, ressaltou o Desembargador Edson Ulisses de Melo, Presidente do Poder Judiciário de Sergipe.
O gestor do projeto informou que já foi criado o Comitê de Gestão de Riscos (Cogeri) e que vêm sendo realizados treinamentos sobre o tema junto à Escola Judicial de Sergipe (Ejuse). A ideia é que a cultura da gestão de riscos seja disseminada no âmbito do TJSE, com aprovação de metodologia, processos de trabalho e modelos de documentação.
Outro projeto, ‘Programa de implantação, difusão e formação da Política de Justiça Restaurativa do TJSE’, foi apresentado pelo Juiz de Direito Haroldo Rigo, membro da Comissão de Implementação, Difusão e Execução da Justiça Restaurativa (Cidejure). Ele relatou que a Justiça Restaurativa começou a ser aplicada no TJSE em 2015, na 17ª Vara Cível da Comarca de Aracaju, e em 2018 foi criada uma comissão para impulsionar a metodologia.
Segundo o magistrado, o Programa de Justiça Restaurativa do TJSE busca atender as exigências do CNJ para essa política judiciária; tendo como objetivos implantar e estruturar o órgão central com assessoria técnica e obter recursos humanos com dedicação exclusiva para atuação continuada. “Acabamos de inaugurar o Cejure Aracaju e estamos estruturando espaços nas Comarcas de Carira, Itabaianinha, Estância, Canindé do São Francisco e Pacatuba”, informou Haroldo Rigo, lembrando que práticas circulares já são realizadas na Fundação Renascer e há convênio para difusão da JR com Unit e UFS.
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APERFEIÇOAMENTO DA GESTÃO ADMINISTRATIVA E DA GOVERNANÇA JUDICIÁRIA
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AGILIDADE E PRODUTIVIDADE NA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL
CNJ realizará seminário sobre o direito fundamental à proteção de dados e LGPD no próximo dia 15
O Conselho Nacional de Justiça realizará o Seminário "O Direito Fundamental à Proteção de Dados e a LGPD", no dia 15 de junho deste ano. O evento será transmitido pelo Canal do CNJ do YouTube.
Durante o seminário serão apresentados painéis sobre o regulamento de Inteligência Artificial e a Digital Markets Act da União Europeia, a relação entre a LGPD e os Tribunais, além de questões atinentes à publicidade processual e proteção de dados.
Haverá também debate acerca da responsabilidade civil e a proteção de dados e sobre o projeto de LGPD penal.
Para mais informações, leia a programação completa aqui.
Diário da Justiça do TJSE será publicado no Diário de Justiça Eletrônico Nacional
A partir de 1º de julho, o Diário da Justiça do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) passará a ser publicado no Diário de Justiça Eletrônico Nacional (DJEN). Conforme Resolução 455, de 27/04/2022, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o DJEN substitui os atuais Diários de Justiça Eletrônicos mantidos pelos órgãos do Poder Judiciário e estará disponível no Portal de Serviços do Poder Judiciário (PSPJ) e no site do CNJ.
Para tanto, o TJSE publicou, em 18 de abril de 2022, a Resolução 10/2022. Serão objeto de publicação no DJEN o conteúdo dos despachos e das decisões interlocutórias, o dispositivo das sentenças e a ementa dos acórdãos; as intimações destinadas a advogados, cuja ciência não exija vista ou intimação pessoal; a lista de distribuição prevista no parágrafo único do art. 285 da Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015; os atos destinados à plataforma de editais do CNJ; e os atos cuja publicação esteja prevista no Regimento Interno e disposições normativas do TJSE.
Ainda conforme a Resolução nº 10/2022, os documentos judiciais serão encaminhados para publicação no DJEN por meio eletrônico. Considera-se a data impressa no DJEN como o dia em que o periódico foi disponibilizado no site do CNJ. O primeiro dia útil seguinte à data em que o DJEN foi disponibilizado é considerado a data da publicação. Os prazos processuais terão início no primeiro dia útil seguinte ao considerado como data da publicação do DJEN.
Como acessar
Tanto o DJEN quanto o Diário da Justiça Eletrônico de Sergipe poderão ser acessados por meio site do Tribunal de Justiça de Sergipe, na aba Publicações, e também no Portal da Vice-Presidência, na aba Diário da Justiça.
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AGILIDADE E PRODUTIVIDADE NA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL
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FORTALECIMENTO DA RELAÇÃO INTERINSTITUCIONAL DO JUDICIÁRIO COM A SOCIEDADE
Desembargadora Iolanda Guimarães assume diretoria da Ejuse
A Desembargadora Iolanda Santos Guimarães assinou, na última terça-feira, 31/05, a ata de posse como Diretora da Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse). A nova diretora assume o comando da escola substituindo o Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho, que se aposentou no mês de maio após 44 anos de magistratura.
Na ocasião da posse, a diretora da Ejuse reuniu-se com as coordenadoras de cursos da escola. Na pauta, a continuidade das atividades da instituição, a programação e a implementação de novos cursos e projetos de cada coordenadoria.
Participaram da solenidade as Coordenadoras Luciana Rocha Melo Muniz (Administrativo), Daniela Patrícia dos Santos Andrade (Cursos Externos), Débora Cecília Alves de Almeida (Coordenadora de Cursos para Magistrados em substituição), e Ana Patrícia Prado Santana Campos (Cursos para Servidores).
Breve histórico
Natural de Aracaju-SE, Iolanda Santos Guimarães bacharelou-se em Direito pela Universidade Federal de Sergipe em 1985 e tomou posse como Juíza do TJSE no dia 26 de dezembro de 1989. Passou pelas Comarcas de Cedro de São João, Estância, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão, Lagarto e Itabaiana, até chegar a Aracaju, onde atuou nas 6ª e 5ª Varas Criminais por quase dez anos. Foi membro suplente da Turma Recursal dos Juizados Especiais e, até junho de 2014, Titular da 21ª Vara Cível da Comarca de Aracaju.
De setembro de 2012 a junho de 2014, atuou como juíza convocada para substituir a Desembargadora Marilza Maynard, que foi convocada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A nova diretora da Ejuse tomou posse como Desembargadora do Tribunal de Justiça de Sergipe no dia 9 de junho de 2014. A magistrada foi escolhida por critério de merecimento e ocupou a vaga deixada pela Desembargadora Geni Silveira Schuster, que se aposentou em janeiro de 2014.
A Escola
A Ejuse é uma divisão do Poder Judiciário que objetiva especialização, aperfeiçoamento e atualização continuada de servidores, magistrados e candidatos à magistratura. A escola foi criada em 16 de dezembro de 1992, então Esmese, e, desde então, vem demonstrando um grande desenvolvimento na formação dos magistrados.
Em novembro de 2012, a Esmese passou a ser denominada Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), em virtude da Lei Estadual nº 7.520/12, publicada no Diário Oficial do dia 16 de janeiro de 2013.
Acompanhando uma tendência nacional, a lei uniu a Escola da Magistratura à antiga Escola de Administração Judiciária de Sergipe (Esaj), formando a Ejuse. Além de planejar, executar e desenvolver políticas de treinamento para os magistrados e para o público externo, a escola passou a fazê-lo também para os servidores do Poder Judiciário sergipano.
Em 21 de novembro de 2013, a Ejuse foi credenciada e autorizada pelo Conselho Estadual de Educação (CEE), por meio da Resolução nº 194, de mesma data, a prover cursos de pós-graduação lato sensu. A partir da edição da referida resolução, a escola poderá disponibilizar à sociedade especializações em Criminologia, Direito Constitucional e Direito da Criança e do Adolescente.
Desde a sua fundação, a Ejuse tem propiciado meios para incentivar a pesquisa e o debate de temas jurídicos relevantes. Atualmente, a escola tem se notabilizado pela excelência na implantação de cursos e realização de eventos destinados ao aprimoramento do estudo e da prática do Direito em Sergipe.
Além da realização de cursos, palestras e seminários, a escola divulga os trabalhos produzidos pelos operadores do Direito em Sergipe na Revista da Ejuse, agora 100% on-line e anual, contendo artigos sobre os mais variados temas jurídicos.
Fonte: Ejuse
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APERFEIÇOAMENTO DA GESTÃO ADMINISTRATIVA E DA GOVERNANÇA JUDICIÁRIA
Ana Medina lança ‘Escritos outonais’ no Memorial do Judiciário
Ex-diretora do Memorial do Judiciário e do Museu Histórico de Sergipe, escritora e pesquisadora, Ana Maria Fonseca Medina lançou seu vigésimo livro, "Escritos outonais", na tarde desta quinta-feira, 02/06. O evento foi realizado no Memorial do Judiciário, no Centro de Aracaju, com apresentação musical do maestro Dida e poemas declamados por Ézido Déda, Ronaldson Sousa, Tânia Menezes e Dirce Nascimento.
“A primeira parte traz várias resenhas de livros e prefácios que fiz para pessoas significativas da cultura sergipana. Na segunda parte, que chamo de inscritos inventivos, trago crônicas do cotidiano, situações que ficaram gravadas nos arcanos da alma. Quando vamos ficando velhos, podemos visitar esses espaços porque nos rejuvenesce. Estou no outono da vida e outono é uma palavra que me cheira poesia”, disse Ana Medina.
Natural de Boquim (SE), mesma terra do poeta Hermes Fontes, em um dos textos do livro ela compara a obra dele com a de um poeta contemporâneo. “Fiz uma comparação entre as poesias do microcosmos de Hermes Fontes e as poesias de Ronaldson, que é aqui do Tribunal. Os dois têm o mesmo perfil de aclamação da natureza”, contou Ana, que agradeceu ao Presidente do Poder Judiciário, Desembargador Edson Ulisses, a oportunidade do lançamento no Memorial, onde foi Diretora entre 2006 e 2008.
“Mais uma vez, o Memorial abre suas portas para uma atividade cultural. Nesse livro, Ana Medina traz narrativas de personagens que fazem parte da história de Sergipe”, comentou Sayonara Viana, Diretora do Memorial. A escritora Ana Maria Espinheira elogiou o livro. “Ana Medina adora Aracaju e o Estado de Sergipe. Em suas obras, comenta coisas do passado e eu sempre digo que quem não conhece o passado do seu lugar não tem memória”, ressaltou Ana Maria Espinheira.
O Juiz de Direito José Anselmo de Oliveira escreveu o prefácio do livro. “Não é à toa que Ana Medina faz parte também da Academia Sergipana de Letras. Esse livro reúne pérolas que devem ser mostradas ao mundo, trazendo não só biografias, mas momentos históricos importantes da vida sergipana. Esse livro mostra o amadurecimento da escritora, que consegue numa linguagem muito leve, bonita e bem escrita tratar de temas muitas vezes áridos”, elogiou o magistrado.
Sobre a autora
Ana Medina nasceu em Boquim (SE), na terra do escritor e poeta Hermes Fontes. Em 1968, entrou na Faculdade Católica de Filosofia de Sergipe, para cursar Letras Português/Francês, onde se formou. Em 1991, assumiu a direção do Museu Histórico de Sergipe, sendo gestora por cinco anos.
Autora dos livros ‘A Ponte do Imperador’, ‘Memórias da Ordem do Mérito Serigy’, ‘Cartas de Hermes Fontes: Angústia e Ternura’, ‘Mário Cabral, vida e obra’, ‘Trilhando Memórias’, entre outros. Em 15 de maio de 2008, ingressou na Academia Sergipana de Letras, ocupando a cadeira de número 16, fundada por Hermes Fontes.
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FORTALECIMENTO DA RELAÇÃO INTERINSTITUCIONAL DO JUDICIÁRIO COM A SOCIEDADE
Lançada 2ª edição do Prêmio TJSE de Jornalismo
Em comemoração ao Dia da Imprensa, celebrado nesta quarta-feira, 01/06, foi lançada a 2ª edição do Prêmio TJSE Jornalismo, com o tema ‘O Direito do Cidadão e a Democracia’. No total, serão concedidos R$ 51.000,00 em prêmios, distribuídos nas categorias Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo, Fotojornalismo, Webjornalismo e Acadêmico. As inscrições estão abertas até o dia 1º de setembro de 2022. Na tarde de hoje, o Presidente do Poder Judiciário de Sergipe, Desembargador Edson Ulisses de Melo, recebeu a imprensa para falar sobre o prêmio. Clique aqui e acesse o edital.
“Através desse prêmio pretendemos estreitar o vínculo entre Poder Judiciário e sociedade, tendo como um vetor esse instrumento tão importante que é a imprensa nas suas várias modalidades. Aproveito esse momento para anunciar que estamos editando um livro com as matérias vencedoras na edição passada do prêmio, algo que nunca vi ser feito em Sergipe e nem em outros Estados”, anunciou o Desembargador Edson Ulisses. A solenidade de entrega da premiação da primeira edição aconteceu no dia 13 de janeiro deste ano.
Representantes de associações de classe também participaram da coletiva. Para o Presidente em exercício do Sindicato dos Jornalistas de Sergipe (Sindijor), Milton Alves Júnior, a adesão ao prêmio este ano deverá ser ainda maior. “Agora em 2022, acredito que os trabalhos serão multiplicados. E quem ganha não é apenas o profissional de jornalismo e o veículo de comunicação, mas toda a sociedade porque tem acesso a informações do Tribunal de Justiça”, salientou Milton.
A Vice-Presidente da Associação Sergipana de Imprensa (ASI), Luzia Nascimento, foi uma das juradas da edição passada. “Fiquei impressionada com a qualidade dos trabalhos. Temos excelentes jornalistas em Sergipe”, elogiou. O Presidente do Sindicato dos Radialistas de Sergipe, Alex Carvalho, também participou da entrevista coletiva. “Fico feliz por esse lançamento justamente no Dia da Imprensa”, agradeceu o radialista.
Os trabalhos deverão enfocar as atividades do Poder Judiciário de Sergipe em pelo menos uma das áreas do Tribunal em defesa da democracia, dentro dos seguintes escopos: ‘Acesso do cidadão quanto a defesa à democracia’; ‘Defesa dos Direitos Humanos e a liberdade de expressão’; ‘Combate ao desvio de Recursos Públicos e à Corrupção’; ‘Garantia da Transparência de Dados e Informações de Interesse Público’; ‘Defesa do Direito Eleitoral’; ‘Relação da justiça quanto a garantia à democracia e liberdade de expressão’.
Para o Jornalismo impresso, o prêmio será concedido à melhor reportagem publicada em língua portuguesa em jornal impresso ou revista instalados no Estado de Sergipe, de periodicidade diária, semanal ou mensal. Para o radiojornalismo será concedido à melhor reportagem veiculada em língua portuguesa em emissora de rádio AM ou FM instalada no Estado de Sergipe. Já no telejornalismo será premiada a melhor reportagem veiculada em língua portuguesa em emissora de TV aberta ou fechada instalada no Estado de Sergipe.
O Webjornalismo também foi reconhecido pelo Prêmio TJSE de Jornalismo e será concedido à melhor reportagem veiculada em língua portuguesa em site, blog ou portal de notícias instalados no Estado de Sergipe, desde que estruturada por meio das características do webjornalismo. Na área de fotojornalismo será premiada a melhor fotografia veiculada em matéria para site, blog, portal de notícias, jornal ou TV no Estado de Sergipe.
Destinado também aos acadêmicos da área de comunicação, o Prêmio TJSE de Jornalismo será concedido ao melhor trabalho publicado em língua portuguesa por meio de jornal, TV, rádio, web (site, blog) ou ainda fotografia desde que referendado pelo professor e instituição de ensino.
Inscrições
De acordo com o Edital nº 04/2022, todo o material deverá ter sido veiculado no período compreendido entre 1º de abril a 31 de agosto de 2022. As inscrições podem ser efetuadas até o dia 1º de setembro de 2022. Os interessados poderão efetuar a inscrição, presencialmente, na Diretoria de Comunicação do TJSE, localizada no Palácio da Justiça Tobias Barreto de Menezes, na Praça Fausto Cardoso, 112, 6º andar, Centro de Aracaju; ou pela internet, através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. A ficha de inscrição consta no edital.
Premiação
Será premiado o trabalho com melhor nota entre todos os trabalhos inscritos em sua respectiva categoria. A entrega dos prêmios está prevista para o dia 21 de novembro deste ano. O Poder Judiciário concederá certificados àqueles que alcançarem os 1º, 2º e 3º lugares, mais prêmios em dinheiro aos vencedores de cada categoria. No total, serão concedidos R$ 51.000,00 em prêmios, assim distribuídos:
Jornalismo Impresso: 1º lugar - R$ 4.000,00; 2º lugar - R$ 3.000,00; e 3º lugar - R$ 2.000,00
Telejornalismo: 1º lugar - R$ 4.000,00; 2º lugar - R$ 3.000,00; e 3º lugar - R$ 2.000,00
Radiojornalismo: 1º lugar - R$ 4.000,00; 2º lugar - R$ 3.000,00; e 3º lugar - R$ 2.000,00
Fotojornalismo: 1º lugar - R$ 4.000,00; 2º lugar - R$ 3.000,00; e 3º lugar - R$ 2.000,00
Webjornalismo: 1º lugar - R$ 4.000,00; 2º lugar - R$ 3.000,00; e 3º lugar - R$ 2.000,00
Acadêmico: 1º lugar - R$ 2.500,00; 2º lugar - R$ 2.000,00; e 3º lugar - R$ 1.500,00
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FORTALECIMENTO DA RELAÇÃO INTERINSTITUCIONAL DO JUDICIÁRIO COM A SOCIEDADE
Cejusc Saúde realiza primeiras audiências para procedimentos oftalmológicos
Foram realizadas no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), localizado no Fórum Gumersindo Bessa, na manhã desta quarta-feira, 01/06, as primeiras audiências destinadas a pessoas que necessitam de procedimentos oftalmológicos no âmbito da rede pública de Aracaju. Essa ação do Cejusc Saúde tem como objetivo diminuir a judicialização de demandas voltadas a consultas, exames e procedimentos clínicos ou cirúrgicos.
A Chefe de Divisão Operacional do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carla Franco, explicou quem participa das audiências. “Participam da audiência a parte demandante, o mediador, a equipe do NAT-JUD, que é um órgão técnico para nos auxiliar, dando mais segurança para as partes envolvidas, e o Município de Aracaju, através da Procuradoria e da Secretaria de Saúde. O objetivo é que as partes saiam daqui com a sua demanda resolvida ou encaminhada para uma resolução”, esclareceu Carla.
“A Procuradoria, junto com a Secretaria Municipal de Saúde, verifica caso a caso para orientar o usuário, mostrando de que forma ele pode atingir aquele objetivo de ter o seu exame oftalmológico ou seu tratamento efetivado. Está sendo muito importante para a gente essa parceria com Tribunal de Justiça porque orientamos os pacientes a seguirem um fluxo do SUS pela Unidade Básica de Saúde ou verificamos a situação de pendência do usuário para que seja atendida o mais rápido possível”, disse Maíra Nogueira, Procuradora do Município de Aracaju.
Também participaram das audiências membros do Núcleo de Assessoramento Técnico ao Judiciário para Demandas de Saúde (NAT-JUD), órgão com profissionais da área da saúde responsáveis pelos pareceres técnicos que auxiliam das decisões judicias. “O NAT-JUD é um braço do Comitê Estadual de Saúde do Tribunal. Identificamos uma grande judicialização de pacientes da oftalmologia. Então, o papel do Comitê é tentar diminuir isso, evitando gastos adicionais ao Estado ou Municípios, já que 95% desses procedimentos estão incorporados ao SUS”, informou Conceição Mendonça, membro do NAT-JUD.
Dayane Rosa Santos viu a notícia do Cejusc Saúde em uma emissora de TV e decidiu pedir uma audiência para a mãe, Maria José Santos, que sofreu uma hemorragia no olho direito, decorrente da diabetes. “Há uns sete meses, ela pediu uma consulta com o oftalmologista na UBS do Jardim Centenário. Como nunca foi liberada, fizemos particular. Mas como não constava esse pedido no sistema da Secretaria, fomos orientadas a procurar a gerência do posto. Indicaria para todos procurarem o Judiciário porque foram bem atenciosos, explicando tudo direitinho”, considerou Dayane.
O Cejusc Saúde é um dos mais de 200 projetos do Plano de Gestão do biênio 2021-2023 e está alinhado à Recomendação 100 do Conselho Nacional de Justiça, de junho de 2021, que orienta os Tribunais a priorizarem, sempre que possível, a solução das demandas de saúde por meio da conciliação ou mediação.
Como solicitar
Outras audiências do Cejusc Saúde, também para procedimentos oftalmológicos demandados por moradores de Aracaju, já estão marcadas para 01 de julho. No entanto, ainda é possível requerer uma audiência. Os requisitos são: comprovar ser morador de Aracaju, apresentar relatório médico atestando a necessidade do procedimento, cartão do SUS e documento de identificação. O requerimento pode ser feito pessoalmente, no Cejusc do Fórum Gumersindo Bessa, pela manhã, ou no Portal da Conciliação (clique aqui) preenchendo o formulário de pedido de conciliação/mediação pré-processual. Não é necessário constituir advogado.
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