Janaina Cruz

Janaina Cruz

O Desembargador Edson Ulisses de Melo recebeu na tarde de hoje, dia 21, a visita do secretário-chefe da Controladoria-Geral do Estado, Adinelson Alves da Silva, acompanhado da esposa, a psicóloga Válbia Cristiane Alves. Também estiveram no gabinete do Desembargador o filho Edson Júnior, que é advogado e reside atualmente na Espanha, e a esposa de Edson Ulisses, a advogada Maria do Carmo Déda Melo. Ainda esteve no gabinete do Desembargador, o advogado Marcelo Vila-Nova. Desde que tomou posse, no último dia 12, o Desembargador tem recebido inúmeras visitas de cortesia.

Quarta, 21 Mai 2008 11:29

TJSE participa do Ação Global

O Tribunal de Justiça dando continuidade ao Programa Humanismo e Transparência, através da Corregedoria Geral da Justiça, participou no dia 17 deste  mês da Ação Global 2008 - POR UM BRASIL COM CIDADANIA, atendendo  direta e indiretamente a população carente que procurou pelos serviços do Judiciário principalmente nas solicitações de segundas vias de certidões de nascimento.

 Também realizou-se a celebração de 30 casamentos coletivos, integrados pelos cartórios de Registro Civil das Varas Privativas de Assistência Judiciária localizadas nos Fóruns Integrados e nos 12º, 14º e 15º oficios de Registros civil com a participação das oficialas e do oficial de Registro Civil: Terezinha Gonçalves, Claudineire Freitas de Melo e Paulo Anselmo Vieira Alves, respectivamente e celebrado pelo Juiz Substituto SIDNEY SILVA DE ALMEIDA.

Durante o evento foram atendidas mais de 200 pessoas que requisitaram aos cartórios de registro civil de pessoas naturais de Sergipe como de outros Estados e 65 segundas vias de certidões de nascimento.

O Governo de Sergipe inaugurou na última sexta-feira (16), a nova unidade do Centro de Atendimento ao Cidadão (Ceac), localizado no Terminal Rodoviário governador José Rollemberg Leite.

A nova unidade do Ceac abriga 18 órgãos parceiros, que oferecem mais de 200 tipos de serviços à população. O Ceac Rodoviária funcionará de segunda a sexta, das 07h às 19h.

O Tribunal de Justiça de Sergipe inicialmente está ofertando serviços de 1ª via de certidão de nascimento e óbito, e distribuição de petições iniciais efetuadas pela Defensoria Pública para as Varas Privativas da Capital. Participaram da inauguração a Diretora de Modernização Judiciária da Secretaria Judiciária, Maria Juliana Silveira Fonseca, e o Diretor de Planejamento da Secretaria de Planejamento e Administração, Erick Andrade.

Alguns dos objetivos do Centro de Atendimento são facilitar o acesso do cidadão aos serviços ofertados pelo poder público; promover economia de tempo e esforço ao cidadão, mediante um atendimento de excelência, integrando inúmeros órgãos num mesmo espaço físico; e aproximar o cidadão com o Estado.

 

Órgãos parceiros

Secretaria de Estado da Administração

Secretaria de Estado da Fazenda

Secretaria de Estado da Segurança Pública

Secretaria dos Transportes e da Integração Metropolitana dos Transportes

Defensoria Pública do Estado de Sergipe

Prefeitura Municipal de Aracaju

Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social

Ipês saúde

Companhia de Saneamento de Sergipe  Deso

Núcleo de Apoio ao Trabalho  NAT

Departamento Estadual de Trânsito  Detran

Banco do Estado de Sergipe  Banese

Correios

Tribunal Regional Eleitoral  TRE

Tribunal de Justiça de Sergipe

Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária  Incra

Terça, 20 Mai 2008 11:28

Juiz bloqueia as contas da SM2T

O Juiz Substituto da 5ª Vara Cível, Eládio Pacheco Magalhães, determinou o bloqueio das contas correntes de uma empresa intitulada SM2T acusada de fraudar a população, emitindo boletos falsos para pagamento de serviços e multas de trânsito da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) e Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Os bancos Itaú e Bradesco, que detinham estas contas, já as bloquearam preventivamente para que a população não continue sendo lesada. A Delegacia de Defraudações abriu um inquérito e está investigando o caso. A Procuradoria Jurídica do Detran acredita que 100 pessoas já tenham sido lesadas.

Assim que recebemos o documento do delegado [Joel Ferreira, da Delegacia de Defraudações], enviamos uma determinação ao Banco Central para fazer os bloqueios das contas, disse o Juiz Eládio Pacheco. O gerente geral do Bradesco, Evandro Reis, disse que a conta foi preventivamente bloqueada e que o departamento jurídico está analisando a situação. A mesma informação deu um dos gerentes do Banco Itaú, que como não tem autorização do banco para dar entrevistas, preferiu não se identificar. A conta foi bloqueada, mas não fomos informados oficialmente sobre isso. O nosso departamento jurídico está cuidando do caso, disse o gerente.

Nos boletos enviados pelos Correios em nome do Detran e/ou SMTT, foi colocado o nome SM2T, oferecendo um desconto de até 30% no pagamento antes do prazo de vencimento. O Chefe da Procuradoria Jurídica do Detran, Fausto Leite, disse que o Detran não concede este percentual de reajuste. Pelo Detran, o desconto do Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) é de 10% para pagamentos em dia. Uma outra falha encontrada no boleto é que o Detran tem um contrato com os Correios e os boletos não têm selo. E o mais importante: todos os nossos pagamentos são feitos no Banese. As pessoas lesadas e que pagaram nos outros bancos, infelizmente ficaram no prejuízo, lamentou o advogado.

O Delegado de Defraudações, Joel Ferreira, disse que iniciou as investigações, mas pouco pode acrescentar sobre o caso. A fraude foi descoberta porque no falso Documento Único de Arrecadação (DUA) encaminhado às pessoas consta que o pagamento deveria ser feito no Bradesco ou Itaú, mas a exclusividade neste tipo de arrecadação é do Banese.

Tomaram posse nesta segunda-feira, 26, à tarde, no auditório do Tribunal Pleno do Palácio da Justiça duas novas Juízas Substitutas da Magistratura de carreira do Poder Judiciário de Sergipe, as Bacharelas em Direito, Iracy Ribeiro Mangueiras Marques e Andréa Caldas de Souza Lisa, aprovadas no concurso público realizado pelo TJ, através do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe) da Universidade de Brasília (UNB), em 2004. A solenidade, presidida pelo Desembargador Artêmio Barreto, Presidente do TJ, contou com a presença do Procurador Geral do Estado, Marcio Leite de Rezende; da Procuradora Geral de Justiça, Maria Cristina de Foz Gama; do Representante do Prefeito de Aracaju, o Secretário Municipal de Governo, Bosco Rollemberg, entre outras autoridades.

Depois que prestaram juramento e foram empossadas, as novas Juízas Substitutas foram saudados pelo presidente da Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase), Juiz Marcelo Augusto Costa Campos, que felicitou as novas colegas destacando que a perseverança das duas novas Juízas. Duas mulheres que são qualificadas e que não abriram mãos dos seus sonhos. Vocês ultrapassaram todas as barreiras e agora honram a Magistratura sergipana, frisou.

Em nome das empossadas, discursou a nova Juíza Iracy Ribeiro Mangueira Marques. Inicialmente ela fez um relato dos sonhos de todo estudante de Direito. Emocionada, Dra. Iracy  ressaltou que os quatro anos de espera trouxeram realizações e maturidade Cada avanço, cada etapa foi comemorada. Hoje temos a certeza que o ser humano não nasce para ser advogado, delegado ou magistrado. O Ser humano nasce para ser feliz!

Antes de encerrar a solenidade, o Desembargador José Artêmio Barreto, saudou as novas colegas em nome do Poder Judiciário. Assumem nesta tarde um compromisso com a sociedade sergipana de bem servi-la ao disponibilizarem toda sua capacidade de trabalho e inteligência, disse.

 

Leia na íntegra o discurso de posse da Juíza Substituta Iracy Ribeiro Mangueira Marques:

LA VITTA E BELA

 

Quando adentramos na Faculdade de Direito, inúmeros eram os nossos sonhos.  Lembro bem da lição do mestre Carlos Alberto Menezes que dizia que o aluno de Direito, com toda a empáfia dos incipientes, ao ingressar no curso, sonha em ser ministro do Supremo Tribunal Federal. No segundo ano, diante das dificuldades encontradas, trabalha com a hipótese de ser ministro do Superior Tribunal de Justiça.  No terceiro ano, as adversidades o fazem admitir a possibilidade de ser desembargador.  No quarto ano e no quinto ano, ele já se assimila como Juiz de Direito, Promotor de Justiça, Delegado de Polícia ou advogado. Mas, ao sair da faculdade, é que ele abre os olhos definitivamente e passar a enxergar-se como um mero estudante de Direito. 

         Em datas e épocas diferentes, com histórias de vida própria, com prazos para realização diversos, também possuíamos os nossos sonhos.  Como hoje lembramos saudosas dos tempos da faculdade. Da época que tínhamos tempo para perder tempo. Formadas, impõe-se o desafio: adentrar no mercado de trabalho. O sonho: uma carreira, um concurso, o sucesso profissional. Estudamos, trabalhamos em diferentes áreas, mas o ideal que nutríamos foi capaz de nos unir.  Surge o concurso.  Momento de estudos e sacrifícios.  Lembro com saudade do período em que sem domingos, nem feriados, vencíamos cada tópico do extenso programa que se impunha como o grande desafio a ser superado. As provas são marcadas.  Cada avanço de uma etapa era festejado na exata proporção do esforço despendido. 

         Quis o destino, nesta época, que tanto eu quanto Andréia tivéssemos contato com a atividade policial:  eu, na delegacia da mulher; Andréia na Academia de Polícia Civil da Paraíba. Bela lição. Para mim, foi justamente na Academia de Polícia e, posteriormente, nas unidades policiais, que aprendi que na verdade não nascemos para ser delegados, juízes ou bacharéis.  O ser humano nasce para ser feliz, para sentir o mundo, para superar as suas dores, para transformar a existência, não obstante alguns acomodados mortais aceitem o mundo como ele é. Jamais aceitaríamos um mundo de injustiças. Não fomos talhadas para a conformação. Por isso fizemos o curso de Direito. Queríamos o contato com o real, queríamos aprender a entender o mundo, suas dores, seus defeitos, seus conflitos. 

         Certo dia, lendo um compêndio de literatura brasileira, deparei-me com um excerto de um poema de Fernando Pessoa, em que o mesmo dizia que: o poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir que é dor, A dor que deveras sente ....  Como nem todos somos poetas, e muito menos Fernando Pessoa, temos que sentir o mundo vivendo, conhecer as suas dores na flor da pele.  E nada melhor para essa vivência que a presença de um conflito, de uma querela judicial. É neste momento, que ficamos frente a frente com as dores da humanidade: as dores sociais, as dores emocionais, as dores físicas e as dores existenciais.  É neste momento, que escutaremos os relatos de dor, que experimentaremos esta dor, dia a dia, cada vez que tivermos face a face com uma vítima, cada vez que tivermos face a face com um réu. Então caladas sofreremos, em nossa íntima solidão lamentaremos pelas famílias dos acusados, pelos suplicantes sucumbentes, enfim pelos aflitos.

         Disto, porém, entendemos. Também vivenciamos a bela lição de figurar como parte de uma demanda. Momentos de angústia, de dúvida, de apreensão, mas de uma certeza balizada por uma crença: A Justiça iria realizar-se para nós.  Nesta época, meu velho amigo Wanderson, sensibilizado com minha angústia, contou-me a seguinte parábola budista: Houve um rei no oriente que encomendara a um sábio um anel no qual estivesse gravada uma frase que fosse capaz tanto de lhe confortar em um momento de tristeza, como de lhe dar a exata dimensão quando diante de um grande êxito fosse tentado a envaidecer-se. O rei pede. O sábio pensa. A obra nasce. O anel foi apresentado: Nele se via a seguinte frase: Isto passará.  Em meu sofrimento particular, eu repetia internamente: Isto passará. Isto passará. Isto passará.  Isto passará.

         Quatro anos se passaram.  Em nossas vidas muitas coisas mudaram: Tamar hoje é Juíza em São Paulo. Andréia será mãe. Para mim, neste tempo de espera, duas grandes realizações: a implementação de uma política de atendimento aos chamados Grupos Vulneráveis e o nascimento do meu primeiro rebento: ISADORA.  Quatro anos se passaram, os princípios e valores da ciência que abraçamos continuam vivos em nossas memórias, de igual modo as lições apreendidas nos diversos compêndios lidos e devorados com a fúria daqueles que nascem sedentos por apreender. Porém, a maturidade hoje é a nossa pedra de toque.  Nosso grande legado: As experiências vividas e sofridas e a bela lição de espera com que a vida nos brindou, como a dizer: humildade e paciência.

         A inquietude do feminino, sempre ávido a querer superar o insuperável, a transpor limites e barreiras, a não se quedar diante das derrotas, triunfou.   Resolvemos recorrer. O êxito foi uma questão de tempo. A cada golpe sofrido, repetíamos: Isto passará. Isto passará. Isto passará. Isto passará.

         Vencemos, e em nome de nossa luta, homenageamos, neste momento, as nossas irmãs de alma: Todas as mulheres deste Brasil, justiceiras, guerreiras, sempre prontas a superar os obstáculos que se lhes impõe. Dedicamos, portanto, nossa vitória aquelas que sempre ultrapassaram os limites da chegada, as que vieram embaladas por sonhos e as que atravessaram os porões da escuridão, as que geraram filhos e filhas e as que nunca deram a luz, as que ascenderam todas as espécies de velas e as que arderam nas fogueiras, as que lutaram com armas e as que combateram sem elas, as que escreveram e traduziram os seus sentimentos e as que nem mesmo assinavam o nome, as mulheres que alimentaram e aplacaram os vários tipos de fome, e as que viram os filhos morrerem famintos, as que se doutoram e ensinaram e as que aprenderam com a vida, as que desafinaram o coro do destino e as que com isso abriram as alas e as asas; as que ficaram de fora e as que ainda virão, essas e tantas outras mulheres que existiram e existem dentro da gente e que viveram e vivem por nós. (in Dicionários Mulheres do Brasil).

         Com certeza, a sensibilidade da mulher, embalada pela luta, conferirá a prestação do comando jurisdicional uma outra dimensão, posto que podemos dizer por saber e não por ouvir dizer, da importância de uma demanda e de sua resolução para aqueles que nela figuram. 

         Vislumbramos o Direito hoje não apenas como norma, mas como uma realidade dialética, vivida, sentida e por vezes sofrida.  O conflito é encarado não apenas em sua dimensão técnica, mas com humanidade. 

         Pela nossa história, pela nossa luta, fortalecemos e repaginamos o nosso compromisso de bem dizer o Direito com afinco e eqüidade, pelo que pautaremos a nossa atuação sempre em uma leitura dinâmica dos comandos normativos, garantindo o acesso pleno à Justiça, materializando a tolerância e buscando reconhecer sempre em nossa nobre missão os direitos básicos do ser humano, incluindo na vida e nas nossas sentenças os ninguéns de que tanto fala GALEANO:

Los nadies: los hijos de nadie, los dueños de nada.

Los nadies: los ningunos, los ninguneados,

Que no hablan idiomas, sino dialectos.

Que no profesan religiones, sino supersticiones.

Que no hacen arte, sino artesanía.

Que no practican cultura, sino folklore.

Que no son seres humanos, sino recursos humanos.

Que no tienen cara, sino brazos.

Que no tienen nombre, sino número.

Que no figuran em la historia universal, sino em la crónica roja de la prensa local.

Los nadies, que cuestan menos que la bala que los mata. (Eduardo Galeano).

         Por isso agradecemos a vida por tudo que ocorreu.  Também agradecemos a todos aqueles que acreditaram no êxito da nossa batalha.  Aqueles que mediante palavras de carinho e incentivo nunca permitiram que duvidássemos que ainda que durasse  e diga-se, en passant, passou tão rápido - sairíamos vitoriosas. Agradecemos, ainda, ao nosso advogado Fernando Macêdo por nos ensinar a não desistir do justo jamais. Obrigada doutor Fernando, não fosse a sua insistência naqueles dias tormentosos, o hoje não existiria. Ao professor João Costa pelo seu compromisso com a língua portuguesa, pela sua sapiência em retirar o manto escuro da dúvida e recobri-lo de luz.  O senhor foi a nossa luz no fim do túnel.  Agradecer a todos que funcionaram em nossos processos pela atenção e pelo brilhante trabalho dispensado, pela coragem em ousar, pela coragem de corrigir um erro. Aos nossos queridos e amados familiares (maridos, tios e avós) pela paciência e pelos inúmeros desabafos.  Aos nossos pais e em especial ao meu pai, por sua história de vida inscrita com sangue na memória deste país. A Alex e a Léo por aturar os nervosismos e os impropérios proferidos nos momentos de frustração, obrigada, ainda, pela força, pela coragem, pelo abraço. Obrigada, também, aos queridos colegas de trabalho  e em especial aos policiais do Centro de Atendimento a Grupos Vulneráveis  e aos amigos de verdade.  Um bom amigo não se conhece na alegria, mas na adversidade.

         Não esqueçamos, porém, da lição do grande rei: Isto passará.  Por mais importante para nós, também o dia de hoje passará. Não é momento, portanto, para envaidecimentos, mas para refletirmos acerca da grande missão que nos foi reservada. Que possamos, assim, exercer a judicatura, não com orgulho ou com a empáfia de semi-deuses, mas com humildade, firmeza, justiça, tolerância, perspicácia, sem jamais perder a curiosidade da criança viva em cada uma de nós. Busquemos sempre o bom, o justo, sempre nos colocando como mortais a serviço da construção de um mundo de paz, em que os espaços sociais sejam cada vez mais democraticamente repartidos.

         A partir de hoje, após o nosso eterno juramento, começaremos a vivenciar o drama do ser JUIZ, na lição de Calamandrei:

O drama do Juiz é a contemplação cotidiana das tristezas humanas, que preenchem todo o seu mundo, onde não encontram lugar os rostos amáveis e repousantes dos que vivem em paz, mas apenas os rostos dos sofridos, conturbados pelo rancor do litígio ou pelo aviltamento da culpa.

         Roguemos a Deus para que possamos construir uma bela relação com o nosso ofício.  Uma relação que vá além do homem, rumo aos seus sentimentos, buscando efetivar o compromisso que temos com a nossa existência de sermos FELIZES e fazermos o outro FELIZ. Que diante do caos (litígio), possamos trazer um pouco de luz, que diante da aridez dos embates, possamos lançar sementes, talvez assim um dia todos se convençam de que a vida é bela.

 

O Senador da República, Pastor Virginio José de Carvalho Neto, fez nesta segunda-feira, dia 19, uma visita de cortesia a Vice-Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargadora Célia Pinheiro. Durante o encontro, a Magistrada fez uma pequena explanação sobre o funcionamento da Justiça Estadual e o papel importante que o Poder Legislativo tem nesse contexto.

O Senador enfatizou que há muito devia uma visita à Vice-Presidente, de quem sempre foi um admirador pela postura séria e estendeu a homenagem a todo Poder Judiciário sergipano.

A Vice-Presidente agradeceu a visita e informou que o gabinete dela sempre estará aberto para os representantes da sociedade.

O Juiz de Direito Aldo de Albuquerque Mello, da 7ª Vara Cível da Comarca de Aracaju, mas que acumula temporáriamente as funções na Comarca de Tobias Barreto, autorizou o Governo do Estado a assumir o comando do Hospital São Vicente de Paula, o que acontecerá em janeiro do próximo ano, quando já estará em funcionamento a Fundação Hospitalar responsável pelos serviços de saúde em todos os níveis de assistência hospitalar.
Até o fim deste ano, o hospital de Tobias Barreto continuará sob intervenção judicial, sendo administrado por uma comissão composta por membros do Estado, Justiça e sociedade civil organizada.
As decisões foram acordadas na última quinta-feira, 15, durante audiência realizada no Fórum Desembargador João Fontes Faria, naquele município. Representantes da Prefeitura e da Justiça de Tobias Barreto, Ministério Público, Secretaria de Estado da Saúde (SES) e da Associação de Caridade São Vicente de Paulo estiveram reunidos para discutir detalhes da transição e do gerenciamento da unidade durante esse período.
Acompanhado do assessor jurídico da SES, João Mascarenhas, Rogério Carvalho reforçou que estadualização do hospital de Tobias Barreto é a solução definitiva para os problemas atuais. "Queremos mudar definitivamente a realidade daquele hospital, tornar transparente seu funcionamento e suas portas de entrada para atender à população de maneira isenta e sem interferência política", comentou, acrescentando que o projeto de reforma e ampliação da unidade está em fase final de elaboração.

O Tribunal de Justiça de Sergipe celebrou um termo de cooperação tecnológica, objetivando uma maior interação entre órgãos no uso do Software Livre. A celebração foi realizada hoje, dia 16, entre o Presidente do TJ, Desembargador Artêmio Barreto e a SERPRO  Serviço Federal de Processamento de Dados.

De acordo com as cláusulas do termo, fica estabelecido aos órgãos cooperados a troca de informações tecnológicas, o know-how quanto as medotologias de segurança e de desenvolvimento, além da disponibilidade de técnicos para realização de treinamentos e aprimoramentos e o fornecimento de códigos executáveis e fontes de programas desenvolvidos em software livre.

Participou da reunião o Presidente da SERPRO, Marcos Mazoni, um dos percussores dos sistemas de informática em software livre no Brasil e responsável pela adoção do Programa de Software Livre, no desenvolvimento de soluções e produtos inovadores para os órgãos do Governo, reconhecidos em nível nacional e internacional.

Para ele, é importante que a administração pública adote soluções em software livre, a fim de se implantar padrões de tecnologia, o que resulta em dinamismo e baixo custo, ao passo que possibilita o investimento em pessoas. A intenção é reverter o quadro  deixarmos de importar tecnologia para sermos exportadores de soluções em software livre, investindo principalmente nos profissionais que atuam nesta tecnologia, afirmou.

Segundo o Secretário de Tecnologia do TJ, Anízio Torres, o objetivo é compartilhar sistemas livres de uso comum que satisfaçam os requisitos funcionais das entidades, a custo zero e a transmissão de conhecimentos técnicos. O TJ utiliza o software livre há muito tempo e em várias atividades, como por exemplo, no ambiente operacional, no desenvolvimento de sistemas, na gerência de ativos da rede, nas estações de trabalho usando o BROffice e no sistema de atendimento ao usuário, especificou.

Durante toda a manhã de hoje, dia 16, os servidores do Tribunal de Justiça de Sergipe, lotados no Palácio da Justiça, Anexo Administrativo e Memorial, puderam participar das atividades do Programa Justiça com Saúde, que visa identificar doenças crônicas e promover educação em saúde.

As atividades tiveram início às 7:30 horas e muitos servidores buscaram os primeiros serviços, como aferição de glicemia, colesterol e pressão arterial. Para a técnica judiciária Yara Góis Machado, este trabalho aproxima o Centro Médico dos servidores. Fazer prevenção é de grande relevância no sentido de diagnosticar problemas, além da praticidade dos servidores estarem no ambiente de trabalho e aliando aos cuidados com a saúde, o que resulta em eficiência, afirmou.

O Programa Justiça com Saúde já está na sua quinta edição, após percorrer todos os fóruns da capital sergipana. O Presidente do TJ, Desembargador Artêmio Barreto, que participou do evento, destacou que esta é uma forma de mostrar que o Tribunal Justiça zela pelos seus servidores. É recompensador ver os servidores envolvidos em uma programação preparada especialmente para eles, resultado da preocupação desta administração com a qualidade de vida de todos, e que traz um efeito positivo - maior disposição para o trabalho, exclamou.

As ações são realizadas com apoio da equipe multiprofissional do Centro Médico, da Coordenadoria de Desenvolvimento e Qualificação da Diretoria de Gestão de Pessoas e da Unimed/SE. De acordo com a enfermeira Mary Jane Falcão, centenas de servidores já participaram das atividades e aprovaram a iniciativa. É gratificante para uma empresa ver seus colaboradores envolvidos em um programa de qualidade de vida, o que aumenta a confiança na empresa e na instituição promotora  o Centro Médico, avaliou. Ainda, segundo Mary Jane, o programa já se tornou modelo para outros tribunais do país, avaliado como o mais organizado.

Após a realização dos exames foi servido aos participantes um café da manhã e proferida duas palastras: A Síndrome Metabólica proferida pela cardiologista do TJ, Caroline de Souza Costa Araújo e uma palestra com orientações sobre a saúde utilizando o recurso do riso, como a coordenadora do Núcelo de Humanização do HUSE e fundadora do U.T.Riso, Fátima Bastos. Além de outros serviços como orientações referentes à Saúde Bucal com os odontólogos Dr. Carlos Neanes Santos e Drª Karina Carvalho Peixoto, distribuição de folhetos educativos, sessões de massoterapia e sorteio de brindes.

O Tribunal de Justiça de Sergipe, através da Diretoria de Comunicação Social, resolveu se solidarizar com os municípios de Maruim e Laranjeiras que vivem dias difíceis após a forte chuva que atingiu a região na semana passada, deixando mais de mil pessoas desabrigadas.

Assim como outras instituições públicas o TJSE lançou uma campanha intitulada de Doe uma peça de roupa para quem perdeu tudo".  Solicitamos que os nossos servidores, familiares e amigos somem-se nesta luta para nos ajudar na arrecadação de roupas, calçados e utensílios domésticos. As doações podem ser feitas nos posto de arrecadação que estão instalados  nos seguintes locais:

              

Palácio da Justiça Tobias Barreto de Menezes.

Praça Fausto Cardoso, 112 - Centro. CEP:49010-080

Aracaju-SE Fone : (79) 3226-3100

  

Fórum Gumersindo Bessa

Centro Administrativo Gov. Augusto Franco

Av. Presidente Tancredo Neves, s/n

Capucho

 

Fóruns Integrados I

Unidade Administrativa Maria Virgínia Leite Franco

Rua Serafim Bonfim, nº 440, SESI

Santos Dumont

 

Fóruns Integrados II

 Unidade Ministro Arnaldo Leite Rollemberg

Av. Visconde de Maracaju, S/N

18 do Forte

 

Fóruns Integrados III

Unidade Ministro José Arnaldo da Fonseca

Rua Paulo Henrique Machado Pimentel, nº170

Inácio Barbosa

 

VEMPA - Vara de Execução de Medidas e Penas Alternativas

Fórum Olímpio Mendonça

Rua Central 3, S/N, conj. Orlando Dantas

São Conrado

 

Santa Maria - Terra Dura

Av. Principal nº 3180

Fórum Des. Fernando Ribeiro Franco

Santa Maria

 

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