Janaina Cruz

Janaina Cruz

Foi publicada no Diário da Justiça do último dia 14, a Portaria Normativa nº 92/2016, que transferiu o feriado do Dia do Servidor Público de 28 de outubro, sexta-feira, para o dia 31 de outubro, próxima segunda-feira. Também foi declarado ponto facultativo o expediente do dia 1º de novembro em todo Poder Judiciário de Sergipe, através da Portaria Normativa nº 93/2016. Lembrando que 2 de novembro, Dia de Finados, é feriado nacional, e os prazos processuais serão prorrogados até o primeiro dia útil seguinte, conforme legislação.

Teve início hoje, 20/10, e prossegue até amanhã, o XI Congresso Sergipano de Direito e Processo do Trabalho, realizado no auditório do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe. O Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargador Luiz Mendonça, presidiu a palestra ‘O Juiz Gestor e o processo judicial eletrônico’, ministrada pelo Desembargador Federal de Tribunal Regional do Trabalho Gustavo Tadeu Alkmim, também Conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Sinto-me honrado com o convite pela oportunidade de saudar um Conselheiro extremamente dedicado e competente”, disse o Desembargador Luiz Mendonça, destacando que o Conselheiro do CNJ muito contribuiu com os Tribunais estaduais, especialmente com os de menor porte, ao dar celeridade às questões relativas a promoção de magistrados.

Em sua palestra, o Conselheiro do CNJ falou sobre os avanços do Processo Judicial Eletrônico (PJE) e a importância do juiz como gestor da Vara. “Para o juiz gestor, o PJE é uma grande facilidade. Quando fui juiz, teria otimizado meu tempo e trabalho se tivesse o processo eletrônico ou ferramentas como as que estão sendo desenvolvidas pelo CNJ, que mostram na tela do computador um panorama detalhado do seu ambiente de trabalho”, salientou o Desembargador Gustavo Tadeu Alkmim.

O evento, considerado o mais tradicional da área trabalhista em Sergipe, continua nessa sexta-feira e é voltado aos profissionais, graduandos e pós-graduandos da área do Direito. Organizado pela Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 20ª Região (Amatra XX), contou com o apoio do Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região. Clique aqui e veja a programação completa.

Foi publicado no Diário da Justiça do dia 21/10, o Edital de Remoção de Ofício nº 01/2016, que torna público, para conhecimento dos servidores constantes no Anexo Único, a existência de 12 vagas em nove unidades jurisdicionais do interior. Os referidos servidores têm um prazo de cinco dias para apresentar impugnação endereçada à Presidência do Tribunal de Justiça.

O Relatório Justiça em Números 2016, divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na última segunda-feira, 17/10, revelou que o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) é o que apresenta menor tempo de tramitação de processos de conhecimento no 1º grau, 0,9 ano, e de execução no 1º grau, 1,0 ano. Quanto ao tempo médio de sentença nos Juizados Especiais o TJSE também teve o melhor desempenho: 0,2 ano tantos nos processos de conhecimento quanto nos de execução.

A apuração dos tempos médios se deu pela avaliação da duração em cada fase ou instância. Na execução, conta‑se o tempo a partir do início da execução ou liquidação ou cumprimento, até a data da última sentença em execução. No conhecimento, conta‑se a partir da data do protocolo.

“A maior discrepância entre o tempo médio de sentença de execução e de conhecimento é observado no TJPE, onde a execução (7,0 anos) leva quase três vezes mais tempo que o conhecimento para receber uma sentença (2,4 anos). Por outro lado, o TJSE apresenta um tempo quase igual de sentença no conhecimento (0,9 ano) e na execução (1,0 ano)”, mostrou o relatório.

A publicação Justiça em Números 2016 alerta que o leitor deve ter em mente que nem todos os processos seguem a mesma história, e, portanto, os tempos não podem ser simplesmente somados. Por exemplo, alguns casos ingressam no primeiro grau e lá mesmo são finalizados. Outros, recorrem até a última instância possível, uns passando, e outros não, pela fase de execução.

Aconteceu na tarde de hoje, 17/10, no auditório do Palácio da Justiça, no Centro de Aracaju, a aula inaugural do II Curso de Capacitação profissional para os Conselheiros Tutelares, com o tema ‘ECA: 26 anos em prol da cidadania e proteção integral dos direitos humanos de crianças e adolescentes’. O curso, que conta com a participação de conselheiros tutelares de 50 municípios sergipanos, é gratuito e tem o intuito de auxiliar na preparação para a atuação profissional, mediante o acesso à democratização do saber acadêmico e vivências partilhadas por todos que compõem a rede de proteção.

O Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargador Luiz Mendonça, esteve na abertura do curso e disse que o artigo 227 da Constituição Federal estabelece proteção absoluta à criança e ao adolescente. “Atender crianças e adolescentes que tenham seus direitos violados ou ameaçados, seja por ação ou omissão da família, da sociedade ou do Estado, é de extrema importância. Sendo assim, a preparação e o conhecimento aparecem como elementos essenciais para a prestação de um serviço consistente”, enfatizou.

A ideia da capacitação partiu da professora mestra Antonina Gallotti Leão, do curso de Direito da Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe (Fanese), e este ano contou com o apoio da Coordenadora da Infância e Juventude (CIJ) do TJSE e do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA). “Os conselheiros tutelares estão diretamente lidando com os direitos violados da criança e do adolescente. São eles que vão aos lares, às escolas, aos hospitais e nos passam as informações necessárias para a proteção do direito da criança e do adolescente”, disse Isabela Sampaio, Juíza da CIJ.

Já a professora Antonina Gallotti lembrou que os requisitos principais para ser um conselheiro tutelar é ser maior de 21 anos, residir no município e ter idoneidade moral. “Não há necessidade de uma formação, mas eles são autoridade pública e deliberam a partir do Estatuto da Criança e do Adolescente. Fizemos um levantamento no ano passado e verificamos que mais de 50% dos conselheiros não têm nível superior. Então, muitos deles demostram essa preocupação com a capacitação. Daí surgiu a ideia, em sala de aula, de sairmos dos muros da universidade e pensarmos em um projeto de capacitação, dando nossa contribuição à sociedade”, explicou a professora que coordena o curso.

A primeira edição, realizada em outubro do ano passado na Fanese, contou com a participação de apenas quatro municípios: Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão e Barra dos Coqueiros. “Nessa segunda edição, assinamos um convênio com o Tribunal, firmando uma parceria. Junto também com o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente planejamos essa capacitação. Procuramos patrocínios e professores voluntários e, assim, conseguimos formar uma equipe, com juízes, promotores, advogados, policiais civis e militares, que falarão sobre o seu ponto de vista de funcionamento da rede de proteção e como todos podem contribuir para ela funcionar”, informou a professora Antonina.

Após apresentação do coral da LBV e abertura do curso, a primeira palestra foi ministrada pela Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA), Josevanda Franco, que falou sobre ‘A interface do conselheiro tutelar com a rede de proteção’. “Sabemos que toda política da infância se faz a partir de ações articuladas e de intersetorialidade. Quando temos a oportunidade de fazer uma reflexão de quem é quem na rede e como ela deve conversar, isso é muito significativo porque agrega valor ao trabalho de quem está na ponta do sistema”, opinou Josevanda.

Estão participando do curso conselheiros tutelares eleitos (titulares e suplentes) de 50 municípios: Capela, Propriá, Laranjeiras, Aquidabã, Neópolis, Japaratuba, Maruim, Carmópolis, Pacatuba, Santo Amaro das Brotas, Rosário do Catete, Riachuelo, Pirambu, Siriri, Ilha das Flores, Brejo Grande, Muribeca, Divina Pastora, Santa Rosa de Lima, São Francisco, Malhada dos Bois, Telha, Amparo de São Francisco, Canindé de São Francisco, Cedro de São João, General Maynard, Japoatã, Cumbe, Santana de São Francisco, Nossa Senhora das Dores, Graccho Cardoso, Feira Nova, Nossa Senhora de Lourdes, Canhoba, Itabi, Gararu, Nossa Senhora da Glória, Monte Alegre de Sergipe, Poço Redondo , Porto da Folha, Areia Branca, Aracaju, Barra dos Coqueiros, Carira, Malhador, Estância, Frei Paulo, Itabaiana, Moita Bonita, Nossa Senhora do Socorro.

Aulas

Muitos conselheiros tutelares estão participando de uma capacitação pela primeira vez e disseram ter boas expectativas em relação ao curso. É o caso da conselheira tutelar suplente Anízia de Andrade, de Muribeca. “Quero adquirir mais conhecimento. Quando tenho alguma dúvida, recorro aos conselheiros mais antigos e também ao Estatuto da Criança”, revelou. Para a conselheira Michele Leite, de Capela, é necessário também conhecer a teoria. “Isso é importante para desenvolvermos um trabalho bom. Os casos que eu acho mais complicados são os de abuso sexual”, contou Michele.

O curso terá mais sete encontros, sendo o próximo nessa quarta-feira, 19/10, com palestras sobre o papel do conselheiro tutelar na sociedade e aspectos psicológicos relacionados ao abuso sexual e violência doméstica infantojuvenil. As aulas seguintes, sempre às tardes, no auditório do Palácio da Justiça, serão realizadas nos dias 24, 26 e 31 de outubro, e 7, 9 e 16 de novembro. Clique aqui e confira a programação completa.

De 17 a de outubro a 16 de novembro, no auditório do Tribunal de Justiça de Sergipe, sempre às segundas e quartas-feiras, das 14 às 18 horas, será realizado o II Curso de Capacitação profissional para os Conselheiros Tutelares. A abertura, na segunda-feira, 17/10, às 14h, contará com a presença do Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargador Luiz Mendonça, da Juíza Coordenadora da Infância e Juventude do TJSE, Isabela Sampaio, e de representantes da Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe (Fanese), de onde partiu a ideia da capacitação.

O projeto é coordenado pela professora mestra Antonina Gallotti Leão e nasceu da necessidade de desenvolver atividades práticas para além das salas de aula, por intermédio da ação conjunta do corpo docente e discente no intercâmbio com a comunidade. Além da professora Antonina, também participarão da abertura, na segunda-feira, o diretor-geral da Fanese, Ionaldo Carvalho; o coordenador do curso de Direito, Pedro Durão; e a Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA), Josevanda Franco.

Para essa segunda edição do curso, foi firmada parceria com o TJSE, por meio da Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ), e com o CEDCA. “O curso é totalmente gratuito e tem o intuito de auxiliar na preparação para a atuação profissional, mediante o acesso à democratização do saber acadêmico, por intermédio do debate contínuo, fomento de ideias e vivências partilhadas por todos que compõem a Rede de Proteção", explicou a professora Antonina.

Participarão do curso conselheiros tutelares eleitos (titulares e suplentes) de 50 municípios: Capela, Propriá, Laranjeiras, Aquidabã, Neópolis, Japaratuba, Maruim, Carmópolis, Pacatuba, Santo Amaro das Brotas, Rosário do Catete, Riachuelo, Pirambu, Siriri, Ilha das Flores, Brejo Grande, Muribeca, Divina Pastora, Santa Rosa de Lima, São Francisco, Malhada dos Bois, Telha, Amparo de São Francisco, Canindé de São Francisco, Cedro de São João, General Maynard, Japoatã, Cumbe, Santana de São Francisco, Nossa Senhora das Dores, Graccho Cardoso, Feira Nova, Nossa Senhora de Lourdes, Canhoba, Itabi, Gararu, Nossa Senhora da Glória, Monte Alegre de Sergipe, Poço Redondo , Porto da Folha, Areia Branca, Aracaju, Barra dos Coqueiros, Carira, Malhador, Estância, Frei Paulo, Itabaiana, Moita Bonita, Nossa Senhora do Socorro.

Clique aqui e acesse a programação completa.

A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai decidir, sob o rito dos recursos repetitivos, a respeito do cabimento de execução regressiva da Eletrobras contra a União em razão da condenação de ambas ao pagamento das diferenças de juros e correção monetária do empréstimo compulsório sobre o consumo de energia elétrica aos contribuintes.

O ministro Mauro Campbell Marques determinou a afetação de dois recursos representativos da controvérsia para que o colegiado possa firmar tese a ser aplicada em processos idênticos. Até que seja concluído o julgamento, todos os processos que discutem o mesmo assunto, em todo o território nacional, deverão ficar suspensos.

O assunto foi catalogado como Tema 963. Em um dos processos selecionados para julgamento como representativo, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) concluiu que a Eletrobras não tem legitimidade para promover ação de execução regressiva contra a União, pois não se reveste da condição de sub-rogada, como previsto no inciso III do artigo 567 do Código de Processo Civil de 1973, combinado com o inciso III do artigo 346 do Código Civil.

A Eletrobras, entretanto, alega que atuou como mera delegatária da União na arrecadação e administração do empréstimo compulsório e que o crédito foi utilizado para viabilizar programas de governo no setor elétrico, atendendo obrigações assumidas pela União junto aos estados, e realizar diversos investimentos em sociedades do setor elétrico, nos quais a subscrição era efetuada em nome da União, na forma da lei.

Recursos repetitivos

O novo Código de Processo Civil (CPC/2015) regula no artigo 1.036 o julgamento por amostragem, mediante a seleção de recursos especiais que tenham controvérsias idênticas. Ao afetar um processo, ou seja, encaminhá-lo para julgamento sob o rito dos recursos repetitivos, os ministros facilitam a solução de demandas que se repetem nos tribunais brasileiros.

A possibilidade de aplicar o mesmo entendimento jurídico a diversos processos gera economia de tempo e segurança jurídica.

No site do STJ, é possível acessar todos os temas afetados, bem como saber a abrangência das decisões de sobrestamento e as teses jurídicas firmadas nos julgamentos, entre outras informações.

A Comissão Permanente de Avaliação Documental do Tribunal de Justiça de Sergipe publicou no Diário da Justiça de hoje, 10/10/2016, o Edital de Eliminação de Autos Findos nº 03/2016. O referido edital prevê a eliminação de 19.518 processos, de competência dos antigos 1º e 2º Juizados Especiais Criminais de Aracaju, Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Lagarto, 2º Juizado Especial Cível e Criminal de Socorro e Juizado Especial Cível de Trânsito de Aracaju. As partes podem requerer os documentos que desejarem preservar, por meio de requerimento próprio e no prazo de 45 dias, a contar da data da publicação do edital. Confira aqui a lista de processos selecionados para a eliminação.

Os requerimentos de documentos pelas partes interessadas serão deferidos e efetivados após o decurso do prazo supracitado. Havendo mais de um interessado no mesmo documento, a Comissão Permanente de Avaliação Documental deliberará a quem caberá receber o original, devendo a outra parte obter uma cópia, arcando com a despesa. A consulta e solicitação dos autos/documentos deve ser realizada no Arquivo Judiciário, localizado à rua Construtor Carlos Sampaio, s/n, bairro Capucho, Aracaju-SE, de segunda a sexta-feira, das 7 às 13 horas. 

Os processos não retirados até o prazo de 45 dias serão eliminados em data oportuna, por meio de reciclagem (responsabilidade social), a ser efetivada pela Cooperativa de Agentes Autônomos de Reciclagem de Aracaju (Care), após assinatura do termo de eliminação.

Dos processos a serem eliminados, são retiradas as sentenças e acórdãos para a guarda permanente. Além disso, o banco de dados do TJSE manterá todas as informações necessárias para a expedição de certidões acerca de tais processos, a qualquer tempo, se necessário.
Os processos classificados como de guarda permanente recebem um selo adesivo para identificação.

Conforme Recomendação nº 37 do CNJ e Resolução nº 38/2012 do TJSE, são considerados de guarda permanente os processos em virtude de classe ou assunto; os de guarda amostral, referente a uma amostra seletiva, ou seja, do lote a ser eliminado é resguardado um quantitativo de processos; e os processos históricos, os quais recebem tal atribuição após análise dos servidores da Divisão de Memória do Arquivo, integrantes do Núcleo de Avaliação Histórica, como forma de contribuição para a preservação da memória do Poder Judiciário e da sociedade sergipana.

O último descarte foi realizado no mês passado, com 22.157 processos eliminados.

Acontecerá em Aracaju, nos dias 13 e 14 de outubro, no Teatro Tobias Barreto, o IX Congresso Jurídico Beneficente, que tem como objetivo reunir grandes juristas para discutir temas importantes com operadores e acadêmicos do Direito. A ideia é contribuir com a reflexão crítica de institutos que alicerçam o Estado Democrático de Direito.

Entre os palestrantes convidados, estão os juristas Pedro Lenza (SP), Rogério Greco (MG), Flávia Bahia (RJ), Matheus Carvalho (BA), Evaldo Campos (SE) entre outros. Para inscrições e mais informações, clique aqui.

A Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, em razão da necessidade de capacitação nas competências estratégicas de acordo com o mapeamento de competências e conforme recomendação do Conselho Nacional de Justiça, convoca os servidores abaixo elencados para o Curso de Expedição de Ofício Precatórios, na modalidade a distância, a ser realizado pela Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), por meio da Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância. A Ejuse, informa ainda que estão abertas as inscrições para o referido curso.

 

Curso:

Expedição de Ofício Precatórios, na modalidade a distância

Período:

17 de outubro a 31 de outubro de 2016

Inscrição:

10 a 17 de outubro de 2016.

As inscrições podem ser encerradas antes do período acima indicado caso haja o preenchimento total das vagas disponíveis.

Público-alvo:

Servidores do TJSE

Como se inscrever:

o servidor deverá acessar o site http://www.eadejuse.tjse.jus.br e como nome do usuário inserir o número do CPF (desconsiderando os zeros que porventura possam existir no início do CPF) e colocar a senha 123456, caso seja a primeira vez que acessa o portal

Objetivo:

Capacitar o servidor do TJSE no tocante ao envio eletrônico de oficios de precatório pelos respectivos Juízos solicitantes (Execução) à Presidência do TJSE e a posterior tramitação do precatório eletrônico.

Carga horária:

10 horas/aula

Facilitador(a):

Antonio Araujo Matos Neto

Realização:

Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância

Conteúdo programático:

1. Confecção do ofício de precatório

2. Envio do ofício para assinatura

3. Envio do ofício ao Tribunal de Justiça

4. Devolução para correção

5. Correção de ofício confeccionado

6. Exclusão de ofício confeccionado

7. Criação de novo ofício com base em modelo

8. Situações e histórico do ofício

9. Visualização de ofício para impressão (PDF)

10. Consulta de ofícios confeccionados

Vagas:

Serão disponibilizadas 170 vagas para os servidores interessados em participar

Mais informações:

3226-3336, 3226-4248 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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