Janaina Cruz
Plantão Judiciário Semanal: 26 a 31/03/2018
A Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe divulga nos links abaixo a Tabela do Plantão Semanal de 26 a 31/03/2018.
Abertura de inscrições: Curso de atualização em Direito Processual Penal
A Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), através da Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância, informa que estão abertas as inscrições para o curso abaixo:
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Curso: |
ATUALIZAÇÃO EM DIREITO PROCESSUAL PENAL, na modalidade a distância |
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Período: |
02 de abril a 07 de maio de 2018 |
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Inscrições: |
26 de março a 02 de abril de 2018 As inscrições podem ser encerradas antes do período acima indicado caso haja o preenchimento total das vagas disponíveis. |
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Público-alvo: |
Servidores do TJSE |
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Como se inscrever: |
o servidor deverá acessar o site http://www.eadejuse.tjse.jus.br e como nome do usuário inserir o número do CPF (desconsiderando os zeros que porventura possam existir no início do CPF) e colocar a senha 123456, caso seja a primeira vez que acessa o portal |
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Objetivo: |
Este curso tem por objetivo proporcionar aos participantes a oportunidade de atualizar os conhecimentos acerca das normas que regulamentam o Direito Processual Penal, as quais sofreram alterações e/ou acréscimos que se refletem nos trâmites processuais. |
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Carga horária: |
40 horas/aulas |
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Realização: |
Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância |
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Conteúdo programático: |
Unidade I – Competência Unidade II – Reformas pontuais no processo penal brasileiro Unidade III – Novos procedimentos do júri Unidade IV – O novo regime jurídico das medidas cautelares Unidade V – Os recursos no processo penal |
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Vagas: |
150 vagas |
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Mais informações: |
3226-3336, 3226-4217 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. |
TJSE finaliza cadastro no BNMP 2.0 via Web
O Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE) finalizou na última quinta-feira, 22/03, a alimentação via Web de réus presos definitivos e provisórios no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP 2.0). O cadastro envolveu processos de todas as Varas e comarcas do TJSE e durou 25 dias, numa força-tarefa que mobilizou mais de 30 servidores oriundos de diversas unidades jurisdicionais da Grande Aracaju.
De acordo com o Diretor de Modernização Judiciária do TJSE, Adriano Leal, foram cadastrados 4.777 presos, entre definitivos e provisórios. “Nós dividimos os trabalhos em duas frentes: uma voltada para Vara de Execuções Criminais e uma outra para analisar os processos relativos aos réus provisórios. Aproveito para agradecer a dedicação valiosa dos servidores que estiveram envolvidos nesse processo”.
Assim que é cadastrado no sistema, o preso recebe um número único de identificação, o Registro Judiciário Individual (RJI), como se fosse um Cadastro de Pessoa Física (CPF), que vai unificar informações como mandados de prisão, alvarás de soltura, pena e total do tempo já cumprido. Dessa forma, antes de um detento ser liberado será mais fácil e rápido identificar se ele tem mais condenações, inclusive em Estados diferentes.
O Diretor de Modernização Judiciária ainda explicou as próximas etapas do projeto. “O trabalho só começou. Foram analisados 8.200 processos neste período e finalizamos essa primeira etapa. No entanto, o projeto de integração via Web Service com o BNMP 2.0, objeto de acordo de cooperação entre o TJSE e o CNJ, continua no seu cronograma habitual, que segue até o mês de maio. No início de abril, as implantações já terão início”.
O BNMP 2.0 reúne as informações processuais e pessoais de todos os presos sob custódia do Estado e vai gerar uma identificação nacional dos detentos, facilitando o censo dos encarcerados e permitindo o acompanhamento do tempo do preso no sistema penitenciário, as penas que cumpriu ou está cumprindo e o motivo que o condenou.
Lista definitiva do edital de remoção 01/2018: audiência ocorrerá no dia 02/04
Foi publicada a lista definitiva do Edital de Remoção Edital nº 01/2018. A audiência pública será realizada no dia 02/04/2018 (segunda-feira), às 15 horas, no auditório José Rollemberg Leite, térreo do Palácio da Justiça.
Projeto Viva Zen cuidará do bem-estar de magistrados e servidores
O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) lançará na próxima segunda, 26/3, um projeto que visa à melhoria da qualidade de vida de magistrados e servidores. O Viva Zen pretende contribuir para o bem-estar no trabalho, controle e prevenção dos efeitos do estresse ocupacional e da Síndrome de Burnout.
Entre abril e dezembro haverá palestras e acompanhamentos individuais gratuitos do médico psiquiatra Antônio Juviniano Santana de Aragão, da fisioterapeuta Maria Goretti Fernandes, da psicóloga Izabela Souza da Silva e da educadora física Camila Moura Ferreira Vorkapic.
O projeto está alinhado ao macrodesafio Melhoria de Gestão de Pessoas, disposto pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no planejamento estratégico dos Tribunais. Outros projetos, a exemplo do Vida Saudável e Terapia Reiki, também compõem o Programa Justiça Integrativa, além das ofertas de atendimentos médicos em diversas especialidades.
O Viva Zen foi idealizado pelo chefe da Divisão de Planos e Programas do TJSE, Thyago Avelino, e pela Profa. Dra. Maria Goretti Fernandes, docente do Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de Sergipe. É coordenado pela Assistente Social do Centro Médico do TJSE, Edivaní Panta.
Inscrições com vagas limitadas estão disponíveis por meio do telefone 3226-3414.
Nota de Falecimento: Josiany Lucena Cavalcanti
Com pesar, informamos que a servidora Josiany Lucena Cavalcanti, 45 anos, lotada no 2º Juizado Especial Cível de Aracaju, faleceu no último sábado, 17/03, durante viagem ao exterior. O sepultamento está previsto para acontecer em Campina Grande (PB), ainda sem data definida.
MISSA DE SÉTIMO DIA
O 2º Juizado Especial Civel de Aracaju, com pesar, convida parentes e amigos para a Missa de Sétimo Dia do Falecimento da nossa técnica judiciária, colega de trabalho e amiga JOSIANY LUCENA CAVALCANTI, que será realizada nesta sexta-feira, dia 23 de março de 2018, às 17 horas, na Igreja São Pedro e São Paulo, localizada na rua Raimundo Fonseca, 120, bairro Treze de Julho, nesta capital.
Suspensas ações que discutem fornecimento de remédio importado não registrado na Anvisa
A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a suspensão do andamento de todos os processos pendentes, individuais ou coletivos, que versem sobre a obrigatoriedade do fornecimento, pelos planos de saúde, de medicamentos importados não registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A medida se estende a todos os processos que tramitam no território nacional (artigo 1.037, II, do Código de Processo Civil), excetuada a concessão de tutelas provisórias de urgência, quando presentes seus requisitos.
A decisão de suspender os processos decorre da afetação do assunto para julgamento pelo regime dos recursos repetitivos. Por proposta do ministro Moura Ribeiro, a seção selecionou dois recursos para serem julgados como representativos da controvérsia, cujo tema foi cadastrado com o número 990 no sistema de repetitivos do STJ. Foram afetados os Recursos Especiais 1.726.563 e 1.712.163. A suspensão vale até o julgamento dos recursos e a definição da tese pela Segunda Seção.
A jurisprudência do STJ já se consolidou no sentido de que os planos de saúde não são obrigados a fornecer medicamentos importados que não tenham registro na Anvisa, mas mesmo assim o tribunal recebe grande número de recursos contra decisões de segunda instância que adotam entendimento divergente.
Sobre os repetitivos
O novo Código de Processo Civil (CPC/2015) regula no artigo 1.036 e seguintes o julgamento por amostragem, mediante a seleção de recursos especiais que tenham controvérsias idênticas. Ao afetar um processo, ou seja, encaminhá-lo para julgamento sob o rito dos recursos repetitivos, os ministros facilitam a solução de demandas que se repetem nos tribunais brasileiros.
A possibilidade de aplicar o mesmo entendimento jurídico a diversos processos gera economia de tempo e segurança jurídica.
No site do STJ, é possível acessar todos os temas afetados, bem como saber a abrangência das decisões de sobrestamento e as teses jurídicas firmadas nos julgamentos, entre outras informações.
TJSE é o primeiro Tribunal do país a pré-destruir armas
O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) conseguiu a liberação do Exército Brasileiro, através do Comando da 6ª Região Militar, para que possa realizar a pré-inutilização (pré-destruição) das armas que foram apreendidas e que estão sob custódia do Tribunal. Essas armas são provenientes de processos judiciais, a grande maioria oriunda de crimes como tráfico de drogas, roubos, furtos, homicídios e porte ilegal.
De acordo com o Diretor de Segurança do TJSE, Delegado Flávio Albuquerque, o Poder Judiciário sergipano tornou-se o primeiro Tribunal a ser autorizado à aquisição de uma prensa hidráulica motorizada, com capacidade de força de trinta toneladas, que previamente inutiliza todos os armamentos.
“A partir de agora, quando a polícia encaminhar as armas para Justiça, nós já fazemos a pré-destruição e remetemos imediatamente para o Exército, para que eles procedam a destruição total do armamento, através da fundição, pois eles têm atribuição legal para esse procedimento”, explicou o Diretor de Segurança do TJSE.
Ainda segundo Flávio Albuquerque, essa medida garante a segurança, tanto dos servidores quanto das pessoas que frequentam as unidades judiciárias, já que manter o armamento nos fóruns coloca em risco a segurança nos prédios. “Com essa rotina, aumentamos nossa segurança institucional, de forma que não temos mais a custódia de armas em nossas dependências”, ressaltou.
Plantão Judiciário Semanal: 19 a 25/03/20189
A Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe divulga nos links abaixo a Tabela do Plantão Semanal de 19 a 25/03/2018.
Justiça Restaurativa é apresentada a membros da Igreja Católica de Estância
A Comarca de Estância deu mais um passo, no último dia 15, no sentido de ampliar as ações da Justiça Restaurativa no município. A Juíza Titular da Comarca, Tatiany Chagas, apresentou a metodologia ao padre José Edvaldo Silva Santos; e à representante da Associação da Irmãs de Santa Maria, Irmã Geralda. O objetivo foi discutir ações de enfrentamento à violência que atinge crianças e jovens, especialmente no seio familiar.
“A oportunidade de apresentar a membros da Igreja Católica as práticas restaurativas foi por demais valiosa, pois falamos de um instrumento que colabora para promoção da cultura da paz e da reconciliação. A Justiça Restaurativa é um caminho eficaz para superação da violência”, ressaltou Maria da Conceição Moraes Prado, assistente social da Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) que esteve presente ao evento.
Na ocasião, foi lembrado que, este ano, o tema da Campanha da Fraternidade da Igreja Católica é ‘Fraternidade e superação da violência’. O padre José Edvaldo disse que ficou encantado com a metodologia da Justiça Restaurativa e que há uma possibilidade de integração entre a Igreja e o Judiciário. Já a Irmã Geralda ressaltou a preocupação com as mulheres vítimas de violência e os egressos de unidades prisionais.
“A Justiça Restaurativa possui metodologia que incluí princípios e valores que dão vez e voz a quem nunca teve oportunidade de falar”, completou a assistente social da CIJ. Opinião que foi legitimada por Indiana Costa, assistente social da Casa Acolhedora Zilda Arns. Ela falou sobre a existência de uma comunidade hierarquizada, na qual pessoas são excluídas de direitos básicos, mas que pode se transformar com a realização dos círculos de Justiça Restaurativa.
A Conselheira Tutelar Andréa Rodrigues Silva, que também participou da reunião, concordou que os círculos de sensibilização têm potencial para transformar a sociedade. Ainda estiveram presentes ao encontro a Diretora Pedagógica da Escola Sagrado Coração de Jesus, Hélia Santana Pinto Aragão; e o advogado Raul Muller Teixeira Gomes. A próxima reunião ficou agendada para 12 de abril, às 8h30, no fórum da cidade.
O que é
A Justiça Restaurativa é um conjunto de ações que visa resolver uma situação de violência, seja devido a um ato infracional ou uma situação de conflito de relacionamento, através da construção de espaços seguros e acolhedores tanto para o ofensor quanto para vítima. A condução é feita por um facilitador formado em técnicas restaurativas. O objetivo é compreender porque o causador do conflito agiu de tal forma, focar na recuperação do dano, atender às necessidades da vítima e criar um plano de ação que satisfaça todos os envolvidos, inclusive o ofensor.




