Janaina Cruz
Aviso sobre prazo para envio de informações referentes à folha de janeiro
A Diretoria de Gestão de Pessoas do TJSE informa que o prazo para envio das informações/documentações para lançamento na Folha de Janeiro será até 09/01/2019. Informa, ainda, que os eventuais abonos deverão ser efetuados até o dia 08/01/2019.
Vencedores da premiação dos servidores receberão adicional em dezembro
Os cerca de 400 vencedores de 2018 (ano-base 2017) da premiação dos servidores da área-fim do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) receberão um adicional no valor de R$ 488,43, a ser pago no mês de dezembro, proporcional ao tempo de efetivo exercício na unidade vencedora. Conforme a Diretoria de Planejamento do TJSE, como houve excedente no orçamento disponibilizado para a premiação deste ano e o Tribunal figurou entre os três primeiros colocados no Índice de Produtividade Comparada (IPC-Jus), haverá rateio do valor entre os servidores vencedores.
“Essa previsão do rateio do valor entre os vencedores do ano, no caso do Tribunal se destacar a nível nacional, fortalece o planejamento e o alcance das metas. Isso transforma resultados da instituição em ganhos para os servidores, neste caso os que se sagraram vencedores na premiação do ano corrente”, comentou Felipe Prudente, Diretor de Planejamento do TJSE.
O rateio está previsto no artigo 3º, §2º, da Resolução 14/2016 do TJSE. Segundo Felipe, o Tribunal figurou entre os três primeiros colocados no Índice de Produtividade Comparada (IPC-Jus) no Relatório Justiça em Números 2018 (Ano-base 2017), atingindo 100% do índice e destacando-se em primeiro lugar. Clique aqui para acessar o relatório e confira, na página 159, a colocação do TJSE.
Os Tribunais com melhor resultado, considerados eficientes, tornam-se referência do ramo de Justiça. Somente os Tribunais de Sergipe e do Rio Grande do Sul obtiveram IPC-Jus de 100%, tanto no 1º e 2º graus quanto na área administrativa. Pelo IPCJus são possíveis fazer comparações entre Tribunais do mesmo ramo de Justiça, independentemente do porte, pois considera-se o que foi produzido a partir dos recursos ou insumos disponíveis para cada Tribunal.
O IPC-Jus agrega informações de litigiosidade como, por exemplo, o número de processos que tramitaram no período; recursos humanos (magistrados, servidores efetivos, comissionados e ingressados por meio de requisição ou cessão); e recursos financeiros (despesa total da Justiça excluídas as despesas com inativos e com projetos de construção e obras). Como produto, o índice avalia a quantidade de processos baixados.
Responsabilidade ambiental: antes de sair para o recesso desligue os equipamentos
Com o início do recesso forense, o Tribunal de Justiça de Sergipe reitera a sua preocupação e apoio ao Programa de Responsabilidade Ambiental.
Assim, magistrados e servidores devem desligar todos os equipamentos eletrônicos, especialmente computadores, impressoras, estabilizadores e nobreaks.
Dessa forma, será reduzido o consumo de energia elétrica, contribuindo para uma utilização mais racional dos recursos naturais do planeta.
Juízes podem encaminhar mulheres com risco de morte para Casa Abrigo
A partir de agora, conforme a Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), os magistrados têm para onde encaminhar as mulheres vítimas de violência doméstica que estão em risco iminente de morte ou grave ameaça. Isso porque está em funcionamento a Casa Abrigo Estadual Profa. Neuzice Barreto, implantada pela Secretaria de Estado da Inclusão Social (Seidh), por meio das coordenadorias da Mulher e da Assistência Social.
“Foi uma construção conjunta, uma luta de vários anos e que se concretiza justamente nesse momento em que estamos tão preocupados com as políticas públicas. Esse abrigo vem para nos deixar atentas com o aumento dos casos de violência doméstica e para que não haja retrocessos ", comentou Sabrina Duarte, psicóloga da Coordenadoria da Mulher do TJSE.
Inclusive, a Coordenadoria participou das discussões para construção do fluxo de atendimento, como também para efetivação do equipamento e capacitação dos profissionais da Casa Abrigo, juntamente com a Secretaria de Segurança Pública (SSP). As delegacias, o Judiciário e Ministério Público serão a porta de entrada para o serviço.
A partir do boletim de ocorrência, a equipe da Casa Abrigo será acionada para conduzir a mulher e seus filhos até o local. A delegada do Departamento de Grupos Vulneráveis (DAGV), Mariana Diniz, falou da importância do equipamento para o trabalho da delegacia. “É um fortalecimento da rede de proteção à mulher. É bom saber que a vítima de violência está em segurança enquanto tomamos as devidas providências", afirmou.
A Casa Abrigo oferece acolhimento provisório para mulheres, acompanhadas ou não de seus filhos, e que estejam em situação de ameaça ou risco de morte em razão da violência doméstica ou familiar. Para a segurança das abrigadas, o endereço é sigiloso e o funcionamento é ininterrupto. A equipe de atendimento é multidisciplinar com psicólogas, assistentes sociais e educadoras sociais, preparadas para acolher e fortalecer a dignidade dessas mulheres, enquanto o sistema de Justiça dá andamento aos processos legais.
Dentro do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), a Casa Abrigo Estadual é tipificada como serviço de acolhimento institucional da proteção social especial de alta complexidade. A coordenadora Estadual da Assistência Social, Kátia Ferreira, falou sobre como as políticas públicas se complementaram para viabilizar o projeto. "Além da defesa da mulher, a unidade de acolhimento está vinculada à política de Assistência Social. É uma demonstração de integração e fortalecimento de toda a rede socioassistencial”, afirmou.
A coordenadora Estadual de Políticas para Mulheres da Seidh, Edivaneide Paes, lembrou que a concretização desse projeto acontece depois de uma longa jornada de discussões e alinhamento entre órgãos e entidades. “Esse equipamento é um sonho antigo de toda a rede aqui representada por municípios, serviços e colaboradores. Fizemos o nosso melhor para que essa conquista fosse alcançada, tamanha a sua importância para salvar a vida de tantas mulheres”, comentou.
Já a deputada estadual e presidente da Frente Parlamentar de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, Goretti Reis, recordou a atuação em favor da instalação do equipamento em 2016. “Foi em março de 2016 que solicitamos a construção e mostramos como importante Sergipe ter um local de acolhimento para as mulheres do interior. Fico muito feliz em participar das discussões até hoje, com o projeto concretizado”.
Fórum
No último dia 13, aconteceu o Fórum Estadual de Organismos de Políticas para as Mulheres (FEORG), onde foi discutido o funcionamento da Casa Abrigo Estadual Profa. Neuzice Barreto. Segundo a Secretaria de Estado da Inclusão Social (Seidh), por meio das coordenadorias da Mulher e da Assistência Social, Sergipe é pioneiro na oferta de um equipamento de âmbito estadual voltado especificamente para mulheres vítimas de violência com risco de morte.
Filha da professora Neuzice Barreto, que dá nome à Casa Abrigo, Maria Eliene Lima foi homenageada durante o Fórum. Ela relembrou a trajetória da mãe e as dificuldades enfrentadas para educar os filhos. “Estou lisonjeada em poder representar a minha mãe. Quero agradecer ao Estado de Sergipe pela construção do abrigo e por essa homenagem. Minha mãe foi uma guerreira, foi professora e ainda colaborava politicamente. Sua história é de superação e receber essa homenagem é especial. Agradeço de coração", declarou.
Com informações e fotos da ASN/Seidh
Plantão Judiciário Semanal: 17 a 19/12/2018
A Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe divulga nos links abaixo a Tabela do Plantão Semanal de 17 a 19/12/2018.
Convocação: Curso Mediação Judicial e Conciliação (módulo teórico
A Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, em razão da necessidade de capacitação nas competências estratégicas e em cumprimento integral ao disposto no art. 12 da Resolução 125 do CNJ, que prevê:
Art. 12. Nos Centros, bem como todos os demais órgãos judiciários nos quais se realizem sessões de conciliação e mediação, somente serão admitidos mediadores e conciliadores capacitados na forma deste ato (Anexo I), cabendo aos Tribunais, antes de sua instalação, realizar o curso de capacitação, podendo fazê-lo por meio de parcerias. (Redação dada pela Emenda nº 1, de 31.01.13)
convoca os servidores abaixo elencados para o Curso de Mediação Judicial e Conciliação - Módulo Teórico, a ser realizado pela Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), por meio da Coordenadoria de Cursos para Servidores. Importante ressaltar que a conclusão do curso é requisito essencial para o exercício da função de assessor de juiz, o qual deve ser habilitado para realização de audiências de conciliação, conforme Lei 6.642/2009.
|
Curso: |
MEDIAÇÃO JUDICIAL E CONCILIAÇÃO – MÓDULO TEÓRICO |
|
Dias de realização: |
07, 08, 09, 10, 11 e 14 de janeiro de 2019. Das 07h às 14h – ANEXO 02, 7º ANDAR, SALA 2 da Ejuse |
|
Público-alvo: |
Servidores do TJSE |
|
Objetivo: |
Capacitar servidores conciliadores e mediadores para atuarem nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) e nas unidades judiciárias de Sergipe. |
|
Carga horária: |
40 horas/aulas |
|
Facilitadoras: |
CARLA MARIA FRANCO LAMEIRA VITALE, Graduada em Direito pela Universidade Tiradentes, Especialista em Direito Penal e Processual Penal pela Faculdade Estácio de Sergipe – FASE, Mestra em Direito pela Universidade Federal de Sergipe - UFS e Instrutora de Mediação com formação pelo Conselho Nacional de Justiça; MARIA HORTÊNCIA CARDOSO LIMA, Graduada em Direito pela Faculdade Estácio de Sergipe - FASE, Graduada em Licenciatura em História pela Universidade Federal de Sergipe - UFS, Especialista em Direito de Família e Sucessões e Instrutora de Mediação com formação pelo Conselho Nacional de Justiça; MARISTELA MOURA GONÇALVES, Graduada em Direito pela Universidade Tiradentes, Especialista em Orientação Educacional, Pós-Graduada em Gestão e Instrutora de Mediação em formação pelo Conselho Nacional de Justiça. |
|
Realização: |
Coordenadoria de Cursos para Servidores |
|
Conteúdo programático: |
a) Panorama histórico dos métodos consensuais de solução de conflitos Legislação brasileira. Projetos de lei. Lei dos Juizados Especiais. Resolução CNJ n. 125/2010. Novo CPC, Lei de Mediação. b) A Política Judiciária Nacional de tratamento adequado de conflitos Objetivos: acesso à justiça, mudança de mentalidade, qualidade do serviço de conciliadores e mediadores. Estruturação: CNJ, Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos e CEJUSCs. A audiência de 2 conciliação e mediação do novo CPC. Capacitação e remuneração de conciliadores e mediadores. c) Cultura da Paz e Métodos de Solução de Conflitos Panorama nacional e internacional. Autocomposição e Heterocomposição. Prisma (ou espectro) de processos de resolução de disputas: negociação, conciliação, mediação, arbitragem, processo judicial, processos híbridos. d) Teoria da Comunicação / Teoria dos Jogos Axiomas da comunicação. Comunicação verbal e não-verbal. Escuta ativa. Comunicação nas pautas de interação e no estudo do interrelacionamento humano: aspectos sociológicos e aspectos psicológicos. Premissas conceituais da autocomposição. e) Moderna Teoria do Conflito Conceito e estrutura. Aspectos objetivos e subjetivos. f) Negociação Conceito. Integração e distribuição do valor das negociações. Técnicas básicas de negociação (a barganha de posições; a separação de pessoas de problemas; concentração em interesses; desenvolvimento de opções de ganho mútuo; critérios objetivos; melhor alternativa para acordos negociados). Técnicas intermediárias de negociação (estratégias de estabelecimento de rapport; transformação de adversários em parceiros; comunicação efetiva). g) Conciliação Conceito e filosofia. Conciliação judicial e extrajudicial. Técnicas (recontextualização, identificação das propostas implícitas, afago, escuta ativa, espelhamento, produção de opção, acondicionamento das questões e interesses das partes, teste de realidade). Finalização da conciliação - Formalização do acordo. Dados essenciais do termo de conciliação (qualificação das partes, número de identificação, natureza do conflito...). Redação do acordo: requisitos mínimos e exequibilidade. Encaminhamentos e estatística. Etapas (planejamento da sessão, apresentação ou abertura, esclarecimentos ou investigação das propostas das partes, criação de opções, escolha da opção, lavratura do acordo). h) Mediação Definição e conceitualização. Conceito e filosofia. Mediação judicial e extrajudicial, prévia e incidental; Etapas – Pré-mediação e Mediação propriamente dita (acolhida, declaração inicial das partes, planejamento, esclarecimentos dos interesses ocultos e negociação do acordo). Técnicas ou ferramentas (co-mediação, recontextualização, identificação das propostas implícitas, formas de perguntas, escuta ativa, produção de opção, acondicionamento das questões e interesses das partes, teste de realidade ou reflexão). i) Áreas de utilização da conciliação/mediação Empresarial, familiar, civil, (consumeirista, trabalhista, previdenciária, etc.) penal e justiça restaurativa; o envolvimento com outras áreas do conhecimento. j) Interdisciplinaridade da mediação Conceitos das diferentes áreas do conhecimento que sustentam a prática: sociologia, psicologia, antropologia e direito. k) O papel do conciliador/mediador e sua relação com os envolvidos (ou agentes) na conciliação e na mediação Os operadores do direito (o magistrado, o promotor, o advogado, o defensor público, etc) e a conciliação/mediação. Técnicas para estimular advogados a atuarem de forma eficiente na conciliação/mediação. Contornando as dificuldades: situações de desequilíbrio, descontrole emocional, embriaguez, desrespeito. l) Ética de conciliadores e mediadores O terceiro facilitador: funções, postura, atribuições, limites de atuação. Código de Ética – Resolução CNJ nº 125/2010 |
|
Mais informações: |
3226-3318 ou e-mail ejuseservidor@tjse.jus.br |
|
Relação dos Convocados |
|||
|
Nome |
Mat. |
Lotação |
|
|
1 |
AMANDA MARQUES BARBOSA FERREIRA |
18066 |
VADT/GJ - Vara de Acidentes e de Delitos de Trânsito - Gabinete do Juiz |
|
2 |
ANDRE TRAVASSOS DEDA |
14411 |
4oJECIV - GJ - 4º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
|
3 |
ANDRÉA ALMEIDA MOTA |
13727 |
5oJECIV - GJ - 5º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
|
4 |
DANUSA NASCIMENTO DE SENA E SILVA |
14286 |
1o JECC/SOCORRO - Cart - 1º Juizado Especial Cível e Criminal - Cartório |
|
5 |
FERNANDO SANTOS SILVA |
19314 |
9ºJEC/Gabinete do Juiz - 9º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
|
6 |
GLEIDE SELMA LEITE ARAGÃO |
3563 |
3oJECIV - Cart - 3º Juizado Especial Cível - Cartório |
|
7 |
JACKELINE ROSE FEITOSA SANTIAGO REIS MACIEL |
8542 |
4oJECIV - GJ - 4º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
|
8 |
JANICE NASCIMENTO DA COSTA |
8007 |
3oJECIV - Cart - 3º Juizado Especial Cível - Cartório |
|
9 |
KÁTIA REGINA ANSELMO DA SILVA |
8263 |
2oJECIV - GJ - 2º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
|
10 |
LARA CINTHIA DE JESUS BATISTA |
15088 |
2o JECC/SOCORRO - GJ - 2º Juizado Especial Cível e Criminal - Gabinete do Juiz |
|
11 |
LITZA MÔNICA DANIEL OLIVEIRA MENEZES |
4342 |
8oJUCIVAJUGJ - 8º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
|
12 |
LUIS FILIPE LIMA RIBEIRO |
18927 |
3oJECIV - GJ - 3º Juizado Especial Cível - Gabinete 13do Juiz |
|
13 |
MARISTELA BAIRROS CÂNDIA |
7820 |
9º14 JEC/Cartorio - 9º Juizado Especial Cível – Cart15ório |
|
14 |
MARLEIDE DE JESUS ASSUNCAO CALAZANS |
10947 |
2o JEC16C/SOCORRO - GJ - 2º Juizado Especial Cível e Cr17iminal - Gabinete do Juiz |
|
15 |
PATRÍCIA OLIVEIRA SILVA |
9564 |
10º JEC/Gabinete do Juiz - 10º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
|
16 |
PATRÍCIA SILVERA RESENDE |
9493 |
2oJECIV - GJ - 2º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
|
17 |
RAISSA COSTA SILVEIRA |
16169 |
10º JEC/Gabinete do Juiz - 10º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
|
18 |
RICARDO SANTOS DE JESUS |
13744 |
8oJUCIVAJUGJ - 8º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
|
19 |
RIVIANNE SIQUEIRA AMORIM |
19986 |
VADT/GJ - Vara de Acidentes e de Delitos de Trânsito - Gabinete do Juiz |
|
20 |
ROBERTA LIMA MARTINS MOREIRA |
3056 |
1oJECIV - GJ - 1º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
|
21 |
SABRINA FREIRE SANTOS LEITE |
7874 |
7oJUCIVAJUGJ - 7º Juizado Especial Cível - Gabinete do Juiz |
Acessibilidade: comissão recebe vereador e ativista das causas dos portadores de necessidades especiais
O Comitê de Acessibilidade do Tribunal de Justiça de Sergipe recebeu, nesta segunda-feira, 17/12, a visita do Vereador Lucas Aribé e do Presidente da Comissão Estadual de Mobilidade e Acessibilidade (CEMA/SE), José Leonel Aquino. O objetivo do encontro foi o de colher as experiências de pessoas da sociedade que possuem algum tipo de necessidade especial, no sentido de subsidiar o Judiciário na implementação de políticas públicas judiciais e melhorar o atendimento a estes cidadãos.
Segundo o Presidente da Comissão, Des. José dos Anjos, o TJSE já se preocupa com as questões de acessibilidade, principalmente, nas reformas e construção de novas unidades judiciais. “Trouxemos o vereador Lucas e o Leonel para que contribuam para o Judiciário sergipano melhorar ainda mais no atendimento às pessoas com necessidades especiais. O encontro de hoje serviu para nos qualificar para garantir o Princípio da Dignidade de Pessoa Humana”, explicou o Desembargador.
O Vereador Lucas Aribé agradeceu o convite em participar da reunião da comissão. “Trago hoje aqui as minhas experiências com o intuito de fazer acontecer a acessibilidade em nossa capital. Tenho percebido que o TJSE, na medida do possível tem feito valer a legislação no que diz respeito às pessoas deficientes e com a deliberação da comissão remeterei ao Judiciário cópias das quase 50 legislações municipais que tratam da acessibilidade”.
Para o Presidente CEMA/SE, José Leonel Aquino, é muito importante o TJSE abrir suas portas para escutar as pessoas com deficiência. “Enxergo isso com boa vontade e entusiasmo. Este a exemplo do TJSE me motiva cada vez mais a lutar pela causa. A humildade dos Desembargadores Cezário e José dos Anjos já me permitiu formular um pleito sobre adaptação dos banheiros dos forúns para os deficientes”, completou.
Durante a reunião o Departamento de Obras apresentou os números de que 76% das unidades judiciárias em Sergipe já atendem a requisitos de acessibilidade. Além disso, foi deliberado, por sugestão do Des. José dos Anjos, a realização de um estudo para avaliação de todos os auditórios do TJSE em relação à acessibilidade, bem como a instalação de Mapas Táteis na entrada dos fóruns, inclusive com futura inclusão dos temas no Plano de Obras do Tribunal.
No final da reunião, a comissão recebeu a visita do Presidente do TJSE, Des. Cezário Siqueira Neto, que destacou que a acessibilidade é um assunto muito importante para o Judiciário. “É uma questão complexa do ponto vista financeiro-orçamentário, já que possuímos fóruns que foram construídos há muitos anos quando a legislação não exigia o atendimento a tais requisitos. Sei que ouvir Leonel e Lucas contribuirá muito para aperfeiçoarmos o nosso atendimento às pessoas com necessidades especiais”, concluiu o Presidente do TJSE.
Participaram também da reunião o Juiz Auxiliar da Presidência, Gilson Felix; a Diretora de Gestão de Pessoas, Tânia Denise Dória Fonseca; a representante do Centro Médico, Dra. Rosita Fiorotto; o Chefe do Departamento de Obras, Sérgio Augusto Oliveira; a Chefe da Divisão de Arquitetura, Clarisse Lisboa; e a secretária do Comitê, Aline Telles.
Dia do Ministério Público: não haverá expediente no TJSE nesta sexta-feira
Por conta do Dia do Ministério Público, não haverá expediente em todas as unidades do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), na capital e interior do Estado, nesta sexta-feira, dia 14/12, conforme consta no calendário anual do TJSE. Dessa forma, os prazos processuais ficam suspensos e o Tribunal funciona em regime de plantão.
Recesso no TJSE vai de 20/12 a 06/01: prazos e audiências ficam suspensos até 20/01
De 20 de dezembro de 2018 a 6 de janeiro de 2019, o Poder Judiciário do Estado de Sergipe estará funcionando em regime de plantão, conforme as Portarias GP4 - Atributivas nº 1640/2018 (designa os Desembargadores para os plantões do 2º Grau) e GP4 - Atributivas nº 1641/2018 (designa Juízos de Direito para os plantões do 1º Grau).
Conforme o Código de Processo Civil (NCPC), entre 7 e 20 de janeiro ficam suspensos os prazos processuais e as audiências, sem prejuízo de publicações de atos processuais (acórdãos, sentenças e decisões, etc.) e a intimação de partes ou advogados, no primeiro e segundo graus de jurisdição.
Apenas as medidas urgentes devem ser objeto de apreciação no plantão, conforme dispõe o Regimento Interno do TJSE, de sorte que não devem ser recebidas peças, petições ou outros documentos que não se relacionem a medidas de urgência.
Os plantões serão realizados na Central de Plantão Judiciário (Ceplan), localizada no 1° Piso do Fórum Gumersindo Bessa, à Avenida Tancredo Neves s/n, bairro Capucho, em Aracaju. O telefone é o (79) 3226-3503.
Plantão Judiciário Semanal: 10 a 16/12/2018
A Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe divulga nos links abaixo a Tabela do Plantão Semanal de 10 a 16/12/2018.




