Janaina Cruz
Inscrições abertas para Projeto ‘Orientação aos Pais: (re) significando vínculos afetivos’
A equipe psicossocial do Centro Médico do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) realizará mais uma ação do Projeto ‘Orientação aos Pais: (re) significando vínculos afetivos’. O encontro acontecerá no dia 18 de fevereiro, das 8h30 às 11 horas. As inscrições devem ser realizadas através do telefone 3226-3872, das 7 às 13 horas, com Monique. As vagas são limitadas. O público-alvo são os servidores pais e/ou cuidadores de crianças.
O encontro terá a participação da nutricionista Anne Jardim Botelho, pós-doutoranda e autora dos livros ‘Bebê em transição alimentar’, ‘Recusa Alimentar’ e ‘Lanche Saudável na Escola’; e também da psicóloga Fernanda Reis de Carvalho, que tem formação em Terapia Familiar e de Casal, com abordagem sistêmica, formação em Terapia Narrativa e idealizadora do curso ‘Educar com Afeto e Limites’.
Janeiro branco: palestra com psiquiatra acontecerá segunda-feira
‘Um olhar para a prevenção dos transtornos mentais’ é o tema de uma palestra que será realizada na próxima segunda-feira, 24/01, a partir das 8 horas, no canal TJSE Eventos, no YouTube. A palestra será ministrada pelo psiquiatra Milton Alves, Mestre em Saúde e Comportamento pela Universidade Católica de Pelotas (RS) e Preceptor do Programa de Residência Médica em Psiquiatria do Hospital Cirurgia e da Universidade Federal de Sergipe.
A palestra de hoje faz parte do Projeto Meses Coloridos, do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), que objetiva dar visibilidade à prevenção de doenças e também causas sociais. O Janeiro Branco é o mês dedicado à conscientização para os cuidados com a saúde mental. De acordo com estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), o Brasil é o país que tem a população mais ansiosa do mundo (9,3%) e a segunda maior das Américas em depressão (5,8%).
Arquivo Judiciário recebe visita de equipe do Arquivo Municipal de São Cristóvão
O Arquivo Judiciário recebeu, na manhã desta quarta-feira, 19/01, a visita da equipe do Arquivo Público Municipal de São Cristóvão. Durante o encontro, foi apresentada toda a estrutura do prédio e serviços oferecidos no local, como a área destinada ao público para consulta processual e histórica, além oficina de restauração e limpeza de documentos antigos.
“Nosso Arquivo é uma referência nacional. Primeiramente porque é um dos poucos do país que conta com um acondicionamento próprio do acervo. Segundo porque tem uma estrutura que permite a restauração de documentos antigos. Terceiro porque atendemos com velocidade as demandas da população e das Comarcas, que diariamente nos solicitam processos. Quarto porque estamos à frente na gestão documental, que engloba o descarte físico e eletrônico dos processos. Além disso, temos uma cadeira no Programa Nacional de Memória, o Proname, conduzido pelo Conselho Nacional de Justiça”, enumerou Mônica Porto, Diretora do Arquivo Judiciário.
Adailton Andrade, Diretor do Arquivo Público Municipal de São Cristóvão e Presidente da Confraria Sancristovense de História e Memória, destacou que a primeira capital de Sergipe completou 432 anos. “Apesar disso, não se tinha em São Cristóvão, no passado, uma preocupação de salvaguardar a história. Agora, temos um gestor que tem compromisso com a história da cidade e o depósito de documentos está sendo transformado em Arquivo, dentro de uma linguagem de gestão documental. Temos, pela primeira vez, estagiários do curso de Biblioteconomia da UFS”, informou Adailton.
“O Desembargador Edson Ulisses, que faz parte da nossa Confraria, ficou encantado com o acervo que temos tanto na Confraria quanto no Arquivo e, de pronto, disse que o Arquivo Judiciário estaria a nossa disposição. Temos grande interesse no know-how do Arquivo Judiciário, quanto ao cuidado com restauração e higienização do acervo”, explicou Adailton. Para Mônica Porto, não existe um povo sem história. “Por isso, é louvável quando um administrador tem essa visão para a relevância da memória”, ressaltou.
No Arquivo Judiciário podem ser encontrados centenas de documentos históricos, uma rica fonte de pesquisa acadêmica, entre eles processos relativos a João Mulungu, líder de quilombos sergipanos, no início do século XX; sobre a passagem de Lampião por Sergipe; a primeira carta de alforria de um escravo no Estado; crimes marcantes, como o primeiro estupro julgado em Sergipe, em Porto da Folha; além de toda a história do Poder Judiciário estadual.
Já o Arquivo de São Cristóvão também guarda inúmeros documentos datados a partir do século XIX. “Inclusive sobre João Bebe Água, a quem estamos com a missão de levar à sociedade uma nova visão sobre esse personagem que foi muito importante para a história da cidade, ao defender que a capital de Sergipe continuasse sendo São Cristóvão. Outra documentação que é de suma importância é a história das fábricas de São Cristóvão, das famílias Amado e Franco. Temos ainda fotos e documentos do início da República; do Festival de Arte, na década de 1970; da chegada de Irmã Dulce em São Cristóvão, em 1933, da romaria de Senhor dos Passos, que tem quase 300 anos de tradição e fé”, explicou Adailton. Quem desejar pesquisar informações no acervo do Arquivo de São Cristóvão deve entrar em contato com a Prefeitura Municipal.
Serviço
O Arquivo Judiciário existe há mais de 30 anos, sendo que a estrutura atual, localizada ao lado do Fórum Gumersindo Bessa, no bairro Capucho, em Aracaju, foi inaugurada em janeiro de 2005. É aberto à população de segunda a sexta-feira, das 7 às 13 horas, onde podem ser feitas consultas no acervo de processos e também documentos históricos. Visitas podem ser agendadas através do telefone (79) 3226-3724 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Por conta da pandemia da Covid-19, para a entrada no Arquivo é necessário apresentar o comprovante de vacinação, assim como acontece em outras unidades do Poder Judiciário de Sergipe.
Plantão Judiciário Semanal: 17 a 23/01/2022
A Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe divulga nos links abaixo a Tabela do Plantão Semanal.
TJSE e PM se reúnem para discutir expansão da Ronda Maria da Penha
A regulamentação do convênio entre Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), através da Coordenadoria da Mulher, e Polícia Militar de Sergipe (PMSE) para a expansão da Ronda Maria da Penha foi o tema de uma reunião por videoconferência realizada na manhã de ontem, 18/01. A Ronda foi instituída em Estância, em 2019, e depois ampliada para Itabaiana. Desde então, já atendeu a quase 600 mulheres com medidas protetivas.
Participaram da reunião o Presidente do Poder Judiciário de Sergipe, Desembargador Edson Ulisses de Melo; a Juíza Coordenadora da Mulher, Rosa Geane Nascimento; o subcomandante da PMSE, Coronel Eliziel Alves Rodrigues; a Capitã Fabíola Goes, Coordenadora do Projeto Ronda Maria da Penha, da PMSE; a assistente social Shirley Leite e a psicóloga Sabrina Duarte, ambas da Coordenadoria da Mulher do TJSE.
“Essa parceria a cada dia se faz necessária não só nos locais mais populosos, como Aracaju e Nossa Senhora do Socorro, mas também nas mais distantes Comarcas, onde é maior a dificuldade de proteção às mulheres vítimas de violência. Vemos com bons olhos que essa parceria seja ampliada e se faça efetiva”, salientou o Presidente do TJSE.
A Juíza Rosa Geane lembrou que a parceria entre Judiciário e PM vem sendo realizada há algum tempo. “Agora, buscamos a interiorização desse projeto já muito bem conduzido pela Capitã Fabíola. Realizamos reuniões com 16 Comarcas porque precisamos regionalizar ou municipalizar esse serviço para proteger as mulheres. Esse serviço da PM tem nos auxiliado imensamente. Essa parceria de interiorização de serviços será um marco na proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, especialmente nas cidades mais distantes da capital, aquelas que mais precisam de um acolhimento diferenciado e especializado”, considerou a magistrada.
Conforme o Coronel Eliziel, a Polícia Militar de Sergipe defende os direitos da mulher e o combate à violência de gênero. “Vejo esse convênio como um meio de fomento de combate à violência contra a mulher e a formalização do papel de cada instituição”, disse o subcomandante da PM. Ele sugeriu que sejam inseridos dois pontos no convênio: a elaboração do gerenciamento das demandas, com a criação de Núcleos da Ronda; e a capacitação dos PMs que atuarão nesse atendimento.
A Capitão Fabíola Goes informou que a Ronda Maria da Penha foi instituída inicialmente no município de Estância, em 2019, e depois em Itabaiana. “Os dois municípios já somam 586 mulheres atendidas. Atualmente, são 197. Grande parte não precisa mais da Ronda e essa é a ideia, que possamos prestar assistência no momento maior de vulnerabilidade, até que elas conquistem sua autonomia. É um trabalho que tem ajudado muitas mulheres, com a PM realmente estendendo a elas seu braço forte”, apontou a Coordenadora da Ronda.
CNJ destaca projeto da CIJ voltado para ressocialização de adolescentes em conflito com a lei
A Agência de Notícias do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) veiculou, nesta terça-feira, 18/01, uma matéria sobre o Programa de Ações Integradas para o Fortalecimento do Sistema de Garantia e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescentes (Praif-SGD), desenvolvido pela Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). A notícia fazer parte de uma série que apresenta os projetos vencedores da primeira edição do Prêmio Prioridade Absoluta, anunciados em outubro de 2021.
A matéria destaca que "a base desse trabalho vencedor é o diálogo permanente do Judiciário com os Centros de Referência Especializados em Assistência Social (Creas), o Ministério Público de Sergipe e os representantes dos municípios, em uma atuação conjunta. O objetivo é evitar que esses jovens voltem a cometer infrações e sejam institucionalizados".
Clique aqui e veja a notícia completa do CNJ.
Abertura de inscrições: Curso Lições de crase (EAD)
A Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), através da Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância, informa que estão abertas as inscrições para o curso abaixo:
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Curso: |
Lições de crase, na modalidade a distância |
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Período: |
24 de janeiro a 21 de fevereiro de 2022 |
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Inscrição: |
INÍCIO: 19 de janeiro às 09h, TÉRMINO: 24de janeiro às 23h59 de 2022 As inscrições podem ser encerradas antes do período acima indicado caso haja o preenchimento total das vagas disponíveis. |
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Público-alvo: |
Servidores e servidoras do TJSE |
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Como se inscrever: |
O servidor ou a servidora deverá acessar o site http://www.eadejuse.tjse.jus.br/ead e no local do nome do usuário inserir o número do CPF (com todos os números inclusive os zeros) e utilizar os 6(seis) primeiros números do seu CPF como senha, caso seja a primeira vez que acessa o portal. |
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Objetivo: |
Compreender que o fenômeno da crase é ferramenta de produção de sentido, além de ser consequência das relações de dependência entre as palavras, ou seja, de regência verbal e nominal. |
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Carga horária: |
14 horas/aulas |
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Facilitador(a): |
Este é um curso sem Tutoria de Conteúdo, haverá somente Tutoria de Acompanhamento que tem como função de gerenciar o curso, realizada por servidores da Divisão de EAD. |
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Realização: |
Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância |
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Conteúdo programático: |
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Vagas: |
200 vagas |
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Mais informações: |
3226-3336, 3226-4247 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. |
Oficial de Justiça recebe elogio através da Ouvidoria
O Oficial de Justiça Wilton Alves Cordeiro recebeu uma manifestação de elogio na Ouvidoria Geral do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). “Diante do fato de sempre ter medo quando se é surpreendida por uma intimação judicial, o senhor Wilton me tratou com muita cordialidade, educação e respeito. Teve paciência com minha situação. Diante disto, resolvi fazer essa mensagem de elogio. Gratidão”, relatou a manifestante.
Todas as manifestações encaminhadas à Ouvidoria resultam de um processo via SEI, sendo repassadas à Corregedoria, Presidência do Poder Judiciário, chefes de unidade e respectivos servidores. Em caso de elogio, o servidor também recebe um e-mail da Presidência do TJSE parabenizando-o e a manifestação é registrada junto à ficha funcional.
Para fazer uma manifestação de dúvida, elogio ou mesmo reclamação, clique aqui.
Conhecidos os vencedores do I Prêmio TJSE de Jornalismo
‘Direitos Humanos e a Justiça para todos’ foi o tema central do I Prêmio TJSE de Jornalismo. Os vencedores foram conhecidos na manhã desta quinta-feira, 13/01, durante solenidade realizada no auditório do Palácio da Justiça Tobias Barreto. Na ocasião, Ancelmo Gois, sergipano colunista de O Globo, ministrou uma palestra sobre a trajetória dele no jornalismo. No total, foram concedidos mais de R$ 30 mil em prêmios.
“É um dia de muita alegria, um dia festivo para o Tribunal de Justiça e para a imprensa sergipana, dentro da filosofia da gestão 2021-2023, que é aproximar o Judiciário da sociedade através da imprensa. Hoje, estamos coroando esse acontecimento, não só com a entrega do prêmio, como também com a presença do ilustre jornalista sergipano Ancelmo Gois, nacionalmente conhecido. Essa premiação é um reconhecimento ao valor da imprensa para sociedade, uma imprensa livre, e também para a valorização da democracia”, ressaltou o Desembargador Edson Ulisses de Melo, Presidente do TJSE.
A radialista Magna Santana conquistou o 1º lugar na categoria Radiojornalismo, com uma matéria sobre mulheres encarceradas. “Me chamava muito atenção o fato de mulheres presas na hora das visitas. E aí fui apurando e me deparei com uma triste realidade, com a preocupação por parte até mesmo do Tribunal e diversas instituições. Através desse trabalho, mostramos a história dessas mulheres e o que está sendo feito para mudar isso. Então, fiquei muito feliz com a premiação”, salientou Magna, que é radialista há 25 anos.
“A gente sempre fala que o trabalho na TV não é feito sozinho. E, de fato, não é, tem uma equipe trabalhando por trás. Durou mais ou menos dois meses todo trabalho de gravação e apuração para que pudéssemos fechar essa matéria. E hoje estou muito feliz porque o Tribunal de Justiça de Sergipe reconhece o trabalho da imprensa no Estado, que está diariamente enfrentando a pandemia para levar informação à sociedade”, agradeceu Leonardo Barreto, que juntamente com Fredson Navarro, Remi Costa, Jeová Luiz e José Bosco, ficou em 1º lugar na categoria Telejornalismo, com a matéria ‘Mudança no modelo de ressocialização em Sergipe provoca reinserção de jovens e adolescentes na sociedade’, exibida na TV Atalaia.
Já a jornalista Andréa Moura, do site Pra você saber, ficou em 2º lugar na categoria Webjornalismo, com a matéria ‘Tribunais de Justiça têm sido a esperança para a saúde negligenciada’. “Esse prêmio é o reconhecimento de um trabalho que foi feito com carinho, com amor. Falar sobre a importância do Judiciário para aquelas pessoas que precisam ter acesso à saúde, que precisam da Justiça para poder conseguir uma vaga no hospital, uma cirurgia, foi um tema que mexeu muito comigo”, revelou a jornalista.
Na categoria Trabalho Acadêmico, os estudantes vencedores são da Universidade Tiradentes (Unit) e foram prestigiados pelo reitor Jouberto Uchôa. O 1º lugar foi de Edicarlos Araújo Queiroz, que recentemente concluiu o curso de Jornalismo, com o trabalho ‘Fake News – a ameaça à democracia e a interferência no processo eleitoral brasileiro’. “Foi um trabalho de longo tempo, de muita pesquisa, muita demanda e contatos, mas foi um trabalho satisfatório, duplamente premiado, não só na conclusão do curso, mas também aqui pelo Tribunal de Justiça”, disse Edicarlos.
As inscrições para o prêmio – que foi lançado em 1 de junho, Dia da Imprensa – aconteceram de 02 de junho a 26 de novembro de 2021. O Prêmio TJSE de Jornalismo abrangeu seis categorias, sendo cinco voltadas para jornalistas profissionais, radialistas, repórteres cinematográficos e repórteres fotográficos e uma para estudantes de Comunicação Social – Jornalismo.
Os jurados do I Prêmio TJSE de Jornalismo foram Juliana Neiva, Secretária de Comunicação Social do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); Célia Silva, do Sindicato dos Jornalistas de Sergipe (Sindijor); Fernando Cabral, da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão (Fitert); Ronaldson Sousa, escritor e servidor do TJSE; e Luzia Nascimento, Vice-Presidente da Associação Sergipana de Imprensa (ASI).
“Achei formidável essa iniciativa do Judiciário. A Academia Sergipana de Imprensa ficou muito feliz. Tive a oportunidade de ver todos trabalhos e fazer o julgamento. Então, estamos de parabéns por essa festa e está de parabéns o Tribunal por homenagear os jornalistas”, elogiou a Vice-Presidente da ASI.
Palestra
‘De Frei Paulo para o Brasil: a trajetória de um jornalista sergipano’ foi o tema da palestra Ancelmo Gois. Nascido em Frei Paulo (SE), em 15 de setembro de 1948, ele iniciou a carreira na imprensa aos 14 anos, na Gazeta de Sergipe. Formou-se em Jornalismo pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (RJ). Teve passagem em veículos de comunicação do Grupo Abril, como as revistas Veja e Exame. Durante muitos anos, assinou o Informe JB, no Jornal do Brasil. Desde 2001, mantém uma coluna diária no jornal O Globo.
“Trabalho nessa profissão há quase 60 anos e o setor Judiciário sempre foi muito fechado. Se dizia no passado ‘a Justiça não fala’, ‘a Justiça fala nos autos’. E durante muito tempo era um setor muito inacessível. Então, eu só posso ver com alegria, grande prazer e contentamento iniciativas como essa, de abertura do setor, de organizar prêmios. O mundo tem algumas palavras-chave e uma delas se chama transparência. Quem não entrar nessa onda da transparência vai ficar para trás”, analisou Ancelmo Gois.
Durante a palestra, ele falou do início na profissão e contou histórias vividas durante a trajetória enquanto jornalista. Além disso, comentou o fato de ser um profissional reconhecido nacionalmente. “Eu não tenho uma receita. Algumas coisas eu sei, quem fica parado é poste. Outra coisa que eu sei, um friozinho na barriga, de vez em quando, um desafio, sair da linha de conforto, tentar uma coisa nova, é fundamental”, aconselhou o jornalista.
VENCEDORES
Telejornalismo
1º lugar: Mudança no modelo de ressocialização em Sergipe provoca reinserção de jovens e adolescentes na sociedade, de Leonardo Gomes Barreto, Fredson Navarro, Remi Costa, Jeová Luiz e José Bosco, da TV Atalaia
2º lugar: Patrulha Maria da Penha assegura proteção de vítimas da violência doméstica durante a pandemia, de Gustavo Costa e Jackson Cabral, da TV PMA
3º lugar: 15 Anos Lei Maria da Penha, de Maristela Santos Niz, da TV Sergipe
Webjornalismo
1º lugar: Sem-teto – a vida de quem não tem um lugar digno para morar em meio à pandemia, de Wilames Rodrigues, do F5 News
2º lugar: Tribunais de Justiça têm sido a esperança para a saúde negligenciada, de Andréa Moura, do Pra você saber
3º lugar: Nome Social resgata a cidadania de pessoas trans - gratuidade faz pedidos aumentarem, de Antônio Carlos Garcia, do Só Sergipe
Jornalismo Impresso
1º lugar: 70% das famílias de sentenciados em unidades prisionais acreditam no trabalho do TJSE, Milton Alves Junior Santana, Jornal O Dia
Radiojornalismo
1º lugar: Mulheres encarceradas - amor, desagregação e luta, de Magna Santana, da Sim FM
2º lugar: Poderes que protegem, de Lucas Brasil, da Eldorado FM
3º lugar: Equidade de gênero e humanização a luta das pessoas LGBTQIA+ na busca por assistência à saúde e à justiça, de Juliana Correia Almeida, Josafá Bonifácio da Silva Neto e Alysson Lima Araújo, da Rádio UFS FM
Fotojornalismo
1º lugar: Sem-teto – a vida de quem não tem um lugar digno para morar em meio à pandemia, de Pedro Gabriel Barreto Ramos, do F5 News
Trabalho Acadêmico
1º Lugar: Fake News – a ameaça à democracia e a interferência no processo eleitoral brasileiro, de Edicarlos Araújo Queiroz, e coautoria de Roberta Barbosa Andrade, da Universidade Tiradentes *
2º Lugar: Dois minutos, de Jamile Vasco da Silva Pereira, Isabella de Almeida C. Kodel, Karoline Vieira Faria, Andreeyvyd Almeida Teles, da Universidade Tiradentes
* matéria alterada no dia 14/01/2022, às 10h18, para inclusão de coautoria do trabalho vencedor
Desembargador do TJSP fará abertura do ano letivo da Ejuse
O Diretor da Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho, convida servidores e magistrados do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) para participar da aula do Professor Doutor Fábio Guidi Tabosa Pessoa, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), que falará sobre o tema "Reflexos jurídicos da pandemia: enfoque sob a perspectiva do Direito Intertemporal". O evento ocorrerá no dia 24/01, a partir das 14h, no auditório do 8º Andar do Anexo I do TJSE.
A aula, que marcará a abertura do ano letivo de 2022 da Ejuse, será presencial e visa atualizar magistrados e servidores sobre a temática do direito intertemporal, além de incentivar o debate acerca de um tema jurídico oportuno e relevante.
Os interessados devem requerer sua inscrição utilizando a plataforma Ejuseweb e utilizar os mesmos login e senha usados para entrar no Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Após o login, deve-se clicar em inscrição e solicitar "inscrever-se" no curso desejado.
Fábio Guidi Tabosa Pessoa é Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Doutor em Direito Processual Civil pela Universidade de São Paulo (USP); é membro do Instituto Brasileiro de Direito Processual (IBDP); e autor de obras e artigos diversos na área do Direito Processual Civil.




