Janaina Cruz
Coordenadora da Infância e Juventude recebe visita de alunos do Atheneu ONU
Alunos do Projeto Atheneu ONU foram recebidos, na manhã de ontem, 30/08, pela Juíza Iracy Mangueira, Coordenadora da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). O objetivo foi conhecer o funcionamento do Poder Judiciário e as ações voltadas para crianças e adolescentes. Através do projeto, alunos do Colégio Estadual Atheneu Sergipense, primeiro estabelecimento do ensino público do Estado, discutem temas ligados a direitos humanos, educação e política, além de simularem o trabalho da Organização das Nações Unidas (ONU).
“Esse projeto do Colégio Atheneu é muito interessante porque tem uma perspectiva de aproximar o Judiciário da infância e juventude, sobretudo numa perspectiva de ouvir esses alunos e empoderá-los, além de qualificar nossos projetos a partir da visão deles, conferindo a cada um deles o protagonismo de compreender a política judiciária e assim contribuir para o nosso aperfeiçoamento”, comentou a Juíza.
Iniciado em 2019, o Atheneu ONU é coordenado pelo professor de Sociologia Yuri Noberto, do Colégio Atheneu. “Essa visita foi um momento de aprendizado para além da sala de aula, onde sempre falamos sobre a divisão dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Aqui, eles puderam ver como funciona o Judiciário e o conteúdo da escola deixou de ser uma teoria e passou a ser uma prática. Serviu ainda para que eles entendam esse local como a casa deles também”, opinou o professor.
Para os alunos, a visita foi um aprendizado. “Foi muito gratificante para entendermos como esse órgão rege a sociedade, como funciona, e trocar aprendizados”, disse Rafael Gama. “O Judiciário é um universo, muitas vezes, distante da gente. Então, é importante conhecermos”, comentou a aluna Renata Aragão. “Aproveitamos para entender mais sobre os direitos dos adolescentes. Eu também pensava que um juiz era de difícil acesso, mas vi com essa visita que somos todos iguais”, disse André Felipe.
A mesma percepção teve o aluno João Henrique. “Pretendo ser um futuro profissional da área do Direito. E nessa visita, a doutora Iracy mostrou para gente que um juiz consegue conversar com pessoas que não são do meio jurídico”, agradeceu. O projeto Atheneu ONU, além de engajar alunos em temas mundiais, discute tópicos da agenda global, promovendo a melhor compreensão da realidade através do debate e da interação entre diversas pessoas.
Abertura de inscrições: Curso Novo CPC - Procedimentos e Provas (EAD)
A Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), através da Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância, informa que estão abertas as inscrições para o curso abaixo:
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Curso: |
Curso Novo CPC - Procedimentos e Provas, na modalidade a distância |
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Período: |
05 de setembro a 03 de outubro de 2022 |
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Inscrições: |
INÍCIO: 31 de agosto às 09h, TÉRMINO: 05 de setembro às 23h59 de 2022 As inscrições podem ser encerradas antes do período acima indicado caso haja o preenchimento total das vagas disponíveis. |
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Público-alvo: |
Servidores e servidoras do TJSE |
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Como se inscrever: |
O servidor ou a servidora deverá acessar o site http://www.eadejuse.tjse.jus.br/ead e no local do nome do usuário inserir o número do CPF (com todos os números inclusive os zeros) e utilizar os 6(seis) primeiros números do seu CPF como senha, caso seja a primeira vez que acessa o portal. |
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Objetivo: |
Este é o 2º curso que compõe um estudo acerca das principais inovações legislativas do CPC 2015 e tem como objetivo abordar as mais importantes alterações legislativas. |
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Carga horária: |
30 horas/aulas |
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Facilitador(a): |
JOELMA SAFIRA DE MENEZES REIS, Mestre em Constitucionalização do Direito pela Universidade Federal de Sergipe - UFS. Especialista em Ciências Penais pela UNISUL (2008-2009) e em Direito Público pela UNIDERP (2008-2009), nesta com formação para o Magistério Superior. Graduada em Direito pela Universidade Tiradentes (2003). Autora de Artigos Científicos. Atuou como Técnica Judiciária do 1º Juizado Especial Cível e Criminal de Nossa Senhora do Socorro/SE de 2005 a 2009. Foi Diretora de Secretaria desta Unidade Jurisdicional de 2009 a 2017. Atualmente atua como técnica judiciária do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, lotada na Diretoria de Modernização Judiciária, Divisão dos Juizados Especiais. É colaboradora da Escola Judicial do Estado de Sergipe - EJUSE, tendo atuado como conteudista e tutora dos Cursos EAD "Procedimento dos Juizados Especiais Criminais e sua aplicabilidade no SCPV", "Práticas Cartorárias dos Juizados Especiais Cíveis" e "Noções de Justiça Restaurativa sob o enfoque da Resolução nº 225 do CNJ". |
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Realização: |
Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância |
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Conteúdo programático: |
Procedimento comum. Petição inicial. Improcedência liminar do pedido. Audiência de conciliação ou de mediação. Respostas do réu. Providências preliminares. Julgamento conforme o estado do processo. Audiência de instrução e julgamento. Provas. Sentença e coisa julgada. Integridade e coerência na fundamentação das decisões judiciais. Procedimentos especiais. |
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Vagas: |
150 vagas Número mínimo de inscritos para a autorização de início da turma. 75 inscritos. |
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Mais informações: |
3226-3336, 3226-4217 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. |
Judiciário sergipano apresenta Juízo 100% Digital em Congresso de Inovação
Está sendo realizado hoje e amanhã, dias 30 e 31/08, em Brasília (DF), o 17º Congresso de Inovação no Poder Judiciário & Controle (Conip). O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) participa do evento com a presença do Presidente, Desembargador Edson Ulisses de Melo; e Denise Martins, Secretária de Tecnologia. O objetivo é auxiliar no uso das melhores ferramentas, com apresentação de estudos de casos e tecnologias para maior fluidez nos processos.
“Eventos como esse nos informam a respeito das inovações na área de tecnologia da informação. Não se pode hoje viver afastado de congressos como esse porque tratam do futuro. Quem se ausenta, por certo, ficará distante das conquistas nessa área. Sergipe é um Estado pequeno, mas que tem grandes avanços tecnológicos no Judiciário e tem demonstrado isso em eventos de padrão nacional, com exposição das nossas boas práticas, como acontecerá hoje aqui, com a apresentação da nossa Secretária de Tecnologia sobre o Juízo 100% Digital”, comentou o Des. Edson Ulisses, Presidente do Poder Judiciário de Sergipe.
O congresso reúne os principais gestores de TI do Poder Judiciário e dos órgãos de controle do país. Além de painéis sobre inteligência artificial na administração pública e o Programa Justiça 4.0, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), gestores do sistema de justiça e também de empresas privadas apresentaram projetos de inovação tecnológica.
A abertura do evento contou com a presença do Secretário-Geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Valter Shuenquener. A primeira palestra teve como tema o Justiça 4.0. Amanhã, o congresso prossegue com palestras sobre transformação digital na gestão de ativos públicos, gestão de ambientes complexos, inteligência de ameaças contra cibercrime, Lei Geral de Proteção de Dados, segurança e integridade das urnas eletrônicas, entre outros.
Clique aqui e veja a programação completa.
Juízo 100% Digital
Na tarde desta terça-feira, a Secretária de Tecnologia do TJSE apresentará o case "Juízo 100% Digital", sistema que permite que todos os atos processuais, como audiências e sessões de julgamento, sejam praticados exclusivamente por meio eletrônico. Assim, o cidadão pode ter acesso à Justiça sem precisar comparecer fisicamente aos fóruns. O sistema não é obrigatório, sendo de escolha facultativa da parte demandante no momento da distribuição da ação.
Conforme Denise Martins, 135 das 155 unidades do TJSE já contam com o Juízo 100% Digital. “Os processos exclusivamente eletrônicos já tramitam em todas unidades cíveis do Poder Judiciário de Sergipe, no âmbito do 1º e 2º Graus, e também Turma Recursal. Por enquanto, estão de fora do Juízo 100% Digital somente as Varas Criminais, apesar de já estarem totalmente virtualizadas desde 2016”, explicou a Secretária.
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APERFEIÇOAMENTO DA GESTÃO ADMINISTRATIVA E DA GOVERNANÇA JUDICIÁRIA
Macrodesafio
AGILIDADE E PRODUTIVIDADE NA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL
Macrodesafio
FORTALECIMENTO DA ESTRATÉGIA NACIONAL DE TIC E DE PROTEÇÃO DE DADOS
Abertura de inscrições: Curso Lições de crase (EAD)
A Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), através da Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância, informa que estão abertas as inscrições para o curso abaixo:
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Curso: |
Lições de crase |
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Período: |
05.09.2022 a 26.09.2022 |
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Inscrição: |
31.08.2022 às 9h até 05.09.2022 às 23h59. As inscrições podem ser encerradas antes do período acima indicado caso haja o preenchimento total das vagas disponíveis. |
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Público-alvo: |
Servidores e servidoras do TJSE |
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Como se inscrever: |
O servidor ou a servidora deverá acessar o site http://www.eadejuse.tjse.jus.br/ead e no local do nome do usuário inserir o número do CPF (com todos os números inclusive os zeros) e utilizar os 6(seis) primeiros números do seu CPF como senha, caso seja a primeira vez que acessa o portal. |
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Objetivo: |
Compreender que o fenômeno da crase é ferramenta de produção de sentido, além de ser consequência das relações de dependência entre as palavras, ou seja, de regência verbal e nominal. |
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Carga horária: |
14 horas/aulas |
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Facilitador(a): |
Este é um curso sem Tutoria de Conteúdo, haverá somente Tutoria de Acompanhamento que tem como função de gerenciar o curso, realizada por servidores da Divisão de EAD. |
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Realização: |
Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância |
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Conteúdo programático: |
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Vagas: |
200 vagas |
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Mais informações: |
3226-3336, 3226-4247 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. |
Arquivo Judiciário participa de reunião do Comitê de Gestão Documental e Memória
A 13ª Reunião Ordinária do Comitê do Programa de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname), instituído em 2020 através de Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), aconteceu na última quarta-feira, 24/08, e contou com a participação da Chefe do Arquivo Judiciário, Mônica Porto. Na ocasião foram discutidos, entre outros pontos, atualização das Tabelas de Temporalidade da área-fim, fluxo de avaliação da Justiça Estadual e diagnóstico da situação dos Arquivos realizado pelo Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ).
Conforme a Chefe do Arquivo Judiciário de Sergipe, o Proname é composto por representantes de todos os segmentos do Poder Judiciário e representantes do próprio CNJ e do CONARQ. “O Tribunal de Justiça de Sergipe foi indicado pela Presidência do Conselho Nacional de Justiça como um dos cinco representantes dos Tribunais de Justiça, considerando o critério de representatividade nacional e sua notória experiência em gestão documental”, explicou Mônica.
O Proname é um conjunto de ações que visam a preservação da memória do Poder Judiciário em todo o país. As ações são realizadas por um Comitê Nacional, responsável pela elaboração, atualização e publicação no portal do CNJ dos instrumentos de gestão documental e da memória. O Comitê tem ainda a finalidade de propor e apoiar a realização de capacitação de servidores e magistrados, acompanhar a aplicação da Resolução 324/2020 do CNJ e encaminhar proposições complementares ou medidas relacionadas à implementação do Programa para apreciação do CNJ.
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FORTALECIMENTO DA RELAÇÃO INTERINSTITUCIONAL DO JUDICIÁRIO COM A SOCIEDADE
Servidores e magistrados são elogiados na Ouvidoria
A Ouvidoria-Geral do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) continua recebendo elogios referentes ao trabalho de servidores e magistrados. As últimas manifestações foram direcionadas à Vara Criminal da Comarca de Lagarto, à 2ª Vara Criminal de Itabaiana e a servidoras da Comarca de Ribeirópolis e Central de Mandados. Diligentes, comprometidos, céleres e educados foram algumas das qualidades ressaltadas.
“Sou advogado, atuante predominantemente na Comarca de Lagarto, e venho por meio deste tecer elogios ao trabalho da dra. Patrícia à frente da Vara Criminal de Lagarto. Gostaria de registrar os meus elogios à celeridade com a qual vem sendo conduzida a Vara, em meu nome e no nome de todos os meus clientes que anseiam por efetividade jurisdicional”, agradeceu um advogado.
Todas as manifestações são remetidas aos servidores e magistrados. “Salutar destacar que a efetiva concretização de tais medidas se dá por ocasião do esforço em conjunto da Assessoria, da Secretaria, sob o comando de Magno Allan Ferreira Martins, bem como dos Oficiais de Justiça, devendo os elogios serem direcionados também aos servidores e estagiários correspondentes”, ressaltou a magistrada Patrícia Cunha Paz, Titular da Vara Criminal da Comarca de Lagarto.
Outra manifestação foi direcionada à 2ª Vara Criminal da Comarca de Itabaiana. “Fui muito bem atendido pela equipe da 2ª Vara Criminal de Itabaiana, na pessoa da Chefe de Secretaria Katiene de Andrade, do assessor Fabiano e do próprio Juiz, Dr. Marcelo. Todos foram bastante diligentes na celeridade do processo e graças a Deus deu tempo de respeitar os prazos exíguos da Justiça Eleitoral”.
Uma das mais recentes manifestações foi feita por uma advogada que, desde 2019, acompanha a tramitação de um processo de execução de alimentos, sendo difícil a intimação do executado. “Inúmeras foram as tentativas sem sucesso. Somente neste ano, em julho, tivemos a sorte do mandado ter sido distribuído para a Oficial de Justiça Sandra Maria Menezes Silva Morais, que empreendeu todos os esforços para intimá-lo e conseguiu. Registro aqui meus elogios a essa servidora, que comprometida com sua função e com o sentimento de justiça, não poupou esforços no cumprimento de seu mister. Parabéns à Sandra! Parabéns ao Tribunal por ter em seus quadros servidora cuja dedicação foi excepcional. É por conta de pessoas e servidores como ela que renovamos nossa esperança na humanidade”.
A Chefe de Secretaria da Comarca de Ribeirópolis, Luciana Maria Dantas Fontes Vianna, também foi elogiada. “Exerci por algum tempo a advocacia dativa neste local, como entre outros, e nunca me deparei com tanta satisfação em um servidor, que nos recebe com extrema disposição e educação e tenta resolver o que quer que seja. Diante de tantas insatisfações que presencio na maioria das Comarcas e Varas, acho importante registrar o quanto o acolhimento resolutivo dessa servidora faz diferença até aos andamentos processuais. Gostaria, com carinho, que chegasse a ela este e-mail, pois acredito que nada melhor que trabalhar com motivação e sabendo o quanto as pessoas gostam do nosso trabalho”, salientou a manifestante.
O e-mail chegou à servidora, que agradeceu o reconhecimento. “Agradeço pela manifestação que gerou este SEI e todas as demais. Tudo me faz feliz por entender que estamos trabalhando de forma certa e com seriedade”, considerou a servidora. Todos elogios, reclamações e sugestões que chegam à Ouvidoria são repassados à Corregedoria, Presidência do Poder Judiciário, Chefes de Secretaria e respectivos servidores. Em caso de elogio, a manifestação ainda é registrada junto à ficha funcional do servidor.
Para fazer uma manifestação de dúvida, elogio ou mesmo reclamação, clique aqui.
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Comitiva do TJ do Amapá conhece trabalho do Judiciário sergipano
O Corregedor-Geral da Justiça em Sergipe, Desembargador Diógenes Barreto, recebeu a visita na manhã desta segunda-feira, 29/08, do Corregedor do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), Desembargador Agostino Silvério Júnior, que veio a Aracaju acompanhado do Juiz Auxiliar André Gonçalves e do Diretor de Secretaria Wellison Silva, ambos da Corregedoria do TJAP. A comitiva amapaense veio conhecer o trabalho do Judiciário sergipano em relação às metas nacionais, correições, plano de gestão, entre outros temas.
“Essas visitas permitem uma grande troca de experiência entre os Tribunais. Eles conhecem nossos projetos e nós também conhecemos os que são desenvolvidos em outros Estados. Dialogamos sobre projetos interessantes que o Amapá tem, principalmente quanto à ouvida de testemunhas e pessoas através da videoconferência. Muitas coisas podem ser adaptadas, sempre considerando a realidade de cada Estado”, apontou o Desembargador Diógenes, que estava acompanhado da Juíza-Corregedora Brígida Declerc Fink.
O Corregedor do TJAP explicou o motivo da visita. “Agradecemos ao Desembargador Diógenes pela calorosa acolhida. Estamos aqui para compartilhar experiências, principalmente no acompanhamento das metas nacionais, plano de acordo de trabalho e gestão de unidades, metodologia e modelo de atos das correições, entre outros itens nos quais vamos nos socorrer num Tribunal de excelência, que é modelo para todo país”, elogiou o Des. Agostino.
Logo após a recepção do Corregedor do TJSE, a comitiva participou de uma reunião com a Divisão de Apoio Judicial da Corregedoria. Ainda esta semana, a equipe amapaense visitará as Assessorias Jurídica e Extrajudicial da Corregedoria, Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ), entre outros setores. Na quinta-feira, 01/09, serão recebidos no Gabinete da Presidência.
Plantão Judiciário Semanal: 22 a 28/08/2022
A Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe divulga nos links abaixo a Tabela do Plantão Semanal.
Coordenadora da Mulher participa de Jornada Lei Maria da Penha e cursos sobre Justiça Restaurativa
Foi realizada, na última terça-feira (23/8), a 16ª edição da Jornada Lei Maria da Penha. O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) foi representado no evento pela Coordenadora da Mulher, a Juíza Rosa Geane Nascimento. Durante a jornada foram apresentados diagnósticos técnicos sobre a eficácia das medidas protetivas de urgência aplicadas nos casos de violência contra a mulher. Também nessa semana, a magistrada participou de cursos sobre Justiça Restaurativa.
“A 16ª Jornada Lei Maria da Penha contou com painéis e oficinas em que foram abordados o crime de violência psicológica, a aplicação da Lei Maria da Penha e o julgamento com perspectiva de gênero aplicado à violência doméstica, os desafios para a aplicação dessa Lei, e a aplicação do formulário nacional de avaliação de risco. Ao final, foi produzida uma carta em que foram apresentadas as propostas de ação para aprimorar a Política Judiciária Nacional de enfrentamento à violência contra as mulheres. Nesse evento, os temas foram muito importantes e as palestras enriquecedoras. A Jornada Lei Maria da Penha é fundamental para as Coordenadorias da Mulher dos Tribunais de Justiça, pois, além de proporcionar o conhecimento técnico especializado sobre os temas, promove a partilha de boas práticas entre os Tribunais”, salientou Rosa Geane.
A Jornada Lei Maria da Penha foi realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Instituto Avon e o Consórcio Lei Maria da Penha. Foi transmitida ao vivo pelo canal do CNJ no YouTube, onde ficou gravada. O levantamento apresentado envolveu análises qualitativas e quantitativas, a partir das informações dos processos constantes na Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud), trazendo um retrato da utilização das medidas protetivas mais prevalentes nos Tribunais e perfil das vítimas e das pessoas agressoras envolvidas.
Criadas pela Lei Maria da Penha para proteger a vida das mulheres que vivem sob ameaça e violência, em sua maioria em situação de vulnerabilidade social e econômica, as medidas protetivas de urgência são instrumentos para evitar a violência e o feminicídio. Algumas dessas medidas são a proibição do agressor de se aproximar da vítima, o afastamento temporário do acusado de agressão do lar, a suspensão do porte e da posse de armas e a proibição de venda temporária de bens, entre outras.
Justiça Restaurativa
Na última terça-feira, 23/08, a Juíza Rosa Geane Nascimento participou da aula de encerramento do Curso de Aprofundamento em Justiça Restaurativa, promovido pela Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) e iniciado em 23 de maio de 2022. “O curso foi fundamental para meu aprofundamento na matéria, pois a Coordenadoria da Mulher está em fase de implantação de projetos de Justiça Restaurativa, especialmente com as escolas e o presídio feminino”, explicou a magistrada.
Ela também está participando do curso ‘Formação em Justiça Restaurativa: possibilidades junto ao Sistema de Justiça’, realizado pela Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), por meio da Coordenadoria de Cursos para Magistrados. O curso teve início ontem, 24/08, e prossegue até 26/09/2022. A Resolução 225 do CNJ instituiu a política de Justiça Restaurativa no sistema de justiça e, desde então, adotar práticas restaurativas nos Tribunais passou a ser algo não só esperado, como fortemente incentivado.
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GARANTIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS
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Lei Maria da Penha e Campanha Sinal Vermelho são temas de palestra de Juíza na Alese
A Juíza Coordenadora da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Rosa Geane Nascimento, foi a convidada do grande expediente da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), na manhã de ontem, 25/08. Os deputados estaduais Luciano Bispo, Presidente da Alese; e Goretti Reis, Procuradora Especial da Mulher, foram autores do requerimento para que a magistrada pudesse falar sobre os 16 anos da Lei Maria da Penha e sobre a Campanha Sinal Vermelho, de combate à violência doméstica e familiar. A palestra foi transmitida ao vivo pelo canal TV Alese, no YouTube.
“A Lei Maria da Penha trouxe várias ações afirmativas, políticas públicas de atendimento especializado e de atuação em rede, envolvendo os Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo. Ela prevê a criação de órgãos especializados como os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, os Centros de Referência de Atendimento à Mulher (CREAMs), os abrigos, os Núcleos Especializados nos TJs, MPs, DPs, OABs, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais, as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), os programas e campanhas de prevenção, combate e enfrentamento à violência doméstica contra a mulher, como a do Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica, e os Centros de Educação e Reabilitação dos Agressores”, explicou a magistrada.
Segundo ela, muitos desses equipamentos foram instalados, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido. “Isso porque muitas cidades não têm esses equipamentos, inclusive Aracaju, nossa capital. Sergipe tem uma situação que precisa ser melhorada e pretendemos continuar sensibilizando os (as) deputados (as) e gestores estaduais e municipais para isso. Sensibilizar também para que tenhamos emendas parlamentares direcionadas para a construção da rede de atendimento à mulher, aos dependentes e aos agressores”, enfatizou Rosa Geane.
Ela citou a Casa da Mulher Brasileira como exemplo de equipamento que ainda precisa ser instalado em Sergipe. “Na hora em que a mulher vítima de violência doméstica chegar nesse espaço, ela terá todas as suas necessidades jurídicas, psicológicas e sociais atendidas. Por isso, precisamos continuar dando seguimento a esse projeto, que já tem verba destinada com a efetivação dessa política pública. O Presidente e a Coordenadora da Mulher do TJSE estão acompanhando todas as etapas para a construção da Casa da Mulher Brasileira em Sergipe”, informou a magistrada.
Antes do início da palestra, a deputada estadual Maria Mendonça saudou a Juíza Coordenadora da Mulher do TJSE. “Quero fazer uma saudação especial a Rosa Geane porque ela abraça a causa da mulher com amor e luta para que as mulheres não sejam subservientes, mas sim empoderadas. Ficamos muito felizes por tê-la aqui nesta Casa Legislativa para juntos abraçarmos essa causa tão importante”, apontou a deputada.
A Juíza lembrou ainda que a Lei Maria da Penha é considerada uma das três melhores do mundo. “Mas temos uma estatística vergonhosa porque o Brasil ainda é o quinto país que mais mata mulheres no mundo. Então, temos que fazer com que essa lei seja efetivada. Falar sobre a lei nesse espaço é importante, porque os (as) nossos (as) parlamentares devem ter um olhar diferenciado para o atendimento à mulher e aos seus dependentes ”, destacou Rosa Geane.
Para a magistrada, a educação ainda é um dos melhores caminhos para a superação da violência doméstica e familiar. “Está no artigo 35 da Lei Maria da Penha a criação de Centros de Educação e Reabilitação para agressores. Esses homens precisam não só dos grupos reflexivos, mas também serem incluídos socialmente, serem tratados nos casos de alcoolismo e drogadição, questões que influenciam muito na violência doméstica, além da inclusão social com a formação e empregabilidade. O Tribunal de Justiça já preparou para cessão uma sala para instalação desse serviço no Arquivo Judiciário, que poderá ser exemplo para o Brasil”, revelou.
Sinal Vermelho
Lançada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em junho de 2020, a Campanha Sinal Vermelho, de combate à violência contra a mulher, tornou-se política pública. Ao apresentar um ‘x’ vermelho na palma da mão, a mulher está denunciando uma situação de violência e pedindo ajuda.
A Juíza Rosa Geane lembrou que Sergipe foi destaque nacional ao transformar a campanha em legislação, com sanção da Lei Estadual 8.846, no dia 27 de maio de 2021, projeto de autoria da deputada Maísa Mitidieri; antes mesmo da promulgação da Lei Federal 14.188/2021, que instituiu o programa de cooperação Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica em 29 de julho de 2021.
“A campanha já apresentou resultados positivos, especialmente na redução de feminicídios, uma queda de 1,7% de 2021 para 2022. Claro, a gente não pode atribuir isso só à campanha, mas sabemos que ela teve uma grande participação nessa mudança de comportamento”, disse Rosa Geane. A Alese já havia aderido à campanha, em solenidade do TJSE, no último dia 10, mas como o Presidente não pôde comparecer, Luciano Bispo recebeu hoje o termo das mãos da magistrada.
Ainda ontem, durante a noite, a Juíza Rosa Geane falou sobre a Campanha Sinal Vermelho para alunos da Faculdade Pio Décimo. Ela participou da Mesa Redonda intitulada ‘Os crimes sexuais contra a mulher’.
Na última quarta-feira, 24/08, a Coordenadora da Mulher entregou a camisa da campanha a alguns magistrados, entre eles, os Desembargadores José dos Anjos e Osório de Araújo Ramos Filho; e o Juiz Gestor de Precatórios, Fernando Clemente da Rocha.
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