Denise Rodrigues Correia Brandão

Denise Rodrigues Correia Brandão

Sábado, 13 Agosto 2022 13:42

Missa de 7º Dia: D. Zilda Déda Chagas

Caríssimos(as) amigos(as), agradecendo as manifestações de pesar pelo falecimento de  D. Zilda Déda Chagas informo que a Missa de Sétimo Dia será celebrada na igreja da paróquia de São José, na próxima segunda-feira, dia 15.08.22, às 19h. De logo, agradeço em nome da família a todos pelo comparecimento e orações em favor da nossa querida sogra, mãe, avó, bisavó e tetratavó. Bênçãos divinas para todos.

 

Edson Ulisses de Melo - Presidente do Poder Judiciário de Sergipe

A XXI Semana Nacional da Justiça pela Paz em Casa acontecerá em todo país de 15 a 19 de agosto. No Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) será realizada uma vasta programação, entre as quais a celebração do aniversário de 11 anos de implantação da Coordenadoria da Mulher do TJSE e a realização do IX Fórum Estadual da Rede de Prevenção, Enfrentamento e Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

A Semana da Justiça pela Paz em Casa é uma ação promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com os Tribunais de Justiça estaduais, desde 2015. O objetivo é ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006), concentrando esforços para agilizar o andamento dos processos relacionados à violência de gênero.

Todo ano são realizadas três edições: em março, marcando o dia das mulheres; em agosto, por ocasião do aniversário de sanção da Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006); e em novembro, quando a ONU estabeleceu o dia 25 como o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher. O Programa Justiça pela Paz em Casa também promove ações de sensibilização da sociedade para a realidade violenta que as mulheres brasileiras enfrentam.

Programação da XXI Semana da Justiça pela Paz em Casa

15/08, segunda-feira, 9h
Reunião com Prefeitos, Juízes e Secretários para efetivação de políticas públicas e Redes de Atendimento e Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher Municipais.

16/08, terça-feira, 9h
Tecendo a Rede: Aniversário de 11 anos da Coordenadoria da Mulher do TJSE (em formato híbrido)
Palestra: "Prateleira do Amor: gênero e violência doméstica contra a mulher", com a professora Valeska Zanello, referência nacional em estudos de gênero. Na ocasião, serão homenageadas/os pessoas e órgãos que marcam o combate à violência doméstica e familiar contra a mulher.

17/08, quarta-feira, 9h
IX Encontro do Fórum da Rede de Atendimento e Enfrentamento à VDFCM, com transmissão pelo canal TJSE Eventos, no YouTube.
Tema: "Enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher e a Campanha Sinal Vermelho".

18/08, quinta-feira, 9h
Reunião sobre o Formulário de Risco com as Polícias Militar e Civil.

19/08, sexta-feira, 9h
Reunião com o Juízes de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher para apresentação dos programas e projetos da Coordenadoria da Mulher.

A Diretoria de Segurança do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), nesta terça-feira, dia 09, realizou o encaminhamento para a destruição de armas brancas que estavam sob a guarda de comarcas da capital e interior do Estado, as quais não mais interessam à persecução penal. A destruição obedece ao artigo 25 da Lei 10.826/2003.

"As armas apreendidas e que foram encaminhadas à Justiça, relacionadas a processos criminais, quando elas não mais interessam à prova, há a autorização judicial para sua destruição. As armas de fogo e munições são encaminhadas ao Exército para destruição, já as armas brancas que não são recebidas pelo Exército, o Tribunal de Justiça realiza essa destruição, de forma a respeitar o descarte adequado em relação ao meio ambiente", explicou Flávio Albuquerque, Diretor de Segurança do TJSE.

Foram encaminhadas um quantitativo superior a 1500 armas brancas para destruição na Empresa Transmetais, as quais foram pesadas e destruídas de imediato sob a supervisão da Diretoria de Segurança do TJSE.

"Nós tentamos dar todo o apoio ao Tribunal de Justiça nessa missão que é destruir essas armas, retirando-as de circulação. A Transmetais chega a movimentar mais de mil toneladas de metais ferrosos e acreditamos que essa parceria com o Judiciário, que se iniciou hoje, terá continuidade porque é um trabalho também de preservação ambiental, uma vez que estamos dando uma destinação sustentável a essas armas", avaliou Tiago Barreto, sócio-proprietário da Empresa Transmetais.

A empresa Transmetais atua há 10 anos com certificação na redução do impacto ambiental causado pela sucata ferrosa. Segundo Tiago Barreto, após a destruição das armas, o material será destinado para usinas siderúrgicas e voltarão a ser aço novo para uso em indústrias, a exemplo de construção civil e automobilística. Em contrapartida, a Empresa Transmetais estará doando cestas básicas, as quais o Poder Judiciário, por meio da Coordenaria da Infância e Juventude, destinará para instituições que atendem crianças e adolescentes.

 

Planejamento Estratégico 2021/2026
Macrodesafio
PROMOÇÃO DA SUSTENTABILIDADE

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) determina, em seu artigo 50, parágrafo 3º, que a inscrição dos postulantes à adoção deve ser precedida de um período de preparação psicossocial e jurídica. Considerando o dispositivo legal, a Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) realiza periodicamente o Curso de Preparação Psicossocial e Jurídica para Pretendentes à Adoção, como uma etapa para a habilitação dos pretendentes.

O curso, terceira edição deste ano de 2022, foi realizado na manhã desta sexta-feira, 05/08, por videoconferência e contou com a participação de postulantes que já ingressaram com processos de adoção em Comarcas na capital e no interior. Todos assistiram às palestras interativas proferidas por juízes, psicólogos e assistentes sociais da CIJ e dos Núcleos Psicossociais do TJSE. O objetivo é que os postulantes adquiram conhecimentos acerca dos direitos, licenças e legislação, bem como sobre o que é necessário para a construção de uma relação afetiva na inserção do adotado à nova família.

Na abertura do curso foi exibido um vídeo educativo no qual o Juiz Paulo Macedo, Titular da 4ª Vara Cível de Nossa Senhora do Socorro, aborda os aspectos jurídicos da adoção, explicando os requisitos previstos em lei. No vídeo "Adoção Consciente", o magistrado salientou que a adoção somente será deferida quando houver reais vantagens para o adotando, visto que se deve priorizar é Superior Interesse da Criança, o seu bem-estar, conforme preceitua o ECA.

A Juíza Iracy Mangueira, Coordenadora da Infância e Juventude, saudou os postulantes à adoção e fez um alerta sobre a responsabilidade dos adotantes. "É uma decisão muito importante, que deve ser tomada com muito amor, mas também racional, porque é uma decisão importante na vida da gente, porque nos tornaremos responsáveis por uma existência. A parentalidade só tem data para começar, porém é uma prática diária. Para ter segurança da decisão de vocês, quero se perguntem diariamente, durante o tempo de espera do processo, "quais as razões que me fizeram desejar ingressar com o processo de adoção? Por que eu desejo adotar?". Hoje são apenas informações, mas depois vocês precisam fazer um serviço mental e se perguntar, "eu estou preparado?"", salientou a magistrada. Ainda explicou que, na realidade, não existem muitas crianças disponíveis para adoção, o que existem são muitas crianças e adolescentes institucionalizados, pontuando que os perfis dos adotandos muitas vezes não correspondem aos perfis desejados pelos pretendentes.

Os aspectos sociais e os aspectos psicológicos da adoção foram abordados pela equipe psicossocial do 5º Núcleo de Serviço Social e Psicologia, sediado em Itabaiana, a Assistente Social Sílvia Santos do Nascimento e a Psicóloga Gláucia Nunes de Almeida, respectivamente. O psicólogo da CIJ, Sérgio Lessa, mostrou aos participantes como funciona o Sistema Nacional de Adoção (SNA) e como os interessados em adotar podem fazer o pré-cadastro, preenchendo uma ficha no próprio site. É gerado um número de protocolo, que deve ser repassado à Vara onde tramitará o processo de adoção para o uso dos dados. Sérgio lembrou a importância de manter todos os contatos atualizados, como endereço e e-mail.

Em 2020 foram realizadas quatro edições do curso por meio de videoconferência, contando com 105 postulantes. Já em 2021 foram cinco edições, nos meses de março, maio, junho, agosto e outubro. Este ano, já ocorreram duas edições, nos meses de março e maio.

O Tribunal de Justiça de Sergipe, por meio da Comissão de Segurança Institucional, celebrou um Convênio de Cooperação Técnica com a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e a Secretaria de Estado da Justiça, do Trabalho e de Defesa do Consumidor (Sejuc). O convênio foi assinado eletronicamente pelo Des. Edson Ulisses de Melo, Presidente do TJSE, pelo Des. Roberto Eugênio da Fonseca Porto, Presidente da Comissão de Segurança Institucional do TJSE e pelo Secretário de Estado da Segurança Pública, João Eloi de Menezes e o Secretário de Estado da Justiça, Cristiano Barreto. A formalização do ato de ocorreu na manhã desta sexta-feira, dia 05, na sala de reuniões da Presidência do TJSE.

A cooperação tem por objeto a designação de profissionais de segurança pública para atuarem no Poder Judiciário de Sergipe, proporcionando a segurança dos magistrados, servidores e jurisdicionados, bem como estabelecer o quantitativo necessário e as funções do efetivo no apoio e resguardo da atividade jurisdicional. Ambas as Secretarias estaduais atuarão de forma cooperativa com o Núcleo de Inteligência de Segurança Institucional do TJSE, para a produção e salvaguarda de conhecimentos realizados pela atividade de inteligência.

"Esse termo de cooperação nos direciona para uma preocupação que a cúpula do Judiciário tem com seus integrantes no sentido de propiciar aos magistrados e à população de forma geral, a melhor condição para a sua segurança. Esse Núcleo de Inteligência fará um trabalho no anonimato, mas desempenhará um trabalho relevante porque permitirá prevenir ações que venham atentar contra o exercício da judicatura e a vida das autoridades", relatou o Presidente Edson Ulisses.

A segurança institucional do Poder Judiciário, atividade essencial, tem como missão promover condições adequadas de segurança, bem como a aplicação dos recursos da atividade de inteligência, a fim de possibilitar a magistrados e servidores da Justiça o pleno exercício de suas competências e atribuições. A atividade de inteligência de segurança institucional do Poder Judiciário se caracteriza pelo exercício permanente e sistemático de ações especializadas, conforme prevê o art. 1º, parágrafo único, da Resolução CNJ n.º 383/2021, e observará o sistema, a doutrina, e o plano de inteligência normatizados pelo CNJ.

"Muito importante essa integração das forças de segurança com o Poder Judiciário, na medida que buscamos um trabalho mais preventivo para garantir a proteção não apenas dos magistrados e servidores do TJSE, como da população que utiliza os serviços do Judiciário na capital e em, especialmente, Comarcas do interior do Estado", salientou o Secretário de Segurança Pública João Eloi de Menezes.

"Esse termo mostra a importância e a preocupação da gestão do Tribunal de Justiça no que tange a segurança institucional dos membros. É um avanço, é uma integração nunca antes vista dos Núcleos de Inteligência das forças estatais de Segurança pública com a Inteligência do TJSE, a qual estará sempre à frente dos fatos para propiciar uma maior garantia da integridade física de todos que compõem o Judiciário. Trará também para nós, órgãos da Segurança Pública, uma colaboração e uma participação com troca de informações que propiciará uma melhoria nos nossos trabalhos no combate à criminalidade", avaliou o Cristiano Barreto, Secretário de Justiça.

"A grande inovação nesse convênio é a possibilidade de compor um Núcleo de Inteligência para a segurança institucional do Poder Judiciário, uma vez que a segurança institucional é função essencial no sentido de garantir o exercício pleno da jurisdição das atribuições e competências de servidores e magistrados", acrescentou o diretor de Segurando do TJSE, Flávio Albuquerque.

Também participaram do ato, o Juiz Auxiliar da Presidência do TJSE Antônio Henrique Santos; a Juíza-Corregedora Brígida Declerc Fink, membro da Comissão de Segurança Institucional; além de integrantes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar.

A Coordenadoria da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) promoveu um encontro com representantes do sistema de Justiça, da Conselhos de Direitos, organizações e sociedade civil para estabelecer um diálogo sobre a garantia de direitos da criança e do adolescente. A reunião ocorreu nesta quinta-feira, dia 04, por videoconferência e também contou com a efetiva participação de adolescentes da rede estadual de ensino e adolescentes do sistema socioeducativo.

A Juíza Iracy Mangueira, Coordenadora da Infância e Juventude, falou sobre a Meta 11 do Conselho Nacional de Justiça, voltada para a promoção dos direitos da criança e do adolescente e explicou que a ideia é ouvir todos que atuam no sistema protetivo e socioeducativo, inclusive os próprios adolescentes, enfim, toda a sociedade sobre qual é a expectativa acerca do Poder Judiciário.

“A Meta 11 é um marco para nós da Infância e Juventude e traduz o compromisso do Judiciário brasileiro com o princípio da prioridade absoluta. Já tivemos Meta 8, que tangenciava um segmento vulnerável, a mulher vítima de violência, mas não tratava da infância, especificamente. Como toda a meta, importa que nós discutamos com a sociedade as possibilidades de incremento. Prestar jurisdição na infância e juventude, é muito mais que julgar processos, é necessário realizar diagnósticos, adensar a atuação em rede, mediante cooperações e convênios e, para isso, precisamos mediar a interdisciplinaridade e a interinstitucionalidade, sem prescindir do diálogo com o nosso público, que são as crianças e os adolescentes. Queremos ouvir da sociedade civil organizada, ouvir os adolescentes sobre o que esperam do Judiciário”, ressaltou a magistrada.

Foram apresentados os resultados da pesquisa realizada pelo Poder Judiciário, a qual contou com participações de magistrados, servidores e sociedade civil. Segundo os dados coletados, 86,7% das respostas consideraram muito importante a Meta 11 e 88% consideram que esta deve continuar em 2023. No questionário também foram elencadas, na opinião dos participantes, quais as dificuldades para o alcance da meta e como é possível contribuir para esse alcance, bem como sugestões dos participantes.

A Promotora Lilian Carvalho, da 8ª Promotoria do Direito do Cidadão, Infância e Adolescência, destacou a importância do protagonismo dos adolescentes na discussão sobre os direitos que devem ser garantidos a este público, conforme a legislação confere. “O protagonismo da criança e do adolescente nas ações e na garantia de direitos é fundamental para reafirmar as necessidades junto à rede e ao sistema de Justiça. Sugiro fazer uma pesquisa com os socieducandos sobre a visão dele em relação ao Sistema de Justiça, qual a expectativa em relação ao processo (desejo), muitos tem solicitado a escuta em audiência quanto a revisão da medida; a mesma pesquisa em relação aos acolhidos; instituir o Fórum da Rede, pois os atores precisam ser ouvidos, colocar as dificuldades, e traçar rotinas adequadas em relação aos fluxos; articulação dos atores do sistema Justiça com gestores para estruturação dos programas e serviços de retaguarda", destacou.

Os adolescentes do Comunidade de Atendimento Socioeducativo Masculina (Casem) tiveram a oportunidade de expor suas expectativas sobre o Judiciário e pontuações acerca do cumprimento da medida socioeducativa. “Na avaliação da medida, acredito que seria importante a fala do socioeducador que conhece a nossa rotina”. A Juíza Iracy Mangueira avaliou a sugestão como relevante, no sentido de conferir o protagonismo ao socioeducador na interface entre as unidades socioeducativas e o julgador.

O estudante do Atheneu ONU João Henrique destacou a importância de que seja elaborado um painel socioeconômico junto aos adolescentes, em situação de vulnerabilidade e na socioeducação, a fim de subsidiar a decisão dos magistrados. A estudante Renata Aragão falou sobre o tempo de julgamento dos processos, em especial, na área da proteção, destacou a necessidade de uma busca ativa dos adolescentes em situação de vulnerabilidade, aplicação de políticas públicas e uso da educação como uma chave transformadora.

Participaram da reunião mais de 60 pessoas, os quais apresentam sugestões para a garantia de direitos da criança e do adolescente. Entre os participantes, Lucivanda Nunes, Secretária de Inclusão e Assistência Social (Seias), Wellington Mangueira, Diretor-Presidente da Fundação Renascer; Isabela Cunha, consultora do Programa Justiça Presente, do Conselho Nacional de Justiça; além de representantes da Assembleia Legislativa, dos Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente, equipes psicossociais do TJSE, da Seias e da rede de proteção; diretores da Fundação Renascer; educadores da rede estadual de ensino.

“Nosso objetivo é consolidar todas as sugestões e intervenções feitas, as quais constarão em ata e sinalizarão para o planejamento da política judiciária”, concluiu a Juíza Coordenadora Iracy Mangueira.

A Escola Judicial do Estado de Sergipe, através da Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância, informa que estão abertas as inscrições para o curso abaixo:

 

Curso:

Curso Liderança Organizacional: Estilos e Técnicas

Período:

08 de agosto a 05 de setembro de 2022

Inscrições:

INÍCIO03 de agosto às 09h,

TÉRMINO: 08 de agosto às 23h59 de 2022

As inscrições podem ser encerradas antes do período acima indicado caso haja o preenchimento total das vagas disponíveis.

Público-alvo:

Servidores e servidoras do TJSE

Como se inscrever:

O servidor ou a servidora deverá acessar o site http://www.eadejuse.tjse.jus.br/ead e no local do nome do usuário inserir o número do CPF (com todos os números inclusive os zeros) e utilizar os 6(seis) primeiros números do seu CPF como senha, caso seja a primeira vez que acessa o portal.

Objetivo:

O objetivo do curso é o de fornecer aos gestores conhecimento e técnicas de liderança de elevada aplicabilidade em seu âmbito de atuação, de modo a promover a melhoria do desempenho das equipes de trabalho e, consequentemente, da eficiência na gestão.

Carga horária:

20 horas/aulas

Facilitador(a):

Este é um curso sem Tutoria de Conteúdo, haverá somente Tutoria de Acompanhamento que tem como finalidade gerenciar o curso, e será realizada por servidores lotados na Divisão de EAD.

Realização:

Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância

Conteúdo programático:

Unidade I - Conceitos básicos de liderança, Unidade II - Teorias da liderança, Unidade III - Estilos de liderança, Unidade IV - Ferramenta e técnicas para o exercício da liderança.

Vagas:

200 vagas

Mais informações:

3226-3336, 3226-4217ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) promoverá o 1º Seminário sobre Saúde Pública, no dia 15 de agosto, a partir das 14h. O evento, que terá como tema Direito e Saúde no SUS, é uma realização do Comitê Estadual de Saúde do TJSE do Fórum Nacional da Saúde do CNJ, em parceria com a Escola Judicial de Sergipe (Ejuse).

As inscrições acontecem até o dia 14 de agosto pelo endereço https://www.sympla.com.br/1-seminario-de-saude-publica-do-comite-de-saude-do-tjse-direito-e-saude-no-sus__1650786

O público-alvo são magistrados, advogados públicos e privados, defensores públicos, promotores de Justiça, servidores, profissionais que atuam nas ações de saúde, bem como representantes das Secretarias Estadual e Municipais. Para os participantes serão emitidos certificados.

O 1º Seminário sobre Saúde Pública ocorrerá de forma híbrida, presencialmente no Auditório José Rollemberg Leite, no Palácio da Justiça, com transmissão pelo canal TJSE Eventos, no YouTube.

Confira a programação:

14h: Abertura do evento com o pronunciamento do Presidente do TJSE Des. Edson Ulisses de Melo

14h30: Palestra Inicial - Temas Atuais na Judicialização da Saúde, baseado em evidências
Palestrante: Dr. Clenio Jair Schultze – Juiz Federal do TRF4. Autor do livro “Judicialização da Saúde no Século XXI” e coautor do livro “Direito à Saúde”.

15h30: Painel 2 - Do procedimento de incorporação à dispensação no Sistema Único de Saúde: uma longa trajetória
Palestrante: Dra. Thaísa Guerreiro - Defensora Pública da Defensoria Pública do Rio de Janeiro e Membro da Comissão Nacional de Saúde.

16h20: Painel 3 - Acesso aos medicamentos do componente especializado
Palestrante: Dra. Cristiane de Oliveira Costa - Gerente da Assistência Farmacêutica do CASE - Centro de Atenção à Saúde do Estado de Sergipe - Secretaria de Estado da Saúde (SES).

A Escola Judicial do Estado de Sergipe, através da Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância, informa que estarão abertas as inscrições para o Curso abaixo:
 

Curso:

Comunicação Social, Judiciário, Gênero e Diversidade, na modalidade a distância

Período:

08.08.2022 a 22.08.2022

Inscrições:

INÍCIO: 03.08.2022 às 09h

TÉRMINO: 08.08.2022 às 23h59

As inscrições podem ser encerradas antes do período acima indicado caso haja o preenchimento total das vagas disponíveis.

Público-alvo:

Servidores e servidoras do TJSE

Como se inscrever:

O servidor ou servidora deverá acessar o site http://www.eadejuse.tjse.jus.br/ead e no local do nome do usuário inserir o número do CPF (com todos os números inclusive os zeros) e utilizar os 6(seis) primeiros números do seu CPF como senha, caso seja a primeira vez que acessa o portal.

Objetivo:

O curso tem como objetivo orientar ações de comunicação e de divulgação interna e externa, nas unidades judiciárias do país, que contribuam para a formação de uma cultura de respeito à diversidade.

Carga horária:

15 horas/aulas

Facilitador(a):

Este é um curso sem Tutoria de Conteúdo, haverá somente Tutoria de Acompanhamento que tem como função de gerenciar o curso, realizada por servidores da Divisão de EAD.

Realização:

Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância

Conteúdo programático:

UNIDADE I - Direitos humanos e declaração internacional; Direitos   humanos e direitos das mulheres; Agenda ONU. UNIDADE II - A relação entre cultura e comunicação e o tema da igualdade; Diversidade, minorias e mulheres; Diversidade, gênero e sexualidade; A representação das mulheres na comunicação do Judiciário. UNIDADE III - Linguagem e identidade de gênero; Linguagem inclusiva e comunicação; Linguagem inclusiva e representação social.

Vagas:

200 vagas

Mais informações:

3226-3336, 3226-4217 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

A Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), por meio da Coordenadoria de Cursos para Magistrados, e em parceria com a Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), deu início, na tarde desta segunda-feira, 01/08, ao curso ‘Atualizações em Direito da Infância e Juventude’. Direcionadas para magistrados, as aulas prosseguem, de forma presencial, nos dias 5, 8 e 19/08/2022, das 14 às 18h, no 7º andar do Anexo I do TJSE. A Diretora da Ejuse, Desembargadora Iolanda Guimarães, prestigiou o primeiro dia da capacitação.

O módulo I trouxe como tema ‘As interseccionalidades e interfaces da Rede de Atendimento. A inafastabilidade da jurisdição e a incompletude institucional – limites e possibilidades – SGO/SINASE/ECA’. Os ministrantes foram a Coordenadora da CIJ, a Magistrada Iracy Ribeiro Mangueira Marques, e o Juiz de Direito do TJSE, Haroldo Luiz Rigo da Silva, que é também membro da Comissão de Implementação, Difusão e Execução da Justiça Restaurativa (Cidejure) do TJSE, e do Comitê Gestor de Justiça Restaurativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“O principal objetivo foi compartilhar com os colegas instrumentos capazes de facilitar a melhor interface entre as decisões produzidas em processos relativos à Infância e Juventude e a implementação das políticas públicas necessárias à efetivação das sentenças. A perspectiva a ser trabalhada também pretende explicitar as ferramentas de cooperação técnica desenvolvidas no âmbito da Coordenadoria da Infância”, resumiu a coordenadora.

Segundo ela, o conteúdo programático perpassa pela identificação dos equipamentos que compõem o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente, do qual o Sistema de Justiça é parte integrante, para que, a partir da identificação das instâncias de atendimento, os participantes possam melhor compreender a perspectiva intersetorial, interinstitucional e interdisciplinar que caracterizam o atendimento no âmbito da Infância e Juventude, e a desafiar a disposição de novos mecanismos de solução de conflitos neste âmbito.

De acordo com os ministrantes, o curso utilizará sobretudo metodologias ativas, de modo a permitir ao magistrado vivenciar situações que poderão enfrentar no exercício de sua atividade. Segundo eles, a prática e a problematização prévia de questões de altas indagações permitem que os juízes de direito possam vencê-las com criatividade, dentro de uma perspectiva constante de aprimoramento da prestação jurisdicional.

Com carga horária de 20 horas/aula, a capacitação visa atender à Portaria nº 170/2022, do Conselho Nacional de Justiça, que instituiu o regulamento do Prêmio CNJ de Qualidade, ano 2022, por meio da qual se determina a capacitação de magistrados no tema “Infância e Juventude”.

Confira a programação do curso:

 

01.08 (segunda)

14 às 18h10

As interseccionalidades e interfaces da Rede de Atendimento. A inafastabilidade da jurisdição e a incompletude institucional – limites e possibilidades – SGO/SINASE/ECA.

Iracy Ribeiro Mangueira Marques

Haroldo Luiz Rigo da Silva

05.08 (sexta)

14 às 18h10

Execução das medidas socioeducativas e aprendizagem profissional.

Antonio Henrique de Almeida Santos

Eudes Bomfim

08.08 (segunda)

14 às 18h10

Acolhimento institucional, prazos legais, entrega legal, adoção.

Rosa Geane Nascimento Santos

19.08 (sexta)

14 às 18h10

Exploração sexual, depoimento especial e escuta protegida.

Hercília Maria Fonseca Lima Brito

Esther Maynart Pereira Mikowski

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