Janaina Cruz

Janaina Cruz

A Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe, em parceria com a Secretaria de Saúde de Nossa Senhora das Dores, promoveu nesta terça-feira, 07/03,  uma palestra para profissionais da área de saúde daquela cidade.  O evento teve o objetivo de trabalhar os servidores de uma das portas de entrada da rede para identificar, acolher e orientar sobre a questão da violência contra a mulher.  O encontro faz parte da programação da VII Semana da Justiça Pela Paz em Casa, que acontece até a próxima sexta-feira, dia 10.

 

De acordo com a secretária de Saúde do município, Cristiane Caldas, o índice de violência doméstica e sexual na cidade é alto. Ela explica que as unidades de saúde são portas de entrada das mulheres vítimas. “É importante que o profissional esteja bastante atento para os pequenos sinais. Nossa equipe está próxima da comunidade. Ela é um ponto de capacitação para que a gente possa diminuir o índice de violência”.

 

O agente de saúde Bruno Soares disse que o encontro é importante para o aprimoramento das técnicas de atendimento. “Todos nós vamos sair daqui munidos de mais informações para levar para nosso dia a dia. A ideia é que no futuro possamos colher dados que comprovem a diminuição do número de violência contra mulher”, ressaltou.

 

Segundo a assistente social da Coordenadoria da Mulher do TJSE, Shirley Amanda, a importância do curso se dá na tentativa de sensibilizar e capacitar os profissionais que atuam nos serviços especializados e na rede de atendimento a mulher em situação de violência. “A ideia é que possamos expandir esse trabalho para todo interior de Sergipe”, completou.

 

 

O Tribunal de Justiça de Sergipe, para melhor adequar-se à resolução 215 do Conselho Nacional de Justiça e sempre em busca de maior transparência e organização, alterou as funcionalidades de consulta às atas e pautas das sessões do 2º grau, agregando-as em uma só ferramenta.

A nova consulta está disponível através da opção Publicações>Atas e pautas - 2º grau. O usuário externo terá acesso tanto às pautas quanto às atas das sessões realizadas, desde que já liberadas.

Um estudante que frequentou aulas durante quatro semestres, pensando que fazia um curso superior de comércio exterior, e depois foi remanejado para o curso de administração, receberá indenização por danos morais. Ele descobriu que o curso no qual se matriculou, na verdade, não existia.

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que a situação configurou dano moral, pois houve omissão de informações por parte da Fundação Educacional Guaxupé, de Minas Gerais, principalmente no que diz respeito ao fato de que o diploma não habilitaria o aluno para o exercício de funções na área desejada por ele. Afinal, o curso de comércio exterior foi ofertado pela instituição em desacordo com as normas do Ministério da Educação, o que mais tarde levou à realocação dos alunos.

Para o relator do recurso julgado na Quarta Turma, ministro Marco Buzzi, diferentemente dos casos em que a instituição de ensino não consegue nota suficiente na avaliação do Ministério da Educação, o caso analisado trata de uma situação em que a faculdade tinha informações de que não estava apta a oferecer aquela graduação no momento em que fez a oferta do curso, ou seja, ficou nítida a propaganda enganosa.

Ao acolher o recurso do ex-aluno, os ministros definiram em R$ 25 mil o valor a ser pago a título de danos morais, além da condenação imposta por danos materiais (o valor corrigido das mensalidades pagas no período).

Falsas expectativas

O magistrado destacou que a frustração vivida pelo aluno encontra amparo nos dispositivos do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

“A situação vivenciada pelo autor, em razão da omissão na publicidade do curso pela instituição de ensino, ultrapassou a barreira do mero aborrecimento, porquanto atentou contra o direito do consumidor de não ser enganado, por criar falsas expectativas de obter um título de graduação”, disse o ministro.

A omissão de informações, segundo o relator, viola o artigo 14 do CDC, porque a instituição de ensino não foi capaz de ofertar o curso anunciado.

O ministro rejeitou o argumento de que as mudanças foram fruto da Resolução 4/05 do Ministério da Educação, já que, no momento da propaganda do curso e da matrícula dos alunos (um ano após a resolução), a instituição de ensino já tinha conhecimento da norma que modificava e readequava o curso, razão pela qual não pode alegar caso fortuito ou força maior.

A omissão de informações gerou propaganda enganosa, na visão dos ministros, e violou também o artigo 37 do CDC.

A reserva de 20% das vagas para candidatos negros nos concursos públicos para juízes já é realidade em quase todo o Poder Judiciário. As cotas foram estabelecidas em 2015 pela Resolução CNJ n. 203 com o objetivo de reduzir a desigualdade de oportunidades para a população afrodescendente na Justiça brasileira. De lá para cá, houve, pelo menos, seis concursos organizados pelos Tribunais de Justiça (TJs) – nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Sergipe, Rio Grande do Sul, Paraná e no Distrito Federal – que incluíram a cota determinada pelo CNJ.

Para o conselheiro Carlos Eduardo Dias, presidente da Comissão Permanente de Eficiência Operacional e Gestão de Pessoas, a resolução é um marco fundamental para ampliar a oportunidade de acesso das pessoas negras à magistratura. “Há um desnível muito grande social e econômico, de modo que é muito mais difícil ao negro o acesso ao sistema de ensino”, diz o conselheiro.

Na Justiça Federal, o estabelecimento de cotas nos concursos é maciço. Dos cinco Tribunais Regionais Federais (TRFs), três deles já realizaram concursos com a inclusão das cotas: o TRF da 2ª região, com sede no Rio de Janeiro e jurisdição no estado do Rio de Janeiro e Espírito Santo, o TRF da 3ª Região, com sede em São Paulo e responsável por Mato Grosso do Sul e São Paulo, e o TRF da 4ª Região, com sede no Paraná e que atende a região sul do país. Na Justiça Estadual, 11 tribunais informaram ainda não ter adotado a cota apenas porque o último concurso foi anterior à norma do CNJ. No entanto, os Tribunais de Justiça do Estado de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Goiás informaram que adotarão o sistema de cotas no próximo concurso a ser realizado para magistratura.

Censo do Judiciário – Apesar de 51% da população (97 milhões de pessoas) se definirem como pardos ou negros, em todos os ramos do Poder Judiciário (Estadual, Federal, Trabalho, Eleitoral e Militar), eles são apenas 15%, de acordo com o Censo do Judiciário, realizado pelo CNJ com magistrados, em 2013. A resolução estabelece que, em cinco anos, será promovida a segunda edição do censo do Poder Judiciário, quando poderão ser revistos o percentual de vagas reservadas e o prazo de vigência da norma. “É um ajuste histórico para que a magistratura fique mais próxima da radiografia da nossa sociedade. O nosso débito ainda é muito grande, a participação de pessoas negras dentro do Judiciário ainda é mínima”, diz o conselheiro Carlos Eduardo. Para ele, todas as medidas afirmativas de inclusão visam corrigir distorções para que, no futuro, não se precise mais delas, criando uma nova cultura e consciência.

Sexta, 24 Fevereiro 2017 16:16

Aviso: alvarás judiciais

Tendo em vista a necessidade de concretizar a transferência de valores depositados para o Banco do Estado de Sergipe (Banese), comunicamos que, nos dias 02 e 03 de março de 2017, NÃO serão efetuados pagamentos de quantias pertinentes a alvarás físicos a cumprimento pelo Banco do Brasil.

O Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Des. Cezário Siqueira Neto, realizou nesta sexta-feira, 24/02, sua terceira viagem pelas Comarcas do Estado desde que tomou posse no último dia 1°/02. A iniciativa busca reunir informações precisas sobre a estrutura do Poder Judiciário e seu atendimento ao público, para subsidiar ações dos próximos dois anos de gestão.

Em Aquidabã, distante 120 km da capital, o Presidente esteve com o Juiz Raphael Silva Reis, que apresentou as atividades do Fórum Juarez Figueiredo. De lá, seguiu para a Comarca de Capela, onde a Juíza Andrea Caldas de Souza Lisa descreveu os serviços prestados à população pelo Fórum Dr. Francisco Vieira de Andrade. Nesse fórum, o Presidente teve a oportunidade de rever o Escrivão Lúcio Anderson Santos, com quem trabalhou no Distrito de Pedrinhas.

A terceira e última visita do dia foi ao Fórum Des. Humberto Diniz Sobral, na Comarca de Nossa Senhora das Dores, onde foi recebido pelo Promotor de Justiça Renato Vieira Dantas Bernardes e servidores do TJSE.

Acompanharam o Presidente nessa viagem o Juiz Auxiliar da Presidência Gilson Felix do Santos; a Secretária de Planejamento e Administração, Márcia Martins; Flávio Albuquerque, Diretor de Segurança; Sérgio Augusto Oliveira, Chefe do Departamento de Obras; e a Arquiteta Clarissa Lisboa Brito.

A Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) organizou uma programação para valorizar o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março. Neste ano, o TJSE elegeu o tema “Respeito por Igual”, para destacar a importância da igualdade de gênero, nas conquistas pessoais e profissionais.

A principal ação do programa será realizada às 8h, no maior fórum do Estado, o Gumersindo Bessa, onde o Presidente do TJSE, Des. Cezário Siqueira Neto, prestará uma homenagem a seis magistradas aposentadas e a seis servidoras aposentadas.

A solenidade contará com apresentação musical da soprano Marília Teixeira e com as informações do médico Almir Santana, sobre “AIDS e Sífilis – Desafios da Saúde Pública”. Além disso, será montado um Espaço da Mulher, com serviços de massagem, maquiagem e limpeza de pele e, ainda, aferição da pressão arterial pelo Centro Médico do TJSE.

Em Aracaju, as ações de limpeza de pele e maquiagem também serão prestadas nos Fóruns Integrados, no Fórum Olímpio Mendonça e no Fórum Luís Carlos Fontes de Alencar. No interior, seis Comarcas terão as ações de estética: Canindé do São Francisco; Estância; Itabaiana; Malhador; Nossa Senhora do Socorro, no Fórum Des. Artur Oscar de Oliveira Déda e Fórum Pedro Barreto de Andrade; e São Cristóvão, no Fórum Prof. Gonçalo Rollemberg Leite.

A Diretoria de Planejamento do TJSE, tendo em vista a importância do compartilhamento de conhecimento, bem como o disposto no Art. 27, V, da Portaria 107/2016 GP1 - Normativa, disponibiliza a relação dos servidores multiplicadores do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) aptos a prestarem os devidos esclarecimentos e aprofundamento na utilização da ferramenta.

A relação dos multiplicadores (servidores já que participaram dos Cursos Básico e/ou Avançado do SEI) está divida por setores específicos – Judiciais e Administrativos –, devendo ser o servidor que foi capacitado, o agente de disseminação e consultor do SEI na sua unidade de lotação.

O TJSE, por meio da Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), tendo como instrutores membros do Grupo Multidisciplinar de Trabalho para a implantação do Processo Administrativo Eletrônico, capacitou, até este mês, mais de 800 servidores.

Clique aqui e confira a relação de multiplicadores do SEI por unidade de lotação.

O Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargador Cezário Siqueira Neto, recebeu na tarde de hoje, 22/02, pela primeira vez após sua posse no último dia 1º, a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário do Estado de Sergipe (Sindijus/SE). Ao final da reunião, o Presidente informou ao sindicato que o deputado Luciano Bispo, Presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe, disse que deverá apresentar o projeto de lei que trata do reajuste dos servidores do TJSE logo após o Carnaval.

A reunião foi acompanhada também pelo Secretário de Finanças e Orçamento do TJSE, Pedro Vieira Santos. O Presidente do TJSE disse ao coordenador de Relações Institucionais e Comunicação do Sindijus, Plínio Pugliesi Cardozo, que vai analisar as demandas apresentadas na reunião de hoje.

O Centro Médico do Tribunal de Justiça de Sergipe, dando continuidade ao Projeto Justiça contra o Tabagismo, abre vagas para o 12º grupo. A previsão de início será no mês de abril.

O projeto de intervenção tem sido efetivado pela equipe multidisciplinar da unidade desde setembro de 2010, alcançando a margem de 77% de êxito com participantes que deixaram de fumar.

O sucesso do tratamento é otimizado pela tríade: motivação pessoal, medicação e apoio grupal, por meio das profissionais Sheilla Oliveira e Carina Andrade (psicólogas) e Edivaní Panta (assistente social).

Servidores que queiram participar podem realizar a inscrição através dos telefones 3226-3400 e 3414.

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