Janaina Cruz

Janaina Cruz

O Tribunal de Justiça de Sergipe é, mais uma vez, finalista na premiação do Fórum Nacional de Comunicação e Justiça, que tem reconhecimento técnico dos profissionais da área e dos órgãos do Sistema de Justiça. Entre as 15 categorias, o projeto "Outubro Rosa: o 1º passo é a prevenção" concorre em Comunicação Interna.

Dos 30 trabalhos inscritos na categoria, quatro foram selecionados. O projeto do TJSE disputa o prêmio com produções do Ministério Público do Paraná, do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná e do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. O TJSE já venceu em oito categorias do prêmio nos últimos 10 anos, tendo também conquistado 2º e 3º lugares em seis ocasiões.

Na edição de 2018, foram 286 trabalhos inscritos e avaliados por 36 jurados, todos profissionais renomados da área de comunicação de todo o país.

O nome dos vencedores será divulgado no dia 22/06, durante a realização do Congresso Brasileiro de Comunicação e Justiça (Conbrascom), em Cuiabá (MT).

Outubro Rosa: o 1º passo é a prevenção

A campanha de combate ao câncer de mama foi realizada durante todo o mês de outubro de 2017, chegando a magistrados e servidores do TJSE de diversas formas:

  • O Centro Médico do TJSE levou palestras e exames preventivos a unidades da capital e interior;
  • A fachada do Palácio da Justiça ganhou uma iluminação especial e o portal do TJSE também recebeu detalhes na cor rosa;
  • As telas de todos os computadores do Poder Judiciário exibiram uma arte especial com o tema ‘Prevenção é o 1º passo’;
  • A exposição fotográfica ‘Eu ainda sou Bela’, idealizada pelo fotógrafo da Diretoria de Comunicação, Bruno César, teve como objetivo melhorar a autoestima de mulheres que enfrentaram o câncer de mama. No âmbito do Judiciário, as fotos foram expostas no Palácio da Justiça e no Fórum Gumersindo Bessa;
  • No canal TJSergipe, no YouTube, além dos vídeos gravados com as participantes da exposição ‘Eu ainda sou Bela’, também foram exibidos depoimentos de quatro servidoras do TJSE que superaram o câncer de mama. Os vídeos foram compartilhados no Facebook do TJSE.

A Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e da Juventude (Abraminj) realizou em Brasília o XXVI Congresso da instituição, reunindo magistrados de todo Brasil para discutir leis e ações que tratam dos direitos de crianças e adolescentes. Do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), participam Iracy Mangueira, Juíza responsável pela Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ); e os Juízes Haroldo Rigo e Vânia Barros, sendo os dois últimos membros da Comissão Técnico-Científica da nova diretoria da Abraminj.

O congresso teve início na segunda-feira, 11/06, e terminou ontem, contando com a presença de palestrantes de renome, a exemplo do psiquiatra, psicoterapeuta e escritor Augusto Cury; e do ativista indiano e prêmio Nobel da Paz de 2014, Kailash Styarthi. Ontem, o evento foi aberto pelo ministro José Antonio Dias Toffoli, Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele afirmou que o congresso promove “um amplo debate ao envolver os mais variados aspectos da proteção, do desenvolvimento e do estudo científico sobre a infância e juventude”.

O evento marca o cinquentenário da Abraminj, fundada em 11 de outubro de 1968. No final da tarde de ontem, os associados elegeram a diretoria para o biênio 2018/2020. O novo Presidente da Abraminj é o Desembargador José Antônio Daltoé Cezar (RS). “Tenho 30 anos de magistratura, dos quais 25 anos de atuação na área da infância e da juventude, cujo conhecimento não veio da faculdade, que costuma esquecer dessa importante área”. Ele atentou que muitos projetos e leis nasceram a partir da reuniões institucionais de magistrados, como o advento do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Nova diretoria

Presidente: José Antônio Daltoé Cezar (RS)
Primeiro Vice-Presidente: Katy Braun do Prado (MS)
Segundo Vice-Presidente: Daniel Konder de Almeida (RJ)
Primeiro-Secretário: Eguiliell Ricardo da Silva (MS)
Segunda-Secretária: Noeli Salete Tavares Reback (PR)
Primeiro -Tesoureiro: Charles Maciel Bittencourt (RS)
Segundo-Tesoureiro: Cleciana Guarda Lara Pech (RS)
Titulares do Conselho Fiscal: Adhailton Lacet Correia Porto (PB), Arnaldo José Lemos de Souza (BA) e Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli (MT)
Suplentes do Conselho Fiscal: Rebeca de Mendonça Lima (AM) e Maria Socorro de Sousa Afonso Silva (GO)
Conselho Deliberativo (Membros natos/efetivos): Samuel Alves de Melo (SP), Guaraci de Campos Vianna (RJ), Joenildo de Sousa Chaves (MS), Paulo Afonso Garrido de Paula (SP), Rodrigo Lobato Junior Enout (SP), Tarcísio José Martins Costa (MG), Renato Rodovalho Scussel (DF).
Comissão Técnico-Científica: Vânia Ferreira de Barros (SE); Carlos Limongi Sterses (GO); Haroldo Luiz Rigo da Silva (SE)

Assessores da Presidência

Apoio Institucional: Ana Cristina Borba Alves (SC)
Assuntos legislativos e aperfeiçoamento institucional: Renato Rodovalho Scussel (DF)
Comunicação Social: Morgana Dario Emerik (ES)
Relações institucionais e convênios: Hugo Gomes Zaher (PB)

Uma feira de produtos orgânicos será realizada na quinta-feira, 14/06, em frente ao Palácio da Justiça, no Centro de Aracaju, a partir das 7 horas. Servidores e magistrados do Tribunal de Justiça de Sergipe terão a oportunidade de comprar verduras, frutas e legumes sem agrotóxicos.

A feira esteve, no último dia 07, no Fórum Gumersindo Bessa, durante as comemorações da Semana do Meio Ambiente. A ação está alinhada ao Plano de Logística Sustentável (PLS) do Judiciário sergipano.

Aconteceu na tarde da última quinta-feira, 07/6, mais uma reunião do Projeto de Orientação para a Aposentadoria (Propa), realizado pelo Centro Médico do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). Os servidores inscritos participaram de debates sobre regras para a aposentadoria, com Élida Machado, da Divisão de Direitos e Deveres do TJSE; e sobre organização financeira, com Maria Salete Barreto Leite, contadora e parceira voluntária.

O projeto tem como objetivo orientar o servidor a se preparar para uma nova etapa da vida, redescobrindo alternativas e projetos latentes, para que atinja o bem-estar e a saúde física e emocional. Foi desenvolvido e é coordenado pelas psicólogas Sheilla Oliveira e Carina Argolo, e pela assistente social Maria Edivaní Panta.

As inscrições para próxima turma do Propa já podem ser realizadas com Camila, pelo telefone 3226-3404 ou 3226-3414.

O juiz Gustavo Fávaro Arruda, titular da 1ª Vara da Comarca de Armação dos Búzios, na Região dos Lagos, condenou o ex-prefeito de Búzios, Delmires de Oliveira Braga; o ex-presidente da Câmara dos Vereadores, Fernando Gonçalves Dos Santos; e o sócio-gerente do Grupo Sim – Instituto de Gestão Fiscal , Sinval Drummond Andrade, pelos crimes de dispensa indevida de licitação e peculato (crime contra a Administração, cometido por funcionário público).

A sentença baseou-se em contratos celebrados entre 1997 e 2004. No curso do processo, apurou-se irregularidade na contratação direta do Grupo Sim, que foi feita sem a realização de licitação. Além disso, verificou-se que o objeto das contratações não foi executado. Por isso, os pagamentos realizados foram entendidos como desvio de recursos públicos. O prejuízo causado ao Município, em valores atualizados, é de mais de R$ 10 milhões.

As penas foram fixadas em 21 anos e oito meses para o ex-prefeito, Delmires Braga; 11 anos, oito meses e 15 dias para o ex-presidente da Câmara, Fernando Santos; e 30 anos, um mês e 15 dias de reclusão para o sócio-gerente do Grupo Sim, Sinval Andrade.

Além das penas privativas de liberdade, os dois primeiros réus foram condenados em multa de mais de R$ 350 mil, e o terceiro réu em multa de mais de R$ 700 mil. Os três foram condenados, ainda, a indenizar o Município pelo prejuízo integral apurado (R$10.001.665,48 em valores atualizados), sendo a progressão de regime condicionada ao integral ressarcimento dos cofres públicos.

Quatro réus foram absolvidos: Paulo Orlando Dos Santos, Maria Alice Gomes De Sá Silva, Marilanda Gomes de Sá Farias e Luís Cláudio Fernandes Salles.

Processo 0002064-84.2013.8.19.0078.

Fonte: TJRJ

O ministro Sérgio Banhos, do Tribunal Superior Eleitoral, mandou o Facebook retirar de suas páginas cinco postagens consideradas ofensivas à ex-senadora Marina Silva, pré-candidata do Rede à Presidência da República. O ministro também determinou que a rede social disponibilize os dados de acesso dos autores da página "Partido Anti-PT" ao Rede.

"A prática das fake news não é recente. É estratégia eleitoral antiga daqueles que fazem política", diz Banhos. "Como a recepção de conteúdos pelos seres humanos é seletiva e a desinformação reverbera mais que a verdade, o uso de "fake news" é antigo e eficaz mecanismo para elevar o alcance da informação e, como consequência, enfraquecer candidaturas."

É uma das primeiras decisões do TSE que se baseia no conceito de fake news, ainda que conforme apresentado pela Rede no pedido. Segundo o partido, a página se dedica a divulgar informações falsas com o intuito de prejudicar a imagem de Marina e de sua campanha. Entre os posts denunciados, alguns relacionam a pré-candidata ao recebimento de propina da empresa Odebrecht, a delações premiadas e a financiamentos de caixa dois.

"A intervenção da Justiça Eleitoral, até pela importância das mídias sociais nestas eleições de 2018, deve ser firme, mas cirúrgica", afirma Banhos, na liminar. "O uso da internet como arma de manipulação do processo eleitoral dá vez à utilização se limites das chamadas "fake news"", diz.

A defesa alegou que a liberdade de expressão, nesse caso, deveria ser relativizada. Além disso, foi justificado que “a invocação da garantia constitucional não alberga o anonimato, mais uma razão para que haja a efetiva responsabilização pelo conteúdo falso” ao solicitar a identificação dos responsáveis pela página.

“Nessa quadra, a intervenção da Justiça Eleitoral, até pela importância das mídias sociais nestas eleições de 2018, deve ser firme, mas cirúrgica. É saber estabelecer o contraponto entre o direito à liberdade de expressão, consagrado na Constituição Federal de 1988, e o direito também constitucional e sagrado de bem exercer a cidadania ativa, no sentido de garantir-se a todos o direito de votar de forma consciente, a partir de concepções fundadas na verdade dos fatos, buscando a aderência do resultado eleitoral a real vontade dos eleitores. É de cidadania e legitimidade que isso se trata”, concluiu.

Processo 060054670.2018.6.00.0000

Fonte: Mariana Oliveira/Conjur

A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que seja suspensa em todo o país a tramitação de recursos especiais e agravos em recurso especial que discutem a necessidade de efetiva comprovação do recolhimento feito a maior ou indevidamente para fins de declaração do direito à compensação tributária em mandado de segurança.

A decisão foi tomada pelo colegiado ao determinar a afetação de três recursos especiais sobre o assunto para julgamento pelo rito dos recursos repetitivos (artigo 1.036 e seguintes do novo Código de Processo Civil). O relator dos processos é o ministro Napoleão Nunes Maia Filho.

No julgamento, a seção vai delimitar o alcance da tese firmada no repetitivo REsp 1.111.164 (Tema 118), segundo a qual “é necessária a efetiva comprovação do recolhimento feito a maior ou indevidamente para fins de declaração do direito à compensação tributária em sede de mandado de segurança”.

Decisões divergentes

Em um dos recursos afetados para análise da seção, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região registrou que a tese fixada no Tema 118 estaria sendo interpretada de modo diverso nas decisões da segunda instância: em alguns casos, basta haver o pedido cumulativo do reconhecimento do indébito tributário para ser necessária a juntada da prova de todos os pagamentos em relação aos quais se pretende ver reconhecida a compensação; em outros, a tese firmada pelo STJ no repetitivo só é aplicada quando se discutem efetivamente os valores envolvidos.

“Não obstante a decisão da vice-presidência do Tribunal Regional Federal da 3ª Região reconheça ser atribuição da segunda instância decidir em definitivo sobre a aplicabilidade, ou não, das razões delimitadas no Tema 118, as divergências de entendimentos referentes ao tema indicam a necessidade de melhor delimitação da questão”, afirmou o ministro Napoleão Nunes Maia Filho ao justificar a afetação dos novos recursos.

Recursos repetitivos

O novo Código de Processo Civil (CPC/2015) regula nos artigos 1.036 a 1.041 o julgamento por amostragem, mediante a seleção de recursos especiais que tenham controvérsias idênticas. Conforme previsto nos artigos 121-A do Regimento Interno do STJ e 927 do CPC, a definição da tese pelo STJ vai servir de orientação às instâncias ordinárias da Justiça, inclusive aos juizados especiais, para a solução de casos fundados na mesma controvérsia.

A tese estabelecida em repetitivo também terá importante reflexo na admissibilidade de recursos para o STJ e em outras situações processuais, como a tutela da evidência (artigo 311, II, do CPC) e a improcedência liminar do pedido (artigo 332 do CPC).

Na página de repetitivos do STJ, é possível acessar todos os temas afetados, bem como saber a abrangência das decisões de sobrestamento e as teses jurídicas firmadas nos julgamentos, entre outras informações.

Leia os acórdãos de afetação: REsp 1.365.095, REsp 1.715.294 e REsp 1.715.256.

Acontecerá no próximo dia 14 de junho, às 14 horas, na sala 2 da Ejuse, 7º andar do Anexo II, uma tarde de atenção às gestantes. Organizado pela Divisão Médica e a Divisão Psicossocial do Centro Médico do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), o objetivo do encontro é proporcionar um espaço de apoio e reflexão, visando alcançar uma melhor condição biopsicossocial e minimização do nível de ansiedade decorrente das mudanças ocasionadas pelo período gestacional.

A ginecologista e obstetra do Centro Médico do TJSE, Rosita Fiorotto, vai ministrar uma palestra com orientações referentes ao pré-natal e aos cuidados com a saúde gestacional. Já a nutricionista Thayane Andrade vai orientar sobre alimentação saudável para a criança que irá chegar.

A equipe psicossocial acolherá as gestantes e estará disponível para orientações em suas respectivas áreas: psicólogas Carina Andrade Argolo e Sheilla Tatiana Costa de Oliveira; e a assistente social Maria Edivaní Panta.

Inscrições através do telefone 3226-3414, a partir das 7h30, falar com Camila. As vagas são limitadas.

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