Janaina Cruz

Janaina Cruz

O Memorial do Judiciário participará, nos dias 16 e 17 de maio, da 17ª Semana Nacional de Museus. Será realizada uma oficina de leitura e transcrição de manuscritos de Tobias Barreto, um dos mais importantes juristas do Brasil, nascido em Sergipe. A atividade será ministrada pelo professor Wanderlei de Oliveira Menezes, mestre em História. O público-alvo são profissionais e pesquisadores de História e áreas afins.

Um dos objetivos da oficina é promover a prática de leitura paleográfica de textos manuscritos de Tobias Barreto e sua transcrição; além de apresentar aspectos biográficos e da obra de Tobias Barreto; contextualizar o processo de produção, circulação e transmissão de seus textos; identificar as características das escritas do século XIX, com especial atenção à do escritor; e discutir as especificidades e dificuldades de leitura de seus textos manuscritos.

A oficina acontecerá, nos dias 16 e 17/5, das 14 às 18 horas, no Auditório do Memorial do Poder Judiciário, Palácio Sílvio Romero, localizado na Praça Olímpio Campos, Centro de Aracaju. Serão ofertadas 20 vagas. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até o dia 1º de maio. Mais informações através do telefone 3226-3488.

Tobias Barreto

Tobias Barreto de Menezes nasceu na então Vila de Campos, atual Tobias Barreto (SE), em 7 de junho de 1839, e faleceu em 26 de julho de 1889, no Recife (PE). Foi Bacharel em Direito, poeta, professor e pensador. Exerceu o magistério em Sergipe antes de seguir para Pernambuco e se matricular na Faculdade de Direito do Recife, onde passou a ensinar depois do célebre concurso de 1882. Redigiu jornais em alemão e comentou obras de autores alemães que renovavam a crítica religiosa, a Filosofia e o Direito. Publicou livros que marcaram a cultura brasileira, como Dias e Noites, mais tarde reunidos em Obras Completas.

Semana

A Semana Nacional de Museus é uma temporada cultural promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio). Nessa 17ª edição, 1.114 instituições de cultura de todo o país oferecem ao público 3.222 atividades especiais, como visitas mediadas, palestras, oficinas e exibição de filmes. Este ano, a Semana tem como tema ‘Museus como núcleos culturais: o futuro das tradições’ e faz uma homenagem ao poeta Paulo Leminski.

Fortalecer políticas de Estado que se proponham a enfrentar o quadro de inconsistência estrutural do sistema carcerário é o principal objetivo do Programa Justiça Presente, resultado de um pacto firmado entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Organização das Nações Unidas (ONU). Na tarde desta quinta-feira, 4/4, no auditório do Tribunal Pleno, no Palácio da Justiça, o programa foi apresentado por membros do CNJ a representantes dos Poderes Judiciário e Executivo, além de Ministério Público, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SE).

“Reconhecemos a importância do programa e estamos dispostos a abraçá-lo de maneira integral. Temos algumas coisas feitas nesse campo, através do GMF, que é o grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário, mas sabemos que ainda há muito a se fazer pelo sistema carcerário, a fim de que os direitos humanos sejam respeitados”, disse o Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho, Presidente do TJSE. Ele lembrou que, atualmente, o TJSE tem 53 salas de videoconferência para os processos criminais.

Conforme o Secretário Geral do CNJ, Desembargador Carlos Vieira Von Adamek, o Justiça Presente será gerido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da ONU. “Estamos trazendo para o Tribunal de Justiça o chamado Sistema Eletrônico de Execução Unificado, o SEEU, que permitirá inclusive a realização de mutirões eletrônicos à distância”, informou o Desembargador. Sergipe é o 12º Estado a implantar o sistema.

O Secretário de Estado da Justiça, Cristiano Barreto, disse que o GMF tem sido um grande parceiro. “Esse projeto do CNJ de biometria nas unidades, para que possamos fazer o cadastro dos presos, vai contribuir ainda mais para a redução de violência no Estado e controle das unidades prisionais”, comentou o Secretário. Ele disse ainda que, nos últimos dois anos, o governo do Estado implementou medidas relativas ao sistema carcerário, com a inauguração de duas unidades, em Estância e Areia Branca, totalizando quase 800 vagas; além das 700 tornozeleiras eletrônicas que estão em uso.

As etapas do Justiça Presente foram apresentadas pelo Juiz Luís Geraldo Lanfredi, coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) do CNJ. Ele fez um panorama do sistema carcerário no Brasil; falou sobre as etapas do programa; apresentou a coordenadora estadual, Isabela Cunha, que ficará dois anos em Sergipe dedicada a esse trabalho; e listou os parceiros, entre eles ONU, Ministério da Justiça, OAB, Conselho Penitenciário, Conselhos Nacionais do Ministério Público e dos Defensores Públicos, entre outros.

Também participaram o lançamento do Programa Justiça Presente em Sergipe o Procurador Geral de Justiça de Sergipe, Eduardo Barreto D’Ávila Fontes; José Leó de Carvalho Neto, Defensor Público Geral do Estado; e Aurélio Belém, Secretário Geral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SE); além de juízes e assessores do Judiciário. Após o lançamento, houve uma reunião entre a equipe do CNJ e GMF, com a participação do Presidente do TJSE, da Juíza-Corregedora Brígida Declerc Fink e do Juiz Daniel Vasconcelos, supervisor em exercício do GMF. A visita da equipe do CNJ continua nessa sexta-feira, 5/4, com reuniões sobre o Plano Executivo Estadual e com a Secretaria de Administração Penitenciária.

O programa

O Justiça Presente está dividido em quatro eixos de atuação: sistemas eletrônicos; propostas e alternativas ao superencarceramento; políticas de cidadanias; e sistema socioeducativo. Cada eixo se desdobra em diversas ações e produtos, que serão desenvolvidos com o apoio de coordenadores e assessores especializados alocados nas 27 unidades da federação. Para melhor assimilação das atividades pelos atores locais, o programa foi dividido em três fases de implantação, que começaram no mês de março e se prologarão até o encerramento do programa, previsto para julho de 2021.

Em 3 meses, deverá haver a informatização e unificação procedimental da execução penal em todo o país, de acordo com agenda pactuada com cada Tribunal de Justiça. Depois, deverá ser feita a identificação e documentação da população carcerária; melhor calibração dos fluxos de entrada e saída; disseminação das alternativas penais e parametrização nacional da monitoração eletrônica; fortalecimento das assistências e diversificação das estratégias para fomentar a empregabilidade para pessoas egressas do sistema prisional. A longo prazo, a ideia é reduzir a superlotação das unidades; melhorar os serviços prestados às pessoas presas; reduzir a reincidência; diminuir a violência e aumentar a sensação de segurança.

Dados

De 1990 a 2016, a população prisional no Brasil aumentou mais de 700%, subindo à terceira posição entre os maiores encarceradores do mundo. Enquanto isso, Estados Unidos, China e Rússia, que também ocupam o topo do ranking, vêm reduzindo suas populações prisionais nos últimos anos. A consequência disso, no Brasil, é que o Judiciário e Executivo estão sobrecarregados. A média nacional para manter um preso é de R$ 2,2 mil, enquanto o salário mínimo aprovado em 2019 é de R$ 998.

Em junho de 2016, Sergipe apresentava 5.316 custodiados, compondo uma taxa de 234.6 presos para cada 100.000 habitantes. Por outro lado, seu sistema prisional dispunha no mesmo período de 2.251 vagas, elevando-o ao oitavo estado no ranking nacional em relação ao indicador. Isto é, Sergipe exibia uma taxa de 236% de lotação em seus cárceres. No total, em todo o Estado, em janeiro de 2019, circulavam 17.616 processos de execução penal, processados tanto em meio físico, 2.71% no total; quanto em eletrônico, 97.29%.

Audiência de custódia foi o tema de uma reunião entre representantes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e membros do Poder Judiciário, das Secretarias de Segurança Pública, de Justiça e da Defensoria Pública. A reunião aconteceu na Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), na manhã de hoje, 4/4. Em Sergipe, as audiências de custódia acontecem desde 2015 e abrangem 11 municípios, abarcando cerca de 60% dos flagrantes do Estado.

Elas ocorrem todos os dias, na Central de Plantão do Fórum Gumersindo Bessa, em Aracaju, inclusive aos finais de semana e feriados. Entre agosto de 2015 e junho de 2017, foram realizadas 5.127 audiências de custódia em Sergipe, sendo que 58,7% resultaram na conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva e 41,29% na concessão da liberdade provisória.

O Juiz Auxiliar da Presidência do TJSE, Marcos Pinto, disse na reunião que o intuito do Judiciário sergipano é aprimorar o que for necessário para atender as diretrizes do CNJ. Segundo a coordenadora do Eixo 1 do Programa Justiça Presente, Fabiana Leite, o objetivo é, incialmente, conhecer a realidade de cada Estado e encontrar soluções coletivas para o aprimoramento do sistema prisional no país.

“O programa pretende não só construir e inovar, mas fortalecer experiências já existentes nos Estados. Teremos coordenadores estaduais que facilitarão o processo, com uma escuta qualificada, levando os dilemas e peculiaridades de cada Estado ao CNJ”, explicou Fabiana. Conforme Ane Cajado, também assessora do CNJ, “a visão do Conselho é mais apoiadora do que impositiva”.

Para o Secretário de Estado da Justiça, Cristiano Barreto, o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Medidas Socioeducativas (GMF), supervisionado pelo Desembargador Diógenes Barreto, tem uma contribuição importante para a atual situação do sistema em Sergipe. “Há dois anos e um mês não temos fugas ou rebeliões nos presídios de Sergipe. Não estamos em condições perfeitas, mas desafogamos as delegacias e as audiências de custódia estão fluindo”, comentou o Secretário durante a reunião.

Ainda sobre as audiências de custódia, Fabiana Leite aproveitou o momento para esclarecer dúvidas sobre a lotação dos juízes, abrangência, possibilidade de interiorização e condições de trabalho de magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos. Logo após a reunião, o grupo do CNJ visitou a Central de Monitoração Eletrônica e, no início da tarde, conheceu o local onde as audiências de custódia são realizadas.

As audiências de custódia devem acontecer em até 24 horas após a prisão em flagrante. O detento é apresentado ao Juiz plantonista para que seja decidido se o julgamento será ou não aguardado em liberdade. É analisada a legalidade da prisão, se o réu preenche os pressupostos necessários para responder ao processo em liberdade e se sofreu algum tipo violência durante a prisão.

O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e a Fundação Renascer firmaram na última terça-feira, 2/4, um convênio de cooperação técnica com o objetivo de possibilitar, a partir de videoconferência, o interrogatório de adolescentes que estejam em cumprimento de medida socioeducativa em regime fechado. Para tal, o Judiciário disponibilizará kits de videoconferência que serão instalados em unidades da Fundação Renascer.

“Este convênio é uma prova de que o Tribunal busca, incansavelmente, melhorar a prestação jurisdicional, dando mais celeridade aos atos. As audiências por videoconferência também são mais seguras, já que não será necessário o deslocamento dos adolescentes para o fórum”, destacou o Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho, Presidente do TJSE.

À Fundação Renascer caberá arcar com os custos dos serviços de instalação das conexões nas unidades socioeducativas. O convênio tem um prazo de vigência de cinco anos. Em janeiro, o TJSE concluiu a instalação de 53 equipamentos de informática nas Varas e Comarcas com competência criminal do Estado, viabilizando a realização de audiências por videoconferência.

O projeto está incluído no Macrodesafio estratégico de Aprimoramento da Gestão da Justiça Criminal e foi fruto de deliberação do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Medidas Socioeducativas (GMF) do TJSE.

O Ministro Humberto Martins, Corregedor Nacional de Justiça, determinou o arquivamento do Pedido de Providências nº 0010686-51.2018.2.00.0000, no qual foi solicitado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) disponibilizasse mais peritos judiciais na área de saúde mental.

Com base nas razões apresentadas pelo TJSE, o Ministro atestou que as atividades do setor de perícia estavam sendo desenvolvidas de modo a possibilitar o atendimento da demanda existente, oriunda das diversas unidades jurisdicionais e dentro de um prazo razoável.

“Não cabe ao CNJ interferir na autonomia administrativa dos Tribunais, na medida em que as Cortes de Justiça possuem a prerrogativa de gerir e distribuir seus serviços e organizar sua Justiça, conforme o interesse público da prestação jurisdicional”, declarou o Ministro na decisão, determinando o arquivamento do Pedido de Providências.

A Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Sergipe comunica, para conhecimento do público em geral, a Escala de Plantão para os Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais, conforme Provimento nº 09/2014-CGJ/SE e Portaria nº 964/2018-CGJ/SE.

 

DIA

SERVENTIA

LOCAL

06

(Sábado)

4º Ofício

Av. Geraldo Barreto Sobral, nº 200 – Bairro Jardins.

07

(Domingo)

6º Ofício

Rua Itabaiana, nº 177 – Centro.

13

(Sábado)

7º Ofício

Rua Itabaiana, nº 106 – Centro.

14

(Domingo)

8º Ofício

Rua Lagarto, nº 1332 – Centro (esquina com a Avenida Barão de Maruim).

19

(Feriado)

2º Ofício

Trav. Benjamim Constant, nº 68 – Centro.

20

(Sábado)

4º Ofício

Av. Geraldo Barreto Sobral, nº 200 – Bairro Jardins.

21

(Domingo)

6º Ofício

Rua Itabaiana, nº 177 – Centro.

27

(Sábado)

7º Ofício

Rua Itabaiana, nº 106 – Centro.

28

(Domingo)

8º Ofício

Rua Lagarto, nº 1332 – Centro (esquina com a Avenida Barão de Maruim).

Juízes da área da Infância e Juventude de todo o país estiveram reunidos em Palmas (TO), entre os dias 27 e 29/03, para o XXIV Fórum da Justiça Juvenil (Fonajuv) e o VI Fórum da Justiça Protetiva (Fonajup). O evento que contou com a participação da Juíza Coordenadora da Infância e Juventude do TJSE, Rosa Geane Nascimento; e dos Juízes Haroldo Luiz Rigo da Silva, Presidente do Fonajup; Hercília Fonseca Brito e Juliana Nogueira Martins, foi aberto na noite da quarta-feira (27/3), pelo Presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), Des. Helvécio de Brito Maia Neto.

“Um Judiciário moderno não se faz apenas com tecnologia de ponta. O Judiciário é feito por pessoas, que precisam de constante aprimoramento e incentivo para realizar, da melhor maneira possível, o seu trabalho”, ressaltou o presidente do TJTO ao falar da importância dos debates nacionais em buscas de novos avanços na área da infância e Juventude.

A importância dos debates sobre a Infância e Juventude também foi ressaltada pelo Juiz Haroldo Luiz Rigo da Silva, que explicou que a junção dos dois fóruns foi uma decisão colegiada. “Quem ganha são as crianças e adolescentes com esse conhecimento compartilhado em benefício delas. Magistrados são insubstituíveis e a área é espinhosa, com o nosso trabalho transformamos vidas, inclusive a nossa”, declarou.

O comprometimento dos juízes com a vida e segurança de crianças e adolescentes também foi ressaltado pelo Presidente do Fonajuv, Juiz Carlos José Limongi Sterse, mas reforçou que ainda há muito o que avançar. “Precisamos dar ênfase na justiça restaurativa, é necessário políticas públicas sobre bases diferentes, mudança no modelo de diálogo do Judiciário com a sociedade”.

Sterse também falou sobre a necessidade de acabar com a invisibilidade da criança em acolhimentos. “Na Adoção, se ama o que se vê. Uma simples informação do time que a criança torce pode chamar a atenção de família para a adoção”.

Com três painéis, o Fonajuv debateu temas sobre a reincidência juvenil, unificação de medidas de meio aberto (liberdade assistida e unificação heterogênea), cumprimento de medida socioeducativa privativa de liberdade pela pessoa transgênera, além de pauta administrativa.

Já o Fonajup destacou a campanha “Crianças e Adolescentes em Situação de Acolhimento. A Mudança de Paradigma na Justiça Gaúcha”, coordenada pela Juíza Nara Neuman Cano Saraiva, do TJRS. A programação contou ainda, entre outras discussões, com a “Roda de Boas Práticas – Círculo de Construção de Paz”, com tema “Projetos de Justiça Restaurativa na Área Protetiva - Facilitadores”, comandada pelos Juízes Haroldo Luiz Rigo da Silva (TJSE), Hercília Maria Fonseca Lima Brito (TJSE) e Marcelo Naleso Salmaso (TJSP).

No encerramento do evento, os magistrados da área da infância e juventude de diferentes tribunais do país debateram sobre ações efetivas para a proteção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

Segundo a Coordenadora da CIJ, Rosa Geane Nascimento, os fóruns de juízes da Infância e da Juventude se propõem a debater as políticas públicas, a legislação e as boas práticas voltadas à criança e ao adolescente. “A participação de quatro juízes de Sergipe demonstra o olhar de prioridade absoluta do TJSE para essa área tão importante da jurisdição. Ressalto que os fóruns foram exitosos e enriquecedores em conhecimento e em suas propostas, especialmente em boas práticas. Neles também foram discutidos e votados vários enunciados importantes para a área”.

“Aproveito a oportunidade para agradecer publicamente ao Des. Osório de Araújo Ramos Filho, Presidente do TJSE, à Desa Ana Lúcia Freire dos Anjos, Diretora da EJUSE e a Gustavo Adolfo Plech Pereira, Presidente da Amase, pelo apoio institucional na ajuda de custo para participação no evento. Sem a sensibilidade dessas instituições, não seria possível a nossa participação”, concluiu a Juíza Coordenadora da Infância e Juventude do TJSE.

Com informações do TJTO

A Juíza gestora do Departamento de Precatórios do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Simone de Oliveira Fraga, participou do Seminário Nacional sobre Precatórios que ocorreu nesta sexta-feira, dia 29/03, no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).

A magistrada acompanhou o dia de programações do seminário, vinculado XII Reunião Periódica da Câmara Nacional de Gestores de Precatórios, primeira do ano de 2019.

O seminário contou com a participação do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que palestrou sobre "O Poder Judiciário e a Segurança Jurídica".

A equipe do Abrigo Dona Raimundinha Felipe, localizado no município de Tobias Barreto, foi capacitada para iniciar cadastramento e avaliação de padrinhos para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. A capacitação, que aconteceu no auditório da Secretaria Municipal de Ação Social da Prefeitura, na última terça-feira, 26/03, foi ministrada pelo psicólogo Sérgio Lessa, da Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE).

“O Abrigo Dona Raimundinha Felipe implementou o Programa de Apadrinhamento Bem Querer, com aprovação do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Tobias Barreto. E agora, após a capacitação, que é uma das etapas do programa, a equipe do abrigo está apta a cadastrar e avaliar padrinhos, que são pessoas da comunidade ou empresas que poderão prestar apoio afetivo, auxílio material e acesso a serviços para as crianças e adolescentes acolhidos no local”, ressaltou o psicólogo.

Tobias Barreto é o segundo município de Sergipe a implantar um Programa de Apadrinhamento próprio. O primeiro foi Estância, que instituiu o programa pela Lei Municipal 1.940/2017. O objetivo é envolver a sociedade civil, o empresariado, instituições não-governamentais e órgãos estatais em ações que propiciem apoio afetivo, auxílio material e acesso a serviços essenciais a crianças e adolescentes institucionalizados, cujos vínculos familiares estejam rompidos, parcial ou totalmente.

Ser Humano

No âmbito do TJSE, a CIJ desenvolve o Programa de Apadrinhamento Ser Humano que já possui a adesão de 20 municípios sergipanos.

Podem participar pessoas maiores de 18 anos, que se disponibilizem para o apadrinhamento em três modalidades: afetivo, provedor e colaborador. Nada impede a cumulação de mais de uma modalidade de apadrinhamento pela mesma pessoa. Clique aqui e saiba como ser um padrinho.

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