Janaina Cruz

Janaina Cruz

A programação do primeiro dia do X Congresso Brasileiro de Assessores de Comunicação da Justiça (Conbrascom), que acontece no Tribunal de Justiça de Sergipe, prosseguiu na tarde de hoje, 31/08, com a apresentação de cases finalistas do XII Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça, seguido de um painel sobre conteúdo na web e a realização de três oficinas.

“Jornalismo na era das mídias sociais” foi o tema do painel sobre conteúdo na web, trazido pelo doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, Ronaldo Linhares e o jornalista Glauco Vinícius do Nascimento, assessor de Comunicação da Secretaria de Estado da Cultura de Sergipe. O professor Ronaldo apresentou duas questões cruciais: qual o perfil do consumidor da informação hoje e em que sociedade vivemos? Glauco mostrou como era a divulgação feita pela Secult há alguns anos e como a assessoria tem agido nas mídias sociais atualmente.

Ainda durante a tarde, aconteceu uma oficina sobre ‘Assessoria em Rede’, ministrada por Cláudia Lemos, da assessoria do Ministério Público Federal. “Nossas organizações no Judiciário estão ficando cada vez mais complexas e o trabalho de comunicação passa a exigir que a gente trabalhe de forma organizada e em rede, no sentido de trabalhar colaborativamente. No Ministério Público Federal, por exemplo, temos mais de 234 unidades no país inteiro. Então, como fazer uma comunicação única se há tantas pessoas dispersas?”, questionou Cláudia em sua oficina.

A segunda oficina foi ministrada pelo diretor do Estúdio 3, de Aracaju, Jefferson Andrade, que falou sobre ‘Como criar uma TV de Mídia Indoor no seu órgão’. “Hoje em dia é uma mídia muito usada em empresas e repartições. Em Sergipe, essa mídia já existe no mercado desde 2007 e agora estamos em uma fase de expansão e aperfeiçoamento do sistema. A receptividade tem sido muito boa porque a comunicação deve estar o mais próximo possível das pessoas”, informou Jefferson.

A terceira oficina abordou ‘O potencial de transformação da comunicação interna pela comunicação não-violenta e Comunicação 360º’. “Vejo com ótimos olhos que as assessorias de comunicação dos Tribunais consigam ampliar seu leque de possibilidades de chegar ao cidadão”, explicou Liana Gottlieb, doutora em Ciências da Comunicação (ECA/USP). Conforme Mônica Aiub, filósofa clínica e doutoranda em Filosofia pela PUC/SP, a oficina é extremamente reflexiva. “O objetivo é pensar a forma como nos comunicamos e ler os contextos, trazendo um tipo de linguagem que seja mais adequada e não-violenta, respeitando o modo de ser e pensar de todos envolvidos no processo”, acrescentou Mônica.

Já no final da tarde, houve uma reunião da diretoria do Fórum Nacional de Comunicação e Justiça e, em seguida, uma recepção aos participantes do evento no Museu da Gente Sergipana, com apresentação da Quadrilha Junina Pioneiros da Boa. A jornalista Bernadeth Farias, assessora de Comunicação do Tribunal de Justiça do Amapá, participa do evento pela segunda vez. “É uma oportunidade riquíssima para que nós assessores possamos trocar experiências, descobrir peculiaridades dos Tribunais. Ou seja, algo muito importante para o nosso trabalho”, analisou Bernadeth.

Segundo dia

Nessa sexta-feira, pela manhã, a programação começa com as reuniões setoriais, a partir das 9 horas. Às 13h30, haverá a apresentação de cases finalistas do XII Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça. A partir das 14h30, a apresentação do segundo painel, com o professor Gil Giardelli, com o tema "Democracia das redes sociais. Humanidade 5.0 - A Era da inovação coletiva". Às 16 horas, começará a plenária final e a eleição da nova diretoria do Fórum Nacional de Comunicação e Justiça. À noite, os assessores participarão da solenidade de entrega da 12ª edição do Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça e da posse dos novos diretores do Fórum.

A Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse) realizará, na próxima segunda-feira, dia 4 de agosto de 2014, a partir das 14h30, no 7º andar do Anexo I do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE), o curso ‘Aplicação dos juros e correção monetária nas decisões judiciais’, que será ministrado pelo Juiz de Direito do TJSE Fernando Clemente da Rocha.

O curso tem a finalidade de aprofundar o tratamento propriamente jurídico dos
contratos bancários, juros e correção monetária decorrentes de sentença, abrangendo o sistema financeiro nacional, a atuação de magistrados com foco na segurança jurídica também como instrumento de tutela diferenciada dos consumidores, entendendo a necessidade da correta avaliação do impacto socioeconômico das decisões.

Como o evento será realizado no turno vespertino, o acesso ao prédio será feito pelo edifício do TJSE, à Praça Fausto Cardoso, número 112, Centro.

A Comissão do Processo Seletivo para Estágio de Nível Superior no Poder Judiciário do Estado de Sergipe, divulga a Relação dos Candidatos Aprovados por Curso no Processo Seletivo de Estágio, regido pelos Editais nº 01/2014 e nº 02/2014. 

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 3226-3370 / 3208 / 3335.

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O “Uso do sistema Infojud e interpretação dos dados” foi o tema do curso realizado, nesta segunda-feira 28, para magistrados do Poder Judiciário sergipano. Promovido pela Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), o curso foi ministrado pelo Delegado da Receita Federal (RF) em Sergipe, Marlton Caldas de Souza, e pelo Chefe do Setor de Orientação e Análise Tributaria da RF (também em Sergipe) Grener Silva da Conceição. O evento ocorreu no 7º andar da Ejuse, localizada no Centro Administrativo Des. Antônio Goes, também conhecido como Anexo I do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE) no centro de Aracaju.

“Além das novidades implementadas no sistema Infojud, a nossa apresentação buscou ainda familiarizar o Poder Judiciário com o conteúdo existente nas diversas declarações que são obtidas, pois podem existir dados que até então não eram de conhecimento”, alertou Marlton Caldas.

De acordo com os ministrantes, o principal objetivo do treinamento foi disseminar o uso do Infojud, mostrando as facilidades da ferramenta e as vantagens de sua utilização, principalmente quanto à rapidez na obtenção das informações requeridas. Além de esclarecer procedimentos necessários para utilização do sistema, também foi realizado um treinamento prático com os magistrados e assessores presentes.

“Gostaríamos de agradecer ao TJSE pela oportunidade de podermos fazer a divulgação do Infojud, pois, além da importância para o Judiciário em receber as informações com mais celeridade, que traduzir-se-á em decisões também mais rápidas, contribuindo dessa forma para melhorar ainda mais a sua imagem junto à sociedade, trará repercussões positivas para a Secretaria da Receita Federal do Brasil, com a diminuição de demandas em papel”, comentou o delegado da RF.

O “Uso do sistema Infojud e interpretação dos dados” foi o tema do curso realizado, nesta segunda-feira 28, para magistrados do Poder Judiciário sergipano. Promovido pela Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), o curso foi ministrado pelo Delegado da Receita Federal (RF) em Sergipe, Marlton Caldas de Souza, e pelo Chefe do Setor de Orientação e Análise Tributaria da RF (também em Sergipe) Grener Silva da Conceição. O evento ocorreu no 7º andar da Ejuse, localizada no Centro Administrativo Des. Antônio Goes, também conhecido como Anexo I do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE) no centro de Aracaju.

“Além das novidades implementadas no sistema Infojud, a nossa apresentação buscou ainda familiarizar o Poder Judiciário com o conteúdo existente nas diversas declarações que são obtidas, pois podem existir dados que até então não eram de conhecimento”, alertou Marlton Caldas.

De acordo com os ministrantes, o principal objetivo do treinamento foi disseminar o uso do Infojud, mostrando as facilidades da ferramenta e as vantagens de sua utilização, principalmente quanto à rapidez na obtenção das informações requeridas. Além de esclarecer procedimentos necessários para utilização do sistema, também foi realizado um treinamento prático com os magistrados e assessores presentes.

“Gostaríamos de agradecer ao TJSE pela oportunidade de podermos fazer a divulgação do Infojud, pois, além da importância para o Judiciário em receber as informações com mais celeridade, que traduzir-se-á em decisões também mais rápidas, contribuindo dessa forma para melhorar ainda mais a sua imagem junto à sociedade, trará repercussões positivas para a Secretaria da Receita Federal do Brasil, com a diminuição de demandas em papel”, comentou o delegado da RF.

Uma das metas nacionais para a Justiça Estadual estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para este ano é o mapeamento de, pelo menos, 60% das competências dos Tribunais, até 31 de dezembro de 2014. O objetivo é que esse estudo possa subsidiar a implantação da gestão por competências, ferramenta fundamental para o desenvolvimento e aperfeiçoamento dos servidores públicos. O Tribunal de Justiça de Sergipe está concluindo a primeira etapa de implementação da gestão por competências.

Até o dia 31/07, os gestores que atuam no 1º grau devem acessar a plataforma EAD da Escola Judicial de Sergipe (Ejuse), clicando aqui, e no item Gestão por Competência preencher um formulário de validação, através do qual serão avaliadas as competências técnicas e comportamentais dos diversos cargos. A próxima etapa será a de análise dos dados. A etapa final vai direcionar a capacitação para os servidores do TJ conforme as demandas descobertas através dos formulários.

A Diretoria de Gestão de Pessoas do TJSE ressalta que a metodologia de gestão estratégica busca a mutualidade de desenvolvimento na relação organização-colaborador, de modo que o servidor, ao desenvolver suas competências, agregue valor para a organização, que, em contrapartida, deve oferecer condições de desenvolvimento pessoal e profissional contínuo.

Os gestores podem esclarecer suas dúvidas através do Fórum de Notícias, existente no ambiente virtual, como também por telefone com os membros do grupo de trabalho: Aline Soraya, Edison Carvalho e Tânia Denise, através do ramal 3208.

A Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça de Sergipe avisa que, por motivo de manutenção, os serviços de Consulta Processual e Sistemas Jurisdicionais estarão indisponíveis entre as 8 e 9 horas do dia 27 de julho de 2014, domingo, podendo retornar antes do horário previsto, assim que sejam concluídas as atividades necessárias.

O “Uso do sistema Infojud e interpretação dos dados” é o tema do curso que será realizado, na próxima segunda-feira, dia 28 de julho de 2014, a partir das 14h30, no 7º andar da Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse). Direcionado para magistrados e promovido pela escola, o curso será ministrado pelo Delegado da Receita Federal (RF) em Sergipe, Marlton Caldas de Souza, e pelo Chefe do Setor de Orientação e Análise Tributaria da RF (também em Sergipe) Grener Silva da Conceição.

O curso visa a não só esclarecer os procedimentos necessários para utilização do sistema Infojud, mas também oferecer um treinamento prático do sistema para os magistrados e assessores. Para tanto, os facilitadores informarão as vantagens da utilização do sistema INFOJUD, além de apresentar as novas ferramentas de utilização dos serventuários, repassar as informações necessárias de cada uma das declarações disponíveis no sistema, e realizar exercícios práticos com os participantes.

O curso será realizado no 7º andar do Centro Administrativo Des. Antônio Goes, também conhecido como Anexo I do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE), situado à Rua Pacatuba, nº 55, centro de Aracaju. Como será à tarde, o acesso ao prédio será feito pelo edifício do TJSE, à Praça Fausto Cardoso, número 112, Centro.

O candidato alega que sua crença religiosa considera o sábado um dia santo, que deve ser dedicado à adoração a Deus, não lhe permitindo atividades cotidianas desde o pôr do sol de sexta-feira até o pôr do sol de sábado. Por esse motivo, o candidato pede que seja autorizado a iniciar a prova após o pôr do sol, ficando incomunicável até este horário. O pedido havia sido negado anteriormente pela comissão do concurso.

Para o conselheiro Fabiano Silveira, o direito de agir de acordo com sua crença religiosa está ligado a um importante paradigma expressado no princípio constitucional da dignidade da pessoa humana. Além disso, segundo o conselheiro, o pedido do candidato não terá como macular o concurso e em nada atrapalha o certame, pois o candidato ficaria confinado enquanto espera o pôr do sol.

“Não lhe será dada também qualquer vantagem sobre os demais candidatos, pois ficará incomunicável aguardando o início da prova. Pelo contrário. Talvez haja até desvantagem, pois o requerente será submetido a um período mais longo e cansativo, com provável aumento da ansiedade natural nessas circunstâncias”, afirma o conselheiro em sua decisão, que é estendida aos demais candidatos que requererem e comprovarem a mesma condição religiosa.

De acordo com a decisão, os candidatos nesta situação deverão ingressar no local do concurso no mesmo horário previsto para os demais candidatos e ser alojados em recinto separado (onde permanecerão incomunicáveis). Além disso, iniciarão a prova a partir do completo pôr do sol e deverão concluí-la no mesmo tempo previsto para os demais candidatos.

Teve início hoje, 21/07, e prossegue até sexta-feira a segunda turma de ‘Capacitação em Mediação Judicial para Voluntários’. Promovido pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), em parceria com a Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), o curso tem 32 alunos, que ao longo da semana aprenderão conceitos sobre o tema e também participarão de simulações de conciliação e mediação.

“Nos dois primeiros dias, apresentaremos conceitos, os fundamentos da negociação, a moderna teoria do conflito, as técnicas de mediação e a teoria dos jogos. A partir de quarta, vamos simular os procedimentos de conciliação desde o início, com o recebimento das partes, até o final, que é o acordo”, explicou Maristela Moura, conciliadora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais e Soluções de Conflitos e Cidadania (Nupemec). Durante as simulações, serão abordados temas relativos ao direito do consumidor, acidentes de trânsito, entre outros mais comuns.

A advogada Bianca Britto é uma das alunas e disse que espera aprender mais sobre o tema. “Eu já advoguei um tempo, mas parei só para estudar para concurso. Então, esse curso me interessou porque sei que ele vai despertar meu interesse para estudar ainda mais. Além disso, o estágio conta como experiência e pontuação para concursos”, contou Bianca.

Depois das aulas dessa semana, os alunos passarão por um estágio supervisionado, no qual terão que fazer cinco mediações para, então, iniciarem os trabalhos como conciliadores voluntários. “Como conciliadores, eles terão que atuar 16 horas mensais. Os juízes nos apresentam suas necessidades e nós distribuímos os conciliadores conforme a demanda”, informou Carla Maria Franco, uma das quatro monitoras do curso e também conciliadora do Nupemec. A seleção para o projeto Conciliador Voluntário começou em maio e recebeu cerca de 140 inscrições.

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