Janaina Cruz

Janaina Cruz

Será realizado, na próxima segunda-feira, 16.08, no hotel Quality, o 2º Encontro de Planejamento Estratégico do Poder Judiciário de Sergipe. O evento tem como objetivo discutir a execução e a revisão da estratégia definida pela Resolução nº 22/2009 e também serão divulgados os primeiros resultados da execução dos projetos em andamento.

Na oportunidade, será realizada uma palestra com o Assessor-Chefe de Modernização e Gestão Estratégica do Superior Tribunal de Justiça - STJ, Luiz Otávio, com o tema Planejamento e Execução da Estratégia em Tribunais Superiores. O Presidente do Comitê Gestor, Des. Cezário Siqueira Neto, fará uma exposição sobre a Visão de um Magistrado da Reunião de Análise Estratégica - RAE.

Na parte da tarde, o evento contará com a apresentação do acompanhamento das Metas Prioritárias de 2010 do Conselho Nacional de Justiça - CNJ, que serão realizadas pela Desembargadora Maria Aparecida Gama e pelo Juiz Auxiliar da Presidência, José Amintas Noronha.

Participarão do 2º Encontro de Planejamento Estratégico, desembargadores, juízes e assessores, gestores de projetos e de metas, entidades de classe - Sindiserj e Amase, e alguns servidores premiados no ano base de 2009

"O Escritório de Projetos é a maneira mais eficiente de acompanhamento da execução dos Projetos Estratégicos". Com essa frase, o gestor do Projeto Escritório de Projetos, Fabrizio Silvestre, definiu a relevância da implantação desta ferramenta para o Planejamento Estratégico do Tribunal de Justiça de Sergipe - TJSE.

De acordo com Fabrizio Silvestre, o Escritório de Projetos tem a missão de facilitar a elaboração, a condução e a execução de todos os projetos definidos no planejamento. "A ideia e ter um acompanhamento on line e on time da execução dos projetos. A cada alteração que cada projeto realize a informação estará disponível imediatamente através de um sistema próprio de gestão de projetos".

O gestor destacou que inicialmente foi definida uma metodologia de gestão de projetos para o TJSE e capacitação dos gestores. "Neste semestre será realizado um curso à distância para os gestores, com enfoque mais prático", explicou.

Inicialmente o Escritório de Projetos será implantado de maneira física, porém o escritório funcionará em um ambiente virtual. "Neste ano a metodologia foi criada e o passo seguinte é virtualizar", ponderou o gestor.

Dentre as finalidades do Escritório de Projetos destacam-se a criação de condições para a redução de riscos, melhorar o índice de sucesso e o fornecimento de informações e histórico de conhecimentos em gerenciamento de projetos por meio da prestação de assessoria técnica e metodológica no auxílio à aplicação de padrões, processos, métricas e ferramentas de gerenciamento de projetos. "O Escritório de Projetos é um grande avanço na transparência, agilidade e controle do planejamento estratégico do TJSE", finalizou.

A nova formatação do Concurso de Remoção do TJSE, denominado projeto "Remoção Legal", desenvolvido pela Diretoria de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça de Sergipe, foi selecionado como uma ação inovadora para participar do 36º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas - CONARH, maior encontro da América Latina. O evento visa identificar e compartilhar inovações em Gestão de Pessoas, através de casos reais nas mais diversas organizações.

A seleção do projeto "Remoção Legal" atendeu aos seguintes critérios: Ineditismo, a capacidade de apresentação de algo interessante e novo; Aplicabilidade, a possibilidade de replicação em outras organizações; e Convencimento, ou seja, a habilidade potencial em atrair os participantes do CONARH.

De acordo com a Diretoria de Gestão de Pessoas, o projeto será apresentado na Sala de Inovações, ambiente dedicado à apresentação de projetos desenvolvidos por organizações, universidades, consultores e Centros de Pesquisa, que apresentam soluções inovadoras aos desafios da área de Gestão de Pessoas.

Terça, 10 Agosto 2010 12:41

Nota de Falecimento

É com pesar que informamos o falecimento de Osíris Ferreira de Araújo Ramos, irmão do Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho e do Diretor do Ferd, Omar Ferreira de Araújo Ramos.


O velório está acontencendo no OSAF, na rua Itaporanga, e o sepultamento será às 11h, no Cemitério Santa Izabel. 

O curso de extensão universitária "Os caminhos da Micro-história: Obras selecionadas", promovido pelo Memorial do Judiciário em parceria com a Universidade Federal de Sergipe e o Grupo de Pesquisa Memória e Patrimônio de Sergipe - GEMPS, teve início na tarde desta terça-feira, dia 10/08. Com 110 inscritos, entre profissionais e estudantes dos cursos de História, Letras e Direito, o curso utiliza uma modalidade da História Social, a micro-história, e discute obras literárias.

No primeiro encontro, já que a programação ocorre a cada 15 dias, os participantes puderam debater sobre a obra de Boris Fausto, O Crime do restaurante Chinês - Carvalho, futebol e justiça na São Paulo dos anos 30. A debatedora Profª. Drª. Janaina Mello Cardoso, da UFS, explicou que o livro, que conta uma história verídica e obteve grande repercussão na imprensa no ano de 1938, é um retrato da sociedade da época e de como atuava a justiça da cidade de São Paulo.

O historiador Rafael Santa Rosa explicou que a procura pelo curso foi imensa, o que pode ser justificado pela temática utilizada que é diferenciada e aborda uma nova sistemática diferente daquelas empregadas em sala de aula. "Inicialmente ofertamos 35 vagas, mas a procura foi tamanha que tivemos que ampliar para 110 inscritos", comemora.

De acordo com a Diretora do Memorial, Renata Mascarenhas, o curso somente foi possível através do convênio firmado em março deste ano com a UFS para a execução de atividades de pesquisa e extensão, e que, entre outros benefícios, possibilitou a participação de docentes, entre mestres e doutores. "A UFS e o Memorial possuem potencialidades de cooperação que tornam a parceria bem-sucedida naturalmente", avaliou.

O próximo encontro ocorrerá no dia 26 de agosto com a seleção da obra: A Herança Imaterial - Trajetória de um Exorcista no Piemonte do Século XVII, de Gionanni Levi. O debatedor será o Prof. Dr. Antônio Lindvaldo Sousa, da UFS. O curso de extensão se estende até o mês de dezembro.

Micro-História

A Micro-História é um gênero historiográfico surgido com a publicação, na Itália, da colecção "Microstorie", sob a direcção de Carlo Ginzburg e Giovanni Levi, pela editora Einaudi, entre 1981 e 1988. Numa escala de observação reduzida, a análise desenvolve-se a partir de uma exploração exaustiva das fontes, envolvedo a descrição etnográfica e tendo preocupação com uma narrativa histórica que se diferencia da narrativa literária porque se relaciona com as fontes. Contempla temáticas ligadas ao cotidiano de comunidades específicas - geográfica ou sociologicamente -, às situações-limite e às biografias ligadas à reconstituição de microcontextos ou dedicadas a personagens extremos, geralmente figuras anônimas, que passariam despercebidas na multidão.

Tal como proposto por Jacques Revel (1998), a Micro-História consiste em uma forma de investigar o objeto histórico de maneira "intensiva", ou seja, os pequenos objetos são analisados em sua totalidade, tomados como "micro-universos", os quais ainda que sofram influências dos aspectos macro da realidade (notadamente em nível político e econômico) possuem um poder de explicação único, e que não pode ser obtido com o redimensionamento a uma escala maior.

A Escola de Administração Judiciária - ESAJ informa a realização da 1ª Turma do Curso de Prazos Processuais. O curso tem como objetivo levar aos servidores conhecimentos jurídicos para melhor desempenho nas competências estratégicas. O facilitador será o Mestre em Direito e Desenvolvimento Marcos Gentil.

Curso de Prazos Processuais

Público Alvo: Técnicos Judiciários Lotados nas Secretarias das Varas Cíveis da Capital e Interior.

Obs.: A  participação no curso dar-se-á por solicitação via e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Local: ESAJ, 7º andar, sala 02.

Carga Horária: 20 horas.

Período: 23 a 27 de agosto de 2010, no horário de 14 às 18 horas.

Clique aqui para visualizar o currículo do facilitador.

O Setor de Fisioterapia do Tribunal de Justiça de Sergipe divulga informações sobre a prevenção de doenças. O texto é uma coletânea de esclarecimentos sobre a Ler/Dort.

 

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE LER/DORT?

 

O QUE É LER?

 LER - Lesão por Esforço Repetitivo. Conjunto de Síndromes (quadros línicos/patologias /doenças ) que atacam os nervos músculos e tendões (juntos ou separadamente). Elas são sempre degenerativas e cumulativas e sempre precedidas de alguma dor ou incômodo.

O QUE É DORT?

 DORT- Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho. É exatamente igual a LER porém identifica exatamente a origem do problema: o trabalho. Origem na sua atividade ocupacional = DORT, outra origem = LER

 

QUAIS OS SINTOMAS?

 Os sinais abaixo são indícios da eventual existência de uma lesão. Tendo alguns destes sintomas visite seu médico. Pode não ser nada, porém, é melhor prevenir:

 

Estágio 1

Sensação de peso, dormência e desconforto em áreas específicas. Pontadas ocasionais durante as atividades mais intensas (no trabalho ou fora dele) podem ocorrer. As sensações passam após descanso de horas ou poucos dias.

 

Estágio 2


Existe dor com alguma persistência. A localização da dor é mais precisa. É mais intensa durante picos de atividade. Pode haver perda de sensibilidade, sensação de formigamento, inchaço, calor ou frio na área afetada. Mesmo com descanso a dor pode permanecer ou reaparecer subitamente sem que qualquer atividade tenha sido realizada. Momentos de estresse psicológico ou emocional podem provocar dor ou sensibilidade nos locais afetados.

 

Estágio 3

 

Perda de força eventual ou freqüente. Dor persistente mesmo com repouso prolongado. Crises de dor aguda podem surgir mesmo durante repouso. Perda de sensibilidade frequente e eventual perda de capacidade de realizar alguns movimentos sem muita dor. Irritabilidade gera ainda mais dor.


Estágio 4

 

Dor aguda e constante, às vezes insuportável. A dor migra para outras partes do corpo. Perda de força e do controle de alguns movimentos. Perda grande ou total da capacidade de trabalhar e efetuar atividades domésticas.



Quando queremos relaxar, vamos cada vez mais baixando as costas em direção à base da cadeira. Na verdade isto é um veneno, pois assim você põe todo o peso do seu tronco em uma coluna torta. Sempre deve-se sentar colocando as costas bem rentes com o encosto da cadeira.

Até os pés influenciam na sua postura. Eles devem estar firmes apoiados sempre à frente da cadeira. Quando você os coloca embaixo  da cadeira ou não alcança o chão, você põe muito mais peso na coluna. Com os pés bem escorados, você distribui parte do seu peso nas suas pernas (faça o teste que você vai notar a diferença!).

Ele não deve ficar nem acima da altura dos olhos, nem muito abaixo, mas em um meio-termo na altura dos olhos. O seu pescoço agradece. O ideal também é que a telinha fique a pelo menos 40cm do seu rosto.

Seu cotovelo deve estar na altura da mesa onde fica o mouse, senão você vai forçar muito mais a cada clique. A maioria dos casos de tendinite no pulso é causada por esse costume errado. Também não é recomendado deixar o mouse muito longe do corpo, pois dependendo da distância você tende a entortar coluna até alcançá-lo. E nada de desviar o punho para um lado ou para o outro. Pelo menos, não enquanto estiver usando o mouse.

Esta ferramenta deve ficar exatamente na altura do seu antebraço, por questões parecidas com as do mouse. Caso vá copiar um documento, coloque de maneira próxima à posição do monitor, para que não tenha de estar se contorcendo todo cada vez que for ler uma frase.

Posição do computador: O monitor deve estar junto do teclado e do mouse, sempre. As pessoas tendem a ficar sempre com o corpo virado para o teclado, pois é mais fácil de digitar.Caso o teclado não esteja a frente do monitor  você tende a virar o corpo e os pés para o teclado, note a posição em que fica a sua coluna ?acaba  parecendo uma montanha-russa.

 

DICAS:

 

De tempos em tempos, levante-se, tome um café, e dê uma boa movimentada no corpo.

Pisque bastante os olhos, pois a leitura no monitor é mais cansativa do que em um livro comum.

Não chegue em casa e vá de novo para o computador. Nenhuma pessoa que passa 11h por dia no computador consegue ser 100% saudável.

Dores no corpo, sensação de cansaço ou até mesmo uma lesão por esforço repetitivo (LER) podem ter nascido dos longos trabalhos que você fez. Para uma maior produtividade, saúde e bem-estar, o melhor remédio sempre é prevenir.

 

A Diretoria de Gestão de Pessoas, por meio da ESAJ e, de acordo com o Ato nº 773/2009, CONVOCA os servidores abaixo relacionados para a conclusão da 1ª turma do Curso de Oficial de Justiça.

A aula será realizada no dia 12/08/2010, das 14:00 às 18:00 h, na ESAJ, sala 02, 7º andar do Anexo Administrativo José Artêmio Barreto.

Ministrante: Msc Marcos Gentil (Currículo)

Público Alvo: Oficiais de Justiça.

1.  ABIGAIL ALVES MARQUES - MAT. 1736;

2. ACÁCIA MENDES OLIVEIRA - MAT. 3220;

3.  ACÁCIA SIMONE BITENCOURT SOUZA - MAT. 3855;

4. ADALGISA VIEIRA TOSCAN - MAT. 1796;

5.  ADINEIDE VIEIRA DOS SANTOS - MAT. 1537;

6. ANA CRISTINA WANDERLEY SILVEIRA - MAT. 3009;

7. ANNE FRANK ALMEIDA MATOS - MAT. 2937;

8. ANTÔNIO PINHEIRO CAMPOS - MAT. 2294;

9.  ARÍCIA DE AGUIAR CALDAS - MAT. 1425;

10. ATILANO TEIXEIRA CAMPOS - MAT. 7088;

11. AUGUSTO CÉSAR REZENDE DE LIMA - MAT. 9440;

12. BENITO NERES - MAT. 656;

13. CARLA VALENTINA LOBÃO DE ALMEIDA SOBRAL - MAT. 2816;

14. CARLOS ALBERTO ANDRADE PAIXÃO - MAT. 1166;

15. CARLOS ALBERTO FIGUEIREDO ARAÚJO - MAT. 9054;

16. CARLOS ALBERTO SILVA DOS SANTOS - MAT. 3565;

17. CLÁUDIO ROBERTO LEITE SAMPAIO - MAT. 642;

18. CLERISTON ALVES DE OLIVEIRA- MAT. 2109;

19.  CLEZENEIRE SANTA ROSA CARVALHO - MAT. 2033;

20. CLOTILDES DA COSTA RAMOS - MAT. 886;

21. DAVI COUTO NETO - MAT. 8089;

22. DELMA MARQUES SILVA  - MAT. 1733;

23. DINAH TELES BARRETO - MAT. 1753;

24. EDICELMA SANTOS INGRACINDO BARBOSA - MAT. 1143;

25.  EDNEI  ACIOLI BISPO DE OYOLA - MAT. 875;

26.  EDLA SANTOS SANTANA - MAT. 883;

27.  EDNELZA DOS SANTOS ALMEIDA - MAT. 3626;

28.  EDUARDO ADLER MOREIRA DE OLIVEIRA - MAT. 7474;

29. EDINALDO VIERA DOS SANTOS - MAT 1134;

30. EDIVÂNIA RESENDE SILVA - MAT. 2651;

31. ELEUZA DOS SANTOS BARBOSA - MAT. 1669;

32.  ENEISE CAJÉ DA SILSA - MAT. 3192;

33.  ENOQUE LEITE SAMPAIO - MAT. 863;

34. ERUNDINO PRADO JUNIOR - MAT. 885;

35. EVANDILER DOS SANTOS DANTAS - MAT. 999;

36. FERNANDA PAULA LEAL MARTINS PONTES - MAT. 10231;

37. FRANCISCO PEREIRA LEITE NETO - MAT. 8282;

38. GEOVAN SOARES DOS SANTOS - MAT. 1731;

39. GERIVALDO LEITE DOS SANTOS - MAT. 1696;

40.  GERVANE ANDRADE FERREIRA - MAT. 1489;

41.  GILDETE SANTOS VIANA - MAT. 2694;

42.   JURANDY VIERA SANTOS - MAT 1802;

43. MARCO AURELIO ALMEIDA SILVA - MAT 2244;

44. MARIA ILDA OLIVEIRA BISPO - MAT 100;

45. MARIA JOSÉ DE MENEZES CARVALHO - MAT 1889;

46. OTAVIO RABELO MAGALHÃES - MAT. 7280;

47. RITA CARLA GOIS BARRETO - MAT. 8299;

48. SOLANGE MENDES OLIVEIRA SANTOS - MAT.1660.

O Tribunal de Justiça de Sergipe e a Escola da Magistratura do Estado de Sergipe inauguraram nessa sexta-feira, dia 06, o "Espaço Sociocultural Desembargadora Clara Leite de Rezende".  Situado no 8º andar do Anexo Administrativo Desembargador Antonio Goes, o espaço é um local dedicado à cultura, entretenimento, leitura e arte. O objetivo do espaço é auxiliar no aprimoramento intelectual e moral dos magistrados.

 

De acordo com o Presidente do TJSE, Desembargador Roberto Porto, a escolha do nome da Desembargadora Clara Leite foi uma forma de homenageá-la, já que ela foi a idealizadora do espaço, ainda quando era Diretora da ESMESE, antes da aposentadoria compulsória em junho deste ano.  "É motivo de orgulho a Desembargadora Clara ter emprestado seu nome a este local". O presidente falou da trajetória jurídica da homenageada, ressaltando que ela "possui larga folha de serviços prestados à Justiça. (...) o nome dela está gravado de forma indelével nas páginas da historia da Justiça sergipana".

 

O diretor da Esmese, Desembargador Osório Ramos Filho, reforçou que o espaço é um local para "congraçamento do magistrado com a música, poesia e letras, onde a Esmese mostra sua atenção com a classe jurídica". O magistrado também enfatizou as qualidades da homenageada : "Ela pontuou toda uma existência com flores perfumadas que são simbolicamente colhidas com sinceras e significativas homenagens".

 

A homenageada no seu discurso, lembrou o início de sua vida jurídica  "sou de uma geração de magistrados que desbravou caminhos e superou obstáculos para levar aos mais longínquos torrões deste Estado, a prestação jurisdicional". Clara Leite agradeceu a escolha do seu nome: "A escolha do meu nome para o centro sociocultural me enternece, porque fica registrado o grande desejo de que os magistrados disponham dos meios indispensáveis à ampliação dos conhecimentos em outras áreas que lhes proporcione uma formação plural, indispensável a uma boa performance de um magistrado".

 

Durante o evento, também houve o lançamento da 13ª edição da Revista da Esmese. A revista é semestral e tem por objetivo divulgar os trabalhos técnicos e científicos produzidos por magistrados e operadores do Direito em âmbito estadual, nacional e internacional, na área das ciências jurídicas. Simultaneamente também aconteceu o lançamento da Seleta do Memorial do Poder Judiciário que, no seu número 01, trouxe a trajetória da homenageada da noite. O livro  é uma reunião de escritos que contam a trajetória de Clara Leite como jurista, administradora e mulher. A orelha da Seleta foi escrita pelo Ministro Carlos Ayres de Brito que cita a trajetória existencial da magistrada aposentada e a define como alguém com currículo admirável e que orgulha o Estado de Sergipe. "Um espírito manso e uma mente em ebulição. Como é típico das pessoas interiormente evoluídas", finaliza o ministro.

 

"Ser grata é ser justa"

Após a inauguração, os convidados participaram da  abertura da Exposição "Ser grata é ser justa", organizada pelo Memorial do Judiciário, que faz uma viagem pela trajetória da Desembargadora Clara Leite de Rezende. A exposição é uma reunião de fotos, peças documentais, discursos, medalhas, troféus e placas que enriqueceram a vida da magistrada. De acordo com a diretora do Memorial do Judiciário, Renata Mascarenhas, a exposição trata de "momentos da vida da desembargadora, retratados por meio de fotografias, que ilustram, ora sua trajetória na Justiça sergipana, ora a esposa, a sogra, a mãe e a avó dedicada".

  

Confira abaixo o discurso da Desembargadora aposentada Clara Leite de Rezende na íntegra:

  

 

Começo estas minhas palavras de agradecimento repetindo Vinicius de Moraes: "A gente não faz amigos, reconhece-os, ainda que eles "não saibam que são meus amigos." "Eles fazem parte do mundo  que construí e se tornaram  alicerces do meu encanto pela vida." Neste fim de trajetória, onde o sol poderia parecer estar se pondo, pude vislumbrar com clareza que  a  existência de amigos nos dá a certeza de que não há ocasos  nem solidão para quem os tem,  mas, sempre um novo dia a renascer. 

 

As manifestações de amizade e as avaliações sobre a minha trajetória, que tenho recebido do Poder Judiciário dos meus colegas e amigos, pacificam as minhas preocupações com este passado, acalentam as  saudades e me estimulam a dar outros passos na direção da nova fase de minha vida.

 

Cada uma teve um significado especial. A despedida na minha última sessão de julgamento no Tribunal Pleno, preparada silenciosamente, pelo Desembargador Presidente, foi surpreendente.  Nela vislumbrei o grande amigo com quem convivi por alguns anos, o suficiente para construir uma amizade sólida, consolidada na convergência de princípios éticos, de visão institucional, da participação enriquecedora nos órgãos colegiados, Câmara Cível e Tribunal Pleno. No cotidiano dessas sessões de julgamento podia-se perceber a atuação do julgador atento aos fatos, atualizado na aplicação do Direito, consciencioso, ético, envolvido na solução justa do litígio, o que resultava num trabalho instigante e prazeroso para todos.

 

Naquela manhã, eu estava cercada por tantos quantos gostaria de dizer o meu adeus. Acompanhavam-me meus familiares (cúmplices no silêncio), colegas e alguns amigos para assistirem os meus últimos julgamentos. Foi escolhido o colega que iria me saudar dentre aqueles mais identificados comigo, desde o início de nossas carreiras. Ele como advogado, eu como juíza da Comarca de Frei Paulo, substituindo por 14 meses na Comarca de Itabaiana. Laços antigos de amizade e admiração que se ajustaram muito bem às intenções  do arquiteto daquela inesquecível homenagem. Desembargador Netônio com quem sempre mantive uma interface profissional muito enriquecedora para mim, disse-me maravilhas que só a grande amizade pode justificar. Omitiu, entretanto os perigos de vida que me submeteu, quando nos arroubos da sua juventude, feliz como recém-casado, achando-se o rei daquelas plagas de Itabaiana Grande, dirigia o seu carro com velocidade máxima. Ofereceu-me caronas irrecusáveis para a cidade de Frei Paulo. E eu, em estado de necessidade, as aceitei para, iniciarmos as audiências naquela comarca. Mas, Deus que protege os bem-intencionados, salvou a nós dois. 

 

A gratificante surpresa não ficou por aí. Ocupou a tribuna outro amigo, que falando em nome da classe, dirigiu-me palavras que igualmente fez crescer a minha auto-estima. O meu Presidente Paulo Macedo, de quem sou devedora por outras  falas. Comedido, sincero, solidário. Defensor incondicional dos magistrados sergipanos, sempre chegando junto com a Escola da Magistratura ou com qualquer outro projeto do interesse do Judiciário. Foi uma homenagem memorável que somente as pessoas do bem sabem planejar. Naquele dia, voltei para casa em estado de graça. Mas, faltava ainda a última sessão da Câmara Cível e com ela o término de minha missão no colegiado.  Novamente fui surpreendida com outra manifestação. Os meus colegas de Câmara usaram da palavra par saldar-me carinhosamente. O Ministério Público, na pessoa do Dr. José Carlos Oliveira, fez uma saudação em grande estilo literário, deixando-me desvanecida e muito gratificada. Os Advogados também se fizeram representar pelo Dr. Marcelo Carvalho, o qual, tomado também de surpresa entrou na ciranda  das catarses  nostálgicas  e trouxe de volta  a alegria de reviver fatos pitorescos do passado. E as meninas da Esmese?  Patrícia, Ilma, Lea, Larissa, mancomunadas com Del, Denise, Ângelo e outros mais, transformaram uma aula sobre cinema neste espaço cultural, numa grande declaração de amor, sem pejos e abertamente, com muito humor, poesia e emoção.

Porém, não é somente estas homenagens dirigidas a mim que me põem em dívida. Assistindo a posse de um grande amigo no Tribunal Eleitoral, fui mais uma vez homenageada por seu presidente, Desembargador Luiz Mendonça, os membros que o compõe, e especialmente pelo empossando, ouvi de sua alocução as mais  valiosas referências à magistrada que viu em mim, ressaltando um perfil desenhado visivelmente  por quem, realmente se considera um grande amigo. Nada mais restaurador de uma alma que as palavras positivas pronunciadas por quem é uma unanimidade em credibilidade, no que diz e no que faz. Ronivon de Aragão, o jovem sisudo que tive a sorte de encontrar no meu caminho, estava ali a falar dos que passaram por sua trajetória, quando, conquistou os espaços por mérito próprio. Membro do T.R.E de Sergipe na vaga destinada à magistratura federal, seria  mais um deles. E isto, prezado amigo, é apenas o começo.

 

A homenagem isolada tem também me emocionado; é um ex-assessor que há muito não via, uma servidora do Eleitoral  que me manda flores, amigos que há muito não nos víamos, que me faz um cartão carinhoso, ou um servidor do Poder Judiciário que se manifesta pessoalmente. Estes gestos muito me agradam... E por fim falo do quanto fui lisonjeada pela equipe de trabalho, numa reunião singela, nos últimos momentos que antecederam a minha partida, cheia de afeto e emoção com pronunciamentos sinceros, espontâneos. Nessa ocasião, tive a oportunidade de me dirigir a cada um, situando-o no resultado do meu trabalho, realizado por todos eles cada um no seu estilo, com sua capacidade de produzir, mas todos muito conscientes do nosso dever com relação à presteza e qualidade da prestação jurisdicional. A eles, através da decana Eliza, que me acompanhou desde a vara de família, transfiro parte desta homenagem.

 

Mas gostaria de registrar aqui que durante toda a minha vida, recebi uma ajuda incondicional, discreta, sem cobranças direcionadas à minha realização pessoal. Meu querido companheiro Roberto Rezende, que sendo um Engenheiro Agrônomo e não um Bacharel em Direito, teve a compreensão  de se fazer presente em todos os momentos de minha jornada, compensando as minhas ausências, acumulando com sua  jornada de trabalho, que durante tantos anos dedicou com lisura e competência aos órgãos Federal e Estadual que dirigiu. Meus filhos, pela compreensão enquanto menores e cumplicidade na maioridade. Minha mãe Guiomar, exemplo de retidão e lucidez, pela ajuda incondicional na criação de meus filhos menores. O meu pai que não conheci, mas que é sempre referência para mim e que me orgulha de ser sua filha; meus irmãos pela interferência na minha formação e pelo exemplo de honradez, qualidade profissional e  formação humanista que me passaram; e por fim aos amigos de todas épocas, que tornaram minha rota mais fácil e prazerosa (aqui incluo parentes, amigos e o Desembargador Pedro Barreto de Andrade que muito me orientou no exercício da profissão). A todos eles, a gratidão pelo privilégio de tê-los em minha vida.

 

 

Prezados, protagonista deste rito de Passagem, 

sou de uma geração de magistrados que desbravou caminhos e superou obstáculos para levar aos mais longínquos torrões deste Estado, a prestação jurisdicional. Tempos difíceis, quanto ao acesso às comarcas, às instalações dos serviços judiciais, às condições de trabalho e principalmente, à falta de orientação específica para o exercício da profissão. Éramos todos autodidatas e por isso, inseguros quanto aos resultados de nossas atuações. Carregávamos, entretanto, a imensa vontade de acertar e a juventude que fazia mover montanhas, encontrando força e coragem para merecer daquele povo simples a confiança de oferecer uma justiça que correspondesse à sua expectativa.

 

Foi uma longa trajetória de 40 anos a respeito da qual já me referi inúmeras vezes, no decorrer de minha vida profissional.

Hoje, olho para esta trajetória e tenho a impressão de que estive em uma caminhada por uma longa estrada, em companhia de muitos que como eu estariam a executar um mesmo trabalho, árduo, porém, essencial àqueles que nos confiaram a tarefa de decidir os seus conflitos: a sociedade sergipana. Caminhando sempre, este percurso era alcançado por encruzilhadas para onde se dirigiam alguns companheiros que haviam concluído a sua tarefa, deixando-nos seguir e por onde outros tinham acesso para ocupar aqueles lugares. Alguns interromperam o seu tempo em plena jornada. Restaram a tristeza por suas perdas e ausências prematuras. Dentre tantos, Antonio Goes e Fernando Franco, nos deixaram muitas saudades.

 

Nessa Estrada havia passagens para níveis mais altos de tarefas, aferidos pelo tempo em que ali permanecíamos ou por avaliação de nosso desempenho. Passei por elas com muita alegria. A mais alta e a última, eu contava com apenas 13 companheiros. Ali, as cobranças eram maiores. Comandei esse seleto grupo de peregrinos por dois anos e sem parar de andar, mudei parcialmente a minha missão. Era hora de fazer a outra parte respaldada em uma vivência anterior, para  desenvolvimento do Poder Judiciário. Era preciso repensar este Poder para colocá-lo na contemporaneidade, reconstruindo a sua máquina, formando adequadamente o seu corpo de servidores, inseri-los no contexto dos conceitos de uma administração voltada para os seus fins.

 

Queria realizar tudo de uma só vez, como uma adolescente que pensa poder abarcar o mundo com suas mãos, dispunha apenas de 2 anos. Contei com heróis e heroínas. E os homenageio neste momento tão especial, através da figura admirável do meu mestre e amigo Dr. Manoel Cabral Machado e do companheiro incondicional Fernando Sampaio Leite, que não estão mais entre nós, e que com a experiência, dinamismo intelectual e destreza no desempenho de suas tarefas, me garantiram a tranquilidade de uma orientação lúcida e segura.  Queria uma Justiça mais célere, acessível, competente. Era preciso mudar o curso daquela história. A cada momento vivenciado, repensar os erros e construir os  novos rumos. 

 

 Este grupo de idealistas que me acompanhou (Dílson Barreto, Vanda Andrade e Rúbia Mousinho), fez concretizar o que era possível no meu sonho. Que não se limitava à realização imediata de todos os programas que aquela demanda já visualizada e iniciada pelos presidentes que me antecederam estaria a exigir. Mas tentando deixar plantadas todas as sementes que estavam ao nosso alcance naquele momento de história do Judiciário. Era tempo de plantar. Contei com um companheiro de trabalho corajoso e honrado, Desembargador Nolasco de Carvalho, avalizador das minhas ideias e desmistificador dos meus medos.

 

Nesse Caminho passei por outros comandos, desta feita mais simples, porém igualmente importantes. A Escola da Magistratura foi um dos campos de aperfeiçoamento e enriquecimento pessoal pelo convívio saudável entre inteligências vivas e exemplos práticos de trabalho, enriquecidos com o que a escola sempre ofereceu, sem restrições. Penso ter sido ela uma referência, um ponto de apoio para alavancar uma formação plural, descobrindo sempre  novas formas de alcançar níveis de eficiência e celeridade, com consciência social no exercício do seu múnus. Pois como bem exprimiu a mensagem lúcida do Ministro Carlos Brito, citando a máxima de Pascal: ?Ciência sem consciência é ruína da alma?.

 

De passo a passo, chegou ao fim a minha jornada e uma encruzilhada se me apresentou. Não poderia mais continuar, eram as regras. O tempo agora sugeria descanso, ou seguir outros caminhos, desta feita, por escolha, mais amenos, onde eu possa desfrutar de outras benesses  que a vida está a me oferecer, mas que o trabalho comprometido naquela  estrada, também prazeroso, não permitia acumular.

 

 Passei por grande oportunidade de crescimento pessoal. Exercitei a minha capacidade de realizar um trabalho sério, que poderia melhorar a vida daqueles que eram os destinatários de minhas tarefas. Tive constantes experiências na difícil atribuição de entender as pretensões dos que compõem o conflito, que me levaram sempre a alcançar um passo a mais no meu desenvolvimento pessoal e profissional.  Aprendi a lidar com o sofrimento humano com respeito. A entender que pequenas pretensões materiais não o são, para quem tem nelas tudo o que podem possuir. E as de ordem moral podem representar talvez o seu único bem a preservar e por isso merecem toda a atenção, quando submetido a um julgamento.

 

Essa caminhada durou 40 anos, a maior parte de minha vida. Olho para trás e vejo como aos poucos foi sendo construída a julgadora, como ocorreu a transformação da pessoa humana. E como a vocação, foi, paulatinamente, transformando em prazer o exercício do trabalho, pela boa sensação de estar incluindo aqueles destinatários, no rol dos cidadãos brasileiros sujeitos de direitos e deveres.

 

 Comemoro os mais fecundos anos de minha existência. Vivenciei a infância, adolescência e formação profissional de meus filhos, exerci a profissão escolhida, que me permitiu viver com dignidade, amadureci minhas ideias, fui presenteada com grandes amigos e dei minha contribuição para a sociedade do meu Estado. 40 anos de boas recordações e que resultaram muitos e bons frutos para viver a década dos setenta anos, prazerosamente.

 

Mas nem tudo foram flores. Nesse percurso, impasses difíceis de serem ultrapassados ocorreram, alcances frustrados e por vezes incompreensões, ou gestos que me pareceram injustos. Por que lembrá-los? As nuvens escuras são dissipadas pelos bons ventos, restando apenas as transparentes, que deixam passar o sol radiante, e embelezam o céu dos nossos dias. O momento é de comemoração. De agradecimento.

 

A homenagem que estou a receber neste fim de tarde, deixa-me perplexa. Arquitetada por pessoas que me são muito caras, cuja capacidade de imaginação para me fazer mais feliz é ilimitada. Ela representa um ato complexo. Cada autor traçou o seu roteiro, harmonicamente sob a batuta de quem aos poucos foi se revelando uma grande maestrina. A menina baiana que chegou devagarzinho entre nós e foi se fazendo a profissional talentosa e comprometida, discreta, adquirindo credibilidade.  Ela coordenou pelo que acabo de sentir, a proposta que concebeu através do Memorial do Poder Judiciário, órgão que comanda com grande habilidade e competência, para juntar-se à do  nosso presidente, reunindo-as numa generosa manifestação.  Traduziu o que pretendia o terceiro cúmplice desta surpresa,  o Dr. Ronivon, idealizador deste memorável trabalho e ambos com o cuidado dos que possuem a sensibilidade de traduzir sentimentos, editaram o livro de minha vida. Moveram montanhas, pesquisaram a minha história para contá-la como no conto de fadas. Souberam localizar os atores que iriam compor a obra pretendida e não esqueceram nada.  Vislumbrei, por ouvir dizer, alguns deles como Desembargador Arthur Déda. Meu grande amigo e meu guru. Maria Luíza Cruz, minha irmã incondicional, consultora sobre os assuntos da vida. Ana Medina, amiga de longas datas, colaboradora em minha gestão, com  talento literário  reconhecido. E as que ainda não consegui ler. As mensagens contidas neste memorável livro ficarão transcritas na minha alma. Cada um dos seus subscritores é cúmplice de minha história, avalizada pela pena de um ministro que não é admirado porque é ministro, mas que ascendeu ao cargo de Ministro por ser tão admirado. O patrocínio desta maravilhosa trama é mais uma manifestação do talento estratégico do nosso Presidente Roberto Porto. Articulador sutil, talentoso e eficiente, mas, graças a Deus, a serviço do bem.

 

A escolha do meu nome para o centro sociocultural me enternece, porque fica registrado o grande desejo de que os magistrados disponham dos meios indispensáveis à ampliação dos conhecimentos em outras áreas que lhes proporcione uma formação plural, indispensável a uma boa performance de um magistrado. De outra parte oferece uma infraestrutura sofisticada para o merecido lazer dos magistrados e a necessária confraternização, que saiu da pena talentosa do arquiteta Itamar Batista.

 

Esta exposição que expressa o meu roteiro na magistratura, bem é o seu estilo, Renata. Feita com esmero, eficiência e glamour. O nome que você escolheu causou-me grande alegria  porque me deu conta de que àquela época, eu já possuía a consciência do cargo que falou o Ministro Carlos Brito, quando de sua saudação na Academia Sergipana de Letras. Esta frase está colocada num contexto que confirmo 25 anos depois.

 

A todo o momento e a cada passo, uma surpresa sobre minha vida, expressa da forma mais caprichosa por quem sabe discernir o exato ponto de atingir a minha alma, cuidadosamente.

 

Aos seus arquitetos imaginativos, desta linda homenagem, Des. Roberto Porto, Ronivon Aragão e Renata Mascarenhas Aragão. Os colaboradores nas idéias, nas palavras mágicas, na execução por um artífice da amizade, meu encantamento, pelo talento criativo, a  eterna gratidão por colocar em minha vida razões bastantes para nunca mais  me sentir triste.

 

Muito  obrigada.

 

 

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