Janaina Cruz

Janaina Cruz

Para tentar evitar que mais ações de consumidores cheguem ao Judiciário, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão do Ministério da Justiça, criou o site consumidor.gov.br. As 282 empresas que aderiram ao projeto têm dez dias para chegar a um acordo com o cliente. Toda a negociação é monitorada pela Senacon.

No site, é possível saber o índice de acordo atingido por cada uma das empresas e o tempo médio de resposta ao consumidor. Há ainda uma nota pelo atendimento atribuída por cada um dos clientes.

A secretária nacional do consumidor, Juliana Pereira da Silva, diz que não se trata de fechar as portas do Judiciário para as demandas de consumo. A ideia é abrir nova frente de negociação direta entre as empresas e seus clientes. Caso não haja acordo, todo o histórico das conversas fica registrado na plataforma, e o consumidor pode usá-lo para propor ação na Justiça, afirma.

O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Renato Nalini, firmou parceria com a Senacon nesta quarta-feira (4/11). Segundo ele, juízes e desembargadores trabalham atualmente em seu limite. E, apesar da alta produtividade, não é possível dar respostas rápidas diante do número de ações que chegam diariamente. Tentar uma solução pelo site criado pela Senacon vale mais a pena do que entrar com um processo, que pode levar anos para ser decidido e, ainda, com a possibilidade de a resposta não ser satisfatória nem para o consumidor nem para a empresa, recomenda o desembargador.

O site entrou no ar em setembro de 2014. De lá para cá, foram finalizadas 182 mil reclamações, com índice de 80% de acordos, de acordo com Juliana Pereira da Silva. Começou com 50 empresas cadastradas, que foram procuradas pela secretaria por estarem no ranking daquelas com maior número de reclamação de consumidores. Hoje, as empresas interessadas devem procurar a secretaria.

“Procuramos sair do histórico ranking dos piores para criar um novo ambiente onde as empresas disputem para serem as melhores no atendimento ao consumidor, e não o contrário. O objetivo é que as empresas demonstrarem que têm compromisso com os seus clientes”, afirma Juliana.

Nota para o atendimento
Na cerimônia de assinatura do acordo entre o TJ-SP e a Senacon, mais 14 empresas decidiram aderir à plataforma de solução extrajudicial de conflitos. Cada uma delas tem uma equipe voltada para atender essa demanda.

Na Samsung, por exemplo, a central de atendimento recebe as reclamações e envia para o departamento jurídico, que vai propor uma solução para o caso. Foi a primeira empresa no setor de eletro-eletrônicos a aderir à plataforma. Segundo a chefe do departamento jurídico da empresa, Adriana Mori, o objetivo da empresa é reduzir o número de litígios no Judiciário.

De acordo com o consumidor.gov.br, a empresa já respondeu a 5.151 reclamações e obteve um índice de 65,2% de acordos. O prazo médio das respostas foi de 3,8 dias. A satisfação do consumidor, numa escala de 1 a 5, foi de 2,8.

O banco Itaú-Unibanco conta com uma equipe de mediadores e conciliadores, formados pela Escola Paulista da Magistratura, para atender às demandas. Respondeu ao todo a 4.377 reclamações, com 74,5% de acordos. O prazo médio da resposta foi de 6,9 dias, e a satisfação do consumidor foi de 2,9.

O plano de saúde Amil aderiu há pouco tempo ao programa. Respondeu a 462 reclamações e atingiu 64,3% de problemas resolvidos por meio da conciliação. O prazo médio da resposta foi de 8,2 dias, e a nota de satisfação do consumidor ficou em 2,2.

A Senacon já fechou parceria com Procons, a Defensoria Pública e os tribunais de Justiça da Bahia, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

A 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) condenou a empresa Território da Informática e Importação Ltda. a pagar R$ 3 mil de indenização por danos morais a uma cliente que comprou uma televisão pela internet, mas não recebeu a mercadoria. A empresa também deverá restituir-lhe R$ 1.460, valor pago pelo produto.


A consumidora ajuizou a ação contra a Território e outras duas empresas, a BCash Intermediação de Negócios Ltda. e a E-Commerce Media Group Informação e Tecnologia Ltda., requerendo a devolução do valor pago pela televisão e indenização por danos morais.

O juiz da 1ª Vara Cível de Uberaba entendeu que o processo deveria ser extinto em relação à BCash e à E-Commerce. Ele condenou a Território a restituir à consumidora o valor da mercadoria, no entanto julgou improcedente o pedido de indenização por danos morais.

A cliente entrou com recurso no TJMG, reiterando que sofreu dano moral, pois “foi obrigada a tomar diversas medidas judiciais e extrajudiciais na tentativa de obter o ressarcimento do valor pago”. Quanto à legitimidade passiva da BCash e da E-Commerce – ou seja, que essas empresas podem figurar como rés no processo –, baseou-se no Código de Defesa do Consumidor para alegar que “todos aqueles que participaram da cadeia de fornecimento podem ser responsabilizados pela falha na prestação de serviço”.

A desembargadora Mariângela Meyer, relatora do recurso, observou que a E-Commerce Media Group Informação e Tecnologia Ltda., atual denominação da Buscapé Informação e Tecnologia Ltda., é a responsável pelo sítio www.buscape.com.br, que oferece apenas a busca de produtos e a comparação de preços, possibilitando ao cliente a escolha da loja em que pretende efetivar a compra. Já a empresa BCash, ainda de acordo com a relatora, é mera intermediária na compra efetuada, pois disponibiliza a ferramenta denominada pagamento digital.

A magistrada, portanto, entendeu que a E-Commerce e a BCash não participaram da relação de compra e venda. Ela reformou a sentença apenas quanto ao pedido de indenização por danos morais, que julgou procedente.

Os desembargadores Vicente de Oliveira Silva e Anacleto Rodrigues votaram de acordo com a relatora.

Acontecerá nessa quinta e sexta-feira, dias 5 e 6/11, no auditório da Escola Superior da Advocacia da OAB/SE, localizada à travessa Martinho Garcez, 71, no Centro de Aracaju, um Ciclo de Debates sobre ‘Justiça e adolescente em conflito com a lei’. O painel inaugural, na quinta, às 19 horas, terá como tema ‘O adolescente em conflito com a lei: punição versus restauração”, com a participação do Juiz do Tribunal de Justiça de Sergipe Edinaldo César dos Santos Júnior, mestre em Direitos Humanos, que falará sobre o perfil dos atos infracionais.

A programação continua na sexta, a partir das 8 horas. A magistrada do TJSE Hercília Maria Fonseca Lima participará, às 10 horas, do painel ‘Programa de Egressos do Sistema Socioeducativo – Propostas’. No painel da tarde, a partir das 14h30, outros quatro Juízes do TJSE – Vânia Barros, Coordenadora da Infância e Juventude; Haroldo Rigo, secretário geral da Abraminj; Paulo Roberto Barbosa, presidente do Foeji; e Gaspar Feitosa Filho, vice-presidente do Foeji – participarão do painel ‘Justiça para o Século XXI: implantação do projeto piloto de Justiça Restaurativa’.

O evento é promovido pela Escola de Ciências Criminais (ECCrim) e tem como coordenadora científica a doutora em Direito Penal Daniela Costa, professora da Escola Judicial de Sergipe (Ejuse) e da UFS. As inscrições podem ser feitas através do site www.duplacomunicacaoeventos.com.br, onde também se encontra a programação completa. Mais informações pelos telefones (79) 3211-3273 e 9882-0522.

A Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Sergipe comunica, para conhecimento do público em geral, a Escala de Plantão para os Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais, conforme Provimento nº 09/2014-CGJ/SE e Portaria nº 649/2016-CGJ/SE.

 

Novembro de 2017

 

DIA

SERVENTIA

LOCAL

02

(Feriado)

6º Ofício

Rua de Itabaiana, 177 – Centro.

04

(Sábado)

7º Ofício

Rua Itabaiana, 106 – Centro.

05

(Domingo)

8º Ofício

Rua Lagarto, 1332 – Centro (esquina com a Avenida Barão de Maruim).

11

(Sábado)

2º Ofício

Trav. Benjamim Constant, 68 – Centro.

12

(Domingo)

4º Ofício

Av. Acrisio Cruz, nº 567 – Bairro Salgado Filho.

15

(Feriado)

6º Ofício

Rua de Itabaiana, 177 – Centro.

18

(Sábado)

7º Ofício

Rua Itabaiana, 106 – Centro.

19

(Domingo)

8º Ofício

Rua Lagarto, 1332 – Centro (esquina com a Avenida Barão de Maruim).

25

(Sábado)

2º Ofício

Trav. Benjamim Constant, 68 – Centro.

26

(Domingo)

4º Ofício

Av. Acrisio Cruz, nº 567 – Bairro Salgado Filho.

A Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse), por meio da Coordenadoria de Cursos para Servidores e da Divisão de Ensino a Distância, informa que estão abertas as inscrições para três cursos a distância no mês de novembro. ‘Prática Cartorária/Juizado Criminal’, ‘Práticas Cartorárias Criminais III’ e ‘Redação Oficial’ inscrevem até dia 3 de novembro de 2015.

De acordo com a coordenação da Divisão de Cursos a Distância, esta é mais uma chance, em 2015, para os servidores que querem se qualificar com cursos na modalidade a distância. Com exceção de ‘Práticas Cartorárias Criminais III’, que terminará dia 7 de dezembro 2015, os demais cursos serão realizados no período de 3 a 30 de novembro do corrente.

Para se inscrever, o servidor deverá acessar o site http://www.eadejuse.tjse.jus.br e como nome do usuário inserir o número do CPF (desconsiderando os zeros que porventura possam existir no início do CPF) e colocar a senha 123456, caso seja a primeira vez que acessa o portal.

Mais informações sobre os cursos, clique aqui.

Vinte e sete servidores do Tribunal de Justiça de Sergipe estão participando do Curso de Mediação, promovido pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Conflitos (Nupemec), Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) e Escola Judicial de Sergipe (Ejuse). Durante as 40 horas do curso, as quatro instrutoras apresentam técnicas, ferramentas e procedimentos utilizados na mediação através de aulas teóricas, exibição de vídeos e exercícios simulados.

“Com o novo Código de Processo Civil, que entra em vigor em março do próximo ano, a mediação e a conciliação passam a ser etapas obrigatórias. A grande vantagem desse método é que as próprias partes é quem decidem pela melhor solução para ambas, de uma forma muito mais rápida e com o índice de satisfação bem maior”, explicou Brenna Thais Santos Pereira, que é conciliadora do Cejusc desde 2007. Ela lembrou, ainda, que as principais qualidades do mediador devem ser a imparcialidade e a paciência.

A técnica judiciária Rosenilza Melo Freitas, que trabalha como assessora de Juiz na Comarca de Riachuelo, disse que o curso está sendo muito proveitoso. “Estamos aprendendo técnicas que vão nos ajudar no trabalho que, atualmente, já fazemos. Com o novo CPC a mediação será algo constante e esperamos que isso possa reduzir a demanda muito grande de processos que temos hoje, já que o litígio será resolvido logo no início”, destacou Rosenilza. O curso prossegue nas próximas segundas-feiras, na Ejuse, no 7º andar do Anexo II, em Aracaju.

 

Fazer uma demonstração panorâmica das principais modificações incorporadas pelo Novo Código de Processo Civil (CPC), desde a petição inicial até o último ato do processo. Este foi o objetivo principal da palestra do Advogado e Professor Misael Montenegro Filho, que falou sobre o tema ‘Tutelas Provisórias e Procedimentos Especiais’ no quarto e último dia do Ciclo de Palestras sobre o Novo Código de Processo Civil. A palestra ocorreu nesta sexta-feira, 23/10, no auditório do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), localizado no Centro de Aracaju, e foi promovida pela Coordenadoria de Cursos Externos da Escola Judicial de Sergipe (Ejuse).

De acordo com o palestrante, o novo CPC vem apostando em algumas técnicas novas, a exemplo da conciliação e da mediação, que são etapas que passam a ser obrigatórias no processo logo no seu início. Segundo ele, o Código também aposta na resolução de conflitos de massa, por meio de uma técnica que foi trazida da Alemanha e que é chamada de incidente de resolução de demandas repetitivas. Para Misael Montenegro, o novo CPC vem com uma grande expectativa porque tende a acelerar a tramitação dos processos.

“Mas precisamos ver o Código sair do papel. A expectativa foi criada, é necessário que o Judiciário se aparelhe para receber o novo Código porque ele exige do Judiciário algumas modificações, em termos de contratação de pessoal e aquisição de equipamentos de tecnologia para realização de, por exemplo, audiências por videoconferência. Então, o efeito do novo Código não vai ser sentido no próximo ano, eu diria ainda que só nos próximos dez anos é que a gente pode ter uma ideia do que o novo CPC trouxe de positivo para a sociedade brasileira”, resumiu.

Durante a abertura da palestra, o Desembargador aposentado Cláudio Deda Chagas saudou o palestrante e enalteceu a Ejuse pela iniciativa de promover o ciclo de palestras por meio da por Coordenadoria de Cursos Externos. “A escola tem contribuído muito para o aperfeiçoamento dos magistrados e de profissionais que são ligados à área jurídica em nosso Estado”, afirmou.

Outras palestras

O Ciclo de Palestras da Ejuse teve início no dia 2 de outubro, com a palestra do Jurista Elpídio Donizetti sobre As Diretrizes do Novo Código de Processo Civil. O Jurista Antônio Carlos Marcato explanou sobre O Processo de Conhecimento do Novo CPC, no dia 9. Na sequência, no dia 16, o Professor Doutor Cassio Scarpinella Bueno palestrou sobre O Cumprimento de Sentença, a Execução e as Defesas do Executado.

A ambientação para novos servidores, que começou no último dia 14 e terminou hoje, 23/10, além da aula do curso de Práticas Cartorárias Cíveis, contou com uma apresentação sobre o trabalho da Ouvidoria Geral do Tribunal de Justiça de Sergipe. O servidor Felipe Prudente falou sobre o surgimento e papel da Ouvidoria, ressaltando a importância da participação dos servidores.

“Percebemos que os novos servidores querem prestar um serviço público de qualidade e atender bem à população. Então, viemos mostrar que eles podem apresentar sugestões, críticas e, assim, colaborar com a administração pública”, enfatizou Felipe, que é assessor da Ouvidoria. Somente em 2014, a Ouvidoria recebeu 3.512 demandas, sendo 1.449 pedidos de informação e 1.997 manifestações.

A servidora Vera Cristina Celestino Silveira, aprovada no concurso de junho de 2014 e lotada recentemente para a Comarca de Carira, disse que aprovou a ambientação. “Os facilitadores dos cursos foram maravilhosos. Com eles tivemos uma noção muito boa de como funcionam os cartórios e o atendimento ao público. A equipe da Diretoria de Gestão de Pessoas também foi bastante receptiva com os novatos, esclarecendo dúvidas e mostrando que as coisas não são tão complicadas quanto imaginávamos”, elogiou.

Conforme a Diretora de Gestão de Pessoas, Luciana Nobre, a ambientação promovida em parceria com a Escola Judicial de Sergipe (Ejuse) teve como objetivo apresentar o Tribunal de Justiça aos servidores convocados, objetivando um conhecimento da estrutura, das rotinas e dos sistemas de controle processual e permitindo que eles iniciem o exercício do cargo com o mínimo de informação para executarem suas atividades.

Os temas das palestras realizadas durante a ambientação dos novos técnicos judiciários foram ‘Conhecendo o Judiciário’, ‘Direitos e deveres dos servidores’ e ‘O papel da Ejuse na formação profissional dos servidores’, totalizando 4 horas. No segundo dia da ambientação, tiveram início os cursos de Práticas Cartorárias Cível e Criminal, cada um com 20 horas, ministrados, respectivamente, por dois servidores do TJSE, Oscar Luduvice e Ricardo Brito.

A Secretaria Judiciária  do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe informa aos Senhores Juízes de Direito, que se encontram abertas até o dia 26 de outubro corrente, as inscrições para concorrer à vaga de Membro Titular, Classe Juiz de Direito, do Tribunal Regional Eleitoral, conforme Edital publicado no Diário da Justiça Eletrônico do dia 20 de outubro de 2015.

A Escola Judicial do Estado de Sergipe, através da Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância, informa que estão abertas as inscrições para o curso abaixo:

 

Curso:

PRÁTICAS CARTORÁRIAS CRIMINAIS III, na modalidade a distância

Período:

03 de novembro a 07 de dezembro de 2015

Inscrição:

26 de outubro a 03 de novembro de 2015

As inscrições podem ser encerradas antes do período acima indicado caso haja o preenchimento total das vagas disponíveis.

Público-alvo:

Servidores do TJSE

Como se inscrever:

o servidor deverá acessar o site http://www.eadejuse.tjse.jus.br e como nome do usuário inserir o número do CPF (desconsiderando os zeros que porventura possam existir no início do CPF) e colocar a senha 123456, caso seja a primeira vez que acessa o portal.

Objetivo:

O escopo deste curso é debater e incentivar a reflexão acerca das rotinas aplicadas no âmbito de uma Secretaria Criminal, com ênfase na introdução de práticas que levem a otimização de tempo através de um controle efetivo do Sistema de Controle Processual, melhorando a produção global de um Juízo ou Vara.

Carga horária:

40 horas/aulas

Facilitador(a):

RICARDO BRITO MATOS, escrivão, lotado na 5ª Vara Criminal, Graduado em direito pela UFS, Pós Graduado em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pela FANESE.

Realização:

Coordenadoria de Cursos para Servidores e Divisão de Ensino a Distância

Conteúdo programático:

MÓDULO I

Noções Gerais sobre Atendimento ao Público na Secretaria

Aula 1: 1. Conceitos e Diretrizes; 2. Recebimento de documentação oriunda do Protocolo Integrado; 3. Cadastramento no SCP do recebimento de documentação - Influência na movimentação processual; 4. Atendimento geral ao público (partes e advogados) -

Aula 2
1. Carga de Processos - Tipos e limitações; 2. Agendamento de Carga - conceito e elementos informativos; 3. Recebimento de Correspondências e outros documentos; 4. Recebimento de Processo que não tiveram sua carga informada no sistema; 5. Recebimento de Processos redistribuídos de outras Varas ou Juízos

MÓDULO II

Metodologia da Preparação de Processos de Competência do Tribunal do Júri

Aula 1
1. Consequências da Pronúncia; 2. Recursos cabíveis e atividades a serem realizadas; 3. Preclusão de Pronúncia – certidão; 4. Alteração, correção e cancelamento de Certidão de Preclusão: hipóteses e limites; 5. Art. 422 do CPP e efeitos práticos no âmbito da Secretaria; 6. Designação do Júri: diligências a serem efetivadas pela Secretaria; 7. Função de Jurado: aptidão, cadastramento e publicação de Edital Anual; 8. Sorteio Eletrônico de Jurados: elementos, realização e publicação; 9. Observância dos prazos de sorteio e realização do Júri; 10. Requerimentos de Jurado: dispensa e inaptidão; 11. Exclusão de jurado da lista anual: hipóteses

Aula 2

1. Realização do Júri: providências a serem tomadas; 2. Confecção de Ata: elementos constitutivos essenciais e demais documentos a serem produzidos; 3. Finalização do Júri: consequências de interposição imediata de recurso; 4. Degravação de Júri em razão de recurso: procedimentos

Procedimentos Cartorários Pós Julgamento

Aula 3

1. Sentença: tipos e implicações no trabalho da Secretaria; 2. Publicação e contagem de prazo da sentença; 3. Trânsito em Julgado de sentença: modelos de certidões; 4. Interposição de Recursos - tipos e certidões aplicáveis; 5. Cadastramento de Pena e inclusão no Rol de Culpados; 6. Acompanhamento de sursis e de penas alternativas

MÓDULO III

Noções Gerais sobre a Expedição de Guia de Execução - Eletrônica e Tradicional

Aula 1

1. Conceito de Guia de Execução; 2. Competência de Execução da Pena: capital e interior; 3. Acompanhamento de processos com Guia pendente; 4. Confecção de Guia de Execução Eletrônica: elementos necessários; 5. Consulta de Guias enviadas a VEC

Outras Ferramentas, Consultas e Relatórios no SCP

Aula 2

1. Marcação de Perícias; 2. Relatórios e pré-impressos; 3. Como realizar consultas processuais no SCP; 4. Tipos de consultas de processos, pautas e movimentos do processo; 5. Consultas de base de dados de rol de culpados, bens/armas e outros relatórios importantes; 6. Relatórios de estatísticas de judicância.

Vagas:

150 vagas

Mais informações:

3226-3336, 3226-4248 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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