Começou ontem, dia 25/05, o curso de BPMN (do inglês, Notação de Modelagem de Processos de Negócio) e Bizagi, no Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe. O curso é uma parceria da Diretoria de Planejamento (Diplad) com a Escola Judicial de Sergipe para capacitar e treinar servidores como multiplicadores a fim de iniciar a implantação do Escritório de Processos, com o objetivo de modernizar a gestão do TJSE e otimizar o uso dos recursos públicos.
A ferramenta é específica para gestão de processo de forma ágil e fácil de utilizar, permitindo desenhar, diagramar, documentar e publicar os processos utilizando o padrão BPMN. De acordo com o instrutor, o analista de sistemas Charlton Almeida, o curso atende o objetivo do TJSE de ser mais eficiente para sociedade. A ideia é criar multiplicadores nas unidades administrativas. “A gente precisa ter técnicos e servidores habilitados para que eles possam mapear nossos processos e assim identificar onde eles podem ser melhorados”, ressaltou.
“Eu percebo que é um curso muito importante para as pretensões de melhorar o fluxo de trabalho do Tribunal de Justiça. Estamos conhecendo uma ferramenta que vai proporcionar uma maior celeridade nos nossos setores”, analisou um dos alunos dessa primeira turma, o Chefe da Divisão de Desenvolvimento Administrativo, Felipe Duarte.
O Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento, Felipe Baptista Prudente, frisou a importância do curso para implantação do Escritório de Processos no Judiciário de Sergipe. “É a ferramenta que iremos utilizar no escritório. Desde que foi implantado o SEI, o Sistema Eletrônico de Informação, os processos administrativos foram virtualizados e com isso nasceu essa necessidade de alterar algumas rotinas que continuam as mesmas da época do processo físico. O Escritório de Processo vem para otimizar essas rotinas”.
Ele ainda explicou que “o Escritório de Processos trará ganhos consideráveis na operação administrativa, pois os processos serão mapeados e conhecidos, suas atividades poderão ser analisadas e aprimoradas, dúvidas do tipo "como fazer, por onde iniciar" não mais farão sentido”.