Na manhã desta segunda-feira, dia 06, o Tribunal de Justiça de Sergipe recebeu a visita de uma comitiva do Tribunal de Justiça do Amapá. Os servidores vieram conhecer o projeto de conciliação no trânsito realizado pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania, em parceria com a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Aracaju.
De acordo com a assessora jurídica da Presidência do TJAP, Sônia Ribeiro, a ideia é realizar intercâmbios com o Poder Judiciário sergipano. Segundo ela, o projeto do CEJUSC/TJSE que realiza conciliação ainda no local da colisão gerou interesse. “Nós temos um programa semelhante no TJ Amapá, mas ele precisava de melhoramentos. No nosso programa, o agente de trânsito pega as partes e leva para conciliação nos CEJUSCs. Foi quando no 3º Fonamec, agora em abril, lá no Estado do Mato Grosso, que a Juíza Maria Luiza apresentou a prática de Sergipe e nós viemos aqui para fazer uma visita técnica. Eu sou membro do Nupemec do Amapá, a ideia é fazer todas as tratativas com o TJ de Sergipe para implantar o mesmo sistema no Amapá”, explicou.
A Juíza Coordenadora do Cejusc do TJSE, Maria Luiza Foz Mendonça, ressaltou a importância do projeto para diminuir o número de processos no Judiciário. Ela ainda classificou como positivo o interesse do TJ Amapá pelo projeto. “É o reconhecimento do nosso trabalho. O TJSE tem o maior prazer de ajudá-los a implantar o nosso aplicativo naquele tribunal”. A magistrada também informou que a ideia é realizar intercâmbio de alguns projetos com a Justiça amapaense.
Projeto CEJUSC/SMTT
O Tribunal de Justiça de Sergipe e a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) realizam o projeto “Pare! Concilie! Siga!”, no qual os agentes de trânsito são disseminadores da cultura de métodos alternativos de solução de conflitos. No projeto, os agentes de trânsito da SMTT podem, in loco, diante de um acidente, de uma colisão ou de algum eventual conflito, fazer uma abordagem adequada, possibilitando a realização de um acordo que será homologado pelo Poder Judiciário, através do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc).




