O programa televisivo Sergipe Justiça, realizado pela Diretoria de Comunicação do Poder Judiciário sergipano, é finalista da 14ª edição do Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça. O prêmio, que é considerado mais importante do sistema de comunicação da Justiça, é realizado anualmente pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça. Na edição de 2016, 177 trabalhos foram inscritos em 14 categorias. O projetos foram avaliados por um time de 12 jurados, dentre acadêmicos e profissionais da área de comunicação.
O Sergipe Justiça disputa o prêmio na categoria “Programa de TV Nacional”, com o programa Revista TST,do Tribunal Superior do Trabalho, e do programa Jornada, também do Tribunal Superior do Trabalho e dos Tribunais Regionais do Trabalho. O Diretor de Comunicação do TJSE, Euler Ferreira, ressalta a importância de ter chegado nesta lista final. “Essa é a última etapa de uma disputa que teve projetos do CNJ, STF, STJ e nós conseguimos conquistar uma vaga na final para disputar o prêmio com o TST, o que já é um feito enorme para o Poder Judiciário de Sergipe”, explicou. Essa é a 6ª vez consecutiva que a Dircom conquista uma vaga entre os finalistas do prêmio.
O programa Sergipe Justiça é semanal, tem meia hora de duração e formato de telejornal. As matérias abordam temas diversos da vida administrativa e jurisdicional, além de apresentar matérias de cidadania. O programa é veiculado nacionalmente na TV Justiça, e também nas tvs Aperipê e Alese.
Histórico de vitórias no prêmio
O TJSE vem acumulando conquistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça. Em 2011, o projeto Informe Legal levou o 3º lugar. Já em 2012, o programa Sergipe Justiça, o projeto Informe Legal e o São João Vertical foram agraciados com a premiação máxima. Em 2013, Informe Legal venceu o prêmio mais uma vez. No ano seguinte, na categoria fotografia, o Poder Judiciário de Sergipe venceu com a fotografia “Esperança no Presídio Feminino”, da jornalista Denise Rodrigues e, em 2015, a reportagem escrita da jornalista Janaina Cruz venceu o prêmio com “Marcas da ditadura no Brasil estão guardadas em processos judiciais”.




