A decisão sobre o desaforamento do júri do ex-prefeito Galindo, acusado pelo crime de homicídio contra o radialista Zezinho Cazuza, estava suspenso desde o pedido de vista do juiz convocado Ricardo Múcio Santana Abreu Lima, que estava substituindo o des. Manuel Pascoal Nabuco D´Ávila.
Ontem, 15, o julgamento foi retomado, quando então o des. José Artêmio Barreto reformou o voto prolatado pela juíza convocada Rosalgina Almeida Prata Libório, que o substituía quando do início da votação. A magistrada havia votado para que o júri fosse realizado na Comarca de Aracaju. Entretanto, com o retorno do desembargador Artêmio Barreto, houve a retificação do voto, para que o júri fosse realizado na Comarca de Propriá.
Outro voto a favor do desaforamento para o município de Propriá foi proferido pelo des. Manuel Pascoal Nabuco D´Ávila. Assim, com 06 votos a favor do desaforamento para a Comarca de Propriá, contra 04 votos a favor do desaforamento para o município de Aracaju, restou decidido o local do júri do ex-prefeito.




