Comitê Gestor do Planejamento Estratégico (PE) do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) reuniu-se, nesta sexta-feira, 15.04, para a realização da 23ª Reunião de Análise Estratégica (RAE) e a primeira em 2016. Neste primeiro encontro foi apresentado o trabalho do Comitê para os novos gestores, atualizada as informações sobre os Projetos Estratégicos em andamento, demonstração sobre o Macrodesafio de Execuções Fiscais e Cíveis, além da apresentação das iniciativas desenvolvidas pelo TJSE para a adequação ao novo Código de Processo Civil.
A RAE foi aberta pela Presidente do Comitê Gestor, Desª. Iolanda Guimarães, que informou a todos que este é o ano da execução da estratégia. “Em 2015, que foi o primeiro ano do novo ciclo, preparamos o TJSE na parte dos Macrodesafios. Agora, iremos executar os projetos, as ações e os programas para que sejam atingidos os nossos objetivos estratégicos. Estamos hoje com a Desª. Elvira Almeida, que preside o Comitê de Priorização do 1ª Grau, para acompanhar o PE, que está alinhado com o Macrodesafio respectivo”, comentou a magistrada.
Em seguida, foi realizada, pela Diretora de Planejamento do TJSE, Sunnie Grace Nascimento, uma apresentação sobre o andamento de todos os 11 Macrodesafios e a construção e etapas para a implementação da 8ª Pesquisa de Satisfação do Judiciário, que será iniciada no dia 10.05. “Um dos focos desse encontro foi apresentar ao Comitê Gestor os impactos do novo CPC nos Macrodesafios e as iniciativas implementadas para adequá-los à nova legislação”, explicou a servidora.
Ao final, o Comitê deliberou sobre a data do VIII Encontro Anual do Planejamento, que acontecerá no dia 28 de agosto, a indicação, pelos gestores dos Macrodesafios, do gerentes de projetos e a atualização, sempre do dia 15 de cada mês, dos projetos estratégicos no sistema eletrônico de acompanhamento.
“Em um momento de crise, como esta em que o país passa, é fundamental possuir um Planejamento Estratégico consolidado. Com um alicerce sólido é mais tranqüilo fazermos os ajustes necessários para continuar a manter o Judiciário sergipano como um dos melhores do Brasil”, concluiu Desª Iolanda Guimarães.