A Corregedoria-Geral da Justiça identificou uma grande quantidade de bens apreendidos depositados no Fórum Gumersindo Bessa em situação precária e insalubre. Devido à necessidade de dar a correta destinação a esses bens, a equipe da Divisão de Apoio Judicial da CGJ promoveu a identificação dos mesmos, a localização dos respectivos processos e a avaliação sobre a viabilidade de alienação, devolução ou descarte.
Ao final dos trabalhos, foram descartados aproximadamente 1000 bens que não mais possuíam valor comercial. As ordens de descarte foram emitidas pelo juiz Haroldo Luiz Rigo da Silva, designado pela CGJ. O magistrado despachou cerca de 500 processos, decretando o perdimento e imediato descarte dos bens, pela ausência de valor comercial.
O descarte se deu por meio da Cooperativa dos Agentes Autônomos de reciclagem de Aracaju - CARE, entidade que mantém parceria com o Tribunal de Justiça.




