Pela quarta vez, o Comitê Gestor de Segurança da Informação do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) realizou uma reunião para debater a política de acesso aos sistemas informatizados, com o objetivo de garantir ao jurisdicionado a disponibilidade do processo eletrônico e a segurança das informações.
Nesta quarta-feira, dia 13, foi dado prosseguimento às deliberações de reuniões anteriores, em especial, à definição das ações de segurança para o acesso à internet e utilização dos e-mails corporativos, além das políticas de uso dos órgãos parceiros do TJSE, como a Defensoria Pública, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil e Procuradorias.
De acordo com a Secretária de Tecnologia, Denise Martins, foi deliberada a política de acesso aos e-mails institucionais e o uso geral dos sistemas. “Estamos debatendo o acesso aos sistemas do Tribunal, decorrente da virtualização judicial, assim como o perfil de acesso aos órgãos parceiros. Também definimos como será a divulgação das deliberações do Comitê de Segurança aos usuários, daqueles que integram ou não o Tribunal, e por isso contamos com a participação da Diretoria de Comunicação”.
Participaram da reunião, os Juízes Auxiliares da Presidência, Marcelo Campos e Elbe Carvalho; o Juiz Corregedor Francisco Alves Jr.; a Secretaria de Tecnologia da Informação, Denise Martins; o Direitor de Segurança, Júlio Flávio Prado; o Diretor de Jornalismo, Luciano Andrade; Diretor de Gestão de Pessoas, Acácio Jiomar dos Reis; além de diretores e chefes de divisão da Setec.
O Comitê é responsável por orientar as ações e investimentos em segurança da informação do TJSE e a sua criação atende à Resolução 90 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Foi criado como órgão consultivo/sugestivo à Presidência para possibilitar o efetivo funcionamento dos sistemas informatizados da Justiça sergipana. Dentre as ações do Comitê, foi normatizada a Política de Segurança da Informação, a qual possibilita aos usuários (servidores e magistrados) a utilização, de forma segura, da rede de informações, além de direitos e deveres em relação ao uso dos sistemas.




