Foi realizada, nesta quinta-feira, 12.07, a 2ª reunião do Comitê Gestor de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). Presidido pela Desª Maria Aparecida Gama, o Comitê se reuniu com o objetivo de realizar a revisão periódica e o acompanhamento da execução do Planejamento Estratégico de TI.
No encontro, foi aprovada pelo Comitê a Política de Segurança da Informação do TJSE, que segue diretrizes apresentadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). De acordo com a secretária de tecnologia, Denise Martins Moura, essa normatização servirá de base para a construção de ações voltadas para a segurança da rede de dados da Justiça sergipana. “Agora, depois de aprovada a Política de Segurança, iremos gerar uma minuta de resolução para criação de um Comitê Gestor de Segurança, que deverá ser aprovada pelo Pleno”.
Durante a reunião foram apresentados os projetos que estão sendo desenvolvidos pela Secretaria de Tecnologia. “Já assinamos o contrato com a empresa que irá desenvolver o projeto do e-book, que será uma ferramenta muito importante para a virtualização das unidades jurisdicionais, na medida em que possibilitará uma utilização mais confortável do processo eletrônico”, acrescentou Denise Martins Moura.
O projeto de implantação da rede wi-fi, que está em fase de mapeamento, também foi apresentado ao Comitê. “O objetivo é instalar a rede wi-fi em todos os fóruns para que nossos parceiros, Ministério Público, advogados, defensores e partes tenham acesso a Internet sem utilizar a rede interna do Tribunal”, completou a secretária.
A Juíza Auxiliar da Presidência e membro do Comitê Gestor, Adelaide Moura, acredita que o acompanhamento realizado pelo Comitê Gestor garante uma melhor condução dos projetos desenvolvidos pela Secretaria de Tecnologia. “Ao acompanhar a execução podemos corrigir possíveis erros e contribuir na resolução de alguns problemas que se apresentem”, ponderou a magistrada, informando que todo trabalho desenvolvido tem como público-alvo o jurisdicionado. “Todo esse trabalho é feito para melhorar as nossas ferramentas de serviço e, conseqüentemente, entregar uma prestação jurisdicional ainda mais célere e efetiva para a sociedade”, concluiu.




