A Diretoria de Segurança do Tribunal de Justiça de Sergipe deu início na sexta-feira, dia 24 de fevereiro, à primeira turma do curso de qualificação e treinamento destinado aos 90 policiais que exercem funções de segurança no Judiciário sergipano.
De acordo com o direitor de Segurança, Júlio Flávio Prado, o curso visa uma melhor qualificação e capacitação dos homens requisitados pelo Poder Judiciário para o trabalho defensivo e ostensivo nas unidades judiciárias. "Buscamos uma maior segurança em toda a atividade jurisdicional", acrescentou.
A capacitação que foi dividida em quatro turmas, cada uma com 53 horas/aula, está sendo ministrada pelo CATI - Treinamento Policial (Centro Avançado em Técnica de Imobilização), empresa especializada em preparar policiais para atuarem em situações de alto risco e que possui livre acesso às equipes da SWAT e D.E.A. (Polícia Federal Americana).
Os treinamentos são dinâmicos, nos quais as equipes de segurança terão aulas teóricas e práticas com conhecimento em inteligência e contra-inteligência, planejamento operacional, treinamento de tiro e defesa pessoal, utilizando princípios da imobilização tática. As turmas ainda serão submetidas a diversas simulações, a exemplo de atentados.
Para a realização da capacitação, o TJSE recebeu o apoio da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP) que cedeu a estrutura física da Academia de Polícia Civil (Acadepol), onde os policiais estão sendo treinados. A última turma tem previsão de encerramento no fim do mês de abril, quando serão diplomados todos os agentes de segurança.
A Diretoria de Segurança do TJSE desenvolve o Plano Anual de Segurança que é uma ferramenta essencial para a plena realização da Justiça, incluída no Planejamento Estratégico. "Além de garantir a segurança de autoridades e testemunhas, as varas criminais e, principalmente, os fóruns do interior têm movimentação diária de presos e muitos desses já saem das audiências direto para os presídios e nesses casos é fundamental a segurança para garantir o trabalho dos magistrados, servidores e usuários da Justiça", explicou Júlio Flávio Prado.




