Quinta, 13 Outubro 2011 13:32

TJSE inicia os preparativos para a Semana Nacional de Conciliação

A Semana Nacional de Conciliação, em sua 6ª edição, acontecerá, este ano, no período de 28 de novembro a 02 de dezembro e, mais uma vez, o Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe participará do evento.

Em Sergipe, o Tribunal de Justiça não medirá esforços para que mais uma vez sejam alcançados os resultados positivos. Certo que contará com a adesão em massa das unidades jurisdicionais, já encaminhou aos Juízes de Direito o Ofício Circular nº 304/2011-GP com todas as orientações acerca da Semana. Dúvidas porventura existentes poderão ser solucionadas através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Conforme o ofício, os magistrados terão até o dia 14 de outubro para informar, através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., acerca do seu interesse em participar da Semana Nacional de Conciliação. Em caso positivo, deverão ser encaminhados, através do mesmo meio, até o dia 21 de novembro, os nomes, matrículas e e-mail?s do Coordenador e dos Conciliadores que participarão do evento.

Semana Nacional de Conciliação 2011

Com o slogan "Conciliar é a forma mais rápida de resolver conflitos", o foco este ano serão as audiências de conciliação referentes às demandas judiciais de massa, que envolvem grande número de partes - em geral ações coletivas movidas contra bancos, empresas de telefonia, serviços de água, luz etc., não se restringindo a tais demandas.

Além da resolução mais rápida de diversos conflitos, o movimento incentiva a cultura da conciliação pelo país, e, ao longo dos anos, tem-se revelado um método eficaz na solução de inúmeros litígios.

Para o Coordenador do Movimento Permanente pela Conciliação do CNJ, José Roberto Neves Amorim, a resolução mediada dos conflitos não é só mais benéfica para os cidadãos, como também mais vantajosa para o Estado. "Sem o embate processual e com um mediador habilidoso, o acordo fica mais fácil de ser estabelecido. Normalmente, nesses casos, as rusgas pessoais e os detalhes - que poderiam inviabilizar um acordo - são afastadas. A judicialização dos conflitos também não é boa para os Estados, que têm mais gastos com os processos", ponderou.