A Revista de História da Biblioteca Nacional publicou artigo comentando a exposição referente ao Cangaço lançada pelo Memorial do Poder Judiciário. "Empunhando um ferro quente com a inscrição "JB", o cangaceiro Zé Baiano marcava o rosto de suas vítimas nas vielas do sertão nordestino. Até hoje o bandido tem a fama de ter sido uma das figuras mais cruéis do cangaço, fênomeno de banditismo social ocorrido no Brasil entre o fim do século XIX e o início do XX", enfatizou a publicação.
"Para relembrar um pouco da história do movimento no interior do estado, o Memorial do Poder Judiciário de Sergipe realiza até setembro a exposição "No rastro do cangaço", reunindo armas usadas por Zé Baiano, assim como documentos judiciais que exigiam a prisão de alguns de seus companheiros e manchetes de jornais da época".
A exposição "No Rastro do Cangaço" já recebeu cerca de 500 visitantes, tendo como público alvo estudantes do ensino fundamental e médio. A exposição estará aberta ao público até o dia 02 de setembro do corrente ano. O acesso é gratuito, e o Memorial do Poder Judiciário fica na Praça Olímpio Campos, 417, Centro, funcionando das 08 às 14 horas.
As escolas ainda poderão agendar visitas monitoradas através dos telefones (79) 3213-0771 / 3213 0219.




