Na última sexta-feira, 30.07, em visita técnica ao Arquivo Judiciário, o Diretor de Planejamento do TJSE, Erick Andrade, afirmou que, na computação de produtividade processual, apenas são considerados os processos enviados ao Arquivo Judiciário, com a devida baixa no sistema.
A visita foi uma oportunidade de o Arquivo Judiciário demonstrar afinidade e compromisso com práticas de celeridade processual que repercutem em toda a capilaridade de trabalho da Justiça sergipana. Além de Erick Andrade, compuseram a comitiva Maria Demas Carvalho, da Diretoria de Planejamento; Nellie Montalvan, da Diretoria de Modernização; e Carla Hora, assessora da Corregedoria-Geral da Justiça.
Os visitantes puderam conhecer o funcionamento do Arquivo e sua prontidão para receber os feitos judiciais transitados em julgado, bem como satisfazer pedidos de consulta aos processos por malote ou por digitalização de peças. Houve um destaque quanto a este último serviço devido ao alto grau de celeridade frente ao envio por malote, já que as solicitações costumam ser atendidas em poucos minutos. Apenas quando é imprescincível a análise do processo inteiro, é que continua necessária a solicitação dos autos de forma física.
"O público interno precisa conhecer mais o Arquivo porque ele impulsiona o processo?", recomendou Erick Andrade, que disse ainda que "para o Judiciário, o Arquivo significa uma continuidade processual". Nesse sentido, o Arquivo Judiciário defendeu a necessidade de ser realizado um curso para servidores que trabalham em Varas e Comarcas sobre questões relativas ao envio de feitos judiciais ao Arquivo e a correta baixa dos processos no sistema.




