A Escola Superior da Magistratura Sergipana (ESMESE) iniciou nesta segunda-feira, dia 03, o segundo semestre letivo de
Segundo a Desembargadora Clara Leite de Rezende, Diretora da Esmese, essa foi a forma inovadora de iniciar o segundo semestre do ano letivo 2009. Ela explicou que nesta segunda etapa, a ESMESE irá intercalar o estudo do Direito com o estudo da cultura popular brasileira, inserir os magistrados na realidade cultural da sociedade sergipana. Sobre a escolha do Memorial do Judiciário, a Desembargadora Clara Leite informou que esta foi a forma de congregar os juízes em um espaço significativo para o Judiciário sergipano. Acrescentou que a ideia de ser realizada a abertura do semestre no Memorial contou com o apoio da Diretora Renata Mascarenhas.
Para o presidente da Associação dos Magistrados de Sergipe, o Juiz Paulo Macedo, a importância da Escola Superior da Magistratura Sergipana não está só em formar o magistrado, mas na manutenção desta formação. Acrescentou que a formação do magistrado resulta em uma melhor prestação jurisdicional.
O cantor que é chamado pelo escritor Ariano Suassuna de Pavarotti dos Sertões, em virtude da sua melodiosa voz de tenor. Em sua apresentação do poeta Oliveira de Panelas apresentou trabalhos de sua autoria que retratam a realidade do Nordeste brasileiro. Com a participação dos presentes, o artista recitou poesias e toadas.
Histórico de Oliveira de Panelas Compositor. Poeta repentista. Cantor. Aos nove anos de idade já fazia poesia. Seu pai, Antônio Francisco de Melo, foi o seu primeiro e principal incentivador. Respeitado poeta repentista, em 1958, com apenas 12 anos de idade, cantou pela primeira vez em público, com Josué Rufino e João Vicente. Nos anos de 1960/61, fez dupla com Manoel Hermínio. De
Publicou vários livros como O comandante do Planeta Médio, em 1997; Poesia Liberdade, em 1979; Poemas Iluminados, em 1983; Poemas Alternativos, em1984, este em parceria com Zé de Sousa; Na cadência do Martelo, em 1993; Dois Poetas do Povo e da Viola, 1996, parceria com Otacílio Batista, O Poeta Gozador. Gravou onze LPs e cerca de seis CDs. Compôs e cantou para três filmes nacionais (Deus deu a Terra e o Diabo cercou), (Os dez últimos dias de Lampião), (Chatô, o Rei do Brasil).
Foi Presidente da Associação de Poetas Repentistas do Brasil, seu trabalho é reconhecido internacionalmente pela imprensa de Portugal, Cuba e França, onde foi convidado para cantar em 1996, 1997 e 1998. Em julho de1997, foi campeão do 1º Campeonato Brasileiro de Poetas Repentistas concorrendo com 108 artistas cantadores, no Memorial da América Latina,
Tendo participação em mais de 280 congressos de cantoria, publicou 14 livros e escreveu diversos cordéis. Sua discografia soma 11 discos gravados, sendo 14 em CD. É membro integrante da ONG e do Projeto Malagueta, que trabalha pela divulgação do acervo histórico, turístico e cultural da Paraíba, promovendo a música regional, tendo parceria com órgãos como o SESC da Paraíba, o Governo do Estado, e a Secretaria de Educação e Cultura, entre outros.