No início da tarde de hoje foi realizada, no Auditório Ministro Luiz Carlos Fontes de Alencar, no Arquivo do Judiciário, a I Reunião das Instituições Executoras da Medida Sócio-educativa de Prestação de Serviços à Comunidade do Município de Aracaju, que visa estabelecer uma maior integração entre as instituições socio-educativas que trabalham com jovens infratores.
O evento, organizado pela 17ª Vara Cível de Aracaju, a qual compete o Juizado da Infância e da Juventude, recebeu 35 educadores, assistentes sociais e psicólogos integrantes de instituições governamentais e não governamentais e do Projeto Viver Legal, da Prefeitura Municipal de Aracaju. Entre os assuntos abordados, ressaltou-se o cotidiano dos adolescentes assistidos pelo Projeto e a necessidade de avaliação e monitoramento das medidas socio-educativas aplicadas.
O Projeto Viver Legal funciona como um mediador na difícil tarefa de reintegrar ao convívio social jovens e adolescentes autores de infrações. A prestação de serviço, a qual são direcionados estes jovens, é coordenada pelas entidades parceiras, a exemplo dos Centros de Referência e da Assistência Social, do Abrigo Caçula Barreto, do Centro de Acolhimento, do SAME, da LBV e de instituições municipais como EMSURB e FUNDAT.
Segundo a gerente do Projeto Viver Legal, Vilma Teixeira Bastos, "nós estamos reunindo todas as instituições e vamos poder esclarecer algumas dúvidas do cotidiano com relação à prestação de serviço à comunidade". Também para a assistente social da 17ª Vara Cível, Maria Teresinha Dantas, "nesta primeira reunião serão estreitados os vínculos de trabalho entre as entidades que assistem adolescentes em conflito com a lei e mostrados os objetivos reais desta prestação de serviço à comunidade".




