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Segunda, 31 Janeiro 2005 13:32

Inaugurado Arquivo Judiciário de Sergipe

Com a presença de diversas autoridades, foi inaugurado no final da tarde desta segunda-feira, 31, o Arquivo Judiciário Desembargador Manuel Pascoal Nabuco D`Avila. Localizado no Centro Administrativo Governador Augusto Franco, ao lado do Fórum Gumersindo Bessa, o Arquivo Judiciário é um dos mais modernos do país na área jurídica, dispondo de modernas instalações e um sistema de informática que vai agilizar a pesquisa do patrimônio documental, resguardando a memória do Poder Judiciário de Sergipe.

No discurso, o Desembargador Pascoal Nabuco, Presidente do TJ, destacou que como administrador público e como estudioso da história do país e do processo de formação do povo brasileiro, a inauguração é um momento de grande satisfação. Especialmente por ter tido a oportunidade de ensejar aos sergipanos, com esta obra, o resgate de grande parte de sua memória cultural, revelou, afirmando que no ano do sesquicentenário de fundação de Aracaju, o Memorial do Poder Judiciário e o Arquivo Judiciário são os presentes que o Tribunal de Justiça de Sergipe dá a querida capital sergipana.

Paralelo a construção da sede, o Arquivo Judiciário, em consultoria com a Fundação Joaquim Nabuco, adquriu todos os equipamentos necessários para a implantação do Laboratório de Restauro de Documentos que compreende o Núcleo de Encadernação, o Núcleo de Prevenção e o Núcleo de Restauro. O Arquivo Judiciário carrega, em sua origem, o mérito de evitar que parte dos documentos ligados ao Poder Judiciário desapareça, empobrecendo a memória sergipana. A inauguração do novo prédio vai além das obras de engenharia, pois dota o majestoso edifício dos mobiliários e aparelhos necessários ao trabalho cotidiano de zelo com a documentação, protegendo-a para o futuro.

O Arquivo Judiciário foi construído numa área de 10.264 m², sendo que a área total do terreno é de 12.271 m². Nos acervos existem documentos do século XVIII. A documentação intermediária tem um número estimado de 300 mil processos e a documentação permanente/histórica tem um número estimado de 50 mil documentos. Entre os documentos mais antigos, estão o do município de São Cristovão datados do ano 1655.

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