Foi inaugurado na manhã desta quinta-feira, 27, o Fórum Desembargadora Josefa Paixão de Santana, local onde funciona o Juizado Especial de Acidentes de Trânsito, localizado no bairro Castelo Branco, zona oeste da capital. Durante a solenidade, o Presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador Pascoal Nabuco disse que a patrona do fórum é uma mulher formidável, séria, honrada e que dignifica a magistratura sergipana. O Presidente destacou, também, que Josefa Paixão estava concluindo a missão de Corregedora Geral de Justiça, e prestes a assumir a presidência do Tribunal Regional Eleitoral.
O Presidente do TJ lembrou na oportunidade que o Juizado de Acidentes de Trânsito é um dos ícones do judiciário sergipano, promovendo um importante serviço à comunidade através da Justiça Volante.
Nesse particular, a Desembargadora Josefa Paixão salientou em seu discurso que a demanda tem sido enorme em função da existência de 130 mil veículos na capital. Depois de emocionar-se ao fazer referência a familiares, principalmente à sua mãe, ela enumerou importantes obras da atual administração do TJ, tendo a frente o Desembargador Pascoal Nabuco. A homenageada, a título de ilustração, citou os Fóruns Integrados nos bairros Santos Dumont, 18 do Forte e Distrito Industrial que chegaram para excluir qualquer dificuldade de acesso do povo aos serviços oferecidos pela justiça - fez referência ao Memorial, inaugurado na praça Olímpio Campos, e ao Arquivo Judiciário a ser inaugurado na próxima segunda-feira , uma obra que objetiva preservar a própria história do povo sergipano.
Prestes a concluir seu trabalho à frente da Corregedoria Geral de Justiça, Josefa Paixão, lagartense de nascimento e 1ª Juíza da história de Sergipe deixou claro que estava cumprindo mais uma missão como desembargadora, ...confesso que a sensação é de dever cumprido, concluiu.
Central - Ainda na quinta-feira, a tarde, foi instalada a Central de Serviço Social e Psicológico localizada na Avenida Barão de Maruim esquina com a Rua Arauá.
O Presidente do TJ, Pascoal Nabuco destacou que há muito tempo o Judiciário carecia de um corpo de profissionais especializados para prestar os serviços periciais. Sou daqueles que valoriza muito o técnico do serviço social por entender ser necessário a administração da Justiça, explicou. No local, vão trabalhar alguns dos 22 assistentes sociais e 10 psicólogos que passaram no concurso público realizado pelo TJ no ano passado.