O Poder Judiciário de Sergipe comemorou o Dia da Sergipanidade, celebrado em 24 de outubro, e o Dia do Servidor Público (28/10), com um recital-palestra, na noite desta terça-feira, 27/10, no Memorial do Judiciário. Com o tema ‘Sergipanidade em canto: memória, poesia, música e identidade’, a soprano, pesquisadora e palestrante Marília Teixeira fez um passeio por obras de sergipanos, acompanhada pelo pianista Rafael Ramos.
“Conseguimos organizar um evento que abraça dois objetivos trabalhados diariamente pelo tribunal e pelo Memorial do Judiciário, que é o servidor e a sergipanidade. Nesse recital-palestra a cantora lírica Marília Teixeira interpreta obras de alguns juristas e poetas sergipanos, como Sílvio Romero e Tobias Barreto, mas também teremos algumas surpresas”, enfatizou Sílvia Resnati, diretora do Memorial do Judiciário.
Entre as surpresas, a soprano apresentou canções de dois integrantes do Poder Judiciário sergipano, o juiz Sérgio Lucas e o servidor Marcos Gentil. “O objetivo era comemorar o Dia da Sergipanidade e o Dia do Servidor Público. Então, propusemos apresentar composições de poetas e compositores de Sergipe. Foi um trabalho bem grande de pesquisa que a gente conseguiu fazer”, explicou Marília Teixeira, que encantou o público com sua voz e também com informações sobre as canções.
“Esse ambiente do Memorial é mais intimista, a gente consegue conversar com o público, interagir com as pessoas. A proposta é bem diferenciada mesmo. O público vê a riqueza dos detalhes, sente a respiração de quem está cantando, de quem está tocando. É tudo muito próximo, você sente a vida, da música, da arte sendo feita ali na hora”, acrescentou a soprano.
A diretora do Memorial do Judiciário, que é italiana e reside em Aracaju há 16 anos, disse que a proposta do evento foi ressaltar a sergipanidade. “A sergipanidade é um sentimento que cresce diariamente, com ações e amor por esta terra. É algo que cresce na alma. E eu consegui descobrir o valor e a profundeza de ser sergipano também aqui no Memorial, prestando serviço para o tribunal”, confessou Sílvia Resnati.




