O Memorial do Poder Judiciário de Sergipe abriu na manhã desta terça-feira, 14, exposição em homenagem ao Dia da Sergipanidade e ao Dia do Servidor Público, ambas comemoradas neste mês de outubro. As obras de artistas sergipanos e servidores públicos ficarão expostas até o dia 19 de novembro e a iniciativa busca valorizar a cultura e artistas locais, divulgar e resgatar a identidade sergipana, além de reconhecer o trabalho, o talento e o comprometimento dos servidores.
A presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), desembargadora Iolanda Guimarães, fez o discurso de abertura e convidou a todos a conhecerem a exposição. “O TJSE se orgulha em comemorar estas datas. Muita satisfação em resgatar nossa Sergipanidade, cultura e gastronomia. A tradição em receber bem que é típica do povo sergipano. Sem esquecer também dos servidores públicos, cujo trabalho, por vezes silencioso, é fundamental para o funcionamento das instituições. Pessoas que se dedicam, se entregam, para uma prestação cada vez melhor dos serviços”, afirmou a magistrada.
“Nós temos muitos servidores públicos que são artistas, então os temas acabam dialogando. Reunimos aqui 13 artistas sergipanos, com obras que tratam de temas ligados à Sergipanidade, aos valores e às cidades, como também sobre a identidade local e dos servidores públicos”, explicou a diretora do Memorial, Silvia Resnati.
Um destes artistas selecionados foi Igor Leandro, neto do pintor J. Inácio. “Uma grande honra de estar aqui participando desta exposição e representando a terceira geração de artistas da família, num local tão importante e histórico”, celebrou o artista plástico.
O servidor aposentado e pintor Antônio Menezes Silva também participa da exposição com o quadro “Desafio de Violeiros”. “Uma obra que retrata uma cena típica do interior nordestino, em que há uma disputa entre os violeiros por meio de modinhas populares, geralmente com motes regionais, culturais e outras manifestações”, explicou.
A abertura da exposição no Memorial do Judiciário também contou com a apresentação do poeta e cordelista Zezé de Boquim, que ocupa hoje a Cadeira nº 1 da Academia Sergipana de Cordel. “Depois que larguei a agricultura e comecei o cordel, em 1983, não parei mais de produzir. Hoje já são mais de 215 publicações minhas, além de outros cordelistas. O convite para participar desta exposição foi uma benção!”, comemorou.
Esta ação está diretamente alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes) - Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).




