Está sendo realizado no Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) da Universidade Tiradentes (Unit) mais um mutirão de negociação de débitos junto à Energisa, em parceria com o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc). Além das cerca de 700 cartas-convites enviadas pela Energisa para a negociação, os consumidores que estiverem em débito também podem ir ao NPJ, que fica localizado à rua Lagarto, 253, até a próxima sexta-feira, 23/05.
“O mutirão pré-processual é uma oportunidade que o devedor tem de quitar seu débito através de um acordo. O objetivo é estimular a conciliação e, ao mesmo tempo, prevenir a judicialização de demandas”, comentou a juíza Hercília Lima, coordenadora do Cejusc.
Oportunidade que o técnico de segurança Givaldo dos Santos não dispensou. Há mais de um ano em débito com a Energisa, ele soube do mutirão pela TV e foi até o NPJ negociar o débito de quase R$ 5 mil. “A negociação ficou em 36 vezes, numa prestação muito boa, que vou poder pagar. Vou dar uma entrada de R$ 400”, contou Givaldo, afirmando que agora está mais tranquilo.
Conforme Daniel Flor, gerente de serviços comerciais da Energisa, a empresa sempre busca facilitar para o cliente a negociação dos débitos. “A energia é um serviço essencial e a gente sempre está sensível a essa condição para evitar a inadimplência, a suspensão do fornecimento e todos transtornos que a falta de energia pode causar às famílias”, disse o gerente.
Por isso, o mutirão realizado em parceria com o Cejusc e Unit se renova a cada ano. “São parceiros muito importantes, que ajudam a gente a resolver o problema dos débitos. Para esse mutirão, trouxemos condições ainda mais flexíveis, com descontos relevantes, para que as pessoas realmente saiam com os débitos negociados. Nos três primeiros dias, tivemos uma taxa de mais de 85% de negociação”, completou Daniel Flor.
Já o coordenador do NPJ da Unit, professor Raimundo Giovanni França Matos, lembrou que os usuários são orientados durante a negociação, caso necessário. “O NPJ tem uma localização interessante para que a população chegue até aqui. Os usuários da Energisa têm estrutura física e de pessoal à disposição. No caso de dúvida sobre fechar ou não o acordo, prestamos toda a orientação jurídica”, explicou o professor.




