Com a finalidade de capacitar servidores conciliadores e mediadores para atuarem nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) e nas unidades judiciárias de Sergipe, a Ejuse deu início, na segunda-feira, 28/04, ao módulo teórico do curso de Formação de Conciliadores e Mediadores Judiciais. Com carga horária de 40 horas-aula, o curso prosseguiu na terça-feira, no dia 29/4, no auditório da Ejuse, localizado no 7º andar do anexo I do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), centro de Aracaju.
A juíza-coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) do TJSE, Hercília Fonseca Brito, participa do curso e destacou a importância da atividade formativa. “Essa semana, iniciamos mais uma formação de mediação e conciliação, que é promovida pela Ejuse. A capacitação é destinada a servidores do Poder Judiciário sergipano e é de extrema relevância para o avanço da política de tratamento adequado em solução de conflitos, especialmente, para dar mais qualidade às conciliações e mediações”, comentou.
O curso está sendo realizado em codocência pelas instrutoras Carla Maria Franco Lameira Vitale, Maria Hortência Cardoso Lima e Maristela Moura Gonçalves, servidoras que possuem formação de instrutoras de conciliação e mediação judicial pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Elas também estão inseridas no Cadastro Nacional de Instrutores da Justiça Consensual Brasileira (CIJUC).
“É mais uma turma de servidores fazendo a formação em mediação judicial dentro dos moldes da Resolução 125/2010, do CNJ. Hoje, para estar em sala de audiência realizando as sessões de conciliação de mediação, a formação é uma exigência do próprio Código de Processo Civil (CPC). A ideia é que a gente possa fazer essa formação, conseguindo dar maiores habilidades aos conciliadores e aos mediadores para que, através de técnicas de mediação, possam dar uma maior humanização ao conflito. As audiências de conciliação e mediação precisam ser trabalhadas de uma forma mais humanizada para que as pessoas tenham oportunidade de fala e de resolver seus conflitos na sua essência, trazendo as soluções que melhor atendam aos seus interesses e necessidades”, explicou Carla Vitale, que é também Chefe de Divisão Operacional e de Administração do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec/TJSE).
Após o cumprimento do módulo teórico, os servidores aptos participarão do módulo II (estágio supervisionado) nos Cejuscs de todo o Estado de Sergipe. Esta fase prática, em que o servidor participa de audiências de conciliação e mediação reais, será organizada pelo Nepemec.




