Desenvolver projetos voltados à realização de atividades de ensino, capacitação e pesquisa nas áreas de gestão organizacional e políticas públicas é o objetivo de um acordo de cooperação técnica assinado na manhã desta segunda-feira, 31/10, na Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). Celebraram o acordo o TJSE, através da Escola Judicial de Sergipe (Ejuse); a Secretaria de Estado da Administração (Seplag), pela Escola de Administração Pública e Gestão Governamental de Sergipe (Esapgese); e a Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplog), com a Escola de Governo e Administração Pública (Esgap).
“É importantíssima essa parceria com as duas escolas dos governos estadual e municipal. Isso vai fomentar a discussão não só de temas relacionados à gestão, como também outros que dizem respeito à sustentabilidade e promoção de meios alternativos de pacificação social. Para o Poder Judiciário esse convênio é de grande relevância porque a Ejuse está engajada nessa parceria que propiciará melhorias para todos”, destacou a desembargadora Iolanda Guimarães, diretora da Ejuse.
O propósito do termo de cooperação é fomentar a profissionalização e a melhoria da gestão pública em áreas estratégicas no âmbito de competência dos partícipes; além de buscar formas de criar, estabelecer e dinamizar redes ou canais de comunicação permanente entre seus quadros funcionais. A ideia é que isso assegure a implementação de ações diversas, visando o desenvolvimento de recursos humanos, capacitações e treinamentos.
Conforme João Bosco Rolemberg Côrtes, diretor da Seplog, é uma tendência mundial a parceria entre escolas do poder público. “Temos que montar uma rede de capacitação continuada para compartilharmos experiências positivas e estabelecer parcerias. No caso das escolas de governo está pautada a montagem de redes, destacando a questão da sustentabilidade”, comentou.
Já o diretor da Esapgese, Wellington Mangueira, lembrou que o maior objetivo da rede de escolas públicas é bem atender a sociedade. “Todos nós estamos dispostos a trabalhar com base nos objetivos da Agenda 2030, que propõe a constituição de uma rede de escolas envolvendo os três Poderes e também organiza outros setores da sociedade civil. Isso é muito importante para que consigamos estabelecer um mundo de paz, de efetiva participação do servidor público, com maior capacidade técnica e intelectual, compromissado com a sociedade”, analisou Mangueira.