Uma roda de conversa sobre o “Aniversário de Aracaju: curiosidades históricas nos 168 anos de Patrimônio Cultural” reuniu professores, pesquisadores, memorialistas e estudantes no Memorial do Judiciário, nesta quarta-feira, dia 22. A conversa foi conduzida pelo professor e pesquisador de História Frederico Teles, mestre em Antropologia Social.
“A proposta é realmente de uma roda de conversa, uma vez que nosso público-alvo são historiadores, memorialistas, pesquisadores, professores e por isso nossa apresentação é feita de forma colaborativa. Nessa dinâmica mostramos alguns pontos históricos de Aracaju e os historiadores trazem uma colaboração com informações que poderemos trabalhar posteriormente nas escolas, para que a gente possa fortalecer cada vez mais a nossa memória histórica”, salientou o professor Fred Teles. Ele também destacou a iniciativa do Memorial em organizar eventos sobre o 168 da capital sergipana. “Nossa memória histórica precisa ser trabalhada e a gente sente essa falta nas instituições de um trabalho desse tipo como este promovido pelo Memorial no advento do aniversário de Aracaju”.
A programação festiva pelo Aniversário de Aracaju, que teve início em 15 de março, com a mostra "Aracaju: memória e patrimônio cultural", a qual ainda ficará em exposição até o dia 21 de abril, foi o primeiro evento do ano judiciário promovido pelo Memorial no ano de 2023.
“O Memorial está querendo percorrer um caminho de divulgação do patrimônio do Palácio Silvio Romero e do acervo ainda pouco conhecido pela sociedade. Queremos proporcionar um espaço de intercâmbio de conhecimento científico e cultural, por isso escolhemos como metodologia do evento uma roda de conversa porque acreditamos que possa estimular a curiosidade, o aperfeiçoamento e a interação entre várias esferas da sociedade e instituições”, explicou a diretora do Memorial, Silvia Ângela Resnati.
A professora Tereza Cristina Cerqueira observou a abordagem em formato de roda de conversa como salutar na expansão de saberes. “Você sempre tem um conhecimento novo a saber e uma roda de conversa não é uma coisa de cima, mas uma colaboração e nesta palestra tivemos vários depoimentos sobre trabalhos de outros pesquisadores. Então, esta é uma iniciativa louvável do Tribunal de Justiça de Sergipe, em especial, porque alia com a celebração de datas festivas sergipanas”, avaliou a docente.
Visita de alunos do Colégio Jackson de Figueiredo
Na terça-feira, dia 21, o Memorial recebeu 35 alunos do Colégio Estadual Jackson de Figueiredo. Os estudantes visitaram a exposição "Aracaju: memória e patrimônio cultural", com obras de integrantes da Associação dos Artistas Plásticos de Aracaju (AAPLASA), fotografias de Dora Mendonça e aquarelas de Hilson Costa, com curadoria de Chiko Só.
“A escolha de convidar exatamente o Colégio Jackson foi por vários motivos, em particular, porque esta escola fez parte da construção da história cultural da nossa capital, grandes nomes passaram pelo Jackson de Figueiredo e é pedagogicamente relevante o comprometimento dos fundadores. No biênio 2023-2025, nosso objetivo é abrir as portas para fazer deste espaço do Memorial um local para o fomento da cidadania, através de projetos educacionais, visitas guiadas e trocas de experiências e boas práticas”, complementou a diretora do Memorial, Silvia Ângela Resnati.
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