A Escola Judicial de Sergipe (Ejuse) realizou, na manhã desta terça-feira, 21/3, a palestra ‘Inteligência Emocional e Bem-estar’, ministrada pelo magistrado do Poder Judiciário sergipano Marcelo Cerveira Gurgel. Realizado no auditório do 8º andar do Anexo I do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), o evento contou com a presença da diretora da Ejuse, desembargadora Iolanda Santos Guimarães.
“O objetivo principal da palestra foi despertar o interesse e a curiosidade do público para um mergulho interno de autoconhecimento, de mãos dadas com a inteligência emocional, de modo que possa entender a raiz dos principais problemas, e sair de um estado de dor e caos para um lugar de equilíbrio e bem-estar na própria vida”, explicou Marcelo Gurgel.
De acordo com o magistrado, é importante que as pessoas possam dar uma atenção maior às emoções, porque elas são sinais de comunicação na nossa jornada da vida. Segundo ele, gerenciando as emoções, a pessoa consegue fazer a leitura se está na rota da felicidade e do bem-estar ou na rota da dor e da infelicidade.
“As emoções simbolizam também a causa do desvio de rota, porque, a partir delas, é possível investigar e identificar os gatilhos internos que estão nos levando para o estado de dor e de sofrimento. E o mais importante: as emoções contagiam, então se queremos um lar saudável para nossos filhos, um ambiente de trabalho legal para trabalhar, uma sociedade mais pacífica, ou nos automotivar para evoluirmos ainda mais, é preciso cuidar do que deixamos germinar dentro de nós”, alertou.
Para o magistrado, um dos principais benefícios da palestra é a oportunidade de fazer os presentes despertarem de um modelo mental automático que tende a mantê-los em um estado de dor, de estresse e de sofrimento. Ele explica que o simples despertar já dará aos participantes uma visão nova e um desejo mais forte de mudar a rota, fazer melhores escolhas e trabalhar a questão emocional com mais sabedoria.
“Mas, além disso, essa troca de ideias permitirá aos participantes refletir sobre o estado atual da vida de cada um, entender a causa da maior parte dos problemas que vivem, ter clareza do porque a vida não está como gostariam e como podem usar a inteligência emocional para criar uma realidade mais saudável, próspera e feliz. Não só na própria vida, mas também na vida das pessoas com as quais convivem mais de perto”, finalizou.